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Friday, 10 de May de 2013 - 19:50Colunas Warm Up

SATO-SAN

SÃO PAULO (banzai) – Takuma Sato é o destinatário da cartinha de hoje na coluna Warm Up. Trechinho:

nippon50Inveja talvez não seja a palavra. Espanto. É isso. A gente fica espantado com vocês. O tempo todo. Gozado que na F-1 sempre os tratamos com desdém como pilotos, mas com verdadeira reverência quando o assunto era outro. Motores, por exemplo. Osamu Goto, lembra? Era um semideus na Honda. Senna foi um dos primeiros a devotar a vocês esse respeito que, na maioria das vezes, não temos. Somos ridículos, os ocidentais.

É isso. Para ler o texto na íntegra, é só clicar aqui.

27 comentários

  1. Gustavo says:

    Flávio, poucas vezes li um texto com conteúdo esportivo que me deixou tão relexivo. Parabéns pela sensibilidade, capacidade de observação e sabedoria. Estudo a sociedade japonesa há algum tempo. Apesar de terem muitos problemas, como em qualquer sociedade, eles possuem a capacidade de ir além do que se espera. Sempre! E, muito mais que talentos natos, a dedicação é o ponto que considero mais impressionante, e que possibilitou eles serem o que são: uma sociedade de vencedores. Gente educada, determinada, gentil, humilde e, principalmente, ética. Excelente texto! Excelente observação!

  2. Felipe Lopes says:

    Acompanho o blog há pouco tempo, e logo de cara me identifiquei muito com ele. Meus parabéns ao Flavio Gomes, ótimo Jornalista, muito bom piloto e grandiosíssimo fã de Lada,rs.
    Antes que eu me esqueça, ótima carta ao nosso saudoso “Sushi-man”! Aliás sempre gostei de vê-lo pilotar tanto na F1, quanto na Indy na qual eu tive o maior prazer em presenciar essa grande corrida em que ele fez na “São Paulo Indy 300”.

    Um grande abraço!

  3. Paulo Pinto says:

    Sato, pelo visto, se encontrou na Indy. Kobayashi continua na berlinda.
    Sobrou para o Grosjean…

  4. Celio Ferreira says:

    Koba , Sato , e Aguri Suzuki, os 3 samurais que passaram pela F1 , e que sempre
    serão respeitados. ( Nakagima , Kataiama foram fracos ) .A propria cultura dêles ,
    não deixou se imporem politicamente no mundo da F1.

  5. Bruno Assaf says:

    Prezado Flavio:

    Aplaudo de pé o seu criativo texto.

  6. Samantha says:

    Texto muito bom!! Takuma é um piloto incrível, fico feliz em ver tudo isso que está acontecendo com ele. É a prova que o trabalho duro e honesto tem sua merecida recompensa, mais cedo ou mais tarde.
    Por isso, a hora do Kamui vai chegar também!!

  7. Mauricio Gomes Canzian says:

    Mudando de pato pra ganso…

    Acho que você vai curtir o Bunitão andando de Lada

    http://www.novidadesautomotivas.blog.br/2013/05/video-jenson-button-troca-sua-mclaren.html

    Abraços

  8. Jose Brabham says:

    Me emocionei lendo. Pena que não consegui assistir à prova, para também vibrar a cada curva com o já grande Samurai da Indy!

  9. Alex says:

    É muito bom ver o sempre sorridente Taku san na ponta da tabela de pontuação. Lindo ver toda sua determinação, fazia mais de dez anos que ele não ganhava uma corrida sequer. Lindo ver o estilo de pilotagem dos japoneses, sua agressividade e sua velocidade. Lindo ver uma Indy tão divertida, com pilotos humanos e seus exemplos de esportividade, de honra e de vida.

  10. Vidotti says:

    Cara, excelente!!
    Poxa… Só vc pra ter essas idéias!!

    Aba

  11. Dav says:

    Muito bom o texto ^^

  12. RICARDO says:

    A filosofia da artes marciais nipônicas pregam: “O importante não é ser melhor do que os outros, mas sim melhor do que já somos.”

    Nas artes marciais nipônicas, a competição serve apenas como um meio, e não como uma finalidade em si. A competição deve ser encarada apenas como uma etapa no desenvolvimento pessoal. Por isso, a humildade e o respeito ao adversários suplantam a arrogância e o egoísmo. Desta forma, os discípulos não temem a derrota, pois reconhecem que, muitas vezes, a derrota ensina mais que uma vitória, e sabem que a aprendizagem se estende por toda a vida.

    Sato, tal como os discípulos das artes marciais nipônicas, talvez não queira ser melhor que os outros, mas ser melhor a cada dia.

  13. ederson shimizu says:

    Nós quem .. cara pálida?. Quem sempre tratou os japoneses com dedém foi a pior coisa que a tv mundial produziu. Um tal de GAVIÃO BUENO. Abraço a todos.

  14. Edgar Bianchi Filho says:

    lindo texto…. na verdade eles são os mitos esqueceu…. calma kamui é o mito dos mitos antes que me xinguem……

  15. Nelsonbarreirosneto says:

    Vc e foda Flávio. Pra quem é fã do cara, maravilhoso texto. Que falta nosso sushi-man faz na f1.

  16. Tiago says:

    Tá ficando bom nisso hein Flavio. Não acompanho muito a Indy, só tenho tv aberta e a Band não é lá aquelas coisas em transmissão de corridas, principalmente da Indy (já o futebel, começam a passar um monte de porcaria com um monte de babacas e um monte de propagandas 1 hr antes do jogo começar, ridículo!), mas nessa corrida vi o Sato cometer apenas um erro, que praticamente ninguem ligou depois de ver o aplauso dele ao vencedor. Aplausos para o Sato!

  17. RICARDO says:

    Assino embaixo. Texto perfeito!

  18. Minoru says:

    É isso aí Takuma-san, o mundo segue girando e quem sabe um dia, né?

    Mas algo dentro de mim diz que será em breve, caso as coisas continuem caminhando nesse sentido.

  19. marcelo a f da silva says:

    É a cultura, Flávio Gomes ! Cultura do silêncio, da observação, do trabalho silencioso ! Nós ocidentais falamos muito ! É como disse o Tite: “fala muito, fala muito” !!

  20. José Morelli says:

    Tem uma história curiosa (até pensei que você iria resgata-la nessa Coluna Warm Up) que numa ocasião, não lembro exatamente que ano isso ocorreu [acredito ser 2004 – ano de estréia do Takuma Sato na F1] em que umas duas semanas antes do GP Brasil, o japonês veio pra São Paulo e foi sozinho conhecer o circuito de Interlagos, fazer uma espécie de “lição de casa” estudando os autódromos em que a categoria passava, senão me engano ele chegou bem cedo ao Autódromo e ficou sentado na porta esperando abrir o local e ficou lá, sozinho refletindo sobre tudo, observando os transeuntes e etc.

    Não lembro agora onde exatamente eu li essa História, se tinha sido na revista Racing ou aqui no Grande Prêmio, faz muito tempo isso. Alguém contou essa História! Parece que naquele mesmo dia ele ficou pelo Autódromo vendo corridas de Fórmula 3, algo do tipo….preciso de confirmação. Só sei que atualmente toda vez que vou a Interlagos e vejo a entrada, lembro desse fato.

    O curioso deste episódio em específico é que eu nunca vi um piloto fazer isso antes, ir conhecer os locais em que vai correr com bastante antecedência, ver as instalações, sem assessor, sem segurança, nem nada.

    O Takuma Sato é um MITO, é só isso que tenho a dizer.

  21. Daniel says:

    O legal do Sato é que ele é um “racer” de verdade. Nada de mimimi fora da pistas; é sentar no carro e acelerar. Em uma categoria como a Indy, onde o equipamento é praticamente igual para todos, esse tipo de característica fica mais evidente.

    Alias, gostaria muito de ver Kamui Kobayashi na Indy também, que assim como Takuma, é outro racer dos bons!

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