ROSSI! | Blog do Flavio Gomes | F1, Automobilismo e Esporte em geral
MENU

domingo, 29 de maio de 2016 - 17:18Indy, IRL, ChampCar...

ROSSI!

rossimilk3SÃO PAULO (ironias da vida) – Alexander Rossi fez sua carreira praticamente toda na Europa. Começou a namorar a F-1 em 2009, quando conseguiu um dia de testes com a Sauber. Andou também na Lotus/Caterham, sempre em testes, correu na GP3, na GP2, na Renault 3.5, até ser vice da GP2 no ano passado, quando a Marussia lhe deu a oportunidade de disputar cinco GPs.

Pode não ter feito nenhum milagre, mas seu 12º lugar no GP dos EUA igualou a melhor posição do time em 2015 – de Roberto Merhi na Inglaterra. Nada mau.

A Marussia trocou de nome para Manor e Rio Haryanto ganhou uma das vagas, com dinheiro da Indonésia. Pascal Wehrlein ficou com a outra, apadrinhado pela Mercedes. A Rossi, sobrou um lugarzinho de piloto de testes. Era o que tínhamos para hoje.

Mas tínhamos também uma chance, mesmo com contrato assinado com a Manor, de disputar a Indy como titular na Andretti-Herta, uma espécie de time-satélite da “Andretti-Andretti”. Quem cuida do carro é o ex-piloto Bryan Herta, figura simpática e experiente, que correu na Indy (contando Cart e IRL) de 1994 a 2006, numa trajetória que, se não foi brilhante, teve lá seus bons momentos — em 179 provas, foram dez poles e quatro vitórias.

E Rossi, 25 anos, foi.

E, agora há pouco, venceu a 100ª edição das 500 Milhas de Indianápolis.

Uma monstruosa surpresa, o primeiro “rookie” a ganhar as 500 desde Helio Castroneves em 2001, um menino que mal teve seu nome mencionado durante a transmissão da corrida, mas que do nada apareceu em primeiro quando todos os líderes e favoritos, a cinco voltas do final, tiveram de fazer suas últimas paradas para reabastecimento.

Uma bandeirinha amarela a mais, duas ou três voltas em ritmo lento, mudaria a história da prova. A turma da ponta teria a chance de economizar combustível e pronto, a parada estaria resolvida. Mas como disse Tony Kanaan depois da corrida, não dá para contar com isso. Quarto colocado, Tony esteve entre os maiores candidatos à garrafinha de leite na parte final da prova, assim como Muñoz e Newgarden. A amarela não veio, o #98 azul e amarelo empurrado pelos até então espinafrados motores Honda, sim. Veio para vencer.

A Indy mexeu nas regras para evitar que os kits aerodinâmicos escolhidos pelos dois contendores — Honda e Chevrolet — levassem a um desequilíbrio indesejado. Isso porque o pacote dos japoneses, no começo da temporada, era simplesmente inviável. O equilíbrio foi encontrado justamente em Indianápolis.

Com uma tocada segura e sem erros, o que é muito difícil para quem estreia no maior oval do mundo, Rossi mal sabia o que fazer quando chegou ao “winner circle”. Na dúvida, comemorou com discrição e sem grandes arroubos de heroísmo, ou explosões de alegria. Estava feliz. Emocionado. Incrédulo.

Talvez porque a vitória tenha vindo graças a algumas improváveis gotinhas de combustível e nada mais. Seu carro chegou a parar no meio da pista com o tanque seco, depois da quadriculada. Aliás, poderia ter parado antes, o que faria deste domingo o dia mais triste de sua vida. Quando abriu a última volta, o motor começou a falhar e sua velocidade, a diminuir. Era visível que estava mais lento, economizando até o cheiro do coquetel de 85% de etanol e 15% de gasolina usado na Indy. Mas os adversários, que tiveram de parar, tinham ficado muito para trás. Mesmo se arrastando, Alex passou pelo “brickyard” antes que todo mundo.

São aqueles contos de fadas que só o automobilismo pode criar.

Melhor: que só Indianápolis pode escrever.

57 comentários

  1. Venceu quem Sobrou na Liderança no Meio daquele Festival de Pit Stops no Final..

  2. Mario disse:

    Fez que foi, que não foi, e acabou fondo!

  3. Alfredo Aguiar disse:

    Escreve aí. Com o trabalho “fabuloso” que vem fazendo o Gutierres. Essa vaga poderá ser do Rossi ano que vem na Haas. Até porque por mais grana que tenha o dirigente, fabricando máquinas CNC, uma hora ele vai precisar de patrocínio e é normal que ele venha procurar por apoio nas terras do Uncle Sam. Um piloto americano, agora de sucesso, com experiência em F1, casa direitinho no time.

  4. Fábio disse:

    Torci muito pelo Helinho e pelo Tony, mas revendo tudo depois, ganhou quem mais merecia ganhar.

  5. charles disse:

    É pra comprovar que existe vida fora da F1

  6. Gabriel disse:

    Final de semana bonzinho. Começou com o final da Xfinity series, que achei a mais emocionante do fds, depois com a torcida pro pneu do Hamilton estourar, fórmula Indy foi de certo polêmica, pois não ganhou o mais rápido, e sim o que poupou combustível. Mas foi melhor que a Sprint cup, a mais sem graça de todas…

  7. MarcioD disse:

    Assim como no futebol as “zebras” de vez em quando fazem bem ao automobilismo.
    A maioria dos fãs gosta.
    Uma das muitas características da Indy 500 é a imprevisibilidade, devido por exemplo a este lance de combustível x bandeira amarela.
    Lembro-me de 2011 onde uma outra zebra, Hildebrand ia ganhando, quando bateu o carro na ultima curva da ultima volta dando outra zebra. E o pior é que o carro era patrocinado pela National Guard americana………

  8. Amaral disse:

    Fiquei surpreso? Sim. Mas Rossi não surgiu exatamente do nada. Ele fez um puta mês de treinamento para um novato. Não fez besteira, andou bem, se classificou bem, andou bem na corrida inteira, pingou algumas voltas na liderança, e decidiu por uma estratégia diferente, confiando no staff e no Bryan Herta. Poderia ter perdido de maneira mais trágica que aquela panca do Hildebrand na última curva, ficando parado antes de chegar nos tijolinhos. Se a corrida tivesse uma volta a mais, seria isso que aconteceria. Mas calcularam certo, fizeram a estratégia, ele comandou bem as carrapetas de dentro do carro, assumiu o risco, e ganhou. Só colocou o nome dele na história do automobilismo, “pouca” coisa. E reclamam que o moleque não se debulhou em lágrimas (tá, isso ele fez, chorou pra car*&#lho), não fez dancinha, não fez escândalo, não deu chilique, não jogou leite na cabeça? Tem um finlandês que já foi campeão do mundo de Fórmula 1 que consegue ser menos empolgado ainda.

  9. Quejo disse:

    A F1 pode ter mais dinheiro e tecnologia, mas em termos de corrida a Indy tem sido superior há pelo menos 5 anos.

  10. Renato de Mello Machado disse:

    Nisso tudo quê aconteceu,parabéns para a vida,destino,sorte, azar,sobrenatural de Almeida tão bem evocado,pelo colega Raider. Obrigado senhor por assistir uma corrida de verdade! De gente de verdade.

  11. Issac Nemach disse:

    Olha o Leicester da Indy :D Feliz tb está quem apostou no Rossi.

  12. Jonatas disse:

    Vejam como são as coisas, na F1 burrocrática atual, Rossi seria punido por terminar a prova sem combustível suficiente para levar o carro ao parque fechado. Que bom que a Indy não é a F1.

  13. Ricardo Cardoso disse:

    O mais marcante mesmo para foi, numa era onde o lugar comum é “se achar a última bolacha do pacote” o Rossi simplesmente não sabia o que fazer, não teve nenhuma reação exaltada. Nota 10 pro Rossi somente por essa atitude.

    Parece que o acordo entre Rossi e a equipe do Brian Herta não era para a temporada completa e foi estendido para a temporada completa, é sério isso?

  14. moisesimoes disse:

    - É claro que alguns terão opinião igual a de Montoya: ” É só outra corrida.”
    E alguém pode dizer: ” A Indy é injusta, a pole não adianta, o cara que mais lidera a corrida nem sempre ganha, bandeira amarela é o fiel da balança. Aquilo ali é só uma reta e virar o volante de vez em quando”.

    Mas quem assistiu a corrida viu que foi incrível. A cerimômia linda, organizada.
    Quem viu, sentiu o arrepio das conquistas dos grandes da Indy e as conquistas dos brasileiros. Lembrou das proezas de Emerson e Wheldon. Deu saudade! E pra coroar tudo isso, um cara que, segundo o site da RGT, não teve sucesso na F1, foi lá e mostrou o valor que é um piloto.
    O que é ter sucesso, quando você corre de Marussia? Como afirmar isso? Como medir o sucesso, não só dele, mas de outros pilotos que a F1, na sua realidade cruel, pagante, descarta? Ou deixa anos, sem uma chance real de vitória ou de provar o seu valor? Qual a porcentagem de pilotos realmente ruins ou bons que a F1 descarta por ano? E quais os critérios? É verdade que a F1 é por muitas vezes injusta, cruel e não é lugar de mocinho herói. “Ah, mas ele não foi descartado – é segundo piloto da Manor” E faz o quê?

    É uma reflexão que eu faço por que às vezes eu pensei, em algum momento, que a categoria são americaninhos querendo ser famosos, pilotos aposentados, amadorismo e bairrismo de americano, porque a banheira é feia, por que são pilotos suicidas, por que é a mesmice de carros – por isso a alta competitividade mascarada. Porque a F1 deu mais ” alegrias”. Porque a Band é pior que a Globo. Por que metem goela abaixo que a F1 é a categoria máxima. E é. E com isso tudo forma mal-educados do automobilismo no Brasil.

    A Indy no Brasil não deu certo. Pilotos que foram pra Indy, com as exceções que se conhece, foram meros figurantes. As pistas de rua da Indy são cheias de bumps. Os carros não são seguros. As primeiras corridas de 2016 e outras de outros calendários foram, de fato, ruins. Matou / alejou muita gente. A F1 tem mais tecnologia. E por aí vai.

    Mas disseram que não tinha prestígio, que o grid não é dos melhores. Verdade. Que não tem nome de peso, tirando o Montoya. Pra quê? Aqueles tempos dourados da Indy passou. O espírito da Indy, a maneira de se enxergar corrida e automobilismo é específica. E eu senti a sensação hoje, mais uma vez na centésima. E ela, na essência, não dá pra descrever. Sem alardes ou forçação de barra do Téo José ( por sinal, muito bem, agradecendo ao vivo a equipe técnica da BAND – Que bom que não teve futebol! Eu ia xingar legal).
    Só quem sentiu, foi quem, mesmo não vendo toda a corrida, viu a cara do moleque chorando, não porque vai ganhar merecidamente seus milhões, mas porque ele simplesmente ficou sem palavras.

    • Wanderson Marçal disse:

      Cara, que comentário excelente!

      E olha, é mais ou menos o que eu pensava antes da Indy. Comecei a acompanhá-la em 2012 quando o Barrica foi pra lá. No começo eu achava uma zona — e é verdade que americano, diferentemente do que se pensa, não é tão organizado como europeu e a Indy comeu muita bola –, mas fui começando a apreciar aquilo tudo sobretudo porque é algo humano. No final da temporada, quando o Barrica vazou, eu continuei gostando da categoria e vi que foi a primeira vez que eu curti automobilismo de verdade. E não porque havia um brasileirinho no grid pra quem eu torcia pra tocar musicazinha no final. Eu curtia porque era legal, era humana, com erros e acertos, como nós todos afinal.

      Hoje, 2016, a categoria está bem melhor que há 4 anos (é inclusive a única das categorias tops que tá ganhando audiência e não perdendo. Pra se ter uma idéia, ontem ela deu 4.1 nos EUA e a Nascar deu 3.1. Há 5 anos a Indy500 não chegava nem perto da Coke600 e hoje tá sempre à frente) e eu estou muito feliz por estar fazendo parte como espectador desse crescimento. Com mais grana, virão mais montadoras, farão um carro mais bonito (já ano que vem deve vir um novo kit tirando os pára-choques. Vai ajudar bastante) e não demorará muito pra mais pessoas verem que corrida se faz com máquinas, tecnologia, mas também e sobretudo com pessoas. E é isso que a IndyCar tem de melhor.

      E se a média dos pilotos da Indy não é tão boa quanto da F1, eles são imensamente menos chorões e mais gente boa. Hoje mesmo o Rossi humildemente fez uma live no Facebook e respondeu uma pergunta minha! E na F1 tem piloto que só responde pergunta que o assessor antes aprova…

  15. Rafael Duarte disse:

    O Rossi ganhou a minha torcida quando escolheu o número 53 pra correr na F1, explicando que teria sido por causa do Herbie. Mito!

  16. Allan disse:

    Que história! De piloto de testes da Manor na F1, pra ganhar a Indy 500 e justo a número 100. E ele chegou a andar em 33º, uma tremenda sorte aliada com a boa estratégia de parada da equipe. Kudos

  17. Marcos José disse:

    A equipe dele teve muita coragem ao assumir o risco de “pane seca” ao final da prova; ao contrário dos “favoritos” que tinham “estratégias que não parariam mais”!!

    • Issac Nemach disse:

      Na verdade, ele não tinha muito o que perder. Se parasse ia ficar esquecido. Se tivesse pane seca, ia ser lembrando como o piloto do “quase”, como foi Hildebrand que ia ganhar, mas espatifou-se na última curva na última volta. Rossi ganhou e entrou para a história.

  18. Carlos disse:

    Como a Indy é imprevisivel. Olhando a prova, e pela tocada, dava a impressao que o Castroneves ganharia facil a prova, tava com o carro redondinho! Nem no top 10 chegou

  19. Alfredinho disse:

    A Fórmula-1 mostra que realmente é a categoria máxima. Um piloto f1 de resultados medianos vence em Le Mans, e outro com passagem apagada pela mesma, vence em Indianápolis.
    E ainda tem gente que diz que a f1 está acabando.

    • Pedro Araújo disse:

      A correlação é falsa.

      Recentemente um campeão de F1 não conseguiu grandes resultados no Mundial de Rali.

      Lembre-se que no automobilismo não é o piloto que deve ser considerado o mais forte, e sim o conjunto carro+piloto.

      Resultados medianos na F1 não significam pilotos meramente medianos.

      No mais, F1, monoposto em ovais, rali, corridas de endurance (pra citar as categorias mais extremas) exigem habilidades nem sempre iguais dos pilotos e características bem diferentes entre os diversos tipos de carros.

      Vencedor em Le Mans, Monaco e Indianápolis só o Graham Hill .

      mediano?

    • Moy disse:

      Sério isso, Arnaldo?
      Ele foi lá e dominou? Barba, cabelo e bigode?

    • João disse:

      Comentário infeliz. Hulk ganhou em Le Mans com o melhor carro. Rossi fez quatro ou cinco provas na pior equipe da F1. Na categoria máxima, o carro é 90% do resultado.

    • Acarloz disse:

      Pois eu já acho que a graça do esporte tá aí, na raça, no improvável, na surpresa, no imprevisível, um esporte onde sempre ganham os prováveis não tem a menor graça. Hamilton deve ter levado o resto do champanhe pros mecânicos da Red Bull ontem, eles ganharam a prova pra ele.

    • Alex disse:

      Aposto que é mais uma viúva do Senna tb… kkk Em termos de competição a F1 é a categoria mais previsível e chata do automobilismo amigo, pra correr na Indy tem que ter sim talento e principalmente culhões!! Esse Rossi foi bom por onde passou, diga-se.

    • Wanderson Marçal disse:

      A F1 está acabando não por conta da qualidade dos pilotos, mas pela ingerência fora das pistas. Ingerência inclusive que faz com que o grid não seja tão bom como poderia. O Rossi é muito melhor que a atual dupla da Manor. Só não está lá porque não tem grana… Ou não tinha. Vejamos agora.

  20. Alexandre disse:

    Peço licença Flávio pra postar o link mostrando a chegada da Indy 500. Realmente foi emocionante. https://www.youtube.com/watch?v=AmD1ZwxrEPM

  21. Daniel Ramos de Oliveira disse:

    É esse tipo de corrida que ficam para a história, se Indianópolis te escolhe pra ganhar, você irá ganhar, e o escolhido pra ter o rosto registrado entre as lendas desse ano foi o Rossi…Alguma coisa me diz, que agora irá conquistar um ótimo contrato pra correr na Indy de forma definitiva.

  22. Marcell disse:

    Sres. que corrida! Que corrida! Quem ainda achou ruim o show que a Indy deu hj, é pq tem a visão fechada e não passa de um sectarista preconceituoso com outras categorias que não sejam a F1.

    Parabéns para o Hinchcliffy, Newdgarden, Helio, Tony, Munoz e principalmente para o imponderável Alexander Rossi!

    E parabéns para o grande premio que fez essa cobertura digna de um evento desses! Uma lição para uns certos veiculos de informação que brincam de transmitir eventos automobilísticos.

  23. Rodrigo Vila Verde Rodrigues disse:

    Resultado histórico mas um puta anti-clímax. Rossi passou a corrida toda sumido, praticamente uma volta atrás dos líderes.. Os grandes caíram pela força do destino. A corrida foi incrível mas o resultado foi dos mais injustos que já vi em Indy. A centésima Indy 500 merecia um resultado diferente….

  24. Ricardo Fulgoni disse:

    Acho que é o primeiro piloto com contrato na F1 a ganhar as 500 milhas de Indianápolis em décadas.

  25. Raider disse:

    É por isso que eu gosto da Fórmula Indy. A mais competitiva e mais imponderável das categorias. Quem em sã consciência iria imaginar um piloto que não se interessava pela Indy, ruim demais em suas passagens pela Dale Coyne, ruim pela Manor, até despertou ceticismo pelo próprio dono Michael Andretti, contratado no lugar de Gabby Chaves que é muito melhor que ele. Quem imaginaria que esse piloto iria vencer hoje as 500 milhas em edição centenária?

    Essa corrida tinha 3 endereços: Hicnhcliffe, Newgarden, e um dos dois brasileiros. E o imponderável aconteceu. Só o sobrenatural de Almeida pra explicar como que o piloto da Bryan Herta conseguiu vencer andando em velocidade reduzida e com pane seca depois…

  26. Paulo Pinto disse:

    A vaca trocou o malhado por listras…

  27. José disse:

    Meu deus do céu. Ganhou andando só com o cheiro do combustível. Foi na queima do vapor.
    Incrível.

  28. Anselmo Coyote disse:

    Ótimo.
    É um alerta para os “fodões”. Ganhou e ponto final.
    Abs.

    PS. Vi esse post e lembrei das vezes que ouvi o blogueiro falar bem do José Trajano. Com razão: http://www.revistaforum.com.br/2016/05/28/jose-trajano-repudia-presenca-de-danilo-gentili-em-programa-da-espn/

  29. Deni Williams disse:

    Como disse na hora: Manor do céu!

  30. valter disse:

    Se estivesse correndo pela Manor hoje em Mônaco, talvez a vitória teria vindo graças a umas gotinhas a mais de chuva. Predestinado?? Vai saber…

  31. Celio ferreira disse:

    A torcida munha foi grande , como foi grande o Rossi hoje , sorte acompanha
    os grandes pilotos . Escreveu seu nome na história de Idianapolis.

  32. Wanderson Marçal disse:

    Seu melhor texto envolvendo a Indy, Flavio. Poético, bonito, emocionante e, como o jovem rapaz, preciso.

    Essa crise pela qual passa a F1 também tem seus benefícios. Um deles é o entendimento que automobilismo não é só f1. Isso serve ao pilotos e à imprensa. E a cobertura do Grande Prêmio da Indy500 foi qualquer coisa de espetacular, tão bem feita como qualquer GP do Brasil.

    Que a molecada que está começando veja o exemplo do Rossi e olhe também a excelente iniciativa do GP, mostrando que outras categorias também têm espaço na nova imprensa, a virtual, que está matando merecidamente a ex-grande imprensa.

    Um Domingo e uma corrida espetaculares. Valeu, GP!

    • RENATO disse:

      Que crise? Quem ganhou a corrida anterior? O atual campeão do mundo foi empurrado por muito tempo na corrida . A F1 não tem igual e está se achando, pode falar o que quiser mas não tem igual.

      • Wanderson Marçal disse:

        Desde 2010 que a F1 está numa enorme crise, perdendo audiência e investimento. Hoje, paradoxalmente, é mais fácil você encontrar patrocínio na camisa de times que em macacões da F1. A McLaren, que é a McLaren, está sem patrocinio mastar a um tempão.

        No entanto, apesar disso e deles (os dirigentes, que têm fodido a categoria com uma série de regras artificiais estúpidas), ela é a que reúne o melhor material humano. Mas têm outras mais legais, porém: Indy e MotoGP são bem mais imprevisíveis.

      • Wanderson Marçal disse:

        patrocínio master*** há*** um tempão. (digitar no cel é sodda).

  33. smoker disse:

    …depois ficam nervosos quando falo do nivel dos gordinhos da indy hihihi!

    • Mustavo Gaia disse:

      De fato, a F1 pode ter os melhores engenheiros de som e os maiores tocadores de guitarra, mas quem sabe montar um baile direito é esse povo dos USA.

    • Pedro Paulo disse:

      Smoker, com essa vitória Rossi já tem um currículo melhor que a maior parte da F1, seu nome já entrou pra história do automobilismo e olha que é novo ainda. Se ele for esperto fica na Indy ano que vem e se manter o bom desempenho pode ser um dos maiores nomes da categoria nos próximos anos. Aí eu te pergunto, você prefere entrar pra história correndo na categoria mais disputada e difícil do mundo ou ser um qualquer de fundo de pelotão no glamour da F1?

  34. André disse:

    Foi sensacional!
    Muito legal mesmo.
    Há vida além da F1, até para quem mal teve oportunidade por lá.

  35. Matheus Lobo disse:

    Indianápolis é realmente um lugar fantástico. Hoje foi a 30ª edição que assisti pela TV. De longe a que possui os carros mais feios aerodinamicamente, mas com pinturas belas e alegres.

    Um dia ainda sentarei minha bunda na arquibancada na curva 1.

  36. Everson Abreu disse:

    Foi vice do Stofell Vandoorne com uma equipe mais modesta. Acompanhei a GP2 torcendo por ele. Talvez ainda volte para a F1, mas parece que sua carreira nos EUA foi catapultada com a vitória de hoje.

  37. Renato de Mello Machado disse:

    Simples,porém de uma enorme mística a corrida.Simplicidade quê a F1 deveria aprender com a Indy. Os EUA como dizem é a terra das oportunidades,e é mesmo só por causa da simplicidade, as pessoas mostram sua competência.Não quê a Indy não de derrapadas ela dá sim,como a história dos kits,contudo é a maior,e mais famosa corrida do planeta,como eles dizem.

  38. Jean Paul Jones disse:

    Acho que é mais que isso: é aquele caso em que na vida vc pensa que vai dar um passo para trás, mas acaba dando dois para frente. Acho que só com o Alonso que isso não se aplica… Parabéns Rossi, escreveu seu nome no automobilismo mundial, ao invés de se conformar em ser piloto de teste numa equipe de fundão na ‘elite’ das corridas de carro.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>