SEI NÃO | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
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sábado, 23 de abril de 2016 - 19:26F-1

SEI NÃO

SÃO PAULO (tudo que sei é que nada sei)Lewis Hamilton resolveu dar seus palpites. Acha que 2016 deve ser um ano de “testes” para a F-1 chegar a um formato diferente de disputa em 2017. O novo treino de classificação deu errado, OK — que se volte ao antigo. “Mas as pessoas devem seguir tentando”, falou o inglês, sugerindo, por exemplo, duas corridas por fim de semana, como na GP2.

Para o piloto da Mercedes, os finais de semana devem ser diferentes. “Isso aqui é igual desde que cheguei à F-1, as mesmas coisas para fazer na quinta, na sexta, no sábado e no domingo”, queixou-se.

Nunca sei direito o que pensar dessas ideias mirabolantes — como duas corridas por fim de semana, uma mais curta, outra mais longa. E vocês?

59 comentários

  1. Carlos Pereira disse:

    Maior liberdade nos desenhos dos carros. Tirando o bico todos são iguais. Porcaria isso.
    Retirar as asas moveis. Porcaria isso.
    Colocar asas de apenas 1 elemento e fixas. Regula antes do treino e depois que seja o que Deus quiser.
    Maior liberdade de escolher pneus, com mais de 1 fornecedor.
    Volta de grandes circuitos para a categoria e mandar o Tilke pra alguma penitencia de segurança máxima. Ou um hospício.
    Permitir o dia todo de treino livre na sexta, treino classificatório no sábado e uma corrida de 2 horas no domingo.
    Liberdade de motores diferentes. Cada um escolha o que mais for adequado ao seu negocio. Por que a Ferrari, por exemplo, tem que usar um V6 na corrida, se nos carros de rua ela quiser usar só V8 ??? Isso aí deveria servir de laboratório para montadoras. Isso sim.
    Liberdade para a equipe escolher se quer ou não reabastecimento. Cada equipe que escolha a estrategia antes da prova. Provoca maior suspense nas outras equipes e no publico.
    Liberdade de mais de dois carros por equipe.
    Permissão de mais equipes no grid. Talvez uns 28 carros.
    Equipe pequena chora ? Pede pra sair.

  2. Rodrigo Vilela disse:

    Minha ideia: Pra começar, dois carros pra cada piloto.

    Quinta: treino livre: das 8:00 ao meio-dia e das 14:00 até 17:00 locais. Anda o quanto quiser, com qualquer um dos carros.

    Sexta: treino livre das 8:00 ao meio-dia. Primeiro classificatório das 14:00 às 15:00 locais – 15 voltas pra cada um à vontade. Carro a ser usado é o da corrida longa.

    Sábado: Segundo classificatório das 14:00 às 14:30 – sem limite de voltas. Pole definida pela soma de tempos. Pole ganha dois pontos. Carro dos treinos deve ser usado somente na corrida longa.
    Sprint Race (corrida curta) com 40% das voltas das 15:00 às 16:00 locais. Grid invertido por completo. Pontuam os seis primeiros: 10-6-4-3-2-1. Carro a ser usado pode ser o dos treinos livres.

    Domingo: Full race (prova longa) normal, a partir das 14:00 locais. Pontuam os 15 primeiros: 25-20-16-14-12-10-9-8-7-6-5-4-3-2-1.

    Acho que dá pra movimentar!

  3. Celio ferreira disse:

    Toda vêz que um F1 vai pra pista custa muito .Valorizar a classificação seria
    otimo para movimentar o sabado ex dar pontos para o pessoal do Q3
    10 pontos para o pole, 9,8,7……….1 para o decimo colocado. Manter o resto como
    está pois a tecnologia Hibrida veio pra ficar . Aumentar a potência até 1000 cv.
    pneus mais largos e pronto . velocidade nas retas, e rapidez nas curvas.
    Agora se não ratearem o dinheiro de forma mais igualitária, nada disso adianta
    pois a F1 sem as pequenas , não tem grid.

  4. Aldinei Andreis disse:

    Flávio, já pensei algo que acho que seria interessante, seria que na sexta-feira, houvesse apenas um treino livre de 2 horas, no mesmo horário da corrida, mas apenas para pilotos reservas e de testes. No sábado de manhã, duas horas para os titulares e a tarde treino classificatório, no modelo atual, acho que ainda é o melhor já testado na F1. Volta o warm-up no domingo cedo de 1 hora e a corrida com 300 quilômetros. Menos custos e menos tempo para os pilotos acertarem os carros

  5. Douglas disse:

    Concordo com o Lewis Hamilton que a F1 precisa inovar. Erros neste caminho acontecerão, faz parte do aprendizado.

  6. Allan Robert Pscheidt disse:

    Boa tarde!

    1º – Sou contra a utilização do DRS e qualquer tipo de “Push2Pass”. Ultrapassagem tem que ser no braço.
    2º – Contra também a realização de 2 corridas no mesmo final de semana. Se procuram redução de custos, isso aumentaria muito os custos. Carros avariados no sábado teriam de ser recuperados para o domingo.
    3º – A aerodinâmica é muito importante para os carros modernos. Faz muita diferença nas retas, curvas, consumo de combustível… Sou a favor de colocarem alguns limites no desenvolvimento (técnico ou financeiro), para que a diferença entre as equipes pequenas e de ponta diminua consideravelmente.
    4º – Motores? Sigam os exemplos de Indy e Nascar que funcionam muito bem e quebram pouco. Não sou contra os V6-híbridos. Só não podem custar o que custam. Adianta economizar no combustível e gastar o triplo no motor? Acredito que a F1 criou um problema que antes não tinha. Até o final dos anos 2000, os motores eram razoavelmente parelhos.
    5º – Sou contra grids invertidos, ainda mais em categorias como essa em que a velocidade é muito grande. Creio que comprometeria a segurança. Pra mim, larga na frente quem classificou bem e ponto.
    6º – A favor de manter a fórmula original de apenas 1 prova que dure em torno de 2h. Manter como já são feitos os treinos livres e sou a favor de Qualify de 45min c/ 12 voltas rápidas por piloto com qualquer composto de pneu.
    7º – Sou a favor do uso de apenas 1 tipo de pneu por prova. Lógico que a fabricante escolhe qual composto será utilizado para cada pista.

    Resumindo: Limitar as equipes ricas para que as pequenas não fiquem muito longe. A favor do fator piloto pesar muito mais em uma corrida. Sem auxílios técnicos para ultrapassagens. Mais realismo nas ultrapassagens (sem diferença de copostos de pneus). Quem deve ultrapassar é o piloto e não o melhor pneu.

    Abraços!

  7. Alfredinho disse:

    A f1 nunca teve duas corridas no mesmo fim de semana e sempre funcionou assim. Já bastam asas móveis, uma só mudança de traçado, pneus obrigatórios, não ultrapassar por ali ou por aqui, punições por câmbio. motor e mais não sei o que trocados.

  8. Jonatas disse:

    Acho que a F1 dos anos 70/80/90 fazia muito sentido. Eram dois espetáculos diferentes no fim de semana, sem precisar de duas corridas. O qualifying, onde os cabras iam para a pista para arrebentar, e a corrida, com foco maior na regularidade, mas ainda assim, a pontuação premiava o arrojo. Era uma fórmula extremamente simples, mas que funcionou por décadas. Até a última década, onde quiseram unir esporte a motor com corte de custos e deu nessa josta que assistimos a cada duas semanas. E visivelmente ninguém sabe o que fazer. Não olham para a história, não olham para aquela pesquisa que fizeram com os fãs há alguns anos, não escutam os pilotos, enfim, vai de mal a pior a F1.

  9. danir disse:

    Sou tradicionalista. Uma corrida no domingo. Treino de UMA HORA, no sábado, para todos os concorrentes. Competição entre pelo menos duas marcas de pneus. Uso do TIPO de pneu que melhor se adaptar ao carro podendo ou não ser trocado durante a corrida. Privilegiar a velocidade sem limitações que são contrárias ao espírito da F1. Volta aos motores de oito ou dez ou doze cilindros, sem power train. Volta de pelo menos dois treinos livres em fins de semana sem corrida, para todas as equipes. Liberdade total para a melhoria dos motores durante a temporada, desde que dentro das especificações do regulamento. Abolição das aberturas das asas e prestigiar as pistas que tenham traçado que permita as ultrapassagens. Realce nas características que beneficiem os pilotos mais ousados e mais hábeis. Ou seja, enfase no desempenho dos pilotos e não nas asas e outros artifícios postiços para tentar uma competitividade que não existe. Caso contrário adotar de vez o regulamento da fórmula Indy.

  10. Erich disse:

    Evoluções são necessárias. Ficar parado no tempo, é inaceitável e inviável.
    Em uma rápida reflexão: 1- Treino oficial na sexta; 2- Corrida curta no sábado (sem pit stop; 3- Corrida longa no domingo (grid igual ao resultado da corrida do sábado); 4- Aerodinâmica idêntica para todos, pois é onde está um dos, senão o maior custo das equipes; 5- Grip mecânico (pneus) permitindo os carros fazerem curvas no vácuo um dos outros; 6- Flexibilidade nas especificações mecânicas (motor, câmbio, suspensão, etc.) que é a essência do esporte e o que traz legado para os veículos de passeio; 7 – Fim dos motores híbridos; 8- Melhor distribuição da grana.

  11. EduardoRS disse:

    Malandrinho, hem Hamilton? “já que esse ano está uma merda pra mim, vamos aproveitar para fazer vários testes malucos. Já que não consigo bater o Rosberguinho na pista, de repente consigo com alguma regra louca.”

    Já que a grana está curta, minha sugestão: fim das atividades na sexta feira. Dois treinos livres de 2 horas no sábado, terminando com um treino classificatório de 45 minutos, com 12 voltas para cada piloto, à moda antiga (45min ao invés de 1 hora para evitar aquele marasmo que acontecia no início das sessões), com acerto de carro livre. Fim do parque fechado. No domingo, warmup de 30 minutos pela manhã, permitido mexer no acerto do carro. à tarde corrida normal.

    Um dia a menos de atividades, mais concentrado, menos regrinhas. Mais SIMPLES. É só isso que a F1 precisa, simplicidade nas regras.

    Para 2017, carros e pneus mais largos, asas menores, freios menores, e fim da babaquice de asa móvel. Menos dependência de downforce, mais grip mecânico, distância maior de frenagem. PRONTO.

    Aí a FIA vai lá e inventa um algoritmo pra liberar mais potência para o carro que estiver atrás até 750 milésimos de segundo por mais de 3 voltas seguidas, desde que esteja usando pneus iguais ao carro da frente e os pilotos sejam de nacionalidades diferentes.

  12. Paulo Vinicius disse:

    A chave está na volta da F1 para o lugar de onde ela veio, a Europa. Reaproximá-la do público que ama as corridas e não de gente que vai porque é mais um evento social.

    Não adianta correr atrás de magnatas afim de fazer seu nome por um tempo e dar o fora (vale também para as montadoras). Isso só tornou a categoria esse morto sorumbatico que é hoje, dependente de ricaços malucos que pouca identificação tem com as corridas..

    Depois de resolvido isso, resolve-se as questões técnicas.

  13. João Ferreira disse:

    Acho que devia ser uma corrida por fim de semana, mas poderia voltar o reabastecimento ou a inclusão de um terceiro carro para as equipes grandes.

    Permitir o uso do DRS ou botão de ultrapassagem em qualquer parte do circuito, mas por um número limitado de vezes a cada stint.

    Uma outra mudança, seria diminuir um jogo de pneu para o piloto que conquistar uma vitória no grande prêmio anterior.

  14. gustavo giroti disse:

    Péssima e horrível a ideia, porque:
    1- a indy tentou e …..foi um fracassso
    2- a tv vai mostrar?
    3- alguem saberá da pontuação? quanto mais dificil, menor o interesse (alo indy, alo f-e, alo f-1 tb…..quando vc tem de cabeça quanto valem os pontos vc não precisa da ajuda do locutor)
    4- quanto mais frequente, menor a chance de ser um evento, quer um ex? faça uma festa de aniversário no sabado e outra no domingo…..nem todos comparecerão nos 2 eventos

    a f-1 ainda pensa que ela é a cereja do bolo, prenuncio da queda

  15. JAL disse:

    Acompanho a F1 desde os anos 70. Estamos vivendo a era do fast food, a lei do imediatismo. Bom é aquilo que muda sempre, o que permanece estável é considerado antigo, careta, defasado. A F1 padece disso… uma neura sobre mudanças totalmente desnecessárias.
    As regras (infelizmente) priorizam o politicamente correto (carros híbridos e punições a cada disputa na pista) em detrimento de competitividade. ECONOMIA DE COMBUSTÍVEL!!!!!! Isso é o fim. Até entendo numa corrida estilo WEC, , na F1? Não!!
    O que fazem os cartolas? Se reúnem 500x por ano para elucubrar soluções para “tornar a F1 mais competitiva”… soluções essas que não agradam quem realmente gosta de automobilismo, pois as ultrapassagens são forjadas. Só existe ultrapassagem nas seguintes condições: Pneu novo x pneu velho, pneu macio x pneu duro, asa aberta x asa fechada. Isso não é automobilismo, isso não são ultrapassagens, isso é apenas um show. Depois reclamam da audiência.

    • José Marinho disse:

      Concordo, e acrescento que isso de querer agradar novos públicos, este só ficam por um momento e já procuram outra coisa, são superficiais quem gosta gosta mesmo assim como você acompanho desde a década de 70, e apesar de todos estes problemas ainda gosto dos carrinhos como diz um amigo meu santista, gosto por causa de pilotos como Lewis Hamilton, Grojean, Maldonado, Kobayashi, isso de punição por isso e aquilo é um saco! os pneus disponíveis limitados, até a pressão dos pneus definido pela fabrica! essas coisas assim é que mata!

      • Erich disse:

        O problema de agradar somente “quem gosta mesmo”, (os que acompanham a F1 desde a década de 70), é que essas pessoas não são eternas. Buscar o público jovem é essencial para a sobrevivência da categoria. Comecei a acompanhar a F1 em 94 (quando tinha 8 anos de idade), ano em que Senna morreu e, nem por isso, deixei de gostar ou acompanhar. Gosto dos carrinhos mesmo sendo mais novo.

  16. ALEX DOS SANTOS disse:

    Hamilton está reclamando por que está tomando um baile esse ano. Rosberg treinou mais e está mais focado do que nunca. Hamilton está apanhando na largada, devido as mudanças realizadas e a falta de “instrução” do engenheiro durante a prova.

    Esse ano tivemos 3 boas corridas, não da pra se queixar, a regra de Pneus e a mudança no sistema de largada foram muito boas para a F1. E as corridas tem sido boas, porque sempre alguns peixes grandes tem ficado para trás logo na largada e buscando recuperar terreno. Então acho válido fazer algo ao sistema de grid “invertido”. Faria os carros fortes virem de trás.

    Talvez fazer os 8 primeiros na classificação de pilotos perderem posição na largada no GP seguinte. Tipo o lider perde 8 posições, o 2ª 7 e assim sucessivamente, como um sistema de “Penalty”, faria o treino normal, a pole entraria na estatística e haveria essa “punição”. Mas concordo que “mataria” a audiência dos treinos, mas acho que a F-1 tem que focar na corrida, os treinos atualmente só tem graça o Q3. Q1 e Q2 praticamente só servem para cumprir tabela.

  17. Alessandro Silva disse:

    Bom minha ideia mirabolante está no passado! Sim! De meados dos anos 80 até o inicio dos 90.
    Carros mais simples e mais largos com motores mais simples, baratos, mais barulhentos e nervosos como os V8 e V10 eram. Menos ajuda eletrônica nos motores e no carro como um todo. Retorno do reabastecimento e redução do tanque para 45 litros o que com um consumo de uns 110 litros forçaria os pilotos a fazer pelo menos dois pits. E carros mais leves desde o inicio da corrida resulta em direção mais agressiva e menos conservadora. Menos carga aerodinâmica: carros com asas mais simples, menos aletas e direcionamento de fluxo de ar. Mais aderência mecânica: pneus mais largos, muito mais largos e mais macios, feitos para durarem no máximo 30% de uma corrida. Com menor carga aerodinâmica e maior aderência mecânica os carros seriam mais velozes em retas e curvas gerando menos turbulência e consequentemente aumentando naturalmente as ultrapassagens. E falando em ultrapassagens, fim da artificialidade do DRS.
    Resumindo carros, motores e pneus mais simples e eficientes e o resultado os melhores na frente e corridas muito mais exitantes. Como já foram um dia.

  18. JP disse:

    Ele é tá entediado e talvez isso demonstre que logo logo ele se aposentará ou irá pra outra categoria.

  19. Zé MCZ disse:

    A F1 está morta! Por mais que tentem modificar não a ressuscitará!
    A verdade é que não há mais um piloto campeão. Há sim um carro campeão. Este ano será do Rosberg! Basta dar o melhor carro nas mãos de qualquer piloto que ele será “the champion”! Eu aposto que se derem a Mercedes ao Flávio, com alguns treinos, inevitavelmente ele chegará na ponta! E bon voyage!

  20. moisesimoes disse:

    Não tem simulador? Faz essa merda toda lá, então! Aí depois diz no que deu. Mas pole position é de quem é mais rápido em um treino. Não dá pra pensar diferente…

  21. José Brabham disse:

    Pra mim do jeito que está está ótimo

  22. Daniel Ramos de Oliveira disse:

    Mas ainda penso que o caminho que a F1 poderia seguir, seria nos moldes da Indy, o chassi ser igual pra todas as equipes, e estas produzirem somente o Kit Aerodinâmico e a parte mecânica. Além disso, poderiam modificar a questão dos pneus, abrindo pra mais de uma fabricante, pra voltar a “Guerra dos Pneus”, e claro aumentar o giro dos motores V6 pra ele “gritar” pra valer e ainda aumentar a potência dos carros, tentando fazer uma nova geração de V6 Biturbo e podendo levar esses carros para até os 1000cv, e giro pra cima de 18.000 rpm, e outras coisinhas pra apimentar o carro e torná-lo mais difícil de pilotar e a F1 mais competitiva, como os pneus traseiros maiores, redução das comunicações por rádio, largada com só uma mão, e mais algumas mudanças no formato do Grid e da Corrida, como por exemplo, a introdução da Corrida aos Sábados (mais curta, no entanto, contando pontuação igual a corrida regular e definindo o grid do dia seguinte) e aos Domingos (essa regular como hoje), definindo o Grid de Largada da primeira num treino de qualificação nas Sextas, e retirando os “treinos decorativos” TL1, TL2 e TL3.

  23. Anselmo Coyote disse:

    Corrida de carro é uma coisa muito boa. E algumas coisas (histórias) também. Mas esse papo furado desse povo da F1 realmente…
    Abs,

  24. Fernando Corrêa disse:

    Sou a favor de um regulamento mais aberto no que diz respeito a motores e pneus. E quanto a sugestão de 2 corridas no fim de semana acho que seria banalizar o evento. A classificação precisa de um formato mais dinâmico. Talvez pontuação seria uma forma de tornar a disputa mais ferrenha

  25. Tiago disse:

    Melhor deixar do jeito que está, Hamilton.

    Viu que quando tentaram mexer, deu merda, né ?

  26. Squa disse:

    Eu penso numa solução bem simples para dar um pouco mais “de graça” nas corridas. Lastro em kg dos pontos obtidos na corrida anterior, equilibraria bem o campeonato. E 6 mecânicos por pit stop, 1 por roda e 1 pra cada macaco, os tempos da parada subiriam lá para uns 8 segundos e aumentaria a chance de uma roda ou outra dar mais canseira.

  27. sinval disse:

    kkkkk
    esta formula 1 esta ridicula
    a cereja do bolo , ja esta do
    tamanho de um tomate…
    kkkkk

  28. Leonardo Koerich disse:

    Hamilton tá viajando.

    F1 é chegar num lugar, dar tudo que tem em um GRAND PRIX e partir para outra.

    A monotonia que Hamilton reclama é por conta desse excesso de regras malucas.

    Tinha que voltar um sistema mais simples, como nos anos 70-80. Isso sim quebraria a monotonia.

    Deixa a galera treinar a vontade sexta e sabado. O melhor tempo de qualquer um dos treinos vale pro grid final.

    De mais liberdade pras equipes inovar nos carros, testar coisas diferentes.

    Mude as regras de motores para algo mais simples e mais barato. Libera a venda de chassi e “kits”. Tomem medidas que coloquem 30 carros no grid. Diferentes fornecedores de pneus e motores…

    E, por fim, parem de correr nestas pjstas pasteurizadas. Quero ver Imola, Estoril, Paul Riccard, Hokkenheim (um crime terem acabado com a antiga pista), a volta do traçado antigo de Siverstone, quem sabe Sartre? E como categoria mundial, tem que ter uma corrida na África. Quero mais Europa e menos Arábia.

  29. Bandeira disse:

    Na opinião, ele já percebeu que o Rosberg esse ano está muito mais forte, muito mais preparado. Então, o negócio é tentar criar alguma coisa (regra) diferente dos anos anteriores, para atrapalhar o alemão. Porque, se continuar na balada que está, ele vai tomar um fumo do Rosberg que vai ser difícil de esquecer.

  30. Cristiano Ferreira disse:

    O Hamilton dá uma declaração dessas para falar nas entrelinhas que está desmotivado. Simples

    O ponto chave da entrevista é nessa parte: “Isso aqui é igual desde que cheguei à F-1, as mesmas coisas para fazer na quinta, na sexta, no sábado e no domingo”

    Ou seja isso realmente explica o porque dele estar fazendo uma temporada tão ruim até agora para um piloto do calibre dele. Se continuar assim eu não estranharia que ele anunciasse a aposentadoria ao final desse ano ou em 2017.

    Ele corre em uma equipe sem graça de tão forte que é e que dá a possibilidade dele chegar no minimo em terceiro mesmo largando em ultimo lugar. A maré ta tão boa pra Mercedes que ela consegue passar pro Q3 usando pneu duro no Q2.

    Se ele larga em primeiro não existe competição pois ele já coloca uns 20s de vantagem pro restante (isso sem os problemas de largada).

    Se eu que sou eu, no meu lazer aqui jogando F1 no computador fico extremamente entediado quando estou em primeiro com largas vantagens imagina esse cara ai que faz disso um meio de vida?

    A F1 tem muitos problemas sim, mas o formato de corrida não é um deles, assim como não era a classificação. O problema da F1 se resume em uma palavra: EQUILIBRIO. Não existe o menor equilibrio entre as equipes e isso sim deve ser mudado.

    Pra que duas corridas no domingo? Não vai mudar em nada a ordem do grid e isso é o que importa.

  31. Brabham-5 disse:

    E a F1 (equipes) tem grana pra fazer duas corridas por fim de semana?
    Como fã, eu também gostaria de ver mais corridas. Quanto mais melhor.
    Mas muita equipe quebraria de vez com isso.
    Fácil para o Hamilton apoiar uma idéia dessas quando está numa equipe que tem $$$ de sobra.
    Por que ele não apóia maior igualdade entre potência de motores e chassis? Ou mais tempo para as equipes fazerem testes e desenvolver carros/motores?
    Esse Hamilton quando sai do Instagram só fala besteira. Que fase!
    “Isso aqui é igual desde que cheguei à F-1, as mesmas coisas para fazer na quinta, na sexta, no sábado e no domingo” (Hamilton)
    Se o Hamilton quer uma rotina diferente da F1, que vá para a GP2, para a Fórmula E, para a F Indy, para a Nascar, para a WEC…
    Isso ai é a FORMULA 1,Hamilton. Era assim quase 100 anos antes de você aparecer.
    Aí começaram com essas idéias “ecologicamente corretas” e outras idéias mirabolantes e marqueteiras e a coisa só piorou.
    A F1 deveria usar a F1 dos anos 70 e 80 como parâmetro para voltar a ser aquele espetáculo, que divertia não só os fãs como os próprios pilotos.

  32. Daniel Amorim disse:

    Lewis Hamilton é um grande piloto. Mas na minha opinião, também é um grande cabeça de vento, que prefere aparecer do que pilotar. Se chegar em último desse ibope, é capaz que ele desaceleraria. Mesma coisa quando abre a boca, só sai besteira.

  33. Acho que Hamilton está vislumbrando uma possível derrota no mundial e tentando, previamente, classificar o ano da eventual derrota como um mundial de transição, laboratorial. “Café-com-leite”, como se diz.

    Não gosto dessas idéias. Não gosto nem da pontuação vigente, quanto mais isso.

    Que se tivesse um treino classificatório em duas etapas, com a sexta-feira mais importante, tudo bem. Agora, mexer nas corridas já é demais.

  34. Renato de Mello Machado disse:

    Eu li tempos há trás, o Lewis reclamando dizendo-se entediado com o rito dos finais de semana, de GP.Só falo uma coisa.Muda de emprego comigo!

  35. Anselmo Coyote disse:

    Eu sugiro corridas todos os finais de semana, treinos livres do início ao fim da temporada, a expulsão da Sauber da F1 e Yakult de 1 litro.
    Abs.

  36. Glauco Tavares disse:

    Começou o mi…mi…mi, tivesse ele vencido as três primeiras corridas, e liderando o campeonato com mais de 30 pontos de vantagem, estaria fazendo esta proposta? Duvido!! Esta devolva o menino chorão criado com a avó. Coisa feia querer mudar a regra do jogo só porque não está mais vencendo… Hamilton vai chorar na cama vai…

  37. Hugo Braz disse:

    Acho que a principal causa da fórmula 1 perder tanta audiência é por causa dos velhos que a assistem serem muito chatos para mudanças. Vivem dizendo para deixar como era antes, mas antes tinha corrida que tinha quase nenhuma ultrapassagem na pista. O Schumacher mesmo, ganhou várias corridas só fazendo ultrapassagens no box, mesmo tendo um carro muito superior ao dos outros. Para ver quem é o melhor piloto, não tem outro jeito senão o de dar a mesma oportunidade a todos. Se os carros são diferentes, como vc pode comparar um com o outro?!? Ou fazem carros iguais pra todos, ou rodízio de equipes. O custo do salário dos pilotos seria bancado pela FIA, todos partindo de um mesmo valor é conforme vc fosse o tendo resultados, vc ganharia bonificações. E ganhar com uma Mercedes, ou a melhor equipe da época, deveria valer menos do que com a Williams e muito menos do que com manor. Aí sim veríamos realmente que é o melhor. Com um carro muito superior até o Damon Hill foi campeão.

  38. Nuno André Cardoso disse:

    Não percebo este tipo de gente… sempre a querer mudar para ficar tudo na mesma…
    Vejam o exemplo do futebol, ou do basket. As regras são praticamente as mesmas desde o inicio. Todas as mudanças que foram efetuadas foram sempre pequenas coisas, para que a identidade do desporto se mantivesse e fosse fácil ao iniciante se manter a par das regras e se apaixonar ou não pelo desporto.
    O negócio da F1 sempre foi muito simples. Treinar à sexta, Qualificar ao Sábado, Correr ao Domingo e vender carro à Segunda-Feira.

  39. Flávio Herrero disse:

    Gostei do formato de classificação q vc postou aqui no blog, Flávio. Outra coisa, a F1 não deve ficar mexendo em regras dos carros, isso não é bom, pq sempre vai ter uma muito melhor. O certo é deixar uma regra por muito tempo para q outras equipes alcancem as das pontas, não tem outro segredo. Outra coisa, tire aquele projetista alemão de circuito, pelo amor de Deus. O cara só sabe fazer coisa mirabolante para a comodidade dos visitantes, mas traçados ele é muito fraco. Outra coisa, já que ele faz de cada circuito algo “extraordinário” em termos de estrutura e q não serve para quase nada pq não alcança nunca um público razoável, pq ele q é o fodão não faz um circuito onde qualquer arquibancada consiga enxergar o circuíto inteiro, será impossível?

  40. disse:

    2 provas? Se até warmup tiraram por custos… Logo o Bernie lança novamente aquela de os pilotos trocarem os carros.

  41. Jean disse:

    Minha opinião é simples: Hamilton nem sequer sabe o que fala (isso não é uma crítica: quero apenas dizer que ele é desses pilotos que usam mais o instinto que a razão, seja na pista, seja falando ou vivendo). Sou mais o Vettel: mesmo em suas falas, percebe-se que ele é bem mais racional e ponderado).

  42. Vitor disse:

    Acho que um formato similar ao da blancpain sprint poderia dar certo. Transformar o fp3 em uma pré classificação e fazer uma corrida curta, de 1 hora (sem grid invertido ou essas bobagens) no sábado, com os resultados valendo pro grid da corrida de domingo.

  43. Rodrigo disse:

    Não. Definitivamente não. Sou purista. Duas corridas no fim de semana não é Fórmula 1.

  44. Roberto Borges disse:

    Nada como a simplicidade. Voltar ao que dava certo antigamente, por exemplo.
    Essas mirabolâncias, não sei não. Quanto mais mexe, mais fede!
    Especialmente na F1

  45. Paulo disse:

    Então tá…. Com tantas “experimentações” o Hamilton pode curtir as baladas em um “ano sabático” bancado pela Mercedes, despreocupado… Aí, caso se recupere e vença o mundial, ele é o fodão… E se perder, “desqualifica” o campeonato do Rosberg. Simples, né malandragem? Corre e tenta vencer, mano, não joga areia nos olhos dos outros… E esse papinho de GP2… Tá de brincation, ô, brô, qualé…

  46. Fernando Kesnault disse:

    A vida é uma continua mudanças de habitos para melhor…c’est la vie….

    Isso acontece nas categorias de GTs (Blancpain Sprint Series, Pirelli World Challenge, Continental Tire SportCars Championship, Australian GT, International GT Open, GT Tours frances, GT Italiano, European GT4, VdeV, Asia GT, ADAC GT Series e Dutch Super Challeng ) com provas em formato Sprint bem como nas de Turismo pelo mundo (V8 Supercars, Turismo Carretera, WTCC, BTCC, ETCC, TCR International e agora regionais, etc).

    A exceção caiu para provas mais longas da Blancpain Endurance Series, Super GT, ELMS, IMSA, VLN , WEC, Asian LMS e provas isoladas daquelas citadas anteriormente de suas respectivas categorias como a BATHURST 1000, GOLD COAST 500 da V8 Supercars.

  47. Fernando Monteiro disse:

    Eu acredito que o que esteja faltando são realmente a volta das grandes corridas em grandes circuitos, traçados de alta velocidade como havia no passado, com pistas mais largas, retas longas e curvas de altíssima velocidade, para diferenciar os corajosos e carros ultrarrápidos. Foi isso que fez a fama na F1, as corridas pré F1 também eram assim. Quem viu uma corrida no antigo Spa ou no antigo Nuburgring no anel norte ou até mesmo no antigo Interlagos sabe do que estou falando. Precisamos de mais carros no grid, 32, 34 até 36 carros e grandes circuitos, com grandes pilotos e corridas mais longas. Quando eu era pequeno lembro que um GP era um acontecimento e tanto, ninguém ligava muito para campeonato mundial, hoje um Gp nada mais é do que uma etapa de um campeonato chato e enfadonho com carros lentos. Mesmo na época do V8 de 2,4 litros, há 3 anos atrás, já era um saco, os carros eram lentos, mal chagavam a 310 km/h. Em meados dos anos 80 os motores turbos em configuração de corrida chagavam a 750 Hp’s, e era o máximo que se podia extrair de potencia de um motor para aquela época, era o ápice do rendimento dos carros. Já na época dos poderosos V10 aspirados, de 1995 até fins dos anos 2000 os motores chegavam a ter 950 Hp’s. Os carros eram de 6 a 8 segundos mais rápidos do que os de hoje. Convenhamos que na era dos V8 de 2,4L a F1 já era um tédio. A F1 precisa de um regulamento técnico mais flexível, permitindo múltiplas marcas de pneus, motores de várias configurações e cilindros, com V8, V10, V12, e até mesmo motores planos ou em linha, turbos de 2 litros ou aspirados de 4,5 litros com potencias de 1200, 1300 hp’s, pneus largos e maiores com grande pressão aerodinâmica para suportar as altas velocidades, aliado a isso precisamos de grandes circuitos e as corridas de altíssima velocidade com os carros podendo chegar aos 380, 390 kh/h. Aí sim veremos as pessoas se interessando novamente, como faziam dos anos 30 até os anos 80, para admirarem pilotos malucos como eram Gilles Villeneuve, Didier Pironi, Rene Arnoux, Ronny Peterson, James Hunt e tantos outros. Então é isso, acho que os fãs querem de volta os grandes eventos, as grandes corridas onde vencer um GP coloca o nome do piloto na história.

  48. Luciano disse:

    Eu sugiro uma corrida curta no sábado, tendo como ordem de largada a classificação no campeonato de pilotos ao contrário. Nico sempre largaria na última posição. Esta corrida curta de sábado não poderia haver pit-sto´p, não poderia haver troca de pneus, seria obrigatório todos largarem com o pneu mais duro. Corrida curta sem parada, do jeito que larga termina. A classificação da corrida curta de sábado seria a ordem de largada no domingo.

    • Davi Ribeiro disse:

      Sugiro duas corridas de 20 min a primeira ordenada pelo término da última corrida e a segunda com o grid invertido, acho que ia ser divertido.
      O problema é que mais corridas geram mais custos.

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