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quinta-feira, 4 de abril de 2013 - 13:23Publicidade

SOME COMMENTS

SÃO PAULO (jisuis) – Não tenho nada contra funk, exceto ter de escutar. E não é “preconceito de classe” porque se trata de “música de periferia” etc. É porque acho ruim, mesmo. Tocada na periferia ou num palácio em Monte Carlo. Acho uma merda. Como acho um monte de coisa ruim, e outro monte de coisa boa. Temos o direito de achar algumas coisas boas e outras ruins.

No caso de funk, acho ruim. Mas gosto de rock, Bossa Nova e de samba. Detesto “sertanojo”. Mas acho legal música caipira de raiz. Há quem goste de funk e não goste de rock. Há quem goste de pizza (eu) e quem prefira brócolis (outros).

Portanto, para não ser mal compreendido, o que escrevo aqui é algo que tem a ver apenas com uma questão de gosto.

A Mercedes, claro, pode usar a música que achar mais apropriada para seus comerciais. Em geral, produtos têm seus perfis e seus públicos. Existe coisa cara e coisa barata. Coisa chique e coisa brega. Coisa sofisticada e coisa simples. Tem de tudo no mundo, e isso é ótimo.

Aparentemente, o marqueteiro que bolou esse negócio aí em cima recebeu um “briefing” da montadora: queremos atingir o público jovem. OK. A agência deve ter feito uma pesquisa e concluído que público jovem gosta de funk. Assim, funk = público jovem. Por conseguinte, comercial de Mercedes com funk = esta é a forma de vender o carro para o público jovem.

Mas esse funk que usaram para vender o novo Classe A é uma merda. Dá para existir música pior?

O carro vai ser vendido em duas versões. Uma delas custa 99.990 dinheiros, o modelo A200 Turbo Style. O A200 Turbo Urban sairá por 109.900 mangos. Acho tão ruins quanto “lek lek” esses nomes bobos, “Turbo Urban”, “Turbo Style”. São como “cyber laundry” e “meeting room”.

Em resumo, acho que “lek lek” não combina com a imagem que a Mercedes sempre cultivou para seus carros. Nem sempre simpática, diga-se. Eu, por exemplo, acho Mercedes carro de velho rico, via de regra. Esse é o público desses carros: velho rico. Como gosto mais de Audi, DKW e Volkswagen, e somos rivais da Mercedes, então posso achar Mercedes carro de velho rico e dane-se.

Agora, depois desse comercial aí, passei a achar Mercedes carro de velho rico vendido por quem acha que entende o que os jovens querem.

Ah, meninos do marketing e da agência, tem um detalhezinho… Jovens, gostem eles de funk ou de música clássica, não têm 100 paus para gastar num carro. A não ser que peçam para seus pais velhos e ricos. E se os pais deles, velhos e ricos, souberem que eles escutam “lek lek”, não darão dinheiro para comprarem carros de 100 paus.

Sacaram?

ATUALIZANDO…

O brother Vitor Matsubara-san da “Quatro Rodas” ouviu os publicitários. A palavra de ordem agora é “impactar”.

271 comentários

  1. Olha a resposta que eu fiz em video colocando o GOL com a apropriada musica http://www.youtube.com/watch?v=gDM1153p0fE

  2. José disse:

    Você sabe que o mundo em que vive é uma bosta quando os gênios são os publicitários.

  3. Rodrigo disse:

    Aqui no RJ, e acho que em muitos lugares do Brasil, é muito comum as pessoas terem alguns funks em seus ipods e computadores, mesmo sem ser funkeiros o tempo todo ou grandes conhecedores do estilo. É pela farra. É um ritmo como outro qualquer, que tem suas músicas boas e ruins. Essa aí é uma das boas, tem estilo, batida boa. E ainda por cima não tem obscenidade, o que a torna mais fácil de ser consumida por um público maior. Tenho 29 e não tenho grana pra comprar um Mercedes (na verdade nem preciso de carro), mas achei um baita viral. Pra mim foi uma surpresa uma marca como a Mercedes, de velho, aprovar um vídeo desse.

    No youtube, assim como em qualquer outro canal de comunicação, as marcas precisam dar conteúdo de acordo com o que está rolando no momento, de acordo com o meio. Não adianta só falar dos airbags ou do motor do classe A.

    É um vídeo baratíssimo que atingiu muita gente. Inclusive os filhos dos velhos ricos… que em geral não estão aí se os filhos escutam lek lek. Você pode não querer dar nada pros seus filhos se souber que eles escutam isso. Mas isso é o mesmo que seu pai dizer que não te daria nada se soubesse que você escutava Led Zeppelin.

  4. Fernando disse:

    Deixa de tucanisse, FG…

  5. Marcos Luna disse:

    Flávio,

    Dá uma olhada na baita ideia da BMW relacionando ela à essa publicidade da Mercedes.
    Boa sacada!
    http://youtu.be/G-aJjpi4gIY

  6. Márcio Fonseca disse:

    Houve uma época em que os publicitários gostavam de “agregar valor”. Agora o negócio é “impactar”. Senti-me impactado pelo anúncio da Caixa em que um garotinho, que gracinha, mostra que já aprendeu a ler ao passar de carro com a família em meio a um verdadeiro “tour” por agências da instituição. Mais bonitinha ainda, a irmãzinha, coincidentemente, ao mesmo tempo em que avisava aos pais que ele “está lennnnndo”, navegava com o smartphone PELO SITE DA CAIXA!!! Que doçuras…

  7. Alexandre - BH disse:

    Tem várias respostas da BMW (acho que não oficiais) para a Mercedes Lelek.
    Gostei mais dessa aqui:

    http://www.youtube.com/watch?v=6r9Iu-ugNws

  8. Abresser disse:

    Que lixo (nao posso considerar isso musica), ouvi 12 segundos e desisti. “Tiro no pe”, deram estes publicitarios. Mas ilustra bem o “momento cultural” que o pais vive.

  9. MSS disse:

    Ficou uma bosta….

  10. Batista Lara disse:

    Impactar……. pelamor!!!!! Flavio Gomes, lendo o seu texto, me vi escrevendo a mesma coisa, da mesma maneira…

  11. Nei Arthuzo disse:

    No final, os maqueteiros conseguiram mostrar o carro para muito mais gente do que se tivessem feito um comercial “normal”. A maioria, eu me incluo aí, não iriam ver um comercial de Mercedez nenhum, porque não iríamos comprar Mercedez nenhum (aliás só assisti agora por causa do blog).
    Agora eles estão contando um monte de visualizações na internet inteira e estão conseguindo repercutir em um monte de programas, sites e publicações.
    Acho que quem compra um carro desses não tá ligando pro comercial e nós deveríamos ser mais seletivos e tentar não dar audiência pra essas bostas que usam essas “músicas”.
    Aliás tá cada vez mais difícil escutar uma música decente no rádio; não tocam 3 em seguida, qualquer que seja a rádio.

  12. JuniorSP disse:

    Se quiseram impactar, parabéns conseguiram!!!NEGATIVAMENTE!!!Nunca vi uma campanha tão rídicula ainda mais p/ ser uma marca renomada mundialmente, se não colocassem o barulho creio que o carro venderia por si só, mas c/ o barulho, seu compositor devia estar c/ uma caganeira danada p/ sair isso ai!! Agora são 2 marcas que não compro nada: Ferrari(pelas marmeladas) e Mercedes(já pensou comprar o carro e ganhar um CD e DVD autografado!!!)…arggggggggggggggggggggghhhhhhhhhhhhh!!!!!

  13. O carro deve ser ruim que nem a música!

  14. cardosofilho disse:

    Não gostei. É xula.

  15. ChristianS disse:

    Teria vergonha de comprar um

  16. Carlos Barreto disse:

    O engraçado é ver como a mesma empresa pode ter dois “pensamentos” ou “comportamentos” hoje em dia. O link abaixo, é o comercial de lançamento do classe A no Japão. Nòs sabemos que o carro não é lá essas coisas, mas depois de ver o comercial japonês, fiquei com vontade de comprar o carro… Porquê tem mais a ver com o carro, fala com quem realmente gosta de carro… Agora, o comercial nacional… Passei a odiar o carro…

    http://www.youtube.com/watch?v=x2Rf5QX7bNc

    Se houve impacto, ele foi p/ pior…

  17. Marcus Simões disse:

    Se o objetivo foi impactar, a Mercedes conseguiu. Grande impacto negativo…

  18. Evandro Vieira disse:

    Sempre que tem um post com vídeo. Eu vejo esse primeiro para tirar minhas próprias conclusões. Pois é! Achei que era uma piada. Não combina. É quase que usar terno só de sunga, gravata e paletó (com pochete). Se era para fazer uma peça publicitária ruim, eu prefiro os antigos comerciais egocentristas da Hyundai e seus carros impressionantes, fabulosos, luxuosos, etc.

  19. Thiago Azevedo disse:

    É de cagar…

    Eu não entendo porque que chamam essa merda de música de funk. James Brown canta funk, assim como The commodres, Tim maia, Jorge Ben… Essa da propaganda nem música dá pra chamar. Chame de ruído, barulho, estorvo…

    Uma coisa que não dá pra dizer hoje é que esse funk carioca é música de periferia, porque toca em qualquer boate mais “badalada”, em muito casamento de gente bem rica.
    Sertanojo ja foi música de periferia.

    O negócio é que o povo hoje não tem senso crítico.
    Essa merda de música (o funk carioca atual) é originada do Rio de Janeiro. Poderia ficar por lá, mas a Rede Globo fez o desserviço de difundí-la. Se difundiu, é porque quem assiste aceita, gosta. Fodam-se os que não gostam.

    o carro ficou muito bonito, mas erraram a mão feio na divulgação. Achei curioso o publicitario dizer que essa música remete à vitória, uma vez que o Neimar dança. Eles podiam fazer remeter à vitórias colocando o carro nas pistas, num brasileiro de marcas (soube que o carro será produzido aqui).

    Um amigo esta na duvida entre comprar esse ou a BMW 118. Vou mandar a propaganda pra ele e perguntar como ele se sente sendo o “público alvo” de uma merda de música dessa. Vamos ver a escolha.

  20. Antonio disse:

    1500.000 views em apenas 2 dias.
    Fora a mídia expontânea gerada
    Sucesso absoluto.

    • Lio Campos disse:

      Isso não é sucesso ! ! ! 87 % da população é pobre e analfabeta segundo pesquisa feita pela Globo ,então uma grande parte gosta de Funk..dai assistem o video só isso .mas não tem dinheiro para comprar e para a Fabrica isso não quer dizer nada …Sucesso seria VENDER muitos carros …de MARKETING e VENDAS Eu entendo ….

      • Paulo César_PCB disse:

        Planilha de vendas na mão digamos daqui uns 6 meses.

        Se vender para pagar a campanha, resultado medíocre. Se arrebentar de vender vira ” case de sucesso, leão de ouro !” e champagne para todos.

        Se não vender, demite quem aprovou e quem criou este “impacto”.

  21. Junior disse:

    Esta porcaria ai não é, e nunca sera funk, ser pobre e morar na periferia não impede de ter bom gosto e ser uma pessoa com conhecimento. Informação sempre deve ser compartilhada, por isto aqui esta, http://pt.wikipedia.org/wiki/Funk Todo mundo tem liberdade de escolher o que quer ouvir mas não acho correto espalhar uma informação ERRADA, chamando esta porcaria ai de funk. O pior é ver um pais com bons músicos, ser tomado de assalto por esta porcaria ai. Um pais que tem uns dos mais belos hinos nacional, ser vitima de pessoas que só querem faturar, com produtos de consumo rápido”Garota de Ipanema” ainda toca até hoje em algumas residencias e casa de espetáculo ,esta porcaria ai não fica na mídia mais que uns meses.(poderia ser horas)

  22. celso disse:

    Tosco.

    Mas, fosse uma música clássica ou algum rock, não estaríamos falando sobre isso e, certeza, não seria digno de nota aqui ou em qualquer outro lugar.

    “impactar”? pff

    “Atletas importantes como Neymar, Anderson Silva e Robinho dançam isso quando conquistam algo. Por isso, é um filme sobre vitória, que mostra como o carro é incrível” MEU.DEUS.

  23. Lio Campos disse:

    É muito dificil achar gente competente em qualquer ramo e Publicitarios não fogem as regras Se Eu tomasse conta do marketing da Mercedes dava um chute no trazeiro desta Agencia …IMPACTAR É UMA COISA ..fazer a coisa completamente errada é outra coisa…em todas civilizaçoes não se misturam castas como se diz na India..e misturar pobre com rico não foje a regra esta ERRADO ..só vai irritar quem tem cultura e dinheiro para comprar um carro desses ..a Agencia ERROU FEIO quer ver um exemplo de IMPACTAR ??? Aquele anuncio de carro ( acho que era um Japones Mitsubishe, não me lembro ) que um policial rouba de um casal depois um milionario rouba do policial.depois Netuno rouba do milininario depois um estraterrestre rouba de Netuno e leva para um outro planeta e fica passeando e quando a gente pensa que acabou …vem um outro ser superior e NÃO VOU CONTAR O FIM …isso é IMPACTAR cambada de analfabetos dessa AGENCIA;;;quem não tem competencia da lugar a quem tem…

  24. Achei até inofensivo, mas que tal o carro andando quente numa estradinha molhada numa manhã de neblina ao som de Children of the Sea do Black Sabbath ?

  25. José Morelli disse:

    É uma pataquada isso. Aliás, conversava com um amigo ainda hoje exatamente sobre este comercial. Que impacta, impacta sim, mas muito mais pelo lado negativo.

    “Neguim” não gosta quando digo que os publicitários do Brasil são, disparado, os piores e mais bobocas do Planeta Terra. A quantidade de peças publicitárias que dão vergonha alheia e são verdadeira poluição audio-visual batem níveis recordes no Brasil.

    É muita propaganda ruim, mas muita mesmo….E o pior é que o feedback de público não é muito diferente, no geral as propagandas seguem também a cultura da sociedade em que é veiculada. Tem gente que ainda acha isso legal.

    É lamentável. Ainda mais pra quem gosta de carro, expor um veículo, que é fruto de um pensamento intelectual e artístico a esse nível de ridículo…..Nem tudo está perdido. Vendo o comercial do novo Honda Civic com motor i-VTEC, ainda há gente com certo discernimento. O comercial é simples, mas olha só a diferença, tem trilha sonora de “I Break Horses – Winter Beats”…..e segue o padrão nipônico de suavidade e excelência em comerciais, mostra detalhes da tecnologia i-VTEC em funcionamento e etc….é muito bacana. Mas é uma pena que casos desses são cada vez mais raros….

    Comercial no Brasil é palhaçada e não arte. Pra mim deveria ser uma coisa agradável de se ver, o produto às vezes exige seriedade. Agora a Mercedes, que lixo, não gasto um centavo num carro anunciado com funk…..ainda mais esse Mercedes lixo de 100 mil.

  26. Sanzio disse:

    Flavio, dá só uma olhada nesse: http://www.youtube.com/watch?v=rmROGsIN12M
    A Audi tirando sarro da Mercedes é impagável!

  27. Alexandre Zamariolli disse:

    Não sou publicitário. Mas pensei no seguinte.
    Trilha sonora, “Linha do Horizonte”, do Azimuth:
    É, eu vou pro ar / No azul mais lindo / Eu vou morar… (Aparece o Classe A azul.)
    Eu quero encontrar / A rosa dos ventos / E me guiar… (Destaque para o GPS.)
    Eu quero virar / Pássaro de prata / E só voar… (Aparece um Classe A prateado, ou quem sabe um SLS da mesma cor abrindo as portas.)
    E quando eu cansar / Na linha do horizonte / Eu vou pousar… (Aparece o detetor de fadiga – não sei se está disponível no modelo, mas é uma ideia.)
    Que tal?

  28. Kleber disse:

    E tem outra, o carro custa R$ 100.000,00 aqui e US$ 30.000,00 lá.

  29. RL disse:

    Pô… vc já é obrigado a ouvir sem querer esse lixo de música no trânsito… aí chega em casa, liga a TV e passa a propaganda da Mercedes com o mesmo lixo de música??? Ando tão no limite com esse tipo de coisa que se tivesse (não tenho) grana pra comprar esse carro, não compraria mais. Que se dane se é estratégia de marketing.

  30. Mavex disse:

    Não gosto de funk nem de mercedes, mas a propaganda até q ficou legal, conseguiram conciliar duas coisas absolutamente incompatíveis.

  31. Ricardo Linares disse:

    Que erro….

  32. Marcos Praça disse:

    Resolvi chamar isso de “efeito OAB”.
    Sabe aquela enxurrada de novas faculdades de Direito, que vomitam no mercado milhares de formandos despreparados que não conseguem, nem com reza brava, passar na prova da Ordem?
    É, parece que esse “fenômeno” chegou à publicidade.
    Lixo.

  33. Rodrigo Mota disse:

    as vezes eu acho que esse pessoal de marketing no Brasil anda fumando maconha estragada…

    sério. é tanto comercial babaca, sem graça, infantilizado e burro que passa por aí que você fica pensando: “porra. ficam anos na faculdade, fazem estágio e depois ganham dinheiro pra fazer essa merda?”

    é a mesma entrada, o mesmo estilo, as mesmas músicas sem noção, o mesmo roteiro que não existe, o mesmo narrador/dublador com aquela voz de “galã” ou de quem tem uma batata nas bartes baixas (e se duvidar é o MESMO ator o tempo todo), os mesmos efeitos…

    e o pior. se você conversa com esse pessoal eles acham que estão tendo idéias geniais sobre como convencer as pessoas que coisas como um notebook da HP tem tudo a ver com Tecno Brega. (ERG!). pelo amor de deus….

    tá certo que lá fora é assim também. MAS são vários os comerciais feitos no exterior que tem inteligencia e criatividade. são bem feitos, que usam a inteligência do consumidor, alguns deles bem humorados, outros apostando na competitividade. mas sempre dá pra ver um comercial feito por quem realmente estudou e não por um estagiário bebendo budweiser…

    eu gosto dos comerciais da Dodge e da GMC nos EUA, vi alguns bacanas da VW exibidos no Canada entre outros…

    comercial é uma coisa, lixo de propaganda é outra. por isso eu não compro nada baseado em comerciais. se eu compro é porque eu pesquisei sobre o produto…

  34. Henri Chinaski disse:

    Via de regra, funk é música de pobre e Mercedes é carro de rico.
    Os pobres que gostam de funk vão achar legal a propaganda, mas não podem comprar o carro.
    Os ricos que podem comprar, talvez preferissem ver o carro associado a algo que simbolize o status de um Mercedes.
    Não sou rico, não gosto de funk, não gosto de rico que gosta de status e ostentação, não entendo de marketing, mas achei o vídeo uma furada.

  35. PC Crusca disse:

    Eu acho que foi o Ross Brawn, em mais uma de suas “sábias decisões”, que aprovou esta propaganda…

  36. Guilherme Guimarães disse:

    Embora a música (“música??”) seja um lixo total, queiram ou não a propaganda atingiu o seu objetivo: “dar o que falar”! Transformou um lançamento que poderia ser somente mais um ou sem sal (alguém aí se lembra dos últimos lançamentos do BWM série 1 e Audi A3 por aqui? eu não…) em algo que virou assunto em todos os lugares. Não vai manchar a imagem da Mercedes-Benz e o Classe A será lembrado pelo seu público alvo, ponto!

  37. Dodge Ram disse:

    E quem há muito já deixou de ser “muleke” talvez se lembre duma campanha de lançamento do Gol GTI 16v, nos anos 90, com a música “Carinhoso”, cantada bem meigamente, contrastando com imagens do carrinho em movimento nervoso. Muito muito chique, p/ quem curte Pixinguinha adorou, mas…Impacto da campanha? Zero. Vendas do GTI 16v? Sem comentários.

    • A.Vandelay disse:

      A publicidade brasileira meio que parou no tempo. Campanhas “imbecilizantes”, sem inspiração, sem ideia e sem carisma algum. É uma ou outra que se salva. Se voltar pros anos 80 e parte dos 90 dá pra pescar uma caralhada de publicidades históricas e marcantes.

      Essa porcaria aí é “dar o que falar”? Preferiria passar de mansinho.

  38. Everson disse:

    Funk não é música, é um lixo sonoro.

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