SPGP (3)

Postagem de Norris: “Dois campeões mundiais e eu”

SÃO PAULO (gracias) – Max Verstappen isolou-se como quarto maior vencedor da história da F-1. Ganhou o GP de São Paulo, em Interlagos, e foi a 52 vitórias na carreira. Agora tem, à sua frente nas estatísticas, Lewis Hamilton (103), Michael Schumacher (91) e Sebastian Vettel (53). O holandês deixou Alain Prost para trás. Foi sua 17ª vitória em 20 corridas neste ano – recorde dele mesmo agora ampliado, o de triunfos na mesma temporada.

Mas o nome do domingo de sol e calor no autódromo paulistano foi Fernando Alonso, terceiro colocado – o segundo foi Lando Norris, da McLaren. Graças a ele, a prova ganhou em empolgação nas últimas voltas, com o espanhol da Aston Martin se defendendo de forma brilhante de Sergio Pérez, da Red Bull. Defendendo e atacando, também. Porque Fernandinho chegou a perder a posição na penúltima volta, mas foi buscar sua taça na última, com a garra de sempre. A atuação do asturiano justificou o ingresso para um GP que não foi exatamente um primor de emoções, mas acabou sendo salvo por Alonso. No fim das contas ficou na média de um campeonato que entrará para os anais como um samba de uma nota só.

Leclerc volta a pé: abandono antes da largada

E até que Interlagos deu a sensação de que iria pregar suas peças antes mesmo da largada, com um “momento Hardy” de Hanna Barbera. No Laranjinha, Leclerc, segundo no grid, foi reto e bateu nos pneus na volta de apresentação. Oh, vida, oh, dia! “Por que tenho tanto azar assim? Por que sempre comigo?”, lamentou-se pelo rádio. Chaleclé perdeu todo o sistema hidráulico de sua Ferrari. Uma pane que deixou a direção ficou pesada como a de um FNM e fez as rodas traseiras travarem. Alarmes tocaram. Trombetas do apocalipse soaram. Pifou tudo. O ferrarista conseguiu colocar o automóvel numa agulha de resgate, tirando-o da pista. E, assim, a largada foi dada. Para, pouco depois, parar tudo de novo.

Às explicações.

Assim que se apagaram as luzes vermelhas, Verstappen pulou muito bem e Alonso, com um buraco à frente pela ausência de Leclerc, muito mal. Stroll, terceiro no grid, também parecia tirar um ônibus da garagem, tamanha a demora para sair do lugar. Norris aproveitou, passou o espanhol e o canadense e conseguiu fazer o S do Senna na segunda posição. Era o melhor cenário possível para buscar um pódio. Hamilton veio junto, em terceiro.

Mas, um pouco atrás, Albon tocou em Hülkenberg – ou foi tocado –, apontou para dentro e Magnussen bateu nele. Ambos foram parar na área de escape do S do Senna. Um pneu voou e atingiu o carro de Daniel Ricciardo. Imediatamente, o safety-car foi chamado. Na sequência, a bandeira vermelha foi acionada em todos os postos de controle. A proteção de pneus no ponto da batida teria de ser reparada, seria preciso parar a corrida.

Carro de Albon é resgatado: bandeira vermelha

Verstappen, Norris, Hamilton, Alonso e Stroll eram os cinco primeiros quando a prova foi interrompida, na terceira volta. Os pilotos voltaram ao pitlane e Piastri foi para a garagem. “Teremos de retirar o carro”, avisou o engenheiro do australiano da McLaren. Havia um problema em sua asa traseira. Mas como a corrida foi paralisada, alguém teve a brilhante ideia de tentar solucionar o problema. Talvez desse tempo. E deu. Mas ele acabaria fazendo apenas figuração na prova.

Cabe destacar que, de maneira até surpreendente, quase todos os pilotos foram para a corrida com pneus macios, que iriam durar muito pouco – coisa de 20 voltas num estado minimamente aceitável de performance e desgaste. Mas a experiência da Sprint, na véspera, mostrou que dava para começar com eles.

Enquanto a nova largada não era dada – a paralisação foi de quase meia hora –, os organizadores aproveitaram para informar que, nos três dias do evento, 267 mil pessoas estiveram em Interlagos para ver o GP. Que, hoje, não é mais chamado de GP do Brasil, e sim de GP de São Paulo. E não GP São Paulo, sem o “de”, como eu vinha escrevendo. Adotarei essa forma, “de São Paulo”, respeitando os caracteres da transmissão oficial. Virou zona, esse negócio do nome da corrida. Lembro que, no passado, muita gente chamava a prova de “GP Brasil”. E eu insistia: “Do Brasil”. Como “da Hungria”, “da Alemanha” e “dos Estados Unidos”. Mas brasileiro tem mania de cortar palavras, sílabas, letras. Um inferno.

O novo grid foi formado com as posições da terceira volta. Piastri conseguiu colocar o carro na pista, assim como Ricciardo, apesar do pneu que acertou sua asa traseira. Ambos largaram do pitlane.

Max partiu bem de novo, assim como Norris. Na freada do Lago, Alonso passou Hamilton e foi para terceiro. O único piloto na pista com pneus médios era Piastri. Os demais permaneceram com os macios.

Na sexta volta, em quinto, Russell entrou no rádio. Estava atrás de Hamilton. “Pessoal, vamos trabalhar juntos, em equipe. Aprendi isso num curso de coaching. Não vou atacar meu colega. Afinal, somos colegas. O ambiente na equipe é importante. A harmonia, a camaradagem, uma certa cumplicidade. Valorizo muito isso, tomar um café na copa, conversar sobre o trabalho, a vida…” “Cala a boca, George”, pediu Toto Wolff, desejando ter esticado suas férias recém-interrompidas.

Norris se insinua sobre Verstappen: durou pouco, a esperança de disputa

Norris não deixou Verstappen escapar. Na volta 8, desandou a abrir asa e tentar a liderança. Ali, parecia que teríamos uma corrida. Então, alguém avisou o tricampeão que ele não estava sozinho na pista. “Max, há um automóvel de cor laranja atrás do seu. Me parece que ele quer passagem, você poderia dar uma olhadinha?”, pediu seu engenheiro. O holandês, que estava mudando de playlist no novo equipamento de som, por bluetooth, deu uma espiada no retrovisor. Percebeu que havia, sim, um carro por perto. Acelerou. Duas voltas depois, a diferença para Landinho, que era de 0s7, subiu para 2s2. Acabou a corrida.

Enquanto isso, Russell seguia narrando o evento pelo rádio. “Pessoal, aqui é George falando, tudo bem?” Ninguém respondeu. “Vocês sabem que sou eu, seus pândegos!”, descontraiu. “Bom, é o seguinte… Atrás de mim há um mexicano. À frente, um inglês, como eu. Eu jamais atacaria um compatriota. Menos ainda sendo ele da mesma equipe que a minha. Mas o rapaz latino-americano – notem, eu disse latino-americano, e não sul-americano como aquele cidadão da outra equipe, aquele que tem um olho só – está a me pressionar. Vocês sabem, México, cartéis… Viram ‘Breaking Bad’? Eles são implacáveis. Não perdoam. Como dizem, ‘passam no fogo’. Será que não é o caso de…”, e foi quando Toto Wolff, de novo, pediu para ele calar a boca.

Russell x Hamilton: muito falatório e pouca performance

Enquanto discursava, na volta 14 Pérez passou. Assumiu o quinto lugar. George voltou ao rádio. “Mas não éramos uma equipe? Lewis não deveria me ajudar? Aqui é cada um por si, é isso? Vejam, no meu curso de coaching aprendemos que…”, e aí Toto Wolff ordenou: “Desliguem o rádio dele, pelo amor de nosso senhor Jesus Cristo”.

Na volta 18, Checo passou Hamilton no S do Senna, assumindo o quarto lugar. Lewis até tentou dar o troco, mas não tinha carro para isso. No fim da volta, foi para o box trocar pneus. Na 19ª, a Mercedes chamou Russell. “Quando parar, gostaria de discutir algumas coisas, alguns pontos que me parecem…”, mas não deu tempo de terminar a frase, os pneus estavam trocados e ele voltou à pista em 11º, atrás do companheiro de equipe.

Os pit stops começaram em ritmo intenso. Pérez parou na volta 21. Quando voltou, estava atrás de Hamilton de novo. Na 23ª, recuperou a posição. Mais atrás, o prolixo Russell perdia a posição para Stroll. Logo depois, o canadense foi para cima de Hamilton e passou também. A Mercedes se arrastava.

Verstappen comemora: 17 vitórias na temporada

Na volta 28, Verstappen e Norris pararam juntos. Ambos colocaram pneus médios. Após o pit stop, Max aumentou sua diferença para Lando para mais de 5s. Alonso seguia firme em terceiro, em sua melhor corrida desde o GP da Holanda, em agosto. Pérez, Stroll, Hamilton, Russell, Sainz, Ocon e Bottas completavam os dez primeiros, todo mundo com pneuzinho trocado. Mas o espanhol da Aston Martin seria ameaçado, em algum momento, pela Red Bull de Checo.

Em sétimo, colado em Hamilton, Russell tentou contato com a Mercedes pelo rádio. Como ninguém respondia, telefonou. Atendeu uma plantonista em Stuttgart. “Gutten Nacht!”, arriscou o piloto, em alemão. “Aqui é o George!” A moça perguntou qual George, mas logo se arrependeu de iniciar um diálogo àquela hora e emendou, antes que o outro dissesse qualquer coisa. “Olha, hoje é domingo, não tem ninguém na fábrica, liga amanhã”, e bateu o fone na cara dele.

Na volta 35, Sainz passou Russell. Lá em Stuttgart, vendo a corrida em sua salinha, a atendente resmungou: “Esse cara é muito fraco, tá louco…”. E continuou a lixar as unhas, esperando o plantão acabar. Sem prestar muita atenção à TV, que estava sem volume, nem percebeu quando, duas voltas depois, o espanhol da Ferrari passou Hamilton, também, assumindo a sexta posição. Mas ela jamais diria uma palavra desairosa sobre Lewis. No ano anterior, quando o piloto visitou a fábrica, ganhou um autógrafo na camiseta e um beijo do heptacampeão que ela se gabava às amigas ter sido quase um selinho. “Pegou de lado”, jurava. A telefonista amava Hamilton. Até tatuou #44 nas costas. Uma tatuagem pequena, mas bem feitinha.

Russell: no fim, abandono com problemas de motor

Bottas, que chegou a andar nos pontos, abandonou na volta 41. Era o quinto carro fora da corrida, já que seu companheiro Zhou parara pouco antes. Àquela altura, a única briga de alguma relevância que se desenhava era pelo terceiro lugar, com Pérez chegando em Alonso para tentar um trofeuzinho. Bem mais atrás, Russell era ultrapassado por Gasly, na volta 43. O domingo da Mercedes era uma tragédia. Na volta 46, já ameaçado por Tsunoda, o inglês parou pela segunda vez. E colocou pneus macios.

Pérez fez o mesmo na volta 47 para tentar atacar Alonso na parte final da prova. A segunda bateria de pit stops começou, com Hamilton vindo na sequência. Os macios, ainda que usados, foram a escolha de todos nas paradas derradeiras. Alonso foi para os boxes na volta seguinte à do mexicano, para não perder a posição. Voltou à frente. Mas ainda muito ameaçado.

Por várias voltas, Pérez x Alonso concentraram as atenções no autódromo. Valia lugar no pódio. Na volta 57, Verstappen foi para seu segundo pit stop. Tinha um jogo de pneus macios novinho em folha, com etiqueta e tudo, para a parte final da corrida. Seu companheiro continuava atiçando o veterano da Aston Martin. Norris, líder provisório, era o único na pista com apenas uma parada.

Na volta 59, a Mercedes chamou Russell para os boxes. “De novo?”, questionou o piloto. “Vejam, nossa posição não é boa, mas temos de respeitar o esporte, a competição. No meu curso de coaching aprendi que não se deve desistir até o último…”, e foi quando Toto Wolff perdeu a paciência e gritou: “George, sai do carro e fica quieto!”. O inglês abandonou, com alegados problemas no motor.

Os dez primeiros em Interlagos: Alpine com dois nos pontos

O último pit stop da prova foi feito por Norris na volta 60. Voltou em segundo, a mais de 11s de Verstappen. Atrás deles, Alonso resistia bravamente aos ataques de Pérez, usando toda sua experiência e a malandragem adquirida na adolescência nos becos escuros de Oviedo. Checo abria a asa nas retas, tentava, tentava, mas não conseguia se aproximar o suficiente para tentar uma manobra decisiva. Dava gosto de ver Alonso: frio, calculista, talentoso, escolhendo trajetórias diferentes e enlouquecendo o rival.

A agonia da Red Bull deu a impressão de que chegaria ao fim na penúltima volta. Pérez passou no S do Senna, conseguiu se defender na Reta Oposta, mas… O outro ali era Alonso. Ele é espanhol e não desiste nunca, como diz a canção. Na última volta, o carro verde #14 embutiu em Pérez e, na freada do Lago, por fora, o bicampeão retomou o terceiro lugar. Recebeu a bandeirada 0s053 à frente de Checo, que teve de se contentar com o quarto lugar. Um pódio gigantesco de Fernandinho. Troféu suado, mas muito merecido.

Verstappen e Norris ficaram em primeiro e segundo, resultado até previsível por tudo que aconteceu ao longo do fim de semana. Depois de Alonso, na zona de pontos, vieram Pérez, Stroll, Sainz, Gasly, Hamilton, Tsunoda e Ocon. A luta pelo vice de pilotos segue aberta, mas Checo abriu 32 pontos e, agora, dificilmente perde o segundo lugar. Ele tem 258 pontos, contra 226 de Hamilton. Alonso (198), Norris (195) e Sainz (192) travam uma boa disputa pela quarta posição. Entre as equipes, a Mercedes segue com 20 pontos de vantagem para a Ferrari: 382 x 362. Faltam duas provas para o fim do campeonato, em Las Vegas e Abu Dhabi.

Alonso subiu ao pódio pela oitava vez no ano e colocou na estante seu 106º troféu. Ele empatou com Prost nessa estatística na quarta colocação. Só Hamilton (197), Schumacher (155) e Vettel (122) subiram mais vezes do que eles no pódio. Como o asturiano ainda tem pelo menos mais um ano de contrato com a Aston Martin (o terceiro é opcional, mas tudo indica que ele seguirá correndo em 2025, apesar de já estar com 42 anos de idade), as chances de juntar mais algumas taças é muito grande.

O que seria ótimo. Alonso é um piloto bom demais para ter seus números desinflados pelas temporadas erráticas que disputou pela McLaren, Renault e Alpine. O que fez hoje em Interlagos é coisa de gênio.

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Jose Carlos
Jose Carlos
7 meses atrás

Buenas! Um dos melhores posts que eu já li; o senhor estava de bom humor, hein? Parabéns

Marcus
Marcus
7 meses atrás

Bom, haja o que houver na F1, uma coisa é sempre certa: o Hulkenberg não vai perder o bv de pódio.

Luiz
Luiz
7 meses atrás

Nenhuma palavra sobre o hino nacional by Ludmilla??

O crítico
O crítico
Reply to  Luiz
7 meses atrás

Aqui várias. A maioria idiotas.

Marcos Bassi
Marcos Bassi
7 meses atrás

Não me preocupa a diferença da RedBull…me preocupa a reserva que a RB parece ainda ter…eles controlam como querem…aceleram quando é necessário e poupam quando preciso. Junta o carro estratosférico com um piloto pica das galáxias…e é isso. Seu segundo piloto é tão medíocre quanto foi Bottas, Rubinho, Berger, Patrese…corretos, algumas vezes emocionantes…mas na média…medianos…sempre com desculpas prontas…(acho a vitória do Rubinho a mais emocionante entre todas dos brasileiros…na Alemanha 2000). Sempre que vejo corridas…ora com Hamilton, ora com Alonso…talvez Norris, talvez Russell…que podem competir contra Verstappen. Esperar que todos eles acertem os carros pro ano que vem…

Rael Gugelmin Cunha
Rael Gugelmin Cunha
7 meses atrás

Uma pena, não consegui ver a corrida ontem: vou procurar os melhores momentos – vulgos Highlights – no Youtube. E como sempre, conferindo aqui como foi a corrida. Que em 90% dos GPs de 2023, tiveram o texto aqui muito melhor do que a corrida em si!

lagebeer
lagebeer
7 meses atrás

Como Austin Powers dizia, o Alonso ainda tem o “mojo” intacto

Raul
Raul
7 meses atrás

Alonso, estou começando a me cansar de não gostar de você.

Donizete
7 meses atrás

GP DE SÃO PAULO DE FORMULA1
A NATA DO BRASIL MUITO BEM REPRESENTADA.
ainda bem que não foi pro rio seria um vexame

Luis Felipe
Luis Felipe
7 meses atrás

Adoro ler os textos do Flavio.
Muito engraçado.

Barreto
Barreto
7 meses atrás

Impressionante o quanto Verstapen abriu de diferença em cada uma das largadas. Parecia carros de categorias diferentes.
Todos tiveram apenas um treino para acertar os carros, mas como os caras da Mercedes conseguiram errar tanto e nos dois carros. Parecia que tinha um para quedas amarrado numa bigorna em cada carro.

Paulo Dantas Fonseca
Paulo Dantas Fonseca
Reply to  Barreto
7 meses atrás

Na realidade é isso mesmo Red Bull, na séria A, o resto é Série B.

Percival
Percival
7 meses atrás

Como sofre a torcida anti MAX!!!!.
E Tsunoda quase conseguiu espetar o Hamiltinho denovo faltou umas três voltas tá virando freguês.
FLA tu mostrou mesmo como o George é tratado dentro da Mercedes
Aston Martin voltou a andar bem
Não tem corrida chocha em Interlagos
Perez não brilhou mas garantiu bons pontos pra ser você

O crítico
O crítico
Reply to  Percival
7 meses atrás

E como deliram os racistas haters do Lewis. Nem se preocupam mais em disfarçar.

CHAGAS
CHAGAS
7 meses atrás

Calma que alguém ainda pode ser punido.

sargeant.jpg
Marcus
Marcus
Reply to  CHAGAS
7 meses atrás

Eu falei que o Drugovich não pilotaria como titular no ano que vem.

CHAGAS
CHAGAS
Reply to  Marcus
7 meses atrás

Sim, me lembro bem. O cara do pode tirar o cavalinho da chuva e o gato no telhado. Aquele que fez questão de salientar que Drugovich na Williams seria pachequismo.
Bom, querer um piloto melhor no lugar de Sargeant esta longe de ser pachequismo. Com o aporte que o brasileiro tem, as chances ficaram mais reais e não um sonho dos “carentes brasileiros”.
Por fim se as metas da Williams for o rapaz classificar em ultimo, brigar pra não ser o ultimo, e não bater mais, você acertou em cheio.

Marcus
Marcus
Reply to  CHAGAS
7 meses atrás

Aos fatos: lógico que o Drugovich é melhor piloto que o Sargeant. Mas simplesmente não interessa à F1, à Williams e nem à Aston Martin que ele pilote como titular. E ele cometeu um erro que pode lhe custar a carreira, ao ficar na reserva da Stroll Inc.

CHAGAS
CHAGAS
Reply to  Marcus
7 meses atrás

https://www.grandepremio.com.br/f1/noticias/felipe-drugovich-impressiona-mais-que-mick-schumacher-e-entra-no-radar-da-williams-em-vaga-valiosa/
No fim de setembro houve o interesse. Após a noticia, a Williams tratou de vir a publico reforçar o interesse na continuidade de Sargeant desde que o rapaz atingisse metas.
Esse comentário seu de que não há interesse, segue o mesmo parâmetro de suas linhas sempre exageradas “pode tirar o cavalinho da chuva” “o gato subiu no telhado” “Drugovich na F1 delírio de pachequista”.
Reforçando: só espero que as metas para Sargeant não sejam essas performances ridículas que esta tendo. Sova atrás de sova de um companheiro de equipe que ate agora quando realmente desafiado, perdeu.

Last edited 7 meses atrás by CHAGAS
Fernando
Fernando
7 meses atrás

As melhores corridas são as q há briga pela 1. Posição. Entretanto achei a corrida muito boa, várias disputas, carros fortes no início abrindo caminho e depois perdendo rendimento, várias ultrapassagens em diversos ptos do circuito, além de ultrapassagem e “re-ultrapassagem” algo raro na F1 atual.

Danilo
Danilo
7 meses atrás

Alonso fantástico. Será q disseram para o Norris q aquele time q ele vestiu a camisa não tem mundial?

Chupez Alonso
Chupez Alonso
7 meses atrás

E não podemos esquecer de fazer uma menção honrosa ao nosso herói tupiniquim, que desta feita chegou à frente do Tsunoda.

Parabéns!

IMG_6126.jpeg
Valmir Passos
Valmir Passos
Reply to  Chupez Alonso
7 meses atrás

Haha, o marqueteiro se deu mal.

O crítico
O crítico
Reply to  Valmir Passos
7 meses atrás

Babete detectada.

O crítico
O crítico
Reply to  Chupez Alonso
7 meses atrás

E o Fernando, hein, lady baba? Ah, agora é momento de ser racista.

Paulo Dantas Fonseca
Paulo Dantas Fonseca
7 meses atrás

GP DE SÃO PAULO; O tri-campeão deu um show. Max soberano, Lando resultado espetacular da Mclaren, El Fodón, ( foi o melhor de todos). O que eu gostei o melhor de tudo fica por conta de FERNANDO ALANSO, do que eu não gostei o absurdo fracasso da equipe Ferrari com o carro de Charlinho.

Ibanez
Ibanez
7 meses atrás

Alonso.
Gênio

karlo domenyco
karlo domenyco
7 meses atrás

2 com Mundial e 1 sem Mundial

Donizete
Reply to  karlo domenyco
7 meses atrás

Esses três do pódio são os melhores do mundo atualmente e não me venham com churumelas!
Flavío querido aquela falha no hino foi o sistema de som ou a cantora que se ocionou demais?

Hilton Vaz Pezzoni
Hilton Vaz Pezzoni
7 meses atrás

Alonso fan-tás -ti -co ! Me lembrou a ultima volta do Emerson nas 500 milhas de 1989. Assisti hoje no mesmo sofá e fiquei de pé também (mas a TV é nova)…..

Edson
Edson
Reply to  Hilton Vaz Pezzoni
7 meses atrás

Eita sofá bom…. indestrutível

Sergio Reis
Sergio Reis
7 meses atrás

Alonso salvou o dia!!! Tinha esperança de ver o Miltão jantar o Chaves na pontuação, mas deu tudo errado, porém veio nosso amigo e salvou o dia!!! Vibrei muito!!! A propósito, eu leio o Blog!!!

Donizete
Reply to  Sergio Reis
7 meses atrás

Vibrador a mil
Esperança de pobre nunca acaba

Celio Ferreira
Celio Ferreira
7 meses atrás

Alonso : aula de pilotagem …só que disputava com Perez…
Max imbatível …pelo menos esse ano…
Mercedes que draga heim….pior a Ferrari…
Norris o piloto do dia …

Last edited 7 meses atrás by Celio Ferreira
Edson
Edson
7 meses atrás

Não entendi porque a direção de prova não deu Red flag imediatamente, acabaram prejudicando o Ricciardo e o Piastri que voltaram uma volta atrás.
A aston martim enfim deu sinal de vida, já a Mercedes…. que lástima, apanharam até da alpine com motor de Clio.
Próxima corrida as 3h da manhã num circuito de rua mequetrefe… acho que nem vou me dar ao trabalho de acordar pra assistir, depois eu vejo aqui no blog como foi.

Alonshow
Alonshow
7 meses atrás

Muchas gracias haters. El fodon está de vuelta

Valeri
Valeri
7 meses atrás

Impecável, Flavio! Parabéns! Mas o Stroll tirando um ônibus da garagem foi sensacional rsrsrs

Afonso Muzzo
Afonso Muzzo
7 meses atrás

Perfeita transcrição do rádio do Russell

Fernando
Fernando
7 meses atrás

Grande Fernando Alonso!!!!!!!!!!!!!!

Wilson
Wilson
7 meses atrás

Cabe aqui, mais uma vez, para Alonso, “panela velha é que faz comida boa”!

Valmir lopes
Valmir lopes
7 meses atrás

Estava dando nota 3 a corrida. Alonso elevou para 6

Adriano Reis
Adriano Reis
7 meses atrás

Perguntas sem resposta: por que uma cantora profissional erra a letra do Hino Nacional? Por que quase todos que trabalham em transmissões de automobilismo no TV falam “peneu”?

Leon Neto
Leon Neto
Reply to  Flavio Gomes
7 meses atrás

Não sei se houve algum problema técnico do som. Não estava lá. Mas, se vc assistir o vídeo algumas vezes vai notar que ela realmente parou de cantar por alguns segundos. Nada demais, isso acontece mesmo com profissionais.

Leon Neto
Leon Neto
Reply to  Adriano Reis
7 meses atrás

Ela não errou, rapaz!!! Ela ESQUECEU a letra. Seja mais honesto!

Last edited 7 meses atrás by Leon Neto
Markonikov
Markonikov
7 meses atrás

Texto primoroso, como sempre, e atuação de gala de alonso contra perez, 10 anos mais novo … triste são alguns comentários desse blog, com haters, homofóbicos e racistas …

Last edited 7 meses atrás by Markonikov
Igor
Igor
Reply to  Markonikov
7 meses atrás

Onde estão esses comentários?

O crítico
O crítico
Reply to  Igor
7 meses atrás

Carapuça serviu, né, minion? Ou não sabe interpretar textos?

Donizete
Reply to  Markonikov
7 meses atrás

De que família tu e qual teu sobrenome, eu te conheço tenho a impresssao

Marcus Vinicius
Marcus Vinicius
7 meses atrás

adorei o conto do piloto inglês e a sua equipe alemã

junior
junior
7 meses atrás

O Afonso mostrou que um campeão nunca esquece, e isto faz a diferença nos momentos cruciais…

O crítico
O crítico
7 meses atrás

Fico a me perguntar sobre como estarão se sentindo lady baba, as babetes e o diretor do autódromo depois da prova de dom Fernando hoje. Devem estar mordendo as genitálias de raiva e babando de rancor. E, pra variar, o comportamento do mexicano na pista foi “exemplar”, especialmente na reta oposta nas duas últimas voltas, e como sempre sem punição.

Igor
Igor
Reply to  O crítico
7 meses atrás

Rapaz, o Alonso foi muito mais duro que o Perez. Vai entender….

O crítico
O crítico
Reply to  Igor
7 meses atrás

Só se foi porque ultrapassou de volta. O mexicano rebolou na frente de Fernando as duas vezes na reta oposta, levou o passão por fora porque errou no cálculo e aí dançou.

MarcioD
MarcioD
7 meses atrás

Impressionante a performance de Alonso aos 42 anos. Segurou por um grande numero de voltas um piloto 9 anos mais novo, também experiente, que dispõe de um carro muito superior e que abria asa em 2 pontos da pista. E de quebra ainda conseguiu dar o troco depois de ter sido ultrapassado,terminando à frente na linha de chegada.

Alex
Alex
7 meses atrás

Mercedes ferrou com o Russel e saiu no fiasco. Max soberano!
Mas Alonso foi demais…
Em tempo, fosse max atrás dele, passaria nem que fosse por cima…

EMERSON MOSSOLIN
EMERSON MOSSOLIN
7 meses atrás

Eu jurava que o slogan “Ele é espanhol e não desiste nunca” era relacionado a outro país… Será que essa informação também é passada no curso de coaching do Russel? kkkkkkkkk

Chupez Alonso
Chupez Alonso
7 meses atrás

Passando apenas para registrar que Max Versttapen bateu hoje em Interlagos um recorde que já durava 71 anos:

O de maior porcentagem de vitórias em uma mesma temporada, que pertencia a Alberto Ascari, que venceu 75% das corridas em 1952.

Nenhum de nós era sequer nascido. Ou era?

Versttapen, com 17 vitórias (and counting) em 22 corridas possíveis já chegou a impensáveis 77% de aproveitamento.

Nunca na história desse país (e do mundo) alguém ganhou tanto.

Nem Ve44el, o maior de todos.

E se ganhar as últimas duas, chegará a imbatíveis 86% de aproveitamento de vitórias em 2023.

Outro recorde quebrado por Versttapen será o de liderar o campeonato por 39 corridas consecutivas (and counting) que pertencia a Michael Schumacher com 37 entre 2000 e 2002.

Rumo a Las Bregas!

E rumo ao 8cta também….

IMG_6124.jpeg
Last edited 7 meses atrás by Chupez Alonso
anti chupez alonso
anti chupez alonso
Reply to  Chupez Alonso
7 meses atrás

Você é xarope

fernando
fernando
Reply to  Chupez Alonso
7 meses atrás

“Nem Vettel, o maior de todos”. Se você acha o Vettel o maior de todos, dá pra ter boa noção de quanto você manja e conhece de F1. Multicampeão mais superestimado de todos os tempos isso sim. Saiu pela porta dos fundos da F1, fazendo mais papel de ativista do que de piloto. Levou suador do Stroll. Vou repetir, do Stroll.

Apanhou do Ricciardo e do Leclerc. Esse é o maior de todos pra você.

O crítico
O crítico
Reply to  Chupez Alonso
7 meses atrás

Baba, lady, baba. Mas estou decepcionado com você. Acertou o piloto, mas errou feio no carro. Essa da sua foto é uma Lancia D50, de 1955. O carro em que Alberto foi campeão em 1952 (e em 1953 também) era uma Ferrari 500 F2, esta aí.

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Last edited 7 meses atrás by O crítico