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Saturday, 14 de June de 2008 - 1:22Sem categoria

#96 pelo mundo

SÃO PAULO (antecipando) – Tenho enorme simpatia por essas caixinhas de fósforos. A imagem é de um rali de clássicos na Itália. Muita gente fez rali de 147 no Brasil, aqueles universitários…

Alguém aqui tem alguma história boa para contar?

14 comentários

  1. Eric says:

    Estevão….
    Ali pelo que vejo,a Renault patrocina o Ralli,pois a marca está no adesivo junto do numero que é fornecido pela organização de prova.

    Abração

  2. Humberto Corradi says:

    meu pai teve um que não passava marcha de jeito nenhum…

  3. Estevão says:

    Legal é que a Renault patrocina o carrinho…
    Abs.

  4. Eduardo says:

    Alguém do fiat 147 rally??? Com reloginhos no painel??

  5. Marcelo Dias says:

    Quero um jogo dessas “rodonas” para meu Uno…

  6. Lucas R Chianello says:

    Caramba, que lindo! Pô, meu pai e minha já falecida mãe ganharam um 147 azul bonitinho, em 90, no meu aniversário de quatro anos. Prefiro não falar o fim dele… :-(

  7. Fabio Aguilera says:

    Um vizinho meu tem um 147 vermelho, com detalhes brancos, dois faróis de milha enormes no parachoque. Tem uma inscrição “rallye” na porta…. o cara curte carro original.. existiu algo assim?? vou tentar fotografá-lo.

  8. Roberto Fróes says:

    Tive um 147 L 1980, com a frente alta (1ª série), à gasolina.
    Já tirei o carro da concessionária com faróis bi-iodo e servo-freio.
    Os únicos problemas do carrinho eram o constante mal contato nos comandos de faróis e limpadores, e botões de painel; entupimento do gicleur de marcha lenta; e desregulagem da alavanca de câmbio.
    Minha mãe, na época com quase 60 anos aprendeu a dirigir e comprou um igual, mas série Europa. Tinha exatamente os mesmos problemas do meu. Consegui solução fácil para esses problemas e passei a cuidar dos dois carros.
    O mal contato das alavancas era apenas oxidação dos contatos, uma limpeza resolvia; o gicleur entupido foi resolvido com um pequeno kit com chave fixa na medida e uma fina chave de arame de aço, na medida para desentupi-lo. O kit ficava preso a um parafuso sob o painel, e minha mãe aprendeu facilmente a usá-lo; e a regulagem da alavanca era feita periodicamente sob o carro, apenas desempenando as chapas laterais de imitação da movimentação da mesma.
    Era um carro rápido para seu tamanho, com uma estabilidade estupenda, extremamente econômico, enfim, um carro que atendia plenamente o fim a que se propunha.
    Sofreu com o apelido plantado pela “dona” do mercado na época, a Volkswagen: FIAT, Fui Iludido, Agora é Tarde. Puro medo de perder a liderança, que se não perdeu, pelo menos foi muito ameaçada, e a FIAT abocanhou grande parcela do mercado da “Dona do Pedaço”.
    Gostei tanto que de lá para cá, sempre tive um Fiat: Oggi, 3 Uno, Elba, 3 Palio. Quando trocar o atual, será provavelmente por um Punto. Vermelho.
    Agora, derrubar Passat TS (tive 2 TS e um Pointer, além de um LS e um GLS 1.6) com 147, só se o “piloto” do TS for aquele bração..

  9. MSM says:

    A Fiat ainda realiza o Rali Universitário no Brasil.

  10. Carlão says:

    Tive um SPAZIO, que nada mais era que um 147 luxuoso. Motor 1300 a álcool. Carrinho sensasional, nunca deu um problema sequer. O tal câmbio, suplício de muitos, era macio e preciso, não arranhava nem a ré. E pra terminar, mesmo no frio de Brasília, como agora, nunca coloquei gasolina no reservatório, pegava na boa.

  11. Carlão says:

    Spazio TR ano 83.

  12. Nilton Geraldo Schli says:

    Eu tive um 147, ano 80, modelo Europa (frente mais bicuda), a álcool. Foi um dos primeiros veículos a álcool do país, tinha um botão pra injetar gasolina, tinha que dar a quantidade exata de bombadas conforme a época do ano. Se injetasse gasolina de mais afogava. De menos, não pegava. E claro, afogador puxado, até esquentar o motor, hehehe. Além do câmbio terrível, tinha sérios problemas elétricos, o meu já tinha duas bobinas, eu ia intercalando o uso delas, esquentava uma, mudava pra outra, e assim ia levando, hehehe. As portas (todas) eram um capítulo a parte, não tinha embuchamento que aguentasse. Enfim, era um carrinho bastante problemático, que resultou numa péssima imagem para a Fiat, somente melhorada depois de muitos e muitos anos. Mas com certeza tinha seu carisma, era um carro revolucionário para sua época, pelo menos no Brasil. Tração dianteira, suspensão independente nas quatro rodas, excelente aproveitamento de espaço, o pneu ia lá frente emcima do motor. E o motor 1300 era valente e econômico, cheguei a fazer 17 km/L de álcool, andando só na maciota, claro. Eu deixei chevette 1.6 pra tras com ele, e meu irmão deixou um Passat TS, hehehe. Dá saudades do bichinho…

  13. Rodolpho says:

    universitários, eu fiz Fia velocidadee, sem bancos cabia até dois estepes atraz além do capacete repousado em uma redinha.
    Grande carro

  14. Germano says:

    A FIAT chegou a usar alguns deles nas categorias inferiores do WRC no final dos anos 70, junto com os 131

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