N’UOL

Minha coluna desta semana no gigantesco portal, para quem não leu, está aqui. Fala sobre “Drive to survive”. Aproveitem e assinem a newsletter, vocês podem receber meus textos do UOL todos os domingos à noite.

Subscribe
Notify of
guest
3 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Marcus
Marcus
2 meses atrás

***** Alerta de Spoiler *****

No fim do último episódio da nova temporada, o Toto Wolff diz que todas as equipes terão alvos em suas costas. Ele pronunciou a frase com uma cara que nenhum vilão, em qualquer dos filmes de James Bond, conseguiu fazer. Nota 10 na escala Francisco Cuoco de canastrão.

Esse cara teria um futuro no cinema.

Last edited 2 meses atrás by Marcus
Ricardo Murilhas
Ricardo Murilhas
2 meses atrás

Flavinho, nos últimos tempos do Bernie, a F1 tinha se convertido num evento para tiozões, baseado na queima de combustível fóssil e desperdício de borracha. As novas gerações não se interessavam, afinal nem se ligam tanto em carro. Mesmo para se locomover, preferem Uber, bicicletas e patinetes.
Além disso, as transmissões de TV focavam única e exclusivamente na disputa da ponta, do título. Até para os patrocinadores, estar presente numa equipe de meio de pelotão era mal negócio, pois nem apareciam nas transmissões.
A série Drive to Survive abriu espaço para novas narrativas, como a disputa para chegar em 10º e, assim, conseguir pontuar, ou a luta pela sobrevivência das equipes nanicas.
Em paralelo, apresentou ao mundo o tal “lado humano” dos pilotos. Hoje não são só Hamilton ou Verstapen que são conhecidos, mas Tsunoda, Ocon, etc, o que é muito bom para negócio como um todo.
Isso abriu espaço para a popularização do esporte, através da mudança do comportamento do consumidor, o que eu sinto dentro da minha própria casa. Há alguns anos, meus filhos sequer sabiam quem era Hamilton e hoje sabem quem são e torcem por Ricciardo,e Albon. E, convenhamos, no caso do público brasileiro, a série ajudou a despertar interesse mesmo sem um piloto brasuca no grid. Quer dizer, tanto faz ter o Pietro lutando para ficar em penúltimo, pois aprendemos a gostar dos outros pilotos, independentemente da nacionalidade.
O problema é que como toda atração ou reality show, a série está começando a ficar repetitiva, mais ou menos como um Masterchef, que causou furor no início, sobreviveu relativamente bem durante alguns anos e agora virou paisagem na TV. Esse é o grande desafio para os produtores.
Abração!

Marcus
Marcus
Reply to  Ricardo Murilhas
2 meses atrás

A série é de uma cretinice e cafonice sem tamanho, bem ao estilo americano de espetáculo. Roteiros idiotas, momentos involuntariamente cômicos, pilotos e chefes de equipes pagando micos e entediando uns aos outros.
Mas dada a boçalidade do mundo atual, ela cumpre bem o papel de apresentar a F1 para a geração do Netflix, como você escreveu. E é melhor entretenimento que qualquer coisa nas TVs aberta e fechada.