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14 Comentários

  • Concordo com o Rafael.
    Já fiquei 3 vezes no G (2005, 2006 e 2007) e uma no A (2009). Nesse ainda tem um telão prá turma saber o que está rolando na pista. Mas para quem tá no G, é só na base do radinho mesmo.
    Sem contar a romaria de sempre: arquibancada tubular, fila que começa no final do treino no dia anterior, alguns bombadões mal educados, preço exorbitante para alimentação, banheiro químico “perfumado”, sol de rachar o coco no couro.
    Até não me importo de ficar no sol, desde que o preço seja justo para isso. Para assistir uma prova da NASCAR – sem cobertura, por exemplo, paga-se entre U$ 55,00 e U$ 290,00 (esse, com acesso ao pit-lane).
    No “A” a coisa muda um pouco, mas não muito.
    Se os caras não derem um jeito de desmembrar o preço do ingresso para cada dia isoladamente, acho que o quórum será menor que no ano passado…
    Abs.

  • Caro pra cacete, mas vai quem quer….eu fui em 2004/05/06/08/09/10….mas não vou esse ano, por dois motivos:
    1- a corrida ano passado foi muito ruim e 2 – tá muito caro.

    Se todos fizerem assim….ano que vem, eles baixam o preço….mas como vai lotar, ano que vem eles aumentam pra 750 o setor A.

    abs.

  • Eu fui em 2010. Paguei R$ 380,00 no setor G. No sábado tomei chuva e frio. No domingo chega-se às 04h00 da manhã no autódromo (já atrasado, o que significa pegar uma fila imensa) para tomar um sol de trincar até às 16h30.

    E ainda tem o conforto da arquibancada, feita de tábuas e metal. Não há lugar nem para apoiar as costas. Ver ultrapassagens na entrada do S? Esqueça. Nem uma p**rra de um telão eles instalam.

    Obrigado, mas vou assistir na TV.

  • Isso é uma p*****a franciscana, como diz meu amigo. Ridículo nos fazer comprar o ingresso somente para os três dias de corrida.

    Além do que, essa prática é proibida pelo CDC:

    “Art. 39. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas: (Redação dada pela Lei nº 8.884, de 11.6.1994)
    I – condicionar o fornecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço, bem como, sem justa causa, a limites quantitativos”.

    Tomara que aquele Promotor que disse que ia prender o Massa se deixasse o Alonso passar ano passado, se toque e promova uma Ação Civil Pública para acabar com essa palhaçada…

    Por falar em palhaçada, lembrei daquela frase: CIRCO BRASIL, AQUI VOCÊ É O PALHAÇO!!!!

    E eu já comprei a passagem de avião, caceta!

    Abraço.

  • É ridículo o que fazem com os ingressos, vendendo apenas os pacotes. Por isso que essa m*** de país não vai pra frente. É desde flanelinha extorquindo pra estacionar o carro até a empresa q vende os ingressos ! Pq não vendem por “sessão”, separando em treinos livres, classificatório e corrida ? Claro, pq são os espertos que detêm o direito de vender a quem quiser pagar o preço. Pois, bem, que vendam pra quem se dispõe a pagar uma razoável quantia pra ver gente esnobe e cretina, pq eu não sou otário de pagar tudo isso pra me sentir um lixo. Que se danem!

Por

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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