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Sunday, 25 de May de 2008 - 18:19Sem categoria

500

SÃO PAULO (eu quero é saber da Lusa!) – Acho que não dei a devida atenção às 500 Milhas de Indianápolis neste mês, mas não é por isso que temos de deixar a corrida passar em branco, não é mesmo?

Pois assisti a boa parte da prova, vencida pelo Scott Dixon, da Ganassi, equipe que voa em ovais longos e deixa os outros chupando o dedo.

O melhor da corrida foi a baixinha invocada Danica Patrick querendo dar uns cascudos na besta do Ryan Briscoe, barbeiro de quinta, que bateu nela no pit-lane. E o segurança grandão para segurar a Danica? Demais, demais!

Sobre a corrida, o final foi bacana e o melhor brasileiro foi Vítor Meira, em segundo. Hélio Castroneves terminou em quarto, Jaime Câmara bateu, Tony Kanaan também (e xingou o filho do chefe, Marco Andretti) e os demais (Junqueira, Moraes e Bernoldi — se bem que na TV havia mais dois, Bernold e Bernoidi) ficaram lá para trás.

E a TV? Ah, a TV… Abaixei o som quando a emissora oficial disse que o Vitinho merecia ganhar, assim como o Helinho e o Tony também, se não tivesse batido. Merecíamos um empate tríplice! Não, o Dixon não merecia ganhar, se o cara não for brasileiro não merece ganhar nada. Imagina, um neo-zelandês… Como é que ousa derrotar um brasileiro?

Está cada vez mais insuportável acompanhar transmissões esportivas por aqui. De corrida de carro, então… Não há mais narradores, comentaristas e repórteres dispostos a descrever e a explicar ao pobre do telespectador o que está acontecendo na pista — e não foi sempre assim, acreditem. O que eles todos fazem, única e exclusivamente, é torcer para os pilotos brasileiros — por obrigação profissional, interesses pessoais, ou babaquice, mesmo.

E ficam nos dizendo, a cada cinco minutos, que temos de fazer o mesmo. O resto não existe. Se chuva for bom para brasileiro, que chova. Se for ruim, que não chova. Se o cara se arrebentar no muro para um brasileiro ganhar, que morra. Os exemplos são muitos e conhecidos.

E chega-se ao cúmulo de termos de torcer, pois, por um empate tríplice — sob o comando do comentarista que é dono dos direitos de transmissão da categoria para o Brasil, e por isso ela é a melhor do mundo, e de um narrador que poderia informar aos seus telespectadores que o Vitinho é sobrinho (corrigido; eu tinha dito que é filho, errei) do vice-presidente da emissora, o que desvendaria o enigma de sua paixão pelo rapaz.

Ou, então, ao absurdo de achar legal a batida do Kimi no Sutil, porque isso “foi bom para o Barrichello”.

Dane-se o Sutil.

Dane-se o Dixon.

Dane-se o esporte.

Sorry, amiguinhos, mas vocês viraram o fio.

248 comentários

  1. Rodrigo Carvalho says:

    Esse domingão de Mônaco + 500 milhas tinha tudo pra ser sensacional para todos nós, fãs de automobilismo….

    Mas a narração…realmente não ajuda…

    Só que já virou folclore; tá tão ridículo que é bom…

    Dou risada demais…Fico imaginando o Reginaldo Leme ali do lado do Galvão se contorcendo todo cada vez que ele erra; o Burti, todo educado, tentando ajudar….rsrs

    Quando quero informação, abro o note na página oficial da F1 (http://www.formula1.com/services/live_timing/live_timing_popup.html pra quem não tem no favoritos ainda) e acompanho por lá…Tem tudo volta a volta, todos os pilotos com cronometragem trecho a trecho…e os comentários da FOM!

    Não consegui ver as 500 milhas, tava na estrada, vindo de Bauru por Itatinga, curtindo a estrada…Mas parece que perdi um show…rsrs…queria agradecer ao Anônimo Revoltado pelo “resumo comentado” sensacional….rsrs

    É isso aí galera; ufanismo existe até em transmissão de futebol de botão.

    O barato é tirar o melhor, dar risada e buscar a informação nos sites oficiais…ou na Narração Minuto a Minuto do Grande Prêmio!!!

    Abraços,

    Rodrigo

  2. Marcel Rossi says:

    Queria agradecer do fundo do coração ao anônimo revoltado, por me fazer rachar o bico no meio do serviço aqui no laboratório e em seguida levar uma chamada do meu orientador…

  3. Rafinha says:

    O que têm nos carros da Chip Ganassi que os outros não têm se os chassis, pneus e motores são os mesmos?
    Se eu fosse dono de uma escuderia na f-indy. Pediria para os engenheiros fazerem uma carenagem aerodinâmica para correr em indianápolis. Meu piloto certamente ganharia a corrida.
    Os carros da indy não são muito bonitos como antigamente

  4. Marcos says:

    Nas corridas transmitidas pelo Sérgio Mauricio e Rodrigo Mattar do SporTV , dá pra assistir sem se sentir incomodado.

  5. Roberto Zimmerman says:

    Jorge Henrique, a ESPN ter os direitos de categorias como a F1 e a Indycar seria uma desgraça tb. A julgar pelo que fizeram com a Le Mans Series no ano passado. E com o que fazem com o WRC, colocando os resumos diários em horários terríveis, praticamente escondidos na programação, e muitas vezes se chocando com atrações automobilisticas ao vivo que passam em outros canais…

    Mas deve-se ressaltar que pelo menos um achado eles tiveram, depois que as operações da ESPN Internacional se transferiu para o Brasil. Klever Kolberg é um perfeito comentarista. Não só conhece muito do assunto, como é articulado e tem timing perfeito pra falar na TV. Entende o que está acontecendo, como passar isso a quem está vendo, sempre de olho no que está na tela. É agil e acrescenta muito. Um achado. O melhor comentarista automobilístico do Brasil hoje.

  6. Eric says:

    O anonimo revoltado deu um show aí em baixo….
    hahahahahhhahaaa

  7. juca bala says:

    hua, hua, hua
    a melhor voces não falaram:
    – quem entende de temperatura é o wily, que sabe transformar farenheit em centimetros.
    o cara é demais!

  8. Pitstop says:

    Olha o Luciano estava mesmo de duer. O que falou de bobagem! Teve uma hora que ele disse: “Esse muro aqui é especial. Você em casa tem a impressão que ele é sólido, mas a coisa é bem diferente.” Ele não acertou o nome de ninguém e chamou o Marco Andretti de Mário e de Michael a corrida toda. Socorro! Torcer, tudo bem, mas dá prá narrar a corrida direito, né!

  9. Anônimo revoltado says:

    Bem amigos da Rede Globo!

    Neste domingo vivi uma experiência ímpar: assisti as 500 milhas de Indianápolis com a “super-cobertura da Band”! Apesar de ser um fã de automobilismo (sim, às vezes pego pesado: até fórmula truck eu dou umas olhadas) eu ia desistir. A transmissão da dupla Luciano do Valle-Willy Hermann é tão ruim… que acaba ficando boa! A diversão é garantida, involuntariamente, é claro.

    O Bolacha simplesmente não consegue acertar o nome de ninguém. “Essa Mika ta micada!” O trocadilho seria aceitável se o nome da venezuelana fosse Mika, mas é Milka. Com o Andretti, então, foi uma festa. “Lá vem o Mário Andretti!”. O repórter Celso Miranda, na base da velha amizade, entra para avisar: “O Mário está aqui pertinho de mim Luciano, torcendo muito pelo neto, o Marco”. Passam algumas voltas e, na terceira vez que o Bolacha chama o garoto de Michael, o comentarista, discreto, intervém: “O Marco é rápido como o pai, o Michael, não é Luciano?” Ele não se aperta: “Mário, Michael, Mário… mas também a família precisava colocar todo mundo com nome começando com a letra M?”. No quesito, hereditariedade, ele também vai chamando o Thomas Scheckter pelo nome do pai, Jody Scheckter. Quando, finalmente, é corrigido, apela: “É… o pai dele era tão bom piloto que esteve perto de ser excluído da Fórmula Um. Só isso! O homem era um perigo constante!”. O Celso Miranda não se contém: “É… mas acabou campeão do mundo, não é Luciano?” “Bandeirantes, o canal do esporte!”. A questão andava tão complicada, que o Willy nos brindou com a seguinte pérola: “Esse negócio de DNA às vezes até funciona!”. Uau!

    Sim, o comentarista também mostrou a que veio. Faltando 30, das 200 voltas, ao ver que os três líderes tinham mais de 2 segundos de vantagem dos demais (um monte, em Indianápolis) ele arriscou: “Para mim a corrida fica entre um desses três”. Precisa de muita coragem e anos de Indianápolis para uma afirmação dessas… Mas ele foi além: “Se o Scott Dixon se mantiver na frente vai acabar levando a taça”. Sim, amigos, ele acertou: ninguém passou o neozelandês e, como foi o primeiro a chegar, surpreendeu a todos e… efetivamente venceu!!!

    Mas voltemos ao Bolacha, que é o cara. Como uma metralhadora, ele vai disparando bobagens ao longo da transmissão:

    “O prêmio para o vencedor é incalculável: 2 milhões de dólares!”

    “O Émerson Fittipaldi está guiando o pacecar. Essa é a garantia que teremos sempre um brasileiro na frente!” (essa foi duplamente cruel, em primeiro lugar porque, surpreendentemente para o Luciano, o pacecar saía da frente para a corrida andar e, em segundo lugar, porque na metade da corrida trocaram o pacecar e o piloto)

    “O Bernoldi não é garoto, já tem 36 anos” (essa ele deve ter lido na ficha e entendeu mal: o carro dele era o 36)

    “Estamos honrados porque a organização da prova escolheu a Band para distribuir aqui para os camarotes uma transmissão em português” (escolha difícil, diante da exclusividade da emissora do Morumbi)

    “O Tony Canaã é baiano, mas é rápido” (só faltou falar se ele toca berimbau…)

    “Se os mecânicos estivessem ali, seriam atropelados!” (se uma vaca, o Ronald McDonald ou Bush estivessem ali, também seriam…)

    “Esse muro aqui é especial. Você em casa tem a impressão que ele é sólido, mas a coisa é bem diferente” (Gasoso? Líquido?)

    “Domingo que vem tem Fórmula Truck em Fortaleza. E a prova tem emoção garantida porque é a menor pista do campeonato. Em automobilismo você sabe: quanto menor o circuito, maior a emoção.” (A tese, excêntrica, logo é derrubada por ele mesmo) “Indianápolis é especial também por causa da pista, o maior oval do mundo. E aqui a emoção é do tamanho da pista.”

    “Esse methanol quando vaza é um perigo, porque ninguém vê a chama!” (Entram as imagens do carro pegando fogo, com close das labaredas) “Na verdade eles estão correndo com etanol, Luciano” “O nosso etanol, que beleza! É o Brasil dando um bonito exemplo para o mundo!” “Na verdade eles usam o etanol deles mesmos, extraído de milho, coisa de americano, né Luciano” “Mas o primeiro passo já foi dado, Celso. Agora pra eles usarem o nosso é só uma questão de tempo!”

    Melhor parar por aqui. Mas vale dizer que eu vi oito acidentes e, mesmo sem acompanhar a Indy, identifiquei dois: os brasileiros Tony Canaã e Jaime Câmara. Fui muito melhor que o Bolacha, que errou nas cinco vezes em que arriscou e perguntou quem era nas outras três. Pra terminar, em meio ao festival de abraços que ele manda (ao querido amigo Elia Junior, ao fulano da agência de turismo que trouxe os brasileiros, ao governo do Ceará que mandou uma comitiva – !?!) e a um entranho entusiasmo especial com o Mario Moraes (neto do Antonio Ermírio, que chegou num “espetacular” 18º lugar – “você aí em casa talvez não tenha dimensão do que essa colocação significa”) e com o Vitor Meira (não sei, mas algo há), ele fala a frase que resume tudo: “Ah… estamos aqui com Fittipaldi, Andretti, Scheckter… faz lembrar os bons tempos!”

    Bons tempos que, como a confissão involuntária diz, já foram, há muito…

  10. Nivelando por Baixo says:

    Pode-se colocar sua pitada de nacionalismo, torcida, interesse comercial, humor, etc., mas há que se ressaltar as peculiaridades de cada esporte. Depois de 30 anos de narrações desse calibre, esporte é uma coisa(?) onde um iiissssperto ganha do 1o. mundo e sai enrolado na bandeira nacional, lavando nossa alma, resgatando nosso orgulho. Obrigado, não sai do sofá e me senti recompensado. Não sei a diferença entre Daiane e Pneus Slick, mas tudo bem…

  11. Flávio Gurgel says:

    Flávio Gomes, lhe tenho como o melhor jornalista desse país em matéria de automobilismo, mas eu discordo em parte do seu pensamento nesse sentido.
    Obviamente, os exageros devem ser recriminados. Um narrador esportivo não pode se esquecer do esporte e da vida humana e torcer, por exemplo, pra que um finlândes bata o carro no muro pro brasileiro ganhar ou dizer que o Nelsinho tá aprendendo enquanto o Mazzacane deve ter a superlicença cassada…
    Contudo, não se trata tão somente de interesse pessoal, profissional ou babaquice como vc coloca. Trata-se, na minha opinião, de paixão. Vc vai dizer que um deve relatar friamente o que vê, mas eu discordo. O cara é brasileiro e de suas emoções por seu país ninguém escapa. Há que se ter discernimento, mas tb há que se ter, na medida do possível e aceitável, cuidado com seu público, que quer sim ver o brasileiro ganhando e sendo elogiado. Às vezes, querendo ser imparciais, muitos jornalistas acabam sendo , inclusive, mais contundentes com os brasileiros, o que acho um absurdo.
    Vc acha que na Polônia algum locutor esportivo teve o cuidado de mencionar que o Kubica chegou em segundo pq a Ferrari errou com o Massa? Óbvio que não. Preferiram com certeza, exaltar a belíssima performance de seu piloto que, com um carro inferior, teve mérito de chegar na frente da poderosa Ferrari. E estão certos na minha opinião. É um típico caso em que não estão desfazendo do Massa, mas sim dando a notícia verdadeira com um “quê” nacionalista, sem invenções…
    O extremo racionalista é tão pernicioso quanto o extremo emotivo. Não podemos ser cegos, mas tb não nos esqueçamos q somos brasileiros.
    Que me chamem de Sennista, mas como diz Daniela Mercury: “Sou Brasil, quem não é, que pena!”

  12. Rodrigo Vilela da Si says:

    Bom, aos fatos:

    É crime ser patriota? Acho que não. O que eu condeno (aí sim, concordo com todo mundo aqui que torce pra outros pilotos) é o exagero.

    Odeio a Ferrari, dei muita risada quando o Kimi “new Prost” Raikkonen foi punido por erro da equipe. Sou torcedor da McLaren desde os tempos de Lauda e Prost.

    Mas torço pelo Felipe Massa sim. Como torci pelo Barrichello e pelo Piquetzinho. Mas não sou retardado a ponto de dizer que “o Massa foi injustiçado”. Oras, com ou sem erro da equipe, com ou sem rodada na Saint-Devote, o Hamilton não perderia aquela prova. Até poderia perder, mas o primeiro safety-car aniquilou as poucas chances do Massa vencer. Quando não vai bem, não se pode menosprezar o talento dos outros.

    Portanto, o que percebo aqui é que vocês não tem raiva de patriotismo, propriamente dito. E sim, do exagero.

    Também concordo com o comentário sobre o acidente do Kimi “ser bom para o Barrichello”. Ganhar posições em cima do fracasso dos outros só mostra mais inferioridade. Mas eu adorei ver o Iceman se f******. Não era ele quem seria o único a repetir os feitos do Schumacher? Coitado do alemão…

    Sobre a Indy (categoria-cemitério), cansei de ver corrida na Band. O Luciano do Valle já deu o que tinha que dar.

    Além do mais (e ai, Flávio, é a minha única crítica a você – eu entendo perfeitamente porque quem expõe suas opiniões sempre recebe crítica, eu sei como é isso, estou começando no Jornalismo Esportivo, tenho meus objetivos, tal, você sabe, quero ser narrador, bla bla bla… e também gosto de escrever o que eu penso sem medo de discordância – que é normal -, mas não precisava pegar tão pesado só pelo fato de alguém discordar de você. Não se rebaixe a tal ponto!), o Luciano do Valle é mal-educado com os fãs (lembram na corrida de Homestead, o “Don” Wheldon? O telespectador ligou pra dizer, “poxa é Dan”. E o LV deu uma bronca, dizendo que tinha 60 anos e merecia respeito… tremenda mancada.

    Graças a Deus que está em vigor um projeto que acaba com a exclusividade dos direitos de transmissão de qualquer modalidade.

    Em breve, poderemos ver Fórmula 1 na ESPN ou na Record, por exemplo. Aí sim, quem tiver melhor material humano, se sobressairá.

    E, por fim, me irrita tanto ódio do nosso país. Pior: a maioria que critica não faz nada pra mudar. Parece um vizinho meu (paraguaio) que fala que o Brasil é um lixo, que aqui nada presta… aí eu questiono: por que ele não volta pra lá?

    Como disse o Émerson Leão, “aqui não se faz nada, nós somos uma mãe”.

    Parabéns pelo post, Flávio. Concordando ou discordando de você às vezes, é sempre bom ler opinião COM ARGUMENTO E OBJETIVIDADE.

    Não é à toa que você é espelho para quem quer seguir o jornalismo esportivo e o automobilismo (inclusive esta anta que vos escreve).

    Grande abraço.

    PS: Sua Portuguesa vai voltar pro buraco, desse jeito!

  13. No Divã says:

    “esse psicólogo acabou com o Flávio Gomes!!!”
    Lembra o prazer de ver os cristãos serem devorados pelos leões no Coliseu.
    A discussão aqui é exatamente sobre privilegiar as informações esportivas em detrimento do “Pão e Circo” atual.

  14. Eduardo Lazaro says:

    Nossa…esse psicólogo acabou com o Flávio Gomes!!!

    Sensacional!!!
    Dá uma maracujina pro dono do blog!

  15. Psicólogo says:

    Poxa Flávio, em relação à tua respota à mim, relaxe cara, foi só uma pergunta, não uma afirmação. Se vc sempre foi assim, então tá legal!
    Mas quanto a te conhecer, é claro que não te conheço né rapaz! Conheço o máximo de Piquet, Senna e Prost que a mídia me proporciona.. mas de você realmente não sei nada… quem sabe quando ganhar seu primeiro título mundial, eu ficaria um pouco mais interessado?!

    Se cuide cara, e o blog é bem bacana, as fotos postadas são, na maioria, muito interessante. Vou ver se começo a visitar com mais frequência.

    Abraço

  16. Jorge Henrique says:

    Adoraria ver a ESPN com os direitos de transmissão de categorias como a F-1 ou a Indy. A trinca já está montada e daria de 1000 a 0 nas atuais: Everaldo Marques, Flavio Gomes e Mauro Cesar Pereira. Rola ou não rola, Flavinho?

  17. telma bordallo says:

    oi flávio
    já mandei alguns emails, que voce não dá a maior bola
    mas como voce faz a diferença vamos lá
    concordo que as transmissões do galvão e do luciano são de doer
    inclusive eles narram todos os esportes da mesma maneira
    “é do brasilll”, totalmente %[email protected]$&@#e da vergonha
    eu tenho assistido as transmissões da sportv, com narração do sérgio maurício, na minha opinião o melhor em qualquer esporte
    ele é inteligente, divertido, com fundamentos e respeito ao esporte seja qual for e de qual nação

    foi só para dar un registro
    abraços leais telma

  18. mauricio says:

    lada tunado é o fim

  19. Gomes says:

    Meu Lada não é tunado.

  20. Galalau says:

    Flávio, na boa.

    tá com inveja?

    pensa aí, vc com seu lada tunado e o galvão narrando:

    É Flávio Gomes do Brasil, ele mereceu vencer….

  21. João says:

    Concordo plenamente com o que você escreveu, o narrador mal sabia pronunciar o nome dos pilotos estrangeiros elém de achar que só os brasileiros são capazes ou merecem vencer. Um exemplo da incompetência do nosso querido Luciano do V#*+= foi chamar o também incompetente Ryan Briscoe de Bryan Riscoe isso foi o pior….

  22. jose says:

    Existe ou existia um comentarista de futebol no RS chamado Lauro Quadros que comentou partidas de futebol que é o seu forte durante 200 anos,uma autoridade no assunto.Sabem para qual time ele torce?ninguem sabe até hoje,esse é um grande jornalista, um grande profissional.
    Ficar torcendo para que um competidor de F1 ou indy ou qualquer categoria bata ou quebre só para “ajudar brasileiro manco” é no mínimo uma falta de ética tremenda,aliás tremendona assim como o Luciano do Valle,Galvão,Cleber Machado e alguns outros puxa-sacos do nosso esporte.

  23. Tatú says:

    Roberto.

    Sinto muito te dizer, pneus intermediários com mais de vinte voltas de pista semi-seca se desgastam pra caramba e perdem sulcos. O Massa perderia pro Hamilton de qualquer jeito, tanto que precisou fazer uma segunda parada e colocar os de seco.. Méritos do Hamilton em repetir os intermediários depois da lambida no guard-rail e encarar a fase do temporal, com eles ( deve ter completado o tanque também ). O Galvão se contradiz pra caramba. Ao mesmo tempo que dizia que o Hamilton aproveitava os intermediários desgastados ” quase slicks “, não se liga que com chuva eles não funcionam. Num vai na onda dele não.

  24. fernando says:

    flavio. confesse: vc nunca deu uma “torcidinha” como jornalista na sua vida profissional? senna, copa……
    mas concordo q os caras exageram.
    a exceção, ao meu ver, é o reginaldo leme. na grande maioria das vezes, ele relata o q vê.

  25. BigHead says:

    FG, a sua pegunta hoje na TV durante o comentário sobre o Roland Garros também foi hilária:
    -O Federer nunca ganhou do Nadal no saibro?
    Olha o cacófato Gomes…até a Soninha riu na hora…

  26. edu says:

    mais um brasileirinho neste mundão, pra falar q é insuportável assistir a corridas…
    seja na Globo, seja na Band.

    ‘o safety car estragou a corrida do massa. q abusrdo’
    pra depois
    ‘é.. o safety car vai dar mais uma chance ao massa. é justo’

    INSUPORTÁVEL!

  27. JT says:

    Luciano do Valle sobre o toque entre Ryan Briscoe e Danica Patrick:
    ‘Ahhh a Danica Bateu. Vamu ser honesto, a Danica Bateu no muro do lado direito. Niguem bateu na Daninadanica’
    Isso depois do replay da cena passar pelo menos tres vezes.
    Mas quem se importa? Como temos que ouvir:
    ‘Isso eh bom para o BRASIL pois com certeza agora o Roger Penske vai concentrar toda sua forca no Helinho’
    So vendo pra crer:
    http://www.youtube.com/watch?v=cSzrIGPMpYs

  28. Mario says:

    acompanho a F1 desde o tempo de Emerson, quando ele mudou para a copersucar n~ao deixei de acompanhar, naquela epoca aprendi com outros pilotos a apreciar alguem independente da nacionalidade a levar um carro a seu limite, torco o continuarei torcendo para pilotos que tenham essa natureza independente da nacionalidade, para mim fica claro que GB, LV, etc, tem interesses comerciais por tras de seus ufanismos e ridiculo ‘e o torcedor que se deixa levar por esses bandos de enganadores e voces torcedores miopes, abram seus olhos, o pior cego nao e o que nao quer ver, e o que se deixa levar por ignorancia

    abs

    Mario

  29. Allan Giovanini says:

    Meu caro Flávio Gomes
    Parabéns pela fantástica crônica…

  30. Roberto says:

    Aquele comentário do Galvão enaltecendo o acidente do Raikkonen com o Sutil foi uma verdadeira %[email protected]$&@#imensurável. O pior foi o Burti, que é um comentarista legal, indo na onda do Galvão. Bizarro!!!

  31. JT says:

    Um problema serio com os narradores tupiniquins eh a relutancia em admitir seus erros. Chegam a inventar ultrapassagens FICTICIAS para nao adimitir que erraram!
    Vejam esse video abaixo: 1981-nosso Luciano do Valle das Carochinhas narra uma ultrapassagem espetacular de Prost sobre Arnoux que nunca aconteceu!
    Uma mentira mirabolante e calculada. Veja quanto tempo ele espera para que as cameras nao estejam mostrando os dois pilotos em questao.
    Ele faz isso tudo para nao ter que dizer: ‘desculpe, quem saiu na frente foi o Prost’.
    Lamentavel…
    http://youtube.com/watch?v=UhFKQ3oWBmw

  32. miguel says:

    flavio,
    senti o mesmo que voce durante a transmissão da Indy. %[email protected]$&@#o cara foi o mais rápido o mes inteiro e não merecia ganhar???? Q é isso?!?!?!
    Ficar gritando igual a macaco de auditório contra os outros, para q os pilotos brasileiros ganhem é demais!!! O infeliz comentário na f1, de que a batida do Kimi no Sutil, foi boa para o Barrichello, além de burro, não acrescentou em nada a já mais q desgastada imagem q o Rubens tem por aqui.

  33. Roberto Zimmerman says:

    Socorro! Acabei de ler um comentário abaixo onde se lê que Lito Cavalcanti é “imparcial”. Quase caí da cadeira. O Lito não é aquele para o qual todo brasileiro “pilota muuuuuito” e se não ganhou é porque algo aconteceu no carro ou porque o coitado foi sacaneado pela equipe? Que provavelmente comenta os treinos LIVRES no SporTV, aquele cujos tempos nem sempre significam muita coisa, enrolado na bandeira do Brasil?

  34. Verde says:

    O engraçado é ver três ou quatro gatos-pingados que insistem em opinar contrariamente mesmo sabendo da opinião do FG.

    Se querem ver o tal ufanismo-pachequista, que saiam desse blog e vão ver algum compacto de F1 ou GP2 lá no canal à cabo da Vênus Platinada, com aquele comentarista doente deles…

    Ufanismo irrita. Muito. Por isso que me orgulho de torcer pro Dixon na Indy. Por isso até que eu esboço um leve sorriso quando vendo o Massinha, o Vitchinho Mêra ou o Bruninho fazendo uma de suas burradas…

  35. Eric says:

    Ai que legal….além de tudo não perdi nada nos EUA pelo jeito….ví um VT e acho que a Danica deu uma dormidinha,tava longe da mureta….

  36. ricardo74mg says:

    Deixei de ver o resto da Indy 500 por conta da narração nada isenta do Luciano do Valle. Concordo que a fução de jornalista é prestar a informação com isenção, mas, pelo que me consta, a função do narrador não se prende a isso, pois, caso contrário, é completamente desnecessário pagar uma fortuna para um cara dizer o que eu estou vendo! Acho que o formato já se desgastou. Seria mais interessante fazer o que a gente faz em casa: bota dois marmanjos para comentar a prova com um microfone do lado, garanto que seria mais natural, saudável e muito mais interessante! E essa de jornalista informar, completamente isento, não existe, e nem em outras profissões, já que todos temos o direito de termos opinião. Exemplo disso é vc mesmo, caro Flávio Gomes, que também tem sa suas predileções e não nos deixa esquecê-las! Concordo que o narrador tem um caráter informativo, mas é dever porfissional dele “segurar” a audiência e garantir o próprio emprego! Resumindo: nada contra torcer, mas de forma moderada!

  37. Pedro Migão says:

    Alguém mais achou os carros da Chip Ganassi parecidos com as Ferrari de 75/76, ou eu que estou viajando ?

  38. Ricardo says:

    Flávio, infelizmente isso é uma praga mundial. A cobertura da Tele 5 espanhola é de chorar tb. Tanto o narrador qto o reporter careca, Antonio Lobato, fazem a mesma coisa com o Alonso. Ele é Deus. O resto é o resto. Isenção e esporte estão em falta na mídia.

  39. Juan Carlos says:

    Para GB e LV:
    ¿Por qué no te callas? PQP!

  40. Roberto Zimmerman says:

    Não entendo os que acham q o rádio é substituto. É tudo a mesma coisa. Amadorismo, incompetência, falta de preparo, jornalistas que adorariam estar cobrindo futebol, mas são jogados no automobilismo e por isso fazem um trabalho abaixo da crítica, tudo isso tem nas transmissões das rádios brasileiras. Tão ruins quanto as da TV.

    E a falta de preparo da nossa imprensa é tanta que um tal de Luis Fernando Ramos, que escreve para o Lance!, cravou hoje que essa foi “a pior corrida de Raikkonen na Fórmula 1”. É a miopia ufanista. Pra esse cara o Raikkonen provavelmente só passou a existir na F1 em 2007, quando virou o inimigo da pátria, por dividir a Ferrari com o Massa. É a única explicação pra esse disparate. Ele certamente seria incapaz de fazer uma lista com as melhores e piores corridas do Kimi, desde 2001. Tenho certeza. São nossos jornalistas “especializados”…

  41. Rafael Marin says:

    Pra tv americana o Tony Kanaan também falou que a culpa foi do Andretti?
    Pq cá entre nós… Eu não imagino 500.000 americanos aplaudindo alguém falando mal de um Andretti lá no quintal deles….

    E cá entre nós de novo, quantas vezes o Tony Kanaan ainda vai bater em retardatário esse ano?

    Hideki Mutoh para primeiro piloto da AGR!!!!!!!!!!!!!

  42. Rafael says:

    Eu fico pau da vida assistindo F1 porque sempre torci para os pilotos que eu gosto não importando se são brasileiros ou não. Eu sou torcedor do Kimi aí vem um cidadão e fala na TV que ele bater é bom. Dá vontade de entrar na TV e enfiar o microfone no ** do sujeito.

    Agora esse Luciano do Valle quebra o recorde de besteiras. Pelo amor de Deus, é impressionante. Coloca-se o Téo José que torce como os outros mas pelo menos sabe falar o nome do pilotos.

  43. Gomes says:

    Quem torce é torcedor. Não jornalista. Vocês podem torcer para quem quiserem. A gente tem obrigação de informar. Só isso. Se eu quisesse ser torcedor, eu não seria jornalista. Não de esportes. Exceção feita, obviamente, à Portuguesa.

  44. Amaro Juvenal says:

    Me desculpa Flávio, mas emtodo esporte, o mais legal é torcer !!! Assim como os italianos são fana´ticos pela Ferrari, nós brasileiros temos que torcer pelos brasileiros, não vou ficar torcendo pra espanhol, finalandes etc…..vou torcer é pra q se ferrem mesmo pro brasileiro vencer ! ou vc não torce no futebol para que na jogada de area o goleiro erre ??!?!?!

    só concorod no ponto onde os narradores chegam em pontos patéticos.

  45. DYNASTES NEVES MARIN says:

    Ahhhh Flávio ..
    E como eu gostaria de dizer:
    – CALA A BOCA, GALVAO !!!
    Tá um absurdo as transmissões de corrida aqui no Brasil.
    Sabe se existe outro jeito de assistir as transmissões da F1. Alguma canal pago fora ? Radio ? Fax ???
    Ontem eu perdi a passei com as asneiras do Galvao !!

  46. Mauricio Camargo says:

    Flávio, concordo com vc mas para mim o maior problema não são os locutores, mas sim o fato de somente uma emissora ter o direito à transmissão o que nos deixa sem alternativas. Acho que todos nós aprendemos a aturar esses locutores para termos a possibilidade de assistirmos às corridas ou então não assistimos nada…..

  47. KLEBER GABRIEL says:

    Se aqui estamos quase chegando a marca dos 200 comentarios, imaginem só como estava o IBOPE
    na TV….
    Só sai do ar o que não da IBOPE, enquanto todos assistirem , os comentarios dos blogs continuaram cheios.

  48. Lúcio says:

    Daniel, sorte sua não ter visto, mas o Galvão já cometeu o “equívoco” de se referir ao Boutsen ao ver a sigla BOU. Se não me engano, na corrida anterior. Quanto à “qualidade” dos narradores, sua “imparcialidade” e “capacidade de não falar asneiras” são unânimes!
    P.S.: 1) Discordo de quem, abaixo, considera o Luis Roberto um bom narrador. É outro mala!
    2) Deviam deixar só o áudio ambiente! Além de toscos, os caras não calam a boca um único segundo!
    3) o canal SPEED, hj em dia, em termos de narração, é um dos melhorzinhos….

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