GP ÀS 10: BEE GP

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Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

3 Comentários

  • Olhos de Lince a 250 km/h viu que era uma abelha ,SAPATOS vai ser estudado pela Nasa , pra que o Hubble para investigar novos Planetas no espaço? Botas fará sozinho a olho nu a bagaça toda ,realmente incrível esse Finlandês ,um verdadeiro “Chavequeiro” de meia pataca ,que nem a família dele acredita no que fala ,mas um ótimo personagem pra divertir a todos nós. Abraço Flavinho.

  • Quanto as luvas, duas opções:

    1) Protocolo contra a COVID-19 (algum maluco pode ter falado que o vírus presente na mão do piloto pode ir numa gota de champanhe e infectar alguém no pódio… neura elevada a enésima potencia. Acho que é isso, basta ver que todo mundo esta protegido nessa hora, e o piloto com a mãozona pegando tudo sem proteção alguma, nesse caso faz mais sentido continuar com a luva recheada de patrocinadores do que enviar uma luva descartável para a cerimônia).
    2) Os patrocinadores que já infestam as luvas querem aparecer também na Festa do Pódio

  • Minha teoria sobre as luvas no pódio. Se não me falha a memória, pela primeira vez em 2020 tivemos alguém que não é do circo da F-1 entregando os troféus.Ele se chama Dmitry Kozak: Deputy Chief of Staff of the Presidential Executive Office.

    Ele estava usando luvas e fez questão de cumprimentar, tocando as suas mãos nas dos três pilotos que subiram ao pódio. Portanto, para evitar uma possível transmissão do coronavírus, ele e os três pilotos usaram luvas. Não li isso em nenhum lugar. É apenas achismo, e como não sou dono da verdade, posso estar errado.

    Por ser um deputado ligado ao assassino Vladimir Putin, pode ser que a presença desse político, no pódio, tenha sido até uma solicitação do próprio Putin. Devido ao medo de alguém da Liberty Media ser envenenado, eles aceitaram a presença do político.

    A presença no pódio de apenas uma pessoa entregando o troféu para os três pilotos, parece ser um recorde, algo inédito. Antes da Pandemia, três políticos e/ou celebridades entregavam os troféus.

    O cancelamento do GP do Brasil só teve um único lado positivo: nós não veremos o psicopata, ditador, homofóbico, analfabeto e racista Jair Bolsonaro, entregando um troféu.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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