Comentários

  • Nada pode ser mais ridículo. Talvez os jogos violentos, de lutas, mortes e o cacete!
    Corridas?! Nem pensar. Claro que é legal o uso do simulador. Mas para por aí.
    Melhor um autorama.

  • A dúvida que eu tenho é sobre a possibilidade de, após esse festival de corridas virtuais, com a retomada da “normalidade”, com corridas em autódromos, algum piloto executar na pista, ainda que inconscientemente, alguma manobra insana, colocando sua vida e a dos demais pilotos em perigo.

  • Eu achei legal de assistir as corridas, porque teve bastante engajamento dos participantes, na Nascar, Indy, V8 Supercars, foram grid completos com quase todos os pilotos reais participando e convidados decentes. Os pilotos sendo filmados, mostrando seus patrocinadores, engenheiros, spoters e transmissão ao vivo pela TV. Até briga pós corrida teve, no caso, na Indy com o Norris, rendeu até matéria na Autosport falando sobre o caso com o tema, até é onde é vídeo game e comportamento de pilotos durante a corrida. Já o piloto da Nascar, Kyle Larson, perdeu o emprego na Ganassi, porque falou palavra racista enquanto jogava.
    E uma vantagem que o automobilismo tem é o o único esporte, onde no meio virtual, você tem quase a mesma sensação de ação, podemos ter volante e pedaleira e jogar, não da para fazer a mesma coisa com outro jogo.

  • Para mim o Hamilton não é uma boa referencia do mundo virtual, porque ele cresceu no real não nos games. É mais interessante ouvir o Igor Fraga comparando a corrida real com a virtual, já que ele é muito bom piloto em ambas e defende os dois lados. Ele diz que são corridas diferentes sim, com toda certeza, mas que podem ser “complementares” entre si. Por exemplo, ele diz que é diferente (diz até “mais fácil”) ajustar um carro real porque o carro real fornece mais informações sensoriais do que o carro virtual (força do volante, aderência do pneu, etc.). Assim, essa experiência que tem com carros reais o ajuda a configurar o carro no virtual, já que esses ambientes tentam sempre copiar o real. Porém, no jogo virtual, ele é o próprio engenheiro e precisa pensar e dominar as configurações e estratégias. Hoje, as informações e variáveis dos carros virtuais são bastante similares a dos carros reais. Na corrida real, há engenheiros para pensar isso para você, mas sua experiência no virtual oferece um bom senso de quais informações um engenheiro espera receber. Muito interessante essa visão. Eu não entendo nada, mas se o que ele diz é verdade, um piloto do mundo real que treina e ganha seriamente em corridas virtuais pode realmente desenvolver ou ter uma vantagem pelo treino de sua “mentalidade”. Mas é evidente que, um piloto virtual colocado no mundo real não vai dar certo, porque deve faltar a ele toda a bagagem do mundo real. Acho que essa receita só vai dar certo se treinar os dois ao mesmo tempo, o que é realmente o caso dele.

  • Legal Flávio, nunca tinha ouvido sua opinião de uma forma mais elaborada sobre o tema. Concordo 100% com vc, e olha que sou um jogador assíduo. É importante destacar que o que essas corridas virtuais de F1 são arcade, os carros são indestrutíveis e a física não é a mais realista. Eu jogo o iRacing, que é muito mais realista.
    Vi um vídeo de uns 8 anos atrás e pegaram o melhor piloto de um determinado tipo de formula (acho que era um f3) no iRacing e colocaram no mesmo carro num circuito real. O cara deu três voltas e vomitou nele mesmo! Uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa, não tem como. Ainda assim, me divirto pacas com os simuladores!

    Abração

  • Fala Flávio! Sou grande fã do seu trabalho e do seu blog. Tenho uma sugestão para os vídeos do GP às 10: é possível tirar a música de fundo? Acho meio irritante essa mesma melodia durante 10 ou 15 minutos, tirando o foco da sua fala. Ah, parabéns pelo cadeira cativa…sensacional! Se vier (de novo) à Montreal me avisa! Abs

  • Também acho, é bacana, mas é apenas um entretenimento para não deixar esfriar a “marca F-1”.

    Certamente os simuladores de fábrica são muito mais sofisticados e eficientes do que os usados no entretenimento dos GP´s Virtuais.

    Deu saudade do GT5 on-line. Era um pega para capar no Oval de Daytona.

    • Sempre me perguntei sobre o simulador ser tão preciso quanto a realidade. E concluo que não é, porque o risco não é real, de forma que a ação tomada no simulador pode ser mais ou menos arriscada que aquela que se tomaria na realidade, que exige todo um conjunto de sentimentos em uma situação-limite, considerando-se as consequências.
      Segurar um joystick, uma airsoft ou um volante que reproduzam fielmente seus equivalentes reais em um jogo não traz a mesma sensação de realidade que segurar os equipamentos reais em momentos de tensão idem. Ainda que os e-sports sejam hoje eventos milionários e tal, o game over não é tão mau quanto perder um título na vida real. Ou a própria vida.