SOLICITAÇÃO

RIO (rapidinho, please) – Nas últimas semanas, Mestre Joca tem pingado no Facebook algumas prévias sobre algo que está vindo por aí. A última:

E nosso protótipo aos poucos vai se definindo: o chassi já está desenhado e em fase de simulações, as mangas de eixo já em produção. Definidos o powertrain: motor Ford Duratec 2.0 16v de 147 HP a 6.000 rpm, torque de 19 mkgf a 4.250 rpm. Caixa de marchas transversal original de 5 velocidades. Rodas de liga leve tala 7¨, pneus radiais medidas 195 50 16 na frente e 205 50 16 na traseira. A carroceria já definimos, será baseada nesta aí mesmo e a cor será azul (France Bleu), por sugestão do Caíque De Paula Pereira, e uma alusão à Matra Sports.

Sendo assim, solicitamos ao douto Joaquim Lopes que nos explique tudo direitinho. Agradecidos.

prototipojoca

Comentários

  • Prezados, quem conhece o Mestre Joca e seus amigos abnegados, sabe muito bem que a coisa é séria e competente. Meus sinceros parabéns pela iniciativa e se o preço for convidativo, quem sabe?? Abraços

  • caros,

    entendi a proposta do carro de ser baixo custo e acessivel ao piloto amador, porem 140 hp ou até 160 como dito seria o que rendem gol/celta/clio do marcas e pilotos com 1.6. Não seria o caso de tirar uns 180 hp desse motor pra posiciobar a categoria acima do marcas e abaixo dos GTs?

    Apropósito, parabéns pela iniciativa! Toda sorte do mundo pq competência não falta!

  • Putzzzzzzzzzzzz
    O carro é lindo, muita empolgação para ver andando.
    Qualquer incentivo ao automobilsmo brasileiro, que vai ladeira abaixo, é muito bem vinda.
    Boa sorte na empreitada e não se esqueça de mandar os tontos de plantão à merda.

  • Não tenho palavras para agradecer. Sou fã de automobilismo desde que me entendo por gente e já me entendo a 47 anos. Já assisti tudo que é tipo de corrida, até de cortadores de grama, A formula 1 era isso, sonho, estudo e sangue, com nem tanto dinheiro, vale lembra a origem de Frank Williams.
    Pensar em automobilismo é pensar em soluções que movimentem vários atores, mecânicos designers, engenheiros, funileiros, pintores e por que não dizer pilotos e torcedores, Que adianta um bando de riquinho que nem sabe o que é seta, comprar Ferraris, Ford’s gt, Aston Martin’s, Isso é competição, é esporte. Não se alguns criticam é que não viram Ken tyrrell, Colin Chapmam, e mais um monte de doidos que transformaram o automóvel de simples carroças em instrumentos que causam alegrias e realizações.
    Parabéns Joaquim e parabéns Flávio Gomes. Ainda tenho esperança do automobilismo ser cada vez mais presente em todas as cidades,e vocês dois com certeza cada um em seu papel contribuem muito para isso.

    • Este é o problema, como informado o carro vai participar do campeonato paulista, provavelmente na categoria Protótipo A (até 2,0L).
      Devido às longas e intermináveis (todos os anos) reformas do autódromo para receber a F1 não há datas definidas para depois da 7ª etapa, marcada para 11, 12 e 13 de Julho.

  • Ao menos que turbinem isso! Uma preparação turbo leve não custa tanto assim, embora seja necessário destaxar um pouco este motor. Digo isso porque correr com 160 – 170 hp vai ser feio. Quem viu a IMSA ontem em Watins Gleen deve ter achado bizarro os GTs ultrapassando os protótipos da categoria C o tempo todo. São coisas que não combinam.

    Com turbo esse motor pode facilmente alcançar os 350 cavalos, e aí sim teremos algo cujo desempenho realmente remete à tradição dos protótipos.

  • Mais um “carro” que com certeza vai usar o pré histórico e moedor de ossos chassi tubular, revestido com muita fibra de vidro e que com certeza esse “baixo custo” será o preço de uma BMW zero km.. Tipo a Formula Vee, no começo era a mesma história de “categoria de baixo custo sem preparação”, o carro custava 12 mil, agora tem nego vendendo por 40 no Mercado Livre, inventaram de enfiar motor Ford zero Km (falando que custa menos que o do Fusca, pfff) e só meia dúzia de riquinhos dominam a ponta.

    • Mais um carro com Chassi projetado, construído e assinado, em todos os cálculos de torção e esforços p0r um Engenheiro Mecânico, com todos os documento e desenhos dimensionais, carenagem produzida por empresa estabelecida no mercado, que serão entregues ao Depto. Técnico da FASP. Será o mais viável financeiramente possível. Quem quiser um Carro com Chassi em Fibra de Carbono e Kevlar, basta comprar um Dallara F3…baratinho…ahh, em tempo sabichão de nada: Os Daytona Prototypes são TUBULARES, Treliças Tubulares e mais uma Gaiola adicional…com 650 a 720hp de potencia.

      • O problema nem é ser chassi tubular de cromomobilênio com carenagem de fibra de vidro. E outra, o chassi ser construído e projetado por um egenheiro mecânico é algum mérito? Isso é o BÁSICO oras.. Por acaso o “normal” seria se ele fosse projetado pelo “Toninho Mecânico do interior”?? Continuando, o problema não é exatamente ser de fibra de vidro e de tubinhos, mas sim que certamente o preço vai ser de carro importado chassi monobloco, como tudo no Brasil.. Só para tirar mais dinheiro de alguns playboys, o que não falta por ai é categoria de chassizinho de tubos estilo stock car (bateu do lado morreu) e carenagens de fibra de vidro, onde gasta-se uma fortuna pra correr, tipo nego torrando mais de cem mil pra correr naquela porcaria de sprint race, com aqueles super clios velhos, as ratoeiras daquele brasileiro de turismo (ex-stock light) e a própria stock car também, que tem um custo de 2 milhoes de dólares pra correr numa cadeira elétrica defasada.. Enfim, esse é o problema, é sempre essa historinha de baixo custos, mas vão ser sempre os mesmos playboys de sempre torrando os tubos e no fim “inventando de por um motorzinho mais carinho”, tipo na F-Vee que infelizmente fugiu totalmente da proposta inicial, só porque 2 ou 3 empresários tiveram essa “magnífica idéia” de “colocar um motor mais moderninho”.. Daí agora é essa cambada de moleques oriundos do kart com o pai torrando os tubos e figuras que realmente MERECIAM disputar o certame completo, apaixonados como um Claudio Ceregatti, ficam de fora..

      • Atlas, deve ser aqueles infláveis que vendiam nos semáforos.
        “MERECIAM disputar o certame completo, apaixonados como um Claudio Ceregatti, ficam de fora.”
        Esta frase mostra, o quanto esta inteirado com o automobilismo nacional.

      • Atlas, me desculpe, mas seus comentários são completamente desprovidos de TUDO, além disso está dizendo como será o futuro de algo que não tens noção do que colocas…Quem está projetando o Carro, além de Ex-Piloto, já projetou e costruiu chassis, de carros de competição e de rua, já construiu e vende chassis para restaurações de antigos e já restaurou carros de competição que hoje se encontram em Museu….sua opinião não tem base sobre algo concreto no que se refere a este projeto, me desculpe, mas é verdade.

    • Caro, ATLAS.

      Eu tenho um carro de F. 1600 ou F. Vee, como queiram, o nome é o de menos… ano que vem vamos correr com motor Ford Rocam 1.6 refrigerado a água. A categoria F. 1600 comprou 45 motores, Cada motor completo, em razão de contatos com a Montadora Ford, saiu pelo valor de R$ 2.490,00 ( dois mil quatrocentos e noventa reais ).

      Estamos cansados da pecha de “sujadores de pista” em razão da utilização do motor VW Boxer 1.6 ( refrigerado a ar ), e se tudo correr conforme o script, a categoria terá o custo baixado e muito menos problema de emporcalhar a pista para nós mesmos e as demais categorias.

      Abçs

      Edu Dias

    • Fábio, adiantando o que escrevi posteriormente, não almejamos que seja categoria nacional. Visamos com o carro apenas o Campeonato Paulista em Interlagos, pelo menos no início. Há muito caminho pela frente de testes e desenvolvimento. Mas é perfeitamente possível. Claro que sempre restarão os incrédulos e críticos, . Mas já estamos acostumados, quem pretende realizar alguma coisa tem que estar preparado para as cassandras e vivandeiras de plantão. Grande abraço,

      • Estive recentemente em interlagos acompanhando o estadual de Marcas e Pilotos e em seguida os Clássicos de competição. É impressionante como as pessoas que ali estavam faziam tudo com muita dedicação, esforço e ZERO apoio, se compararmos com a estrutura que outras categorias recebem. Claro que estou falando de um campeonato pequeno, onde maioria dos bólidos era de Corsa/Celta/Gol, mas isso caracteriza como o automobilismo como um todo está carente de estímulo. Espero que sua inciativa seja um sucesso e reflita no âmbito nacional, pois há anos vemos a coisa cair de nível se compararmos com o que era até o meio dos anos 90.
        Abraços.

    • Não, Marco Aurélio, nada ver com franquia da DP Daytona. É projeto próprio quanto a chassi, suspensões e motorização. Só que gostamos dos recursos do design desta carroceria e vamos nos inspirar nela. Não adianta inventar sobre o que que já está ótimo. mas não necessariamente copiá-la. Abs.

    • 147 HP é a potencia de fábrica, será mais potente com certeza (1,3 ton x 650 kg) terá um retrabalho simples, mas não será um 4 cilindros de F3. Não é essa a filosofia do que se está fazendo…não pensamos em grid de 12 carros.

  • Tudo mui belo…pero o azul da imagem faz alusão ao azul Cobra Daytona da Ford……com direito a dupla faixa branca percorrendo todo carro.

    Lindão !!!!!termos um carro pra torcer nas corridas de endurance depois que o Tubarão parou de correr com carro próprio.

    • AC, o motor original debita brutos 147 HP. Tirando a perfumaria (catalisadores, etc,etc e o que não interessa para competição) com um novo coletor, escape dimensionado e acerto da taxa de compressão chegamos fácil a 160/165 HP. Com o peso previsto de 650 kg dá uma relação peso/potência favorável e uma final em torno de 200 km/h que é mais que desejável para o público que se destina. E isto num motor praticamente original. O protótipo não se destina a Le Mans, ou Daytona. É para pilotos amadores que vão correr em Interlagos. Quem quiser um protótipo top de linha no Brasil posso indicar três ou quatro construtores somente em SP. É outro nicho, outra ideia. Abs.

      • Ae Joaquim . . . esse AC e o Sr Nunca não deve nem ter dinheiro pra alugar kart pra andar e tá enchendo o saco , tem nego que é assim mesmo não manja nada do negócio e fica ai metendo o pau , bando de frustrados , Parabéns pela iniciativa ! Espero que seja mesmo uma categoria acessível

  • Nunca ficará nem um pouco parecido com o desenho. Feito no Brasil? Kkkk No papel tudo é lindo, mas quando ficar pronto vai parecer um buggyde fibra de vidro… Lembram dos projetos qur apareceram dos “super esportivos” nacionais? Eee brasileirada, sempre com a cabeça nas nuvens.

    • Tal Sr. Nunca, cujo pseudônimo já fala muito por si. Quando começamos a Formula Vee quatro anos atrás ouvimos o mesmo tipo de crítica e incredulidade. Sempre dos que Nunca constroem nada, Nunca colaboram com nada, Nunca deixarão nenhum legado. Quando deixei a categoria em maio/2013 já alinhávamos 29 carros e tinha 48 chassis construidos. Desses cerca de 36 disputam regularmente o campeonato paulista, dividido em duas categorias. Isso é o nosso trabalho e legado para o automobilismo. Fizemos e estamos fazendo história,. E o Sr., Seu Nunca, o que fez mesmo ? Nada, né ? Pois é…

    • Caro Sr. Chamma, a estratégia é a mesma que norteou a criação da Fórmula Vee, um carro competitivo, de baixo custo, mecanicamente confiável e desempenho teoricamente igual para os pilotos. O exemplo já foi dado, basta segui-lo. Abs.

  • FG, nada demais. Minha paixão sempre foi e será os protótipos. Assim, após um ano sabático fora das pistas, aproveitei o embalo para tocar o projeto. Partimos do início de um protótipo já pronto no Rio, construido pelo engenheiro mecânico e ex-piloto de F-Ford Sérgio Pinheiro. O Caique Pereira também está nessa, juntou esforços á ideia. Mas logo descobrimos que adaptar um carro já feito há dez anos sairia talvez o mesmo preço de um chassi novo e mais moderno. Partimos para o novo, que já está projetado e as peças especiais em fabricação.

    A ideia é simples, Partir de um conjunto moto-propulsor de linha – no caso estaremos usando o motor Ford Duratec 2.0 16v e 147 HP originais, acoplado ao câmbio transversal de cinco marchas e colocá-lo na traseira, juntamente com a suspensão McPherson devidamente recalibrada e despida de elementos dispnesáveis. Funciona. Na dianteira, suspensão independente por triângulos, amortecedores regulavéis, etc, etc. A carroceria é esta mesmo baseada na “engenharia reversa”, ou seja, cópia descarada mesmo do que já funciona.

    Muito bem, é o “state of art” da construção automobilística ? Obvio que não, Mas atende muito bem nosso propósito ou “compromisso de projeto”: um carro simples, robusto, de bom desempenho, bonito, leve, seguro, e de custo acessível (em termos de automobilismo, of course…). E a quem se destina? Ao piloto amador, o diletante, aquele que não quer correr de monoposto nem de carro de turismo. Ou para equipes que queiram destinar o carro para aluguel, baseado numa mecânica confiável e reposição de peças baratas. Quanto custará? Ainda não sabemos, mas nada que alguém tenha que refinanciar a casa para entrar na brincadeira.

    A intenção é rodar com o primeiro protótipo até o final do ano, Daí inscreve-lo em algumas provas para desenvolvimento.e ajustes. Quanto a fundação de uma categoria específica, já tratei do assunto com quem de direito. Já temos seis interessados no carro, mas ainda está muito embrionário, vamos ver…

    Quando o carro for às pistas, o senhor está convidado a dar uma voltinha. Só uma, no más…

    • Esqueci de fazer uma observação no texto. o nosso projeto contempla unicamente participar do Campeonato Paulista em Interlagos ou ocasionalmente em outras pistas, mas nada que se equipare aos carros da Endurance ou a protótipos de concepção mais desenvolvida. É outra ideia…

      • O projeto da carroceria é de um estudo para os protótipos DP Daytona para 2013, mas creio que não foi utilizado. Gostei do design, a combinação de linhas retas e poucas curvas, facilita a construção do molde. É lógico que não será exatamente igual, mas servirá de inspiração. Já estamos ultimando os desenhos do chassi, as peças especiais como mangas de eixo, braços e triângulos de suspensão estão em andamento.. Abs.

      • Pá, está parecendo quando o FG coloca post do 69 e neguinho fala que a cambagem está errada, pela foto!
        Como tem gente que monta carro, compra amortecedor, escolhe pneu, corre e fala que é piloto, Após apertar a tecla start ou enter, no vídeo game.

      • Joaquim, desculpa se ofendi, mas era esta minha intenção. Coloquei assim apenas porque você mesmo escreveu desta forma descontraída: “A carroceria é esta mesmo baseada na “engenharia reversa”, ou seja, cópia descarada mesmo do que já funciona.” Perguntei apenas por ter gostado muito do projeto, e porque queria fazer um desenho dele no GTR2.
        Obrigado.

      • Parabéns Joaquim, pela iniciativa e pela educação, eu fiquei com a mesma dúvida do Claudio depois que você escreveu “cópia descarada”, agora devidamente esclarecida. Não há razão para reinventar a roda todos os dias, você o Caíque, que realmente participam do projeto, estão fazendo sua parte, se todos fizessem isso em vez de apenas exercitar a grosseria o automobilismo estaria certamente muito melhor no Brasil. Novamente, parabéns.