ESSA PODE

E

SÃO PAULO (grana, tudo é grana) – Lembram da capa de “Playboy” que acabou com a revista em Portugal, porque a matriz americana achou chocante? O blogueiro Márcio Pimenta, que é um playbólogo conhecido, mandou a capa aí do lado e contou que encontrou num fórum a informação de que a edição mexicana da revista, que colocou a modelo María Florencia Onori caracterizada como a Virgem Maria, continua firme e forte.

Estranhos, os critérios religiosos/estéticos/morais da Playboy Entertainment.

Bem, eu achei as duas capas ótimas.

Sobre o Autor

30 Comentários

  • Talvez a diretoria da Palyboy seja daquela linha de protestantes que adoram emputecer a Maria. Já mexer com JC é inaceitável. Conheci um pastor que dava pulos e batia palminhas quando saia algum indício histórico sobre maria ter tido mais filhos.
    PS: emputecer não quer dizer deixar zangada.

  • Vergonhoso a Playboy praticar o mesmo moralismo inquisitório hipócrita do qual foi vitima no começo de suas publicações….

    O fechamento da Playboy Portugal pela capa “polêmica” creio que também se deve ao fato de Saramago ser ateu e comunista.

    Progressista e revolucionária no passado a Playboy se torna uma velha de 57 anos reacionária e rançosa, como a maioria das pessoas quando passa dos 30 (no Brasil acho que é aos 25 agora) enfim…

    Aliás Playboy no Brasil é revista do Grupo Abril né? Boicoto todas…

  • Simples.
    1 – Em Portugal o povo ficou chocado, no México, não;
    2 – Portugal é um país europeu, “importante” na visão da Playboy, já o México, faz parte da Améria “latrina”… cagam e andam pra nós…

  • Bônus (especialmente dedicada ao fulano ai q recomendou a playboy ñ mexer com as religiões pra ñ acabar em guerra): enquanto uma pu** vestida de santa for motivo pra uma ‘cruzada’ (guerra-santa) vcs deviam rever seus conceitos sobre religiões…

    (sorry pelo pu** foi só pra dar uma dramaticidade ao texto, as meninas fogosas são divertidas! =P)

  • Adorei a capa! Não quero saber se a moçoila tá fantasiada de santa, diabinha, petista, coelhinha, ursinha-carinhosa… Desde q ela seja pimposinha tô dentro!

    Eu me divirto com esses comentários… Pq vcs não vêm defender o satanismo quando aparece uma ‘diabinha’ por aí huahauha, ou deixem de serem hipócritas e parem de cultuar Onã de uma vez, queimem toda sua coleção de playboys e deletem seus videozinhos educativos. Até concordo que devemos respeitar os indivíduos, mas devemos sim criticar as instituições religiosas, quem pensa o contrário é cego! Ou toda a matança, guerra e preconceito promovidos por essas instituições ao longo da história humana devem ser aceitos?! Afinal, as instituições religiosas são grandes empresas isso sim (e com isenção de impostos, huehauhau, inacreditável)! O produto delas é o conforto, a salvação, a esperança, quem não quer um desses?! E suas atitudes têm impacto na vida de toda a sociedade, não apenas nas de seus seguidores.

    Hj em dia estão até no negócio das franquias hehehehe, e esse vai de vento em popa. Sério, acho um crime oq certas religiões andam aprontando por esses tempos… Explorando brutalmente a fé de ‘boas’ pessoas para encher os bolsos de seus pregadores, serei elegante e nem citarei a razão social dessa empresa aqui, mas me embrulha o estomago a cada vídeo q vejo das falcatruas desses vendedores-de-fé. Quando leio comentários como os deixados aqui, até fico tentado a acreditar q esse povo no fim das contas merece ser explorado mesmo, mas depois volto a razão e lembro das tantas pessoas humildes e sem instrução alguma para perceberem q estão sendo vítimas de um golpe.

    Triste as pessoas acharem q precisam de um deus (ou alguma religião) para não saírem por aí matando uns aos outros…

  • FG, a dıferenca eh que a cupula da Payboy nao deve catolıca, mas apenas crısta. Nao devem se ıncomodar muıto para referencıas a Marıa. O problema eh mexerem com Jesus (desculpem mas o teclado eh europeu, e nao conseguı acentuar)

  • Que moral a Playboy passa? É muita hipocrisia neste mundo. Eu não sigo religião, mas se eu fosse editor dessa revista, evitaria fazer essas misturas, religião é caso sério para milhões de pessoas, inclusive a ponto de causar guerras.

  • Gosto muito de mulher, sou da pior raça, gosto de novinhas e coroas, gosto de magrinhas e gordinhas, de negras e loiras, de altas e baixas…mas concordo com o Diego, não há necessidade disso para mostrar mulher gostosa, somente vender mais.
    Não sou Ateu, mas não sigo religião alguma, frequento cultos, mas não sou cristão…estou mais para agnostico que muitos agnosticos, mas não devemos desrespeitar a religião alheia…é pior que xingar a mãe do próximo.

  • Continuo achando um ato rasteiro, pouco imaginativo e típico de quem quer publicidade de graça, publicar imagens provocando a religião seja ela qual for.

    Ato pedante de gente metida a intelectual cujo maior prazer é fazer de pouco as religiões alegando a esquizofrenia de milhões e achando o máximo apregoar a sua racionalidade como verdade absoluta …(religião ao pé da letra também não o é)

  • Pelo jeito, tudo que tenta ir contra a alguma religião, você acha ótimo. Porque você é ateu, e acha que todos devem ser ateus. Assim como um religioso fanático acha que todos devem acreditar em Deus. E a vida é assim. Você é como um religioso querendo que todos pensem como você. Obs: Eu não tenho nenhuma religião. Acredito em Deus, mas não nas igrejas

  • Realmente, defender a Playboy é a maior furada. Mas vamos lá:

    Essa capa é esteticamente melhor na luz, no cenário e na modelo – muito bela e etérea. A outra capa misturava literatura e religião com sacanagem – tremendo mau gosto.

    Mas, sinceramente, eu não permitiria nada relacionado à qualquer religião numa publicação como essa. Assim como acho ridículo certas igrejas que lançam padres ou pastores cantores de pop.

  • Ambas as capas são de extremo mau gosto.

    Atentar contra símbolos religiosos é uma afronta aos seguidores de tais religiões (não vou nem entrar no mérito da afronta ao Deus dessas religiões). Isso não passa de uma forma de preconceito, no mesmo nível do racismo e do antissemitismo (que não passa da perseguição aos seguidores do judaísmo).

    Indepentemente da religião, todas devem ser respeitadas.

    Contudo o respeito ao próximo não parece contar muito nessa sociedade individualista onde vivemos. Prova disso é a forma que o blogueiro aborda tais temas. Você é ateu FG? Se for, respeito sua opção. É agnóstico? Respeito também. Se for deísta, respeito novamente. Se tiver qualquer religião continuarei te respeitando. Contudo, não se faça de amante da arte fotográfica para atacar indiretamente qualquer grupo religioso. Sempre respeitei e admirei suas opiniões sobre automobilismo, peço que respeite a opinião religiosa de muitos que seguem seu blog. Chega desse ataques mascarados de amor a arte.

    Obrigado.

    • Os comentários neste post provam o papel de “ópio do povo” que as religiões representam.

      Além disso a posição claramente fundamentalista mostra o qual intolerantes são os “religiosos” que aqui se manifestaram. Basta ver o teor das palavras: “atentado”, “afronta”…

      Daí até explodir o WTC em nome da “fé” o caminho é bem curto.

      Fanáticos de plantão: vão ler Carl Sagan!

      Para terminar: a liberdade de expressão não tem preço.

    • Concordo com tudo que o Diego escreveu.
      Se o ataque fosse contra Maomé, rolaria uma carta bomba, no mínimo.
      E, falando agora pessoalmente, abomino ataques a Maria, a forma que Deus escolheu para mostrar o seu amor incondicional, como a de uma mãe, por nós.
      Mas essa é a minha opinião, minha crença pessoal que não é imposta nem mesmo aos meus filhos.
      Embora toda a orientação deles tenha sido católica, eles tem todo o direito de se expressar de outra forma.
      Quanto à foto, não vi nada demais artisticamente nela.
      Aliás, o fundo bege-marron acabou deixando-a meio “chapada”.

Por

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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