APARECEU A MARGARIDA

A

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87 Comentários

  • O Galvão é chata para carai…

    Mas convenhamos que o que ele faz é muito dificil de ser feito.

    Tente ficar por quase duas horas narrando um monte de carros dando volta em uma pista… “agora ele vai tomar a curva X… agora é a curva Y… etc, etc, etc”.

    O gajo acaba ficando “gaga”… começa a falar um monte de besteira mesmo… e o pior é que acha que esta agradando…

    Diz a lenda que um bom palestrante deve falar por apenas 45 minutos… se falar por uma hora… nos ultimos minutos ninguém mais sabe do que ele esta falando… se falar por mais de uma hora… nem mesmo o palestrante sabe mais do que esta falando… resumindo:

    O Galvão fala tanto que acaba até dando “bom dia pra cavalo”.

    Abraços

    Imperador Ricardo Bigliazzi

  • Pelo amor de Deus, o narrador quando fez o programa com o Massa, tinha que entrado nesse túnel tridimensional e sumido de uma vez. Será que a Globo não notou que ele não quer narrar mais e sim fazer programa de entrevista. O cara já cansou gente, só ele que fala, ninguém pode descordar, só traduz o mole, não deixa a repórter de box falar. Entonces fudeu…

  • “…Esse blog está desenvolvendo um lado amagotado.
    Tô com medo!!!!!!!!!!!…”

    Tá certo o amigo da Rede Blog Marcelo CPS !!

    Aonde se viu o Flávio Gomes baixar o nível, permitindo que mal-humorados portadores de TBH (Transtorno Bi-Polar do Humor) e outros doidos varridos frequentem o blog?? (Leva trema, Arnaldo?)

    Com essa dosagem de Estabilizadores de Humor e Antidepressivos que o Mal-Humorado toma, quem vai “entrar em uma dimensão diferenciada”, já, já, sou eu, e não os pilotos no túnel de Mônaco…

    Loucos engravatados de merda, com suas camisas de força!
    Quando navegarem na Internet, escolham o site do Hospício do Juqueri…

  • O Máximo esqueceu de mencionar a grande pergunta da repórter oficial ao Piquet Jr depois da batida por trás do japonês kamikaze: Nelsinho, o que você viu da batida?
    Ele que já está de saco cheio, responde: Não vi nada, só senti, já que a batida foi na traseira.
    Esse negócio de entrar no túnel e sair em outra dimensão, parece coisa de Star Trek.
    Luciano Del Valle? Esse consegue ser pior, um nojo!!!!

  • Minha gente, o LUCIANO DO VALE não.
    Quem assistiu as 500 de Indi confirmou que o bundão No. 1 do Galvão e o bundão No. 2 do Luciano são farinha do mesmo barril. Ambos praticam o puxaquismo oficial de quem é importante e poderoso.Gostam de aparecer como íntimos de qualquer bunda suja que tem seus 15 minutos de fama.O show de exibicionismo aliado ao cabotinismo e arrogância verificado no tal “Bem Amigos” é de lascar.Naquele horário, dedico meu tempo ao Zé Trajano, Juca, Palomino. Calazans, PVC, etc….
    todos na ESPN Brasil.

  • “…levava o Brasil no coração e inspirava tanto patriotismo deste povo sofrido e carente de heróis….”

    HUAIAHUAIHUAIAHAUIAIAIIAIIAIIIIIIIIIIIIIII…

    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk !!!!!!!!!!!

    Eita povo sofrido, que fim de tarde estaciona sua Pajero Full completa, com ar-condicionado em um Drive-Thru do McDonald’s, para ir comendo até chegar em seu condomínio fechado curtir a novela Oficial “Caminho das Índias” em sua TV de plasma 29″…

    +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

    Fui rindo, nem sei porquê, achando que os africanos e os indianos são um bando de sortudos bem-sucedidos, hehehe…

  • Com Galvão no microfone a coluna sempre terá assunto!

    O pior é que essas “sábias frases”, são inesquecíveis, no dia seguinte todo mundo lembra e comenta!

    Parabéns FGB (B de Bueno, claro).

  • Não sei dizer se sou azarado ou sortudo, pois, não escuto uma palavra do que o Galvão diz ( tenho uma severa deficiência auditiva) mas assisto todas as corridas. Demora um pouco para se acostumar, mas todas as informações relevantes vão estar na tela para nós lermos… já as outras informações … bem , será melhor você optar por deixá-las ao ter que ovir o Galvão com suas pérolas linguisticas.
    Então, temtem, garanto que não vai matar minguém.

  • Uia!!!!

    “Esquizofrênico, Transtorno de Humor, Personalidade Anancástica (Obsessiva), Depressão Bi-Polar, alucinações esquizofrênicas, vulnerabilidade Hereditária.”

    Esse blog está desenvolvendo um lado amagotado.
    Tô com medo!!!!!!!!!!!

  • Eu estava para escrever dizendo que o Galvão Bueno não pode ser tão ruim assim, que a voz dele ajuda,que se ele tem essa moral toda na globo é porque tem algo de muito bom, mas depois de Monaco descobri que quem estava entrando em um certo tunel era eu…

  • Outro pensamento que sempre me vem à cabeça… Todo mundo diz (todo mundo mesmo, aqueles q nunca sentaram a b*nda pra ver uma corrida na vida) q na época do Senna q era emocionante e agora não tem graça. Mas a verdade é q a F1 começou a ficar chata exatamente nos anos dele! Era aquela McLaren de 88 q não perdia uma, depois a de 89, 90, 91, depois a Williams. Eram corridas q nem parada de box tinham, era largar na frente e passear até o fim, era pra dormir mesmo! E hoje até o comentarista ex-piloto vendo a quantidade de trocas de marcha cita o fim dos anos 80 e início dos 90 (leia-se Senna) com câmbio manual. O cara esqueceu q desde sempre se trocou marcha, q Emerson e Piquet tiveram carros muito menos tecnológicos, se esquece q todo mundo tracava marcha, não era só o carro do Senna q tinha esse “problema” não… É chato demais essa babação o tempo todo….

  • Se de repente o Galvão morre em um acidente de trabalho, podia ser batendo com a cabeça no microfone por exemplo, seria endeusado. E no futuro todo mundo sentiria saudade das manhãs de domingo, com aquele narrador que levava o Brasil no coração e inspirava tanto patriotismo deste povo sofrido e carente de heróis. E ele seria lembrado por todos como o maior narrador de todos os tempos, nem o narrador alemão seria melhor q ele, que narrava corridas chatas e as fazia emocionantes, que tirava leite de pedra em suas narrações… Sem ele não teria graça, aliás, ele é muito engraçado! E digo mais, o Rubinho ainda vai ser comentarista da globo, podem escrever!!! rsrsrsrs

  • Ficar mais de 90 min assistindo a uma corrida que mais parece um autorama gigante e ouvindo as barbaridades que o Galvão fala é dose pra mamute. E o circuito é o mais charmoso de todos, nem se cogita retirá-lo da F1. É a corrida mais chata que existe… Depois de ouvir o Galvão esclarecer que o Hamilton erra muito mais que acerta, talvez porque não aceite ficar no fim da fila, cheguei à conclusão que o principal motivo de tamanha implicância com o rapaz seja o seu bronzeado, os olhos escuros, a namorada lindíssima (já que o Senna não era chegado..)cabelo e os lhos

  • “Bueno, depués percebi que o narrador gosta mucho de Massa, acho que era por isso que pediu para repetir. Toda vez que ele cortava a zebrita, dizia que era “o jeito Felipe de andar, que era um show, que estava guiando como os grandes, que su estilo…”, hasta levar um espuerro do engenheiro, que mandou ele parar de cortar as zebras. Bueno, o narrador ficou callado. No precisou nem do comentarista Michaelis nem repetir, jajaja. O engenheiro cortou a língua do narrador também. Comecei a rir y derrubei o leche no edredom. Carajo!”

    Ahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha

  • O mais legal pra mim è que, morando na Itàlia ha alguns anos, eu tenho o privilègio de nao ser mais obrigado a ouvir ao vivo as bobagens do Narrador Oficial. Mas ao ler a coluna do Maximo, consigo extrair dos seus comentàrios as pèrolas de sabedoria do Galvao…..e percebo que ele continua sempre o mesmo!!! Forza Maximo!!! Voce è sensacional!!!!

  • 27/05/2009 – 16:41

    Enviado por: Mattos

    “…A história de outra dimensão foi uma citação às alucinações do Ayrton Senna, era ele q guiava em outra dimensão, se vendo por fora do carro, ou vendo Jesus… Qualquer um falando isso é ridículo, mas ele falava mesmo e é endeusado por isso!…”

    ————————————————————————————————————————————————————————————–

    Tá certo o Mattos!!!
    Falando sério, eu acho que o Ayrton era portador de alguma debilidade emotiva latente, ou hereditária, ou devido às pressões inerentes ao tipo de esporte que praticava. Talvez o Senna fosse Esquizofrênico, ou tivesse Transtorno de Humor, ou Personalidade Anancástica (Obsessiva).

    Eu mesmo tenho Depressão Bi-Polar e estou afastado do serviço há anos, daí um réles Funcionário Público Administrativo que nem fez Faculdade ter tempo para ficar navegando em um blog de aficionados, embora eu assista F-1 há 28 anos…(é amigo, mais de 30 anos que eu e o Reginaldo, kkkkkkkkkkkkkk…).

    Alguns fatores talvez contribuíssem para as alucinações esquizofrênicas do Ayrton, o que não é difícil, se levarmos em conta o stress e desgaste físico e emocional que um piloto sente dentro de um cockpit em um túnel a quase 300 km/h, com o batimento cardíaco a 180 bpm (batidas por minuto), irrigando todo o Sistema Nervoso Central…

    Porque os outros pilotos então, também não têm essas “visões Joana D’Arc” esquizofrênicas?

    Simples. Vulnerabilidade Hereditária. O mesmo que eu tenho.
    Mendel explica…

  • 27/05/2009 – 20:40

    Enviado por: Anderson

    “…Na boa, se tirassem o “Narrador Oficial” não teríaamos assunto, todos reclamam, mas adoram falar das pataquadas dele, se o tirarem, perde a graça !…”

    =============================================================================================================

    Verdade, Anderson!
    Eu amo dar pitacos no “Galvão-babão-da-Família Massa-Bueno”…

    Antigamente eu ficava mais irritado que o personagem ‘Maximo Bueno’, jogando bolacha prá tudo quanto é lado, pois o Insubstituível Oficial consegue transformar ERROS GROSSEIROS dos brazucas em FACA NOS DENTES e vice-versa, no caso dos britânicos, franceses, espanhóis, seja lá quem NÃO for brazuca… Em parte, talvez, porque comecei a acompanhar a Fórmula-1 em 1981, com a narração do Luciano do Valle.

    Hoje me divirto muito com a senilidade do Galvão, não pude assistir a corrida ao vivo, mas depois vi a gravação no vídeo, foi uma hora e meia de risadas, procuro levar na boa hoje o mesmo sentimento que o personagem ‘Maximo Bueno’ da Coluna do Flávio Gomes tem (él tien?, es cierto esto, Arnaldo??)

    Quem vai falar as besteiras e asneiras que o Galvão fala na Copa do Mundo, nas Olimpíadas e no Mundial de Vôlei??
    Só se colocarem o Faustão Silva para narrar, para o caso de o nível continuar nivelado por baixo…

    Mas o Amigo-Narrador bem que poderia ficar de fora da Fórmula-1 e entrar em um túnel diferenciado, com o Kleber Machado narrando automobilismo sem ufanismos…

    ==========>>>
    Fui rindo, nem sei porquê, imaginando o Complexo de Édipo (Freud Bueno explica) que o narrador oficial causa nos sedentários amigos sentados em sua poltrona oficial, um verdadeiro caso de amor e ódio, em frente da oficial TV de LCD 29 polegadas, tomando a cerveja oficial que aparece nos comerciais da Fórmula-1, comendo o amendoinzinho ou o tremosso oficial…

  • …uma coisa que me lembrei agora…ele em uma de suas viagens, disse que o Massa iria passar na marra, na saida do tunel, e que só 4 quatro grandes conseguiram isso…passando a citar, obviamente o idolo dele era o cabeça da lista….não demora, o Massa quase afunda a corrida de vez, ao errar sua ‘grande manobra’ indo para o lado errado e deixando o Vettel passar e o Rosberg junto. Depois, no máximo passadas 5 voltas, algum cabeça de bagre conseguiu a façanha de fazer a ultrapassagem, no mesmo ponto que o Massa errou feio e com a transmissão passando bem na hora, ao vivo…resultado: alguns constrangedores segundos, sem ninguem falar nada…ridiculo!!!

  • 27/05/2009 – 18:51

    Enviado por: Jefferson

    “…não aguento mais esse desejo pela demissão do Bourdais…do fracasso do Raikonnen..dos italianos amarem o jeito do Massa..pode isso???…”

    ARNALDO CÉSAR COELHO RESPONDE:

    “Se o narrador for oficial e o canal também for oficial, pode. A regra é clara!!! Mas se alguém não-oficial tecer esses comentários, é falta grave…”

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Por

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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