O número 1

SÃO PAULO (Eu aguento até os modernos e seus segundos cadernos, eu aguento até os caretas e suas verdades perfeitas) – Anos 70, Ford versus GM, Brasília. Um carro da equipe Brahma proibido de correr por liminar da Justiça. Aí… Bom, aí, só lendo a última coluna Retrovisor, da dupla caipira Lopes & Brandão.

Comentários

  • Joaquim, obrigado.
    Esse motor 6 cilindros do Opala teve uma vida bem longa, até hoje é bem utilizado em arrancadas, conheço até tratores com 4 motorzinhos desses em provas de arrancadas ,tradicionais na Holambra ,SP.

  • Jonni ´O, dificil responder…
    Andei nos dois – tanto Maverick Quadrijet como Opala 250S – e se me lembro de alguma coisa, o Maverick era um canhão de reta e aceleração, mas padecia de frenagem e estabilidade nas curvas. Já o Opala era meio ruim de final, comparado com o V-8, mas era mais equilibrado de freios e estável nas curvas. Ou seja, virtudes de um compensava os defeitos do outro. Outra coisa, era dificil manter um Maverick na curva com aquela direção desmultiplicada, dando inúmeras voltas de batente a batente. Com a adoção de freio a disco nas rodas traseiras (pinças do Galaxie, acho eu), alías o pai do Vitão era quem fornecia os calipers para o Grecco, a coisa melhorou bastante para os Maverick. Isso bem no inicio, aí por 74,75 pois a partir de 76 o Opala passou a dominar a Divisão 1. Abs.

  • Beleza, dupla de matuzas…
    Texto delicioso, com a cara do Brasil.
    Não vamos nos esquecer que o poder dos porteiros é quase infinito, visto as várias histórias de gente que ficou na porta, como o Jackie Stewart, Colin Chapman e outros por aí…
    Tenho até a impressão que as famosas 20 credenciais de pilotos beneméritos além de homenagear, servem para evitar constrangimentos óbvios…

  • Dupla Bran-Quim,
    As colunas ‘Retrovisor’, tanto de um quanto de outro, tem o gosto daquelas conversas de botequim, regadas a boas cervas ou uma branquinha de alambique, onde os causos vão se sucedendo e são a matriz de boa literatura.
    Quando os dois se juntam então, aí sim a coisa fica ainda mais íntima, como aqueles papos em família depoisdos almoços de domingo.
    Prosa Saborosa.
    Abraço do amigo.

  • Sei não em Brandão, acho que molharam a mão do segurança.
    A rivalidade entre as fabricas dava uma graça especial as corridas.
    Hoje tá meio frio esse negocio, até os carros são todos iguais.Só a diferença dos motores entre opalas e mavecos já dava ampla margem para discuções, quem era a melhor receita o V oitão ou os 6 canecos?