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quinta-feira, 24 de julho de 2008 - 21:14Automobilismo brasileiro

PÉSSIMA NOTÍCIA

ZWICKAU (vira?) – Uma no cravo, outra na ferradura. Recebo comunicado do Américo Teixeira Jr., assessor de imprensa da CBA, dando conta de que a opulenta entidade conseguiu na Justiça do Rio cassar a liminar que a liga independente Linea obtivera meses atrás para realizar corridas sem ninguém enchendo o saco. Três desembargadores (nunca entenderei a diferença entre desembargador e juiz, e suspeito que eles preferem ser chamados de desembargadores, acham que é mais chique; mas, enfim, continuo sem saber por que alguns desembargam e outros julgam) “negaram provimento ao recuro que havia concedido a liminar para a Linea, que se apresenta como organizadora e supervisora de eventos informais”. Que lindo texto, não?

O relator “acusa” a Linea de ter como propósito “a prática formal do desporto do automobilismo, em total desacordo com a legislação desportiva”. Com todo o respeito, a “acusação” é ridícula e descabida. Onde está escrito que só a CBA pode ter este propósito?

(Hehehe, eu tinha escrito o parágrafo acima diferente, e lá pelas tantas usei a deliciosa e definitiva expressão “é uma besta” para dizer o que realmente queria dizer, com todas as palavras. Mas apaguei, porque fiquei com medo de levar um processo no meio da testa! Bem, como só vale o que está escrito, não levarei processo algum. Olha, gente, quando eu ia escrever “é uma besta”, estava falando de mim mesmo, tá bom? Pronto, ninguém mais pode me processar, só eu.)

 

A CBA, mutcho matcha, ainda vai processar o dono da Biland Brasil, Paulo Breim, e seu assessor de imprensa Rafael Durante. Ui, que meda.

E enquanto tanta energia é gasta com processos, liminares e cassações, o automobilismo brasileiro manda avisar que tudo anda às mil maravilhas, brotam pilotos por todos os cantos, nosso autódromos, lindos e moderníssimos, vivem lotados, e a substância encontrada no exame antidoping de Paulo Salustiano ainda não foi revelada pela mui transparente CBA, este exemplo de lisura — mas eu sei o que é, lá-lá-lá-lá-lá-lá…

Patético, tudo isso.

29 comentários

  1. Hamildo disse:

    Cara vcs são dmais… OOOOOO Dr. CBA… vamos ai vai oooo FDP me fala alguma coisa que essa tal de CBA fez de bom pro automobilismo nos ultimos 10 anos vai… fala ai ôôô… nem comece com esse papo de stock… dessa merda eu to vacinado… lembra da formula JR. aquele lixo onde estão aquele monte de lixo? que mais…? formula Brasil? vai cita mais lixo ai seu merda… Fala seu CBA … autodromo do Rio… Cade? onde? “sob” o Pan… aaaa ta que mais quantos eram os pilotos das isso mesmo das categorias Jr no campeonato Paulista de kart em 94 ou 95 … e quantos são hj? se é que ainda existe a jr no paulista?… e as copas e campeonatos de kart no interior no SP lembra quantos eram… e hj onde estão no seu bolso Dr. CBA. que a terra te coma assim como vc comeu nosso esporte.

  2. Fenomenal Luis Felipe.
    Também escutei essa no início da minha faculdade, só não me recordava mais…
    Detalhe. Isso foi dito por um juíz..
    Patéticos, todos.

  3. formula speed 13 disse:

    O que fazer ???? Apoiar a LINEA e as outras organizadoras….!!! Se os pilotos não se filiarem a CBA o que vai ser deles…!!!!

    O que é um GENERAL sem tropa… nada !!!

    Mas esquece sou só mais uma besta falando…!!!!

  4. Luiz Eduardo disse:

    Olá, Flávio. Desculpe a curiosidade quanto à tal substância, mas o que você sabe é b a s e a d o nos exames?

  5. Luiz felipe disse:

    logo no início da faculdade informaram qual é a diferença d desembargador para juiz…

    O juiz pensa q é Deus, o desembargador tem certeza.

  6. Rodrigo disse:

    Enquanto isso,quantas promessas foram perdidas nesse tempo?
    Quantos possíveis campeões desistiram por falta de apoio?
    Nessa briga que a CBA insiste em prolongar ninguém ganha,todo mundo perde,se muitos param no meio do caminho por falta de patrocinio,não há chance se surgir grandes promessas,sem grandes pilotos não há patrocinador que queira associar sua marca a eventos fracos,sem patrocinador não há verba.
    E assim continua esse círculo vicioso,um exemplo é a formula 3 que é uma vergonha,onde só corre filhinho de papai que pensa estar aprendendo ser piloto pagando 1 milhãopara correr de Dallara,e quando vai pra europa toma coro de todo mundo mesmo com carro superior

  7. SAULO NOVAES disse:

    Vamos fazer um churrasco beneficente para angariar fundos p/ pagar o advogado o Rafael Durante. Pelo que me consta, ele é ó ÚNICO assessor de imprensa no Brasil que é processado. Isso, para a classe, é um troféu. Pouca gente tem coragem de enfrentar feudos de soberania burra e seus roliços senhores. Mas acho que agora o “rei” está nu.

    Pelo menos vai ser até slogan pessoal: “o primeiro assessor processado do Brasil”. É como processar o porta-voz do Collor por ter divulgado que o ex-presidente ia confiscar a poupança do povo…

    E a Race TV está aberta às opiniões. Já falamos da Biland (À La Kart entrevistando Paulo Breim)e da CBA (Roda de Box com o Sr. Pedro Sereno de Mattos como convidado). Já que falamos dos 2 lados, vamos continuar noticiando e cobrindo as competições, sejam elas ilegais ou não.

    Até Futebol de Areia tem copa do mundo…. E viva a dinastia Durante!

  8. Felipe Paranhos disse:

    Tão curto e simples, um dos melhores posts da história do blog. Ri muito com esse assunto que, na verdade, não tem nada de engraçado. Nick B. para presidente da CBA já!

  9. Stênio disse:

    Flávio, li e não achei nada que proiba uma liga independente de organizar competições de alto rendimento.

    Não tenho procuração de nenhuma das partes, mas tenho interesse em ver o esporte que pratico se desenvolver e se popularizar. Tenho em mente que para que isso ocorra são necessários duas coisas básicas: acessibilidade (custos) e liberdade de prática (liberdade de associação).

    Isto posto, destaco alguns itens da Lei 9615, também conhecida como LEI PELÉ:

    CAPITULO II – DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

    Art 2 – iten II – da autonomia, definido pela faculdade e liberdade de pessoas físicas e jurídicas organizarem-se para a prática desportiva;

    III – da democratização, garantido em condições de acesso às atividades desportivas sem quaisquer distinções ou formas de discriminação;

    IV – da liberdade, expresso pela livre prática do desporto, de acordo com a capacidade e interesse de cada um, associando-se ou não a entidade do setor;

    Parágrafo único. A exploração e a gestão do desporto profissional constituem exercício de atividade econômica sujeitando-se, especificamente, à observância dos princípios:

    I – da transparência financeira e administrativa; (Incluído pela Lei nº 10.672, de 2003)

    II – da moralidade na gestão desportiva; (Incluído pela Lei nº 10.672, de 2003)

    III – da responsabilidade social de seus dirigentes; (Incluído pela Lei nº 10.672, de 2003)

    IV – do tratamento diferenciado em relação ao desporto não profissional; e (Incluído pela Lei nº 10.672, de 2003)

    V – da participação na organização desportiva do País. (Incluído pela Lei nº 10.672, de 2003)

    CAPÍTULO III – DA NATUREZA E DAS FINALIDADES DO DESPORTO

    Art. 3o O desporto pode ser reconhecido em qualquer das seguintes manifestações:

    Parágrafo único. O desporto de rendimento pode ser organizado e praticado:

    I – de modo profissional, caracterizado pela remuneração pactuada em contrato formal de trabalho entre o atleta e a entidade de prática desportiva;

    II – de modo não-profissional, identificado pela liberdade de prática e pela inexistência de contrato de trabalho, sendo permitido o recebimento de incentivos materiais e de patrocínio.

    Seção IV – Do Sistema Nacional do Desporto

    Art. 15. Ao Comitê Olímpico Brasileiro-COB, entidade jurídica de direito privado, compete representar o País nos eventos olímpicos, pan-americanos e outros de igual natureza, no Comitê Olímpico Internacional e nos movimentos olímpicos internacionais, e fomentar o movimento olímpico no território nacional, em conformidade com as disposições da Constituição Federal, bem como com as disposições estatutárias e regulamentares do Comitê Olímpico Internacional e da Carta Olímpica.

    § 2o As ligas poderão, a seu critério, filiar-se ou vincular-se a entidades nacionais de administração do desporto, vedado a estas, sob qualquer pretexto, exigir tal filiação ou vinculação.

    Art. 16. As entidades de prática desportiva e as entidades nacionais de administração do desporto, bem como as ligas de que trata o art. 20, são pessoas jurídicas de direito privado, com organização e funcionamento autônomo, e terão as competências definidas em seus estatutos.

    Art. 20. As entidades de prática desportiva participantes de competições do Sistema Nacional do Desporto poderão organizar ligas regionais ou nacionais.

    § 2o As entidades de prática desportiva que organizarem ligas, na forma do caput deste artigo, comunicarão a criação destas às entidades nacionais de administração do desporto das respectivas modalidades.

    § 3o As ligas integrarão os sistemas das entidades nacionais de administração do desporto que incluírem suas competições nos respectivos calendários anuais de eventos oficiais.

    § 4o Na hipótese prevista no caput deste artigo, é facultado às entidades de prática desportiva participarem, também, de campeonatos nas entidades de administração do desporto a que estiverem filiadas.

    § 5o É vedada qualquer intervenção das entidades de administração do desporto nas ligas que se mantiverem independentes.

    § 6o As ligas formadas por entidades de prática desportiva envolvidas em competições de atletas profissionais equiparam-se, para fins do cumprimento do disposto nesta Lei, às entidades de administração do desporto. (Incluído pela Lei nº 10.672, de 2003)

    § 7o As entidades nacionais de administração de desporto serão responsáveis pela organização dos calendários anuais de eventos oficiais das respectivas modalidades. (Incluído pela Lei nº 10.672, de 2003)

    Art. 21. As entidades de prática desportiva poderão filiar-se, em cada modalidade, à entidade de administração do desporto do Sistema Nacional do Desporto, bem como à correspondente entidade de administração do desporto de um dos sistemas regionais.

    CAPÍTULO V – DA PRÁTICA DESPORTIVA PROFISSIONAL

    Parágrafo único. Considera-se competição profissional para os efeitos desta Lei aquela promovida para obter renda e disputada por atletas profissionais cuja remuneração decorra de contrato de trabalho desportivo.

    § 10. Considera-se entidade desportiva profissional, para fins desta Lei, as entidades de prática desportiva envolvidas em competições de atletas profissionais, as ligas em que se organizarem e as entidades de administração de desporto profissional.

    Art. 28. A atividade do atleta profissional, de todas as modalidades desportivas, é caracterizada por remuneração pactuada em contrato formal de trabalho firmado com entidade de prática desportiva, pessoa jurídica de direito privado, que deverá conter, obrigatoriamente, cláusula penal para as hipóteses de descumprimento, rompimento ou rescisão unilateral.

    Art. 44. É vedada a prática do profissionalismo, em qualquer modalidade, quando se tratar de:

    III – menores até a idade de dezesseis anos completos.

  10. baygon disse:

    Juiz é quem julga em 1ª instância. Se você não concorda com a decisão dele recorre e vai ser julgado em 2ª instância pelo desembargador. Na teoria praticamente todas as ações cabem recurso que na maioria das vezes serve apenas para uma das partes no processo ganhar tempo.

    Na pratica ocorre o seguinte, o juiz examina o processo e julga, pensando assim: se estiver errado o desembargador corrige. Quando chega no desembargador ele olha o processo e diz: o juiz já deve ter examinado e esta tudo certo, deixa como está …

  11. Fernando Kesnault disse:

    Juliano e Edu, juram mesmo que é isso que falaram…nossa, só vcs. sabiam disso….Flávio leva eles pro noticiário já que são figuras “expertas” ou será…almofadinhas metidos à besta (nossa, será que vão me processar??? hhahaha.))

  12. Julio disse:

    Pois é pessoal da imprensa… o processo contra o assessor de imprensa do evento foi um claro recado à classe:

    “Não falem ou escrevam coisas que não queremos”

    Uma coisa boa nisso tudo é que essa corja é um bando de velhos fétidos… uma hora eles encontram com a Dercy.

  13. Claudio Ceregatti disse:

    Como dito antes aqui, é claro que a CBA não ia largar o osso, nem deixar barato a ousadia da iniciativa privada.
    Como até o asfalto do Templo sabe, essa turma está no poder desde sempre, e se comporta como se o Brasil ainda fosse uma colônia sem poder produzir nada. Apenas com a anuência do El-Rei.
    Nada de novo abaixo do equador.
    Exceto o peito e a raça da Linea e da Biland, que com certeza vão responder à altura.
    Vai dar muito pano pra manga essa batalha.
    Os que se julgam “donos” versus a iniciativa privada.
    Importante dizer: A Luz sempre se sobrepõe à escuridão. O conhecimento sempre está acima da ignorancia.
    Quem viver verá.

  14. Wagner disse:

    O Rio de Janeiro continua lindo!!!!
    Ainda mais agora, sem autodromos e com desembargadores com toda a razão sobre a causa para caçar liminares.

    Sem comentarios sou mais um besta.

    Ps: Fico aqui pensando se isso tem alguma coisa haver com o fato da CBA ter entregado o autodromo para o COB.
    Não, acho que não é muita teoria da conspiração
    Continuo sendo um besta mesmo.

    Abraços!

  15. Cranio disse:

    Alguém está ganhando com isso realmente???

    A CBA (com exceção do citado presidente) ou a Línea, os pilotos, o esporte a motor, os expectadores, os trabalhadores envolvidos, as equipes, enfim… Alguém consegue entender a real desse negócio?

    Tô organizando corridas de autorama… Será que corro algum risco??

  16. Regi Nat Rock disse:

    Na fogueira das vaidades, pode até sobrar um osso menor que um palito de dente, mas continua sendo osso, portanto, conferindo “pudê”.
    O circo dos horrores, segue a pleno (como acelera, solidariamente, vixe!). Basta ler os jornais diariamente.
    Só resta a Linea, recorrer ao STJ e rezar (literalmente) que seu recurso caia na mão de algum Ministro não comprometido com porra nenhuma e que faça valer o espírito da Lei em sua plenitude. Não será fácil, mas a luta deve e precisa continuar.
    Em algum momento, alguma vitória será conseguida (que não seja de Pirro) e aí sim, as coisas tenterão a se modificar.
    Ilusão, sonho?, de jeito nenhum. Se eu não acreditasse que mudanças positivas podem acontecer por aqui, já tava morando na Noruega a muito tempo. Se bem que, com os exemplos vindos de cima… ai ai ai…

  17. Brown disse:

    MACONHA, MACONHA, MACONHA, MACONHA!!!!!!!

    Pro caso de n ter ficado muito claro… MACONHA!!

  18. Nei Tessari disse:

    Bom dia a todos

    Eu como jornalista do site http://www.allkart.net também estou envolvido nesta ‘guerra’ entre CBA e Línea. E olha que por ser um site exclusivamente sobre KART, “as linhas” pesam bastante no meio.

    Pois bem. Depois de tantos “informes oficiais” eis que a toda poderosa CBA ficou toda “bravinha” porque não publicamos o último recado.

    Pois bem. Por conta disso, fomos obrigados a mostrar de que lado estamos com um Editorial sobre o assunto. Para quem está no meio do kart, algumas indiretas vão servir direitinho.

    Segue o Editorial:

    http://www.allkart.net/news/noticias.php3?action=Show&id=8890

    Um abraço a todos

    Nei Tessari

    Allkart.net

  19. Airton disse:

    Morri com o texto explicativo.

    ahuaaauhauhahhahauhaahhaahahauuhauhauhauha

  20. Nick B. disse:

    Eleições na CBA, já!

    Nick B., o candidato virtual.
    Antes um sem cara, do que um cara-de-pau!

  21. Vergonha, ainda mais numa modalidade que é a principal porta de entrada para a mulecada no automobilismo, de certa forma, se o Kart fosse uma categoria mais divulgada e de fácil acesso tenho certeza que seria muito menor o número de “rachadores” nas ruas …Mas esses senhores fazem questão de politizar tudo e todos, afastando os aficcionados e intimidados com essa palhaçada, eu sou um exemplo disso, não tenho intenção de ter um carro veloz para andar nas ruas, mas sim um Kart para acelerar aos finais de semana, mas vendo tudo isso, da até desanimo…abç.

  22. Squa disse:

    Ta parecendo o ex-presidente do Guarani, o time já tava na merd…, devendo pra Deus e o mundo, ninguém mais o queria no cargo e ele insistia em ficar, pq será? Complementando o Dú, neguinho não larga o osso por nada, é pq o osso não não tá só no osso, tem muita carne ainda.

  23. Juliano disse:

    Juiz – magistrado que julga em órgão singular em 1º grau de jurisidição (varas).

    Desembargador – magistrado que julga em grau de recurso no órgão de 2º grau de jurisdição (turmas e câmaras dos tribunais).

    Existem hipótese de ações originárias, cuja competência para julgar é do órgão de 2º grau de jurisdição, como por exemplo: julgamento do crimes comuns cometidos pelo Governador de Estado.

    Não confundir tribunais com tribunais superiores. Estes últimos são cortes de uniformização de jurisprudência. Não detêm poderes de instrução ampla para analisar matéria fática, como os juízos de 1º e 2º grau (juízes e colegiados de desembargadores). Tribunais superiores (STJ e STF) são formados por Ministros.

  24. disse:

    A Dercy morreu e estes caras continuam torrando o saco. Isso vai longe. Neguinho não larga o osso por nada.

  25. Ricardo - OR disse:

    Isso ai Sr Flavio, ficou bastante claro quem e a besta,
    e pode me incluir tambem,
    Sera que isso vai ter fim ulgum dia, sera que nao existe nenhuma autoridade de bom censo nesse pais que nao possa por um ponto final nisso em beneficio do esporte?

    Ricardo – OR

  26. Edu Harmel disse:

    “Desembargador” é o título que se dá ao juiz de segunda instância.

  27. AHAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAA !!!!
    Eu sei o que é, lá lá lá lá!!! Fenomenal….
    ahahaha
    E VIVA A NATUREZA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  28. Fernando Carmona disse:

    Flávio

    É uma merda, todos fazem e falam o que querem. Mas não podem ouvir o que devem, senão a gente leva na testa.
    Paciência!
    Beijos

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