EM MARÇO

SÃO PAULO(tempo, tempo, tempo) – Bem, o Grupo Bandeirantes e a Indy confirmaram a volta da categoria ao Brasil. A corrida está marcada para 8 de março em Brasília. E será no autódromo, mesmo. Algumas pessoas acreditavam que poderia ser uma prova de rua.

Para fazer a Brasília Indy 300, o governo do Distrito Federal terá de reformar o circuito. Praticamente reconstruí-lo. Afinal, são mais de 40 anos de uso sem nenhuma reforma digna do nome. O asfalto é o mesmo do início dos anos 70.

Estão falando em 300 milhões de dilmas para um período de dois ou três anos de obras no autódromo. A primeira fase, pelo jeito, será emergencial para receber a Indy. Depois a reforma continua, de acordo com as necessidades. Faltam detalhes. Inclusive de quem paga o quê.

O prazo é bem curto. Tomara que saia. O governo pagar a reforma é natural, afinal trata-se de um equipamento público. Mas seria interessante discutir as prioridades da cidade antes. De qualquer forma, tendo ou não a Indy, a reconstrução do autódromo de Brasília é uma necessidade.

ATUALIZANDO…

Chegou um press-release da Bandeirantes com mais alguns dados, a saber:

– O contrato entre Indycar, Band e governo do DF vai até 2019.
– Segundo o vice-presidente da emissora, Marcelo Meira (tio do ex-piloto de Indy Vitor Meira), o investimento do grupo será de 60 milhões de reais, sendo 40 milhões “injetados diretamente na cidade através da contratação de serviços, equipamentos e infraestrutura”.
– Ainda de acordo com Meira, esse valor inclui “investimento em equipamentos de última geração para a transmissão de TV, apoio para a instalação das equipes com garagens e escritórios, montagem do race-control, montagem de apoio médico-hospitalar e instalação de ações comerciais”.
– Mas eu gostei mesmo disso aqui: “Apenas para abrigar as equipes, que chegarão à cidade com alguns dias de antecedência, são necessários cerca de 2.400 room nights”. “Room nights” é o máximo.

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