FOTO DO DIA

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Para homenagear os 30 anos da primeira vitória de Ayrton Senna em Mônaco, Cacá Bueno vai correr com essa pintura em Santa Cruz do Sul na próxima etapa da Stock. Os caracteres da Cimed, a patrocinadora e dona da equipe, lembram os cigarros Camel. Macacão amarelo, também. Que será leiloado depois da corrida com renda revertida para o Instituto Ayrton Senna. Ficou legal.

Comentários

  • Eu gostava muito do Senna e de suas façanhas.
    Mas de uns anos para cá comecei a perder o encanto, graças à extrema badalação que ele vem sofrendo, sem poder desfrutar dela.
    Vejo, sim, uma série de aproveitadores abusando do seu nome, alavancando uma massa de novos admiradores, ao mesmo tempo que enoja aqueles aficcionados contemporâneos de suas conquistas, que viram o que ele, Nelson e Emerson fizeram, com as mesmas importâncias.
    E se ninguém explicar, poucos vão associar esta “homenagem” da Cimed ao Ayrton, muito menos à sua primeira vitória numa das pistas mais chatas da F1, onde menos se exige da habilidade de um piloto.
    É só mais um exemplo de conceitos de valores equivocados da humanidade.

  • Flávio, me tornei um fã e admirador dos teus textos, opiniões e formas como as expressa. Mas hoje vou discordar: essa “homenagem” está ruim, feia, uma merda mesmo!
    A logomarca e cores dos cigarros Camel é icônica, assim como tantas outras marcas mundiais de cigarros. A ideia do João Adibe (se é que foi dele) foi péssima. Essa pintura ficou com cara de puxadinho, de jeitinho brasileiro, um arremedo de falta de criatividade.
    Se é para reverter em favor do I.A.S., que fosse feito um conceito novo usando o personagem Senninha, por exemplo. Ou então estampasse a logomarca “Senna” e seu “S” estilizado. O macacão poderia ter inspiração naquele macacão branco em que o Senna foi fotografado pela Editora Abril e revista Quatro Rodas entre o fim de 1993 e o início de 1994, antes da morte dele. Tinha patrocinadores pessoais de marcas famosas: Hugo Boss, Tag Heuer e o extinto Banco Nacional (se não me engano).
    Ou então fizesse uma releitura do layout do capacete no carro todo (ali na lateral inferior parece que há um detalhe inspirado nisso).

    • Mesmo sendo fã do Piquet (gênio no volante ), não esqueço do Emerson nem o coloco abaixo. Quem foi bi-campeão por duas marcas diferentes na F1 e também campeão fórmula indy e 2 vezes vencedor da Indy 500 (só não ganhou a terceira porque desconcentrou por reduzir muito o ritmo para não botar uma volta em cima do colega de equipe) não pode ser desprezado.
      Mas o Lotus 97T era perfeito para os circuitos de rua.