Rádio GP: assunto de montão

SÃO PAULO (falta tempo para tudo!) – E já está no ar a oitava edição da Rádio GP, o podcast do Grande Prêmio. Voltei depois de duas semanas e discutimos, neste programa, muito sobre o GP do Canadá, sobre IRL, MotoGP e tudo mais.

Sempre com as participações de Victor Martins, Bruno Vicaria, Ivan Capelli e o convidado especial Luis Fernando Ramos, direto de Viena, na Áustria.

Depois de escutar, comente aqui!

Comentários

  • Acredito que esse problema do pit-stop “forçado” do Rubinho no Canadá expõe uma armadilha dessa regra que obriga o uso de dois compostos diferentes em corrida. O problema é que na maioria das corridas, o pneu “mole” não aguenta 50% das voltas de uma corrida. Somado ao fato que estratégia de 3 pit-stop’s não dá muito resultado atualmente, temos 99% das estratégias de corrida reduzidas a 2 pit-stops. Se essa regra dos pneus veio para trazer mais competição, acabou tornando as estratégias pragmáticas.
    Fui!

  • FG,
    o Honda que entrou na pista era um Civic SI, o safety oficial ficou acompanhando o acidente, provavelmente com o diretor de prova perto do acidente, um assistente assumiu o pelotao com o Civic, propagandinha da Honda!

  • Só uma coisa: vocês já observaram o quanto as equipes entopem os pilotos com informações pelo rádio? Muitas vezes, quando o sinal está aberto para a transmissão, ouvimos mesmo alguns comentários desnecessários naquele momento para o piloto. Pois bem, se falam tanta coisa, muitas vezes sem importância, porque justo em um momento crítico da estratégia, no caso a parada no box por safety car, não falaram nada ao piloto? Pensando nisso, acho que as equipes têm uma parcela de culpa bem maior que a dos pilotos, pois o papel do estrategista é justamente pensar paralelamente ao que o piloto faz na pista. E, se não alertaram nada, houve, no mínimo, negligência tática. É muito mais fácil, para quem está de fora, ver situações que escapam à alçada dos pilotos.

  • Não me recordo quem falou, acho que foi o Capelli, sobre o famoso SINAL VERMELHO dos boxes no Canadá.

    O erro foi tanto do Massa como o da equipe Ferrari. Mas falando que a equipe deve se preocupar com coisas mais importantes achei de uma infelicidade tremenda.
    Com certeza a equipe deve se preocupar com coisas mais importantes, dentre elas, AVISAR o piloto sobre as sinalizações que ocorrem na pista, desde que essas, sejam sérias.

    Antes de aprofundar em críticas extremistas, digamos assim, o “criticante” deve antes ter certeza do que é estar na situação do “criticado”. Portanto, recomendo que entre no cockpit de um F-1 e gerencie todas essas informações, sozinho, sem nenhum auxílio da equipe por rádio, se você conseguir, parabéns, “desce o sarrafo” no piloto, mas se caso não conseguir, é melhor se conter nas formações de opinião.

    É bom pensar nisso!

    Eu era assim, extremista, mas dos ensinamentos que eu tive, aprendi a me conter e pensar mais antes de emitir opiniões.

    Abração a todos!

  • na boa, acho meio sem graça esse negócio do cara se chamar “Ivan Capelli”. Ele até assina matéria assim no site do GP, como se fosse algum astro para ter um pseudônimo. Na verdade parece mais coisa de internauta adolescente, que se esconde atrás de um nickname.

  • Flávio,

    Aqui no Blig você considera o Alonso como o favorito ao título e na Rádio GP você diz que o considera um piloto “chinfim”… Então você acha que Hamilton (com o mesmo carro) e os dois pilotos da Ferrari serão batidos por esse esse piloto “meia-boca”?

  • FG, eu tenho a foto do safety car utilizado no Brasil, foi um Tempra Bordô, eu vi essa foto em uma revista Quatro Rodas que eu tenho aqui. Vou ver o número dela e depois eu posto aqui.

  • Muito legal…

    IRL, que só vale a pena ver o final, pq a corrida toda tá um saco…

    MotoGP, a cada dia que passa é melhor, dá gosto de ver.

    F1, só foi boa por causa desse monte de confusão que teve. Em Indianápolis deve voltar a mesma coisa de sempre tb…

  • Flavio, num vapt e vupt, tô indo pra Campinas visitar a Unicamp. Outro dia vi o carro à hidro lá. Ma o relax da coisa é o Iraniano não entrar no chão, a outra foi quando nosso MESTRE MÓR, Takuma foi barrado no Rio. Evento básico da Lucky Strike. Sabe que acho; Como na motogp, onde os motores eram 1/3 dos F1 em concepção, na F1 a parada dos pneus nem é o pulo do gato, pois o grande que se achava tá na stock, e não é o Burti. Luciano, faça um curso de jornalismo por internet. E imagino o Nélson já começando a ficar de saco cheio disto tudo. Nélson Pai. O Zonta, tem caráter. E isso é legal. Um dia postei uma entrevista do Nélson no Youtube, antiga, e nem imagino se foi vista ou não, mas o cara falou tudo. O último pancão legal havia sido na Austrália, numa Jordan, a bagaça salvou o cara, e depois disso, vi esta. A Escala de Glasgow, coisa que aprendi acompanhando o esporte a motor depois do acidente do Eduardo Saçaki, mostra claramente o que os made in usa fazem na Nascar. Como relata o Panda, fatalidade é uma coisa, e emendo com uma que me lembro. Um carrinho de cimento despencou na cabeça de uma menina em plena Paulista. Alguém foi condenado? Deus me livre, mas se o Kubica andar em Indy, vai lotar. É o espírito americano de crash. E o Galvão, embora creio que não vá narrar, devido ao horário, iria falar: A Equipe B passou a A, depois dar um jacomé nos telecompradores, e dar uma de esperto. A emoção é tudo. Galvão Bueno, se liga cara, vc narrou o Filho do Barão, vc. vendeu para o Brasil a imagem da F1. Do Ayrton? Era o cara. Mas agora! Se liga meu, vc. está quebrando a terceira geração dos fãns da F1.

  • Não consigo abrir o link aqui do trampo eles travam muita coisa mas nos outros sites consigo ouvir o loucos do Autoracing e o Téo José tambem porque já vai direto para o medial player,não tem uma outra forma de eu acessar gostaria muito de ouvir,abraços.