Presentinho inesperado

SÃO PAULO (da garoa) – Início de noite, quase feriado, vontade de folgar do blog no fim de semana, eis que o blogueiro Marcelo Rigoni manda este presentão: a última volta do GP do Brasil de 1973.

Vitória de Emerson, em preto e branco, transmissão da TV Cultura e da Globo. Desconfio que Orlando Duarte narra, mas não tenho certeza. Certo é que está ela toda lá: a pista. Curvas 1, 2, 3, Ferradura, Subida do Lago, Reta Oposta, Sol, Sargento, Laranja, S, Pinheirinho, Bico de Pato, Junção.

Como sai fácil a ordem dessas curvas. Esse vídeo não dá para perder. Aos que não conheceram um circuito de verdade aqui no nosso quintal, que conheçam. Os que conheceram, que morram de saudades.

Comentários

  • FG / Veloz / Cláudio, vcs 3 me fizeram chorar várias vezes (de novo!!!!!) em um único post, cada um por um motivo diferente;

    FG: Rever o traçado antigo, a vitória do Rato e o Colin jogando o boné (ou chapéu não sei, é igual o que o Jack Stewart usa até hoje,,,).

    Veloz: Estive nesta corrida e neste mesmo ponto da arquibancada, chequei na 6a feira para guardar o lugar, e o banho dos bombeiros foi salvador senão muita gente ia morrer de insolação……..

    Claudio: Lembrou detalhes da GT 750 (tive uma só que original) vc só esqueceu de citar que ela tinha um lead no painel que indicava qual era a marcha (até hoje sinto falta disso na minha moto atual)

    Veloz: Provavelmente já nos encontramos, em alguns dos pontos de racha que vc mencionou, pois eu “vivia” neles (só faltou falar do Deck na Av. 9 de Julho, +/- onde hoje é o América), ou então na San Diego (na Av. Pompéia) que era a única loja de SP que tinha TODAS as peças pra Suzuki.

    abs a todos

    Marcelo Foresti

  • Aêêêê, Brandão matador, assino em baixo e reconheço firma.
    Um grande abraço do tiozinho acelerado vivido e feliz como você, ao contrário da molecada idiotamente drogada e plugada na patifaria inutil da modernidade psicoticamente vazia e infeliz.

  • Ah! VelozHP. Sê benvindo!
    Acredito que nos conhecemos. Pelo que você descreveu eu também estava no mesmo lugar, nas arquibancadas de Interlagos. Para conseguir aquele lugar de ouro, dormi duas noites com meu sleeping bag nos degraus da arquibancada. Outros tempos.
    Falando nisso, vocês repararam quantas barracas, por todo o autódromo? LIndo!
    Ao gracioso que fala dos playboys velhos : Tem razão, toda a razão. Mas o que nos espanta, nós que já íamos esquecendo essas pequenas aventuras, é a audiência que elas provacam. Basta verificar no site e aqui no blog : os assuntos mais comentados referem-se à História ou histórias passadas. A causa : porque vivemos. E hoje, você faz o quê? Vai ao shopping, fica girando que nem carrossel, vai para a balada e fica bebendo cerveja dentro do carro, azarando as meninas que não vai pegar…. assiste o BBB e acha que tem assunto interessante. Pena.
    É por isso que nossas aventuras de playboys do passado despertam tanto interesse. Tem vida. Nós vivemos e continuamos vivendo. Anos 60, Flower Power, Woodstock, Maio de 68, Paris, Primavera de Praga, Luther King, Kennedy, De Gaulle, Guerra Fria, Nixon, Vietnã, canções de protesto, jovens à rua, sexo livre, Ditadura, Médici, Brasil Tri, Émerson Bi, amigos sumindo assim…Rubens Paiva, Gabeira, Guerilha do Araguaia… etc.
    Atualmente, o máximo é a parada Gay. Só isso.
    Recomendação : vá vover, “take a walk on the wild side”.

  • Aos sonhadores de plantão:

    Imaginem que coisa linda, os grandes campeões do Brasil, bancando a reconstrução do circuito original…

    Emerson, Piquet, Barrichelo, Kanaan, Gil, Castro Neves, dentre outros….

    Adicionem a esses pilotos – os maiores interessados – algumas empresas de porte, ligadas de alguma forma a automóveis participando desta empreitada.

    Somem a esse raciocínio todo o interesse da Cidade de São Paulo, trazendo de volta um dos melhores circuitos do mundo…

    Imaginem então que bela inauguração do autódromo faríamos, com uma etapa do GP Masters, mais uma série de convidados especiais que não correm mais: Niki Lauda, Jackie Stewart, e por aí vai… Nem que fosse para dar uma voltinha, de leve…

    Uma “canja” com vários pilotos da atual F1, com os mesmos carros, no mesmo dia…

    Uma preliminar de Superclassic, uma outra de Stock Car, e todos os mitos ainda vivos presentes, sendo cultuados por milhares de aficcionados de todo o Brasil – e do exterior.

    Que bela festa… Sonhar não custa nada, só o circuito original seria mais do que suficiente…

    Desde muito cedo sou chamado de doido… O que escrevo acima é bem do meu feitio. Sou especialista em viajar na maionese, estou habituado a rirem do que exprimo, nenhuma novidade…

    O estranho é que esse sonhador aqui já realizou vários dos mais absurdos devaneios, esse é apenas mais um de uma longa série, que só vai acabar quando eu morrer…

    Para realizar, não precisa mais do que grana, e gente. Todo o resto se acerta. Ficaria bem feliz se conseguisse vender essa bagaça, vender esse sonho louco.

    Quem quer comprar?

  • Veloz HP,

    Cumprimentos pela sua inesperada e aparentemente não intencional crônica de um tempo que foi divertido.

    Espero mesom que voce resolva aparecer em algum dos nossos encontros, porque tenho certeza que o Ceregatti e o Brandão, pra não falar do Joaquim, adorariam ouvir mais dessas histórias.

    Quem sabe vc não convida o Flávio e o #96 para um racha. 20 voltas no circuito, e voce dá 10 de lambuja para o Flavio…. Não vale colocar mais que 2 voltas nele…

  • Olá Romeu, boa noite cara.
    Sim, fiz parte da tuma do Café Concerto, do Rick Store, do Well`s da Augusta, do Jumbo Eletro do Aeroporto e da Cidade Universitária.
    Tinha amigos em todos esses grupos e íamos juntos aos domingos nas corridas em Interlagos, dezenas de motos, tirávamos rachas na Marginal Pinheiros, nas colinas do Morumbi e na Serra do Mar da Via Anchieta, o melhor circúito do Brasil.
    Muitas cruzes ficaram por esses caminhos e as histórias dessa época certamente encheriam vários livros.
    Um grande abraço.

  • Ceregatti,

    Agora fiquei ansioso pelas informações que voce só pincelou e deixou no ar.

    Não vejo a hora de chegar dia 15 para podermos conversar melhor.

    Conheci o traçado antigo ainda a tempo de ver a carreteira do Camilo Cristófaro e as berlinetas rasgaando o retão rumo à curva 3, e ainda sinto saudades das chamdas da Formula 1 mostrados pela Globo, com o s carros fazendo as curvas 1 e 2 e descendo o retão ao som de “Fanfarre for a common man” do Emerson lake&Palmer. Bons tempos.

  • Grande Ceregatti, minha paixão pelas motos, hoje maior que a dos carros, vem do fato de que elas são veículos super velozes, não importa a cilindrada.
    São também extremamente baratas comparadas aos carros, a melhor relação custo/velocidade/emoção que conheço.
    Numa cidade como São Paulo nenhum carro, por melhor e mais caro que seja, pode competir com uma moto em maneabilidade, arrancada e velocidade possivel dentro das condições de tráfego existentes.
    Como exemplo cito uma Yamaha YZ-1000 cc. ano 2000 em bom estado custando entre 40 ou 45 mil reais.
    Acelera de 0 a 100 em 2.8 segundos e quase 300 km de final.
    Com esse dinheiro que carro se pode comprar com esse desempenho ?
    Com menos ainda, 30 ou 35 mil se encontra uma Suzuki GSX-1000 1995 ou 96 com desempenho quase igual.
    Isso falando de motos originais, pois se gastarmos em qualquer uma dessas uns 6 ou 8 mil em uma preparação leve, mexendo apenas em escapamento, carburação e módulo de potência, a coisa fica mais séria e braba.
    E aí, que carrinho moderno e “tunado” com mais de 30 mil gastos só em motor vai encarar uma fera que acelera de 0 a 100 em 2.4 segundos e passa dos 300 de final, chegando a isso em menos de 1 minuto e em menos de 1,5 kilômetro de distância largando parada ?
    E estou falando de motos com 6 ou 10 anos de idade, imagine uma 2006 e ainda preparada.
    Essa equivalência eu fiz a mais de 30 anos atráz, pois tive vários carros muito bons, sempre preparados e velozes, que só me deram alegrias e prazeres, mas nenhum deles chegou perto de qualquer moto que tive também nesse período.
    É claro que isso tem um custo em risco físico enorme, quanto mais rápido se vai com uma moto maior geometricamente é o risco de dar me.rda, daí a consciência que só a idade e experiência nos dá, e muitos, infelizmente, não chegam inteiros ou vivos para tê-las.
    Comigo não foi diferente, um ano antes desse dia em Interlagos eu tinha sofrido o pior acidente de moto até o presente, quando voei por sobre o hoje estacionamento subterrâneo do Shopping Continental, em construção na época, e aterrisei em meio a sacos de cimento e pilhas de blocos de alvenaria, despencando de uma altura de uns 5 metros a não sei quantos km por hora.
    Isso tudo porque estava num domingo à tarde com a minha RD-350 preparada pelo Paco tirando racha com um amigo meu que estava pilotando um kart Cox Parilla 125 de minha propriedade em plena rotatória do Shopping que na época não tinha tráfego e eu a usava para amaciar os motores dos karts e faziamos corridas tipo Indianápolis pois o circúito era oval e enorme com uns 200 m de diâmetro, ótimo para um kart mas perigosíssimo para uma moto rápida e estúpida como uma RD preparada pois havia um trecho em subida seguido de outro em descida e na subida, após dar pau no meu amigo em 10 voltas quis fazer o “s” no topo da subida e então voei rumo ao, na época, fosso do futuro estacionamento, 5 metros abaixo do nivel da rua, não sem antes passar a centímetros de um poste bem na saida da curva, no meio da calçada.
    A moto dividiu-se em 3 pedaços, chassis de um lado, motor de outro e a frente em outro.
    Por verdadeiro milagre não morri nessa, acordei no dia seguinte no Hospital Militar do Exército no Cambucí, pois eu era milico na época, e tive apenas um milhão de escoriações pelo corpo todo além de 2 fortes pancadas na cabeça e nada quebrado pelo esqueleto, nem uma unha.
    A única coisa que lembrava era aquele poste vindo, passando, e o mergulho no escuro do fosso.
    Duas semanas depois disso, já inteiro e ainda cheio de bandagens pelo corpo, fui ao enterro do Jacaré no Cemitério da Vila Mariana na garupa da moto de um amigo e aceleramos os motores das motos, mais de 200, em homenagem a ele quando o caixão repousou definitivamente na cova.
    Nem consigo contar o que se passou na minha cabeça naquela hora, pois foi um amigo, mais um, que morreu como eu também podia ter morrido 2 semanas antes mas, misteriosamente fiquei aqui para contar essas histórias e alertar a galera mais nova o que fazer e principalmente o que não fazer com o tesão que a adrenalina dá em 2 rodas girando rápido.
    Hoje só ando de moto, nem carro tenho, não suporto mais viver 2 horas por dia parado em congestionamentos mas, certamente não faço mais as loucuras do passado, apesar de que sempre aparece um moleque querendo dar pau no tiozinho e sempre se surpreende com a surra que leva por fazer malcriação e não respeitar os mais velhos que tem mais do que a idade deles só de kilometragem de rachas.

    Desculpem-me, alonguei o papo de novo. Prometo não incomodar mais por hoje.
    Abraços.

  • Veloz HP, pelo visto você fez parte da famosa turma de motociclistas que se reunia no Café Concerto no Parque do Ibirapuera.
    Acertei?
    E eu tambem estava no GP Brasil de 73 na arquibancada A, na direção da caixa d’água (até hoje o melhor lugar ) e tomei aquele memorável banho de caminhão pipa!
    Ô tempinho…

  • Esta do veloz hp foi uma belissima novidade ,grande moto.
    76 foi o ano do Barry Sheene um incrivel Suzukeiro , que foi abandonado pela Suzuki por causa de Virginio Ferrari ,um grande tiro n’agua ,foi vice em 79 , e depois só sabia cair,……..e época.

  • Dio mio !!!!

    Tá explicada a fissura do Veloz HP por velocidade, Interlagos, carro, moto !!!

    Ele Sr. pilotou uma Suzy 750, moto brabíssima, obra de ARTE de engenharia… 750 cc, 3 cilindros, 2T refrigerada a água !!!!

    Um canhão em 2 rodas, pesada, arisca, larga pra cacete…

    Fora o pessoalzinho que ele citou, feras da época…

    Ô Veloz, meu camarada…
    Dá um jeito de carregar essa turma para a prova do dia 15 de Julho, por favor…

    Deixa o Marcelo Foresti ler este post… É outro MOTOCICLISTA fissurado, que já citou o Jacaré !!!

    Só de ler o que voce escreveu, fico doido de pensar os velhos tempos, em que se sentava numa máquina dessas e se andava pelo circuito antigo… Prazer maior não há, acreditem.

    Assim como há várias FELICIDADES diferentes, existem PRAZERES tambem diferentes…

    Acelerar essas maravilhas, não importa com quantas rodas, é desses prazeres intrasferíveis, indescritíveis e indizíveis…

    Só quem teve esse prazer supremo, essa felicidade solitária dentro do capacete, alguma vez na vida sabe do que falo…

    Ô paixão, ô obcessão doida…

    E só de pensar que existe mesmo uma grande possibilidade de vários de nós experimentarem o circuito, mesmo como passageiro…

    Dia 15 vai ser histórico de novo, haja coração…

  • Para o veloz-hp:

    Que Ferrari você já pilotou? Uma Testarrossa ? E qual Porsche ? Um Carrera turbo ? Acho que você andou foi mesmo num Gordini, ou num DKW, igual ao do FG.

  • Maravilha, grande Marcelo, obrigado pelo presente.
    Eu estava lá nesse dia, na arquibancada curva em frente à caixa d`água no início da Reta dos Boxes, meu lugar favorito, como também estive antes e depois em todas as F1 que por lá andaram até 1981.
    Fui afortunado na vida por ter tido também a chance de pilotar no circúito de verdade antes e depois da reforma de 1967/69 e uma das maiores emoções que tive na vida não foi pilotar uma Ferrari ou Porsche, coisa que também já fiz várias vezes, mas sim passar uma tarde inteira em 1976 pilotando uma Suzuki GT-750 sòzinho lá, a pista só para mim e sem ninguém para encher o saco.
    Os escapes 3 em 1 urrando em uníssono agudo, os pneus Yokohama recém montados nas rodas de magnésio Scorro na temperatura certa e na calibragem correta dada pelo Tucano (42 atráz e 34 na frente) o guidão morcego imitando o Tomazelli lá pra baixo e o banco rabeta da Bertodilha com pouca espuma me fez literalmente viajar naquele traçado.
    Foram 3 tanques completos e um pneu trazeiro detonado de puro êxtase.
    Não sei o que é vencer as 500 Milhas de Indianápolis e nem as 200 Milhas de Daytona mas, melhor que isso, só um orgasmo junto à mulher que se ama.

  • Que surpresa maravilhosa!
    LIndo lindo!
    Tirando o sargento o resto tá tudo lá.Não é impossivel,quem sabe nossa voz não vai crescendo aos poucos até virar uma realidade.
    Voltando ao video ,só a musiquinha no final que é meio “mixuruca”.
    Eu até acho que colocando um categoria mais lenta (como é a Classic) dá pra correr no traçado antigo ,é só fazer umas adaptações ,no caso do sargento acho que dá pra passar por ali colocando pneus tipo circuito de rua .Sei lá ,é questão de vontade e coragem.

  • Oi pessoal.

    Bem, tem gente que chora assistindo futebol. Eu choro vendo corridas e no traçado antigo então…nao tem jeito. Tomara que nenhum “imbecil” tenha a ideia de acabar com nosso autodromo.

    Abraços
    Ricardo

  • Graças a Deus eu conhecí o antigo Interlagos. Às vezes me acho um tanto saudosista, mas revendo estas imagens tenho a certeza de que antigamente era muito mais legal. Foi uma pena acabarem com aquele traçado. A 1, a 2, a 3, a Ferradura e a Curva do Sol deixaram muita saudade.

  • Ao FG:

    Voce esqueceu de colocar o Mergulho, depois do Bico de Pato e antes da Junção – cometeu um crime imperdoável.

    Será porque a Deka sai tão lenta do Bico de Pato que o mergulho parece só uma “curvinha de nada?”

    Experimenta contornar o Bico de Pato penduradão, a traseira escapando na zebra externa enfiando o pé, metendo marcha uma em cima da outra, até mergulhar em curva de motor cheio, a frente apontando pra fora e forçando a traseirada, socando o da direita para apontar a frente… A curva do mergulho ainda é das mais desafiadoras e deliciosas do mundo…

    Ao Virgo:
    Meu caro amigo… Tenha a certeza que só depende de nós, apaixonados, a missão de trazer este circuito à vida novamente.
    Pode acreditar que tem gente poderosa, que participa deste blog e que tem uma boa parcela de poder para realizar esse sonho, que é de milhares de brasileiros.
    Lobby, fazemos nós.
    Grana, tem de monte por aí.
    Interesse, existe e não é pequeno.
    Fé, todos temos.
    Paixão então, isso nem se fala…

    É juntar todos esses elementos e “fazer acontecer”. Problema nosso. Vamos fazer.

  • Extremamente emocionante para mim rever estas cenas!Estive lá,neste que foi o segundo GP Brasil.Lembro perfeitamente da data(11/02/73),pois no dia anterior ganhei meu primeiro relógio,um Seiko que ainda tenho,e a data do domingo na cor vermelha,ficou registrada na minha mente.Nesta prova o Rato deu um verdadeiro show,visto que havia vencido o GP da Argentina 15 dias antes e disparou no campeonato,não sendo campeão neste ano porque Colin Chapman achava mais importante o carro ganhar uma prova e não o título.Nesta temporada o companheiro do Rato foi o Ronnie Peterson, que na Austria não deixou o Emerson vencer e culminou com o terceiro título do Vesgo.Dois acontecimentos marcaram esta prova:o público jogando garrafas e latas na pista ,que fez atrasar a largada,tendo o próprio Emerson ajudado a limpar a pista, e o FNM pipa cinza da Prefeitura jogando água no público,visto que fazia um calor infernal.
    Que saudade dos meus 16 anos!!!
    Abraços….

  • Pois é, FG, ainda acho que podemos aproveitar o drive criado com a amizade criada entre o pessoal do blog e bolarmos um plano para pressionar a Prefeitura a pelo menos refazer uma boa parte do antigo traçado, como explicou o Chico Lameirão no nosso encontro – pra quem não viu é o chamdo “Take 4” do Ceregatti comentando o encontro.

    Como a idéia é boa, e nós somos desinteressados, ainda acho que voce poderia catalizar o processo de juntar gente para atingir a massa crítica – gente, lobby, grana e interesse das categorias mais presentes na mídia como Stock e F truck – necessária para pressionar a Prefeitura.

    E isso antes que algum iluminado resolva fazer um Pan aqui em São Paulo e Adeus interlagos…