Comentários

  • Muito disso tem a ver com segurança. A 312T é linda, claro, mas é uma cadeira elétrica também, como todos os carros pré-fibra de carbono.
    Poderia haver menos penduricalhos aerodinâmicos e mais uma fornecedora de pneus.

  • Quer retornar à racionalidade?
    E só proibir aquela cintura de Coca-Cola após o cockpit.
    Quem tem alguma noção de aerodinâmica sabe do que estou falando.
    E o aerofólio dianteiro “Gilette GIII” também. Asa biplano traseira idem. E todos os penduricalhos que fazem uma asa de Lear 25 parecer de aeromodelo. E por favor: liberem o uso de todos os tipos de motores! Quer testar 2T, diesel (com combustível comercial), turbinas como o Chapman ousou um dia, ok. E finalmente pneus de rua ( é muito arrojo!). Com competição entre os fabricantes. Quem usou um dia um Firestone Wide Oval sabe do ganho para os consumidores da competição.
    A 312T sempre fica mais bonita com um piloto “selvagem” como o Regga ou Villeneuve!

  • Por outro lado, tem a questão da segurança. Antigamente o piloto ficava com os pés na ponta do bico do carro e o tanque de combustível quase dentro do cockpit. Os carros maiores têm uma grande área deformável que evita que o piloto sofra impactos mais diretos em acidentes. O que eu acho que podíamos retomar é a simplicidade mecânica e aerodinâmica de outras épocas. Ah, e basta de pneus feitos de borracha escolar colorida com 50 tipos de compostos… na minha visão, a coisa tinha que ser binária: pneu macio pra quem quer andar rápido e fazer pit stop, pneu duro pra quem quer fazer a corrida toda sem parar.

  • Como eram lindos os antigos F1. Tinham personalidade, apesar de faltar segurança. Pilotos faziam muita diferença, e tinham que ter muito, mas muito talento para domar essas máquinas completamente. Não eram qualquer um que conseguia fazê-lo de forma majestosa. Aqueles que sobreviveram aos anos mortais tiveram muita sorte.

  • A era dos pioneiros se foi, impossível ser diferente. Uma hora o primor do esforço humano é suplantado pela máquina, como na pintura, no teatro… cabe agora ao humano encontrar o que ele possui de imponderável e se reinventar na F1. Noris, Hamilton e Verstappen vêm nos encantando bastante. O que mais me angustia na categoria não são as novas máquinas, mas a massificação do entretenimento americano que pasteuriza tudo que toca. Há possibilidade de a F1 sucumbir a ele, Flávio?

  • Esses carros de hoje são um lixo, em termos tamanho, de estética, som , competitividade, e mais ainda em termos de exigência para os pilotos. Já faz um tempo que a diferença de habilidade dos pilotos é totalmente desproporcional a diferença de desempenho entre eles.
    E com esse tamanho de caminhão, as pessoas ainda não sabem porque está tão difícil ultrapassar….