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sábado, 18 de novembro de 2017 - 14:22Automobilismo internacional

CAMPEÃO (MAS NÃO SE EMPOLGUEM)

pietrocampeao

RIO (campeão é campeão)Pietro Fittipaldi conquistou ontem no Bahrein o título da Fórmula V8, ou World Series 3.5 — essa mistura de identidades atrapalhou bem, neste ano. Um título é um título, e o neto de Emerson merece os parabéns. Mas, em nome da verdade e contra qualquer pachequismo emergente, as coisas devem ser relativizadas. O campeonato foi fraquíssimo, e ontem havia apenas dez carros no grid. O cara que lutava pela taça contra Pietro estava na pole e não conseguiu largar. O brasileiro meio que tinha a obrigação de ser campeão desse troço, com a estrutura que tinha, na equipe onde correu, e com a ausência de adversários de qualidade.

A categoria completou 20 anos e, hoje, encerra suas atividades exatamente pela falta de carros — o que dá a medida da importância do título. Já foi uma série relevante, quando tinha a Renault oficialmente como promotora. Depois que a montadora francesa se foi, o campeonato foi minguando e não se sustenta mais financeiramente. Faltam interessados.

O que Pietro pode aproveitar dessa experiência é o fato de ter andado o ano todo num carro muito potente. O que aprendeu com ele será útil onde quer que ele for correr agora. E não sei onde será. O ideal seria pular para a F-2, que ainda tem vagas e está ganhando importância pela atenção que a Liberty e a FIA estão dedicando a ela como formadora de pilotos para a F-1.

O título e o nome podem ajudar. É um bom momento para correr atrás.

13 comentários

  1. Sendo o último campeão da finada Fórmula V8, ou World Series 3.5 – o Pietro Fittipaldi vai ter que valorizar esse título em outra categoria de base, senão fim de carreira.

  2. Josef Stalin disse:

    Então Minhoca, O Fittipaldi vai ter que suar sangue para poder chegar a F1, A F2 é uma categoria muito forte e se não estiver na equipe certa e não for bom, não chega nem fodendo.

  3. Elcio disse:

    Vamos esperar, mas acho que é um dos poucos nomes que vemos pro Brasil na Fórmula -1 futuramente.

  4. Marcelo Alves disse:

    Antes de se chamar Renault World Series ela se chamava Nissan World Series.
    Nessa época vieram ao Brasil para correrem em Curitiba e Interlagos.
    Fui, vi e eram uns foguetes.
    Pena encerrarem as atividades.

  5. Riba disse:

    Superlicença ele não consegue, a regra atual tem que somar 40 pontos nas 3 temporadas anteriores a estreia da formula 1 , no caso dele tem 35 pontos com o titulo de 2017 e 1 ponto com o 10º lugar no campeonato de 2016, em 2015 disputou o europeu de formula 3 que premiava os 10 primeiros do campeonato e ele chegou em 16ª , eu acho. Então ele possui 36 pontos .Para estrear em 2019 ele tem que somar as temporadas 2016; 2017 e 2018 ou chegar em 9ª lugar no campeonato de F2 de 2018 que ganha 4 pontos que podem ser somados aos pontos que ele já tem. Foi o que entendi no site da FIA

  6. CHAGAS disse:

    E segundo Reginaldo Leme, Pietro com esse título conseguiu a super licença pra correr na F1.
    Parabéns. Vamos aguardar os próximos passos.

  7. Thiago ST disse:

    Mas tá igual a F1 que esse ano só tinha de verdade 06 carros.

  8. Zé Maria disse:

    Dentro de 30 segundos alguns desavisados começarão a entoar a ladainha de que dentro de poucos anos teremos outro brasileiro vencendo na F1. . .
    Melhor esperarem deitados, nem perto vai chegar. . .
    Fraquinho, fraquinho, esse título da World Series vale menos que nota de R$3,00.
    E não me venham dizer que a categoria consagrou gente do naipe de Alonso, Ricciardo, Sainz Jr, Vettel e companhia bela, eram outros tempos, bem diferentes dos dias de hoje, onde o próprio promotor, o pai do Alguersuari, preferiu “jogar o barco nas pedras”. . .

  9. ags disse:

    Esse é o check visado…só esperamos que a GULA de uns da familia de virar moeda para pagar as —–s que fizeram…
    Tbm acho que tem que ter mais milhas para sentar em um F1……

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