MENU

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013 - 21:42F-1

O SOM AO REDOR

SÃO PAULO (só ouça) – O vídeo que o Mauro Santana mandou é precioso. Trata-se de um teste em Nogaro, 1987, com Williams, Tyrrell e Lotus. Só. Entre os pilotos andando, Senna e Mansell. Imagens muito raras. E o ronco desses motores… Olha, podem inventar o que quiserem. Os motores do fim dos anos 80 eram os mais… musicais. Muito interessante tudo, o público, a estrutura de box, o “amadorismo” de tudo.

43 comentários

  1. Manfred W. disse:

    O título da matéria da revista Placar era “Carro amarelo,piloto maduro”.

  2. Davi Ribeiro disse:

    Hoje o som parece um zumbido de mosquito, agudo pra cacete. Ao contrário do ronco grave desses motores…

  3. Ernesto Longhi disse:

    Ah, e se o título do post fosse traduzido, daria uma rima legal…

  4. Celio Ferreira disse:

    Que diferença de tempo no engate das marchas para os carros de hoje.Quero
    ver os turbos sendo reduzidos na borboleta.

  5. Alexey Karpov disse:

    Aproveitando o clima de nostalgia, olha só o que meu colega, o “inquebrantável” Edir aqui da agência me passou agora a pouco: http://www.ideafixa.com/impreterito-do-automobilismo/
    Deliciem se com as imagem. São demais.

  6. leandrotullii disse:

    o som destes motores do fim de 80, o som dos matra e da ferrari v12 até meados de 1990 são demais.

  7. Thiago Sabino disse:

    O avião que passa no começo, é – curiosamente – um Mirage F-1 ( sim, seu nome é F-1 mesmo), raro exemplar da estirpe da Avions Marcel Dassault, que não possui o formato em delta. É um caça maior que os Mirage em delta ( III, V, 2000, etc), mas que não fez muito sucesso, ao contrário dos delta (ficou restrito à L’Armée de L’Air – Força Aérea Francesa).

    E na pista, pelamor hein…. ou melhor, nos boxes: o Ayrton cozinhando dentro do carro ( hoje teria alguém com guarda-solzinho e tal), os Japas da Honda e seus computadores ali no calor da contenda, e as usinas V6 com essa sinfonia fantástica, principalmente nas reduções.

    Incrível na aproximação, o motorzão cheio, e são só 6 cilindros com turbocompressor.

    Quer dizer, se esse ano ficar uma merda, chamem a Kadron!

    Uma dúvida aos amigos: Vi uns desenhos do Giorgio Piola, dos carros de 2014, e eles contarão com o duto de aspiração acima da cabeça do piloto. Os turbo – até 1989 – não tinham o duto, desde os Renault V6 até os Honda . É necessário haver o duto de aspiração, ou não?

    Abraço!

  8. Rafael Mafra disse:

    Mais uma delícia de vídeo que venos aqui. Super legal.

  9. Simplesmente do cacete!

    Tudo legal, a estrutura, a simplicidade, os motores altamente musicais. Além de Mansell e Senna na pista.

    Reinaldo
    http://reiv8.blogspot.com

  10. Tom disse:

    O avião no inicio do vídeo parece que é um Mirrage

  11. Nathan disse:

    Fala FG olha essa que demais: http://www.pt6nation.com/en/articles/article/history-the-pt6-colourful-past/

    Pra quem gosta de história, aviação e carros de corridas.
    Te mandei no twitter também! Vale a pena dar uma olhadinha!

  12. Bruno Mantovanelli disse:

    Os anos 80 sem dúvida foram os melhores anos da F1.
    Graças a Deus tive o prazer de acompanhar nessa época.

    O que gritava essa usina turbo comprimida era brincadeira!!
    Que som!!

  13. Luciano disse:

    Das antigas…. e o cri-cri dos grilos aos 4min…. só cortado pelas embrulhadas das reduzidas lindas. Impossível não sentir falta.

  14. Ernesto Longhi disse:

    Duas coisas:

    1- O som dos motores era de, como posso dizer… de motor mesmo. Cara, coisa mais linda.
    2- Hoje em dia não sabem porque a categoria está se tornando financeiramente inviável. A simplicidade é a solução. Imagina, hoje em dia, quanto custaria para 3 equipes médias testar “em campo”, com toda a estrutura atual?

  15. Jose Brabham disse:

    Os Williams eram Honda e a Lotus ia de Renault. Ambos 1.6 cc, V6 e turbo. Nada muito diferente do previsto para 2014. Por isso acho essa polemica toda do som dos motores ano que vem uma viadagem boba.

  16. Junior Ribeiro disse:

    Ronco lindo!!,

    Agora que maldade, aos 1,20 flagraram o moço dando uma unhada no asterisco, ri o resto do vídeo todo!!,

    • Walter disse:

      Ri… muito !!!!!!!!!!!!!

    • Ernesto Longhi disse:

      Acho que o “moço” era o Peter Warr. Só o team principal da Lotus, à época… Muito engraçado mesmo!

    • Alexey Karpov disse:

      Huahahahahahaha… Nunca tinha ouvido “unhada no asterisco”. Parou tudo aqui no meu trabalho…
      Agora, o ronco desses carros era de fato algo maravilhoso. Os V8 de hoje não chegam nem perto, e mais, não são tão mais velozes quanto se imagina.
      Lembrem-se: Piquet venceu o campeonato de 83 a bordo de uma Brabham, o Bt52 que era equipado com um motor BMW 1.5L Turbo de quatro cilindros contra os V8 3.0 L e contra os V6 Turbo 1.5L.
      Ou seja levo fé nos V6 1.6L Turbo do ano que vem e poderemos sim ter um campeonato surpreendente em 2014.
      Uma pena também não voltar o reabastecimento. Seria um componente à mais.
      Agora um bônus. O Brabham Bt52 em Goodwood com o Piquet Pai. Mas é só um passeio.
      Abraços.

    • Leo disse:

      Hahahaha! Chorei de rir com esse “unhada no asterisco”…

  17. Victor disse:

    Espera um pouco…você está me dizendo que, na década de 80, quando o dinheiro era mais escasso que hoje em dia, as equipes…testavam? Que mundo maluco!

    • Dyego disse:

      pois é, cara… e com essas regras ridículas a F1 foi ficando chata..

      será que “profissionalizaram” tanto a F1 que a categoria faliu??

      cada vez mais perco a tara nessa categoria..

    • Hein? disse:

      Sim… Mas não se gastava tanto nestes testes, pois não havia viadagem. Provavelmente o próprio piloto fazia o cafezinho e boa! Sem assessor de imprensa, sem personal trainer, etc, etc, etc…

    • Speed Racer da Mooca disse:

      Ao contrário, na década de 80, época em que a grande maioria dos principais patrocinadores eram marcas de cigarro, o dinheiro não era escasso não. A tecnologia é que não era tão cara, havia dinheiro pra se testar onde quisesse. Foi nessa época que o dinheiro começou à jorrar nas garagens das equipes, proporcionando as mais diversas invenções que o dinheiro podia proporcionar. A fibra de carbono, por exemplo, foi introduzida nos F1 nos anos 80, imprescindível nos dias de hoje. Todos os donos de equipe devem sentir muita saudade da grana daquela época.

  18. Dyego disse:

    Piloto tinha que ter braço e cunhão de aço!! Segurar uma máquina dessas no câmbio manual não é mole.
    E que ronco é esse!! pqp…

  19. Michel Matos disse:

    Fantástico o vídeo! Realmente uma preciosidade! Dá pra notar o modo como a Williams de Mansell e a Tyrrel eram guiadas! O motor da Williams parece mais potente, mais “nervoso”! A tocada mais agressiva de Mansell… Muito bom!!!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>