CARGA PESADA

SÃO PAULO (lindos de morrer) – Olha aí o vídeo feito pelo Jason Vôngoli com Osvaldo Strada e seus amigos que fizeram uma viagem com três FNMs até Salvador. Saiu matéria hoje no caderno de automóveis de “O Globo”, o “CARROetc”. Grandes textos, como sempre. Diz o Jason que a pauta nasceu aqui no blog. Um exagerado.

Comentários

  • Simplismente, maravilhoso!!!!! Esse motorista dirigindo, dá-nos a impressão de ser tão facil cambiar esses alfas/FNMs …. Ledo engano!!!! É muito, mas muito difícil!! Outro dia desses, dirigi um fiat com motor 111 e caixa ZF 6 marchas com GV e como foi dificil cambiar, sobretudo reduzir! Imagine essa caixa de 4 do alfa com reduzida no painel! PARABENS!!!!

  • Estou impressionado com a matéria sobre os velhos brutos FNM, é muito lindo! Me lembro quando aprendi a dirigir em 1973 em um FNM D 11000, cavalo-mecânico em uma carreta LS de três eixos, era demais! Quando via meu pai pilotando o velho bruto fazendo as cruzadas de marchas, utilizando a barriga para segurar o volante, mão esquerda para reduzir e direita na alavanca comum era coisa de dar água na boca mesmo! Isso sim, era veículo pesado, onde o motorista era tido como um grande cidadão, um maestro comandando aquele que deveria estar sendo fabricado até hoje, porém com mais um pouco de tecnologia. O D 11000 era ano/modelo 1964, placas HR 0377 e de propriedade da Cooperativa Agraria Vale do Itabapoana (CAVIL) em Bom Jesus do Itabapoana RJ.

  • Belo vídeo! Sempre me chamou atenção o ronco dos motores FNM/Alfa.
    A pouco tempo viajei de carro para a região de Ponta Grossa PR e me chamou atenção a quantidade desses velhos senhores que ví rodando: Foram 6 na estrada em plena atividade e um no pátio da Policia, danificado.

  • flavio eu vi os caminhoes aqui em salvador eles estavam em frente a um hotel perto do bairro do costa azul na entrada da pituba,só senti nao poder parar para tirar fotos e adimira-los de perto,pois estava atrasado para a aula na faculdade,quando voltei eles ja nao estavam lá,mas que eles sao caminhoes lindos nao há duvidas,adoro os detalhes desses veiculos antigos,e as cores que sao mais incomuns nos dias de hoje e que destacam eles nesse mar de carros pretos e pratas,abraços

  • Possui 3 FNM , um 1960 , 1975 , 1976 , e trabalhei com um FIAT 190 F 27 ano 1977 , maçarico (sem turbina) cambio EATON FULLER , e hoge tenho um FORD CARGO 4030 cambio EATON FULLER , cambio seco sem cincronizado , so no tempo , caminhao e isto ai FNM , e igual sanfona so toca quem SABE…

  • Flavio, boa tarde.

    Esse post me fez lembrar um domingo em minha vida, quando eu ainda morava ai em SP, na Freguesia do Ó.

    Na época eu devia ter uns 12 ou 13 anos, e meu falecido irmão que morava em Americana ligou para o nosso pai dizendo que um cara que devia para ele (ele era funileiro e químico colorista, acho que é isso), não tinha como pagar e deu para ele um “cavalo” de um caminhão (acho que o nome “oficial” é cavalo-mecânico, ao certo) para quitar a dívida. Mas não disse no telefonema que caminhão que era…

    No domingo cedo, quando ele apareceu lá em casa, ouvi um barulhão enorme em frente a minha casa, e eu assustado, saí para fora para ver o que era, e na verdade era o mano acelerando um caminhão FIAT desse antigos, parecido com esses FNM’s…

    Lembro que fiquei praticamente do início da manhã até a hora do almoço tentando entender aquela trapizonga (que era linda por sinal, porém muito diferente do Mercedes-Benz 2013 que meu pai tinha na época).

    Enfim, como meu irmão não tinha o que fazer com aquela raridade (que para meados da década de 90 não eram tão raridade assim), ele acabou passando para frente o veículo.

    Tempos depois, pouco antes do falecimento dele, na penúltima visita que ele fez a nossa casa, quando já morávamos em Artur Nogueira-SP (hoje não estou mais lá), eu perguntei sem mais nem menos se ele tinha notícias do velho “Fietão”, como diz meu pai. Ele não tinha a resposta sobre o paradeiro do mesmo, mas disse que tinha um arrependimento grande de ter vendido aquela “jóia azul-desbotado”, ano “sabe-se Deus qual”… E também sem mais nem menos, vi os olhos dele marejarem brevemente.

    Toda vez que tenho a honra de ver esse velho guerreiro nas estradas, lembro do meu mano, que a quase 10 anos partiu e nos olha de algum lugar…

    Saudades “Fietão”… Saudades mano…

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