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quinta-feira, 4 de maio de 2017 - 18:50Indústria automobilística

A VER

Rodrigo_Contin_CEO_da_Hitech_Electric_Foto_Hitech_Electric

SÃO PAULO (e a observar) – Repasso como recebi, por considerar que essa tecnologia, cedo ou tarde, entrará na vida de todo mundo. Trata-se de um carro elétrico brasileiro que será apresentado domingo em Curitiba. Editei um ou outro trechinho para reduzir um pouco o texto da assessoria de imprensa. Pessoal de Curitiba poderia dar um pulinho no evento domingo para nos passar suas impressões.

O Hitech Business Group, fundado e comandado pelo engenheiro Rodrigo Contin, profissional bastante conhecido no mundo do automobilismo por ocupar o cargo de chefe de equipe da Hitech Racing — time que disputa atualmente a Fórmula 3 Brasil –, tem o prazer de anunciar a ampliação de seus negócios com o lançamento da Hitech Electric, fabricante de carros elétricos para o mercado brasileiro.

A Hitech Electric terá sua sede em Curitiba (PR) e será oficialmente lançada neste domingo (7). O fim de semana do lançamento da fabricante será, a propósito, bastante agitado para as empresas que formam o Hitech Business Group. Na sexta-feira e no sábado, a Hitech Racing estará em Interlagos, onde disputará a segunda etapa da temporada 2017 da F-3 Brasil. No domingo, a Hitech Electric colocará seu site oficial no ar com todas as informações da companhia e terá sua marca propagada na Meia Maratona Ecológica de Curitiba, evento que receberá o patrocínio da mais nova montadora de veículos elétricos do país.

41 comentários

  1. Denis disse:

    Muito boa iniciativa, mas será que valeu a economia no design? Será que sairia tão mais caro fabricar um carro atraente? Será que o engenheiro olha para o produto final e pensa “meu que coisa linda”?

  2. Espíritu de Cerdo disse:

    Xá o cara pô! Gente sentir-se ofendida com produto/serviço dos outros é a nova modinha dos dias de hoje.

  3. Marcelo Borges disse:

    Que merda é essa……..um carro de golfe?????

  4. GUMA disse:

    Parece um banheiro químico duplo……

  5. Renato disse:

    E ai? design, tecnologia, bla-bla-bla de sempre…
    Anos atras iam fabricar um carro urbano no RJ, baseado em um conceito do Anisio Campos e?
    Para quem trabalha ou trabalhou com desenvolvimento, o caro não é só o motor e penduricalhos, o caro é a base rolante, aquela tal da “plataforma”, que deve aguentar ensaios da *NCap (choque frontal, lateral, pedestres, crianças, capotamento, etc). E onde entra tudo isto? Ela custa 1 bilhão de euros, fora que um modelo passa por testes exaustivos de fadiga de carroceria, soldas, mecanica, mecanismos e tudo mais. Para se ter uma ideia disto, o piso do país é mapeado e digitalizado e replicado em uma bancada de 4 pistões que ficam um bom tempo estressando a carroceria, cheia de monitores e simulando algo como 400.000 km de percurso. Uma porta de motorista é aberta e fechada por 100.00 ciclos para validação dos conjuntos de dobradiças/fechaduras/estrutura, pois, são itens de nível severo de segurança. Foi-se o tempo das portas de fuscas que se abriam ao se fazer uma curva.
    Alem disto, e a homologação para utilização em vias públicas, os ensaios de choque, validações de ABS e air-bags?
    Então, vale a ideia, apresentar propostas, mas, tudo isto virar um produto comercializável é outra história.
    Desejo muito sucesso à equipe de desenvolvimento, mas deixo estas observações não como crítica, mas como uma visão de quem ja trabalhou neste ramo e conhece um pouco desta coisa complexa chamada “industria automobilística”.

  6. Elmo disse:

    Não é crítica nem elogio, mas essas formas fazem ele parecer um daqueles primeiros carros, do início do século passado, estilo Henry Ford. O popular ‘calhambeque’.

    • Edilson Vieira disse:

      Sim. Lembra os primeiros protótipos elétricos da Gurgel. o Itaipu, do final dos anos 70. É estranho quando sabemos que esta fase do carro elétrico feio e esquisito já passou. Taí o exemplo da Tesla, dominando o mundo. De qualquer forma, desejo sucesso, e sorte, ao empresário.

  7. Airton Silva disse:

    Pensei que o cara da foto era o Adrian Sutil

  8. PRNDSL disse:

    Hoje vi um Supermini da Gurgel… Acho Gurgel um gênio injustiçado.
    Coisas como o Motomachine seriam o máximo em novidade, hoje em dia !!!

  9. Richard Baggs disse:

    Minhas dúvidas são sempre as mesmas: atravessa inundação sem dar choque? Se cair um raio no carro, carrega automaticamente a bateria? Motorista com marca-passo pode dirigir? Se o carro é elétrico, o vidro elétrico tem motor a combustão?

  10. Marcelo disse:

    Pra mim parece um carrinho de golfe adaptado para parecer um carro de passeio.

  11. Ed disse:

    É mesmo muito feio e costumam ser extremamente caros. Poxa, eu gostaria muito de dirigir um elétrico, mas vamos melhorar, né? Pode ser um pouco feio e/ou um pouco caro, mas muito feio e muito caro fica inviável.

  12. Juliano disse:

    Que coisa feia, pqp

  13. Ricardo disse:

    A história brasileira mostra que os benefícios e subsídios do governo vão todos para a indústria multinacional. Ao contrário do que fazem países como Alemanha, França, Coréia, Japão e EUA, que incentivam suas marcas, o Brasil prefere as de fora. Ainda mais esse governo golpista que está aí.

    Então, infelizmente, acho que isso morre na casca.

  14. Edson Mauricio Correia disse:

    Olha! Um calhambeque elétrico! Esqueceram de contratar um designer…

  15. Otavio disse:

    Quando a Gurgel lançou seus carros, muitos disseram: “que carro horrível”.
    A ind. Automobilística europeia, nos seus primórdios, criou alguns carros que visavam praticidade e economia. Vão dizer que o Citroen 2cv ou mesmo o Fusca, em sua origem, eram exemplos de beleza?!
    O brasileiro deveria contentar-se com as possibilidades, limitações e concorrências econômicas desleais e apoiar uma indústria nacional, em todos os seguimentos. Gurgel definhou ante as poderosas indústrias. Engesa e Bernardini são outros exemplos. Continuemos com nossos grãos e orgulhando-nos de sermos o “celeiro do mundo”.
    Quando a “revolução industrial” chegará a este pais???

  16. Andre Nascentes disse:

    A Tesla já mostrou que o problema não é ser elétrico, é ser feio. Ai o cara vai e lança essa coisa aí. Vai vender uns 10.

  17. Eduardo Britto disse:

    O futuro é elétrico, silencioso, e não explosivo e barulhento… São Paulo está um horror de barulhenta! Há de melhorar…

  18. Gustavo disse:

    Ainda considero os carros elétricos um insensatez, uma vez que existem aqueles ótimos projetos de carros movidos a ar comprimido na França e na Índia.

    https://www.groupe-psa.com/en/newsroom/automotive-innovation/hybrid-air/

  19. perna quebrada disse:

    Por que todo carro elétrico tem que ser feio?
    E o preço desse brinquedo, compensa a feiura?

  20. Thiago disse:

    Acho legal a tecnologia elétrica, e com certeza é o futuro, mas odeio a idéia de te-la na Fórmula 1, seria muito legal se eles assumissem o papel de esporte retrô como foi citado no PaddockGP essa semana, e voltassem os V10, será que é impossível fazer um motor elétrico que faça barulho e seja muito potente?

    • Carlos disse:

      A unidade de potência usada na F1 atual tem pouco menos de 900hp enquanto o “supercarro” Rimac Concept One teria 1088hp e velocidade final de 305km/h.
      Para fins de comparação, os carros da F-e tem potência inferior a 300hp e velocidade final de 225 km/h. Eu não tenho a mínima ideia do porquê os carros de competição não alcançarem as especificações de um carro comercial. (Obs: dados da wikipedia).
      Eu não acho que exista muito a ser feito para gerar barulho pela forma como a energia mecânica é obtida. A não ser que você goste do som de um liquidificador gigante.

      • Ferdinandes disse:

        Tesla eh a resposta

      • Paulo F. disse:

        Acho que motores elétricos tem seu nicho .
        Mas competições?
        Dois exemplos classicos.

        Offy 4 cilindros , usado durante mais de 50 anos, de 30 a 86, versões finais com + 1000 cv, depois detuned para aproximadamente 800 cv.

        BMW m12/13 turbo: 1,400 hp, em 1986, com um bloco de carro de rua! Nada mau para um motor, desenhado por Alex von Falkenhausen, que iniciou a vida em um sedam familiar nos anos 60!

      • Pedro disse:

        Acho que o motor de um carro comercial num carro de FE ficaria muito pesado… Mas isto é passageiro, mais cedo ou mais tarde a tecnologia avança e os carros vão passar a correr mais. Alías, se não me engano este ano já não será mais preciso trocar de carro durante a corrrida, o que já é um avanço.

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