A trilha nossa de cada noite

SÃO PAULO (mula-sem-cabeça existe?) – Nesta era da internet, uma das pequenas e mais adoráveis revoluções é o tal do YouTube. Tem de tudo, e para quem gosta de TV, e de matar a saudade, de reviver sensações escondidas em algum canto da memória, é uma viagem. Meio sem querer, achei esta vinheta do “Jornal Nacional” de 1972.

Na mesma página tem mais um monte de coisa, como as mensagens de fim de ano da Globo, aberturas de novelas, do “Fantástico”.

Fuçando um pouco mais encontram-se o “Capitão Aza”, da Tupi, e comerciais ao vivo na TV Excelsior.

Digo que o YouTube (e seus similares) é uma revolução, porque essas imagens estavam perdidas em algum canto, escondidas em acervos particulares, ou relegadas a museus de acesso restrito.

Não dá tempo de ver tudo, claro. Mas uma vez por dia, vale uma “youtubada”. Te veio à cabeça a abertura dos “Trapalhões”? É só dar uma busca, e eles aparecem.

Matar a saudade neste século está mais fácil. Nem suja os dedos de pó.

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