DICA DO DIA

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Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

4 Comentários

  • História fantástica! Bebi cada palavra como um bom vinho!
    Como marido de uma pessoa com deficiência, eu fico feliz de verdade com qualquer iniciativa que venha a auxiliar quem tem alguma deficiência. Não sabia dessas luvas biônicas do JCM. Vou procurar! Qualquer coisa que dê o mínimo de autonomia e qualidade de vida para um deficiente é como água fresca pra alguém no deserto. Tomara que seja viável financeiramente. Até porque tudo pra deficiente é mais caro…
    E fantástica a história do engenheiro. Sim, é o avô do Halo, com muita honra! Que siga criando e deixando seu legado para futuras gerações.
    No Brasil não temos só ignorantes e beócios. O problema é que eles ganharam mais voz do que deveriam. Mas temos tantas mentes brilhantes aqui – e muitas vivem anônimas – que nos tornarmos uma potência em todos os sentidos não deveria ser uma questão de “se”, mas de “quando”. Isso, se os cientistas não entrarem em extinção devido a falta de recursos e condições por aqui…

  • Essa reportagem é sensacional, história linda e muito bem contada. Infelizmente esse nível de jornalismo faz falta nesse mundo afora. Ainda bem que no Grande Prêmio jornalismo de verdade não foi extinto.

  • Flavio, boa noite. Avise ao Fernando Silva que tem um erro “bizarro” no texto dele… …”Com muito esforço e estudo, Bizarro alcançou o objetivo ao desenvolver o protótipo em que a pessoa, que por dificuldades motoras ou neurológicas fica a maior parte do tempo com as mãos fechadas,…”. Merece ser corrigido!

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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