PRENDE EU

SÃO PAULO (uóóóóó!) – Olha lá o que o Jason Vôngoli postou em sua página no Facebook. Vai, confessa. Num primeiro momento, você achou que era de verdade, não achou? Pois a miniatura da Veraneio, dessas coleções de jornais (ótimas, diga-se), foi customizada pelo miniaturista Fábio Torres, que tem este site aqui.

Vocês aí do Rio, digam a verdade: quem já deu umas bandas numa dessas?

Comentários

  • Flávio Gomes, primeiramente parabéns pelos seus trabalhos, são ótimos e bem detalhados. sou de Jucatí-PE, agreste meridional, também tenho o talento qual você tenho, porém não sou conhecido, infelizmente faço meus trabalhos para ajudar nas despesas em casa. faço minhas miniaturas utilizando lata de óleo de cozinha, madeira e borracha. Um trabalho totalmente reciclável. porém não sei como divulgar meus trabalhos. Você poderia me dar uma dica? Obrigado. Tenho em casa uma scania 113h/ 320, vermelha, acendendo os faróis. mede aproximadamente 19 de largura, 27 de altura e +/- 1m de comprimento com sua carroceria.
    Creio que aos críticos e apaixonados colecionadores ela custa caro, mas vendo bastante barato por não ter conhecimento.

  • Gomov, quando trabalhei na “viúva”, a Eletrosul (Centrais Eletricas do Sul do Brasil – Eletrobras), viajei bastante nestas naves. Eram de um conforto só e andavam legal! O sacana do motorista passava JIMO silicone nos bancos de couro e fazia as curvas chutado, e todo mudo se “abraçava” num canto da (SUV?) … CRETINO! Bons tempos e ótimas viajens!!!

  • Nessa Veraneio nunca andei. Mas andei na F-100 que que a precedeu. De carona (para subir ladeira com a namorada bêbada), na maluquice total (o carro ficava estacionado no posto do pai de um amigo) e “arrestado” em flagrante descendo do Corcovado em carrinhos de rolimã.
    Saudades dos anos 60…

  • legal essa veraneio, o piloto tinha que ser bom para fazer curvas, era um tal de abanar pra todos os lados devido à suspenção por feixe de molas, as ,mais ruins foram as 4 cilindros movidas à alcool.
    tinha um tenente da rota que levava a viatura dele para rachar com nossos opalas de corrida em uma rua na madrugada.

  • Já andei, em uma visita do colégio que eu estudava ao Batalhão de Choque, perto da Praça XI.

    Sim. Sou do tempo em que os colégios organizavam visitas às unidades de polícia e Corpo de Bombeiros. Aliás, sempre existia lanche, composto de bolachas com groselha. Era bem legal o passeio (e o lanche).

    Fora isto, sempre tive medo destes carros… :o)

    Abraço,

    Peter

  • Bom dia, Flávio! E obrigado, junto com o Jason, pela publicação de um dos meus trabalhos. Você já teve em mãos um outro modelo que fiz pro Mundo em Miniatura e foi apresentado no seu programa da ESPN. Era um carro enviado aos colecionadores para que tirassem fotos em vários lugares do Brasil e do mundo, assinassem e nos devolvessem para publicarmos as mesmas.

  • De Patamo, nunca. De Jeep Willys do exército (numa redentora Operação Rio, em 1994), sim…
    Felizmente a cidade hoje vive outros tempos! Às vezes, lembro o passado recente e nem acredito o que passamos.

    • Na hora em que eu vi pensei que era uma foto mesmo! Parece MUITO uma ladeira que sobe pro Morro da Providência (que é lindo), no centro do Rio, ali perto daquela pracinha, ao lado do viaduto que vai desembocar no Sta Bárbara. Igualzinho.

  • estou fazendo uma transformação no chevette 77 que saiu na coleção, vou fazer igual ao 74 vinho que tive, esta semana sai a toyota bandeirantes, muito legal.
    bem feita esse diorama, não, combina com os carros atuais que estão estacionados, ( são modernos e a veraneiro era da decada de 70/80), mas a transformação ficou perfeita, ao primeiro olhar engana mesmo, existia um soldado aqui em sampa no baltalhão da rota que era especializado nessas transformações.

  • Caracas! Ficou perfeita!! Já dei uns dois rolés na caçapa desta dita cuja ( camburão) a caminho da 5 DP que ficava na Mem de Sá… Mas fui inocente em todas…coisas como disturbio da ordem pública… coisas de moleque….Mamãe adorou…..