ONE COMMENT

Só nove carros no grid da F-Future em Londrina. Para uma categoria-escola, preocupa. E muito.

Comentários

  • É complicado!

    Estrutura, carro, regulamento, gente interessada tem… tem tudo… só falta o dinheiro para a molecada.

    Com esta crise que ocorreu em 2008, a maioria dos países ainda está receoso em abrir a mão para patrocinar alguem.

    Duvidam? Olha só os carros das equipes grandes de F1. De onde vem o dinheiro? india, países árabes, Malasia, etc… já faz tempo que a Europa e americas vem pedindo dinheiro emprestado para esta gente para sustentar seus sonhos.

    Os pobres adolecentes brasileiros só podem contar com uma ou outra empresa que tenha dinheiro para “disperdiçar” ou com o próprio pai. O numero de pilotos no grid reflete que só temos 9 pais ricos que aguentam paitrocinar um brinquedo caro destes para o filho.

    Não adianta custar menos… tenho certeza que já tiraram até a grana do cafezinho do custo final. Talvez se as provas fossem transmitidas pela TV, sei la… poderia “chamar” mais empresas para o negocio.

  • Amigos(as),

    Ledo engano, essa categoria não estava com todos os veículos já destinados aos pilotos?

    Acho que ouvi algo do gênero em algum momento.

    Assisti a corrida hoje a tarde, e fiquei impressionado em ver apenas nove carros.

    Abraço,

    RC.

  • Flávio,
    Estive “in loco” acompanhando o Racing Festival. Posso está enganado, mas achei que o interesse da FIAT é apenas promover o modelo de rua do Linea, o resto “não vai vender carro”. 9 carros relegados a 3 boxes, me parece que os mecânicos são comuns a todos os carros, na segunda corrida, logo na saida a cobertura do motor de um dos carros não tinha sido fixada e saiu voando, depois da volta de apresentação, com os carros já posicionados com a placa de 5 min mostrada, surgiu uma nova ordem de largada não se sabe porque, trocaram todos os carros de posição na hora. Achei meio “corrida de várzea”. Se é categoria-escola, sinceramente falta “aprendizado” para todos. Mas é a 1ª temporada, vamos torcer que a próxima sela melhor.

  • O Sportv transmite desde a 1ª etapa aqui no Rio, e felizmente lá em Londrina fizeram o certo: já que não iam cobrar ingresso, pediram para levar lata de óleo (não sei porque) para trocar por ingresso, enquanto aqui no Rio vc tinha que ir nas concessionárias para pegar o ingresso, o problema é que não encontrei o ingresso nos dois dias em que fui, e o mais “engraçado” era que o autódromo estava vazio, vai entender.
    Aqui no Rio a F-Future foi fraquinha, mas até que em Londrina, teve disputa, mesmo com somente 9 carros. Realmente, não entendo como depois de 2 meses entre as etapas, não apareceram mais pilotos para compor o grid.
    Enquanto isso, a Linea andou bem de novo, nas 2 baterias disputas do começo ao fim, e com show do Cacá, que anda com uma uruca do caramba.

  • Enquanto os novos pilotos vão para essa escola, é preciso enviar os pais do Brasil para uma escola de negócios.
    Categoria escola que custa quase meio milhão por ano? Escola para super-dotados, é claro.

  • Tonzinho “piloto da foto” como é conhecido aqui em Natal é um excelente piloto e sempre levou o automobililismo a sério sempre respeitando, fiscais, diretor de prova e seus adversários. Parabens esperamos ver o seu sucesso.

    Zé Maria

  • Precisamos é ter uma categoria escola, onde o “aluno” piloto tenha contato com o mais básico da mecânica e do comportamento dinâmico de um carro de corridas. Deveria ser reeditado uma categoria como foi a F-Vê. Da mesma forma, com equipamentos baratos e de fácil manutenção.

    • Roberto:
      Veja o que o Joaquim citou acima. Fórmula Vê, barata de adquirir, manter e correr talvez seja a grande sacada (43 anos depois) do automobilismo brasileiro. Hoje quem quer correr e economizar, tem de sair do país, pois a Europa é mais barata…

  • Acho que as categorias de base aqui no Brasil, estão ficando cada vez mais escassas. Não existe mídia, nem investimento, nem incentivo.
    Da mesma forma que quem mora em Sampa já não vê mais campo de várzea,para revelar grandes talentos, quem vai passar um domingo em Interlagos hoje, não vê nem metade do que se via há vinte anos, Quem passou dos 40 anos e gosta de automobilismo, sabe do que eu estou falando.

  • lógico que preisa de divulgação, mas o que precisa mesmo é público. Não adianta sair na ESPN e ter autodromos vazios. Precisa chamar as pessoas de volta aos autodromos, isso que apóia, que dá audiência de TV, etc.
    Canais de televisão não podem determinar isso, quem determina é quem participa disso,a CBA deveria divulgar, os organizadores deviam se preocupar em primeiro lugar em trazer gente.
    Isso é mais importante que configuração de motor e chassis.

  • A idéia em si é boa, mas está mal administrada. É a velha história, poucos querendo ganhar muito nas costas de alguns incautos que caem na conversa.

    Querem uma fórmula efetivamente barata de se comprar, manter e correr? Está saindo do forno, é só terminar os testes de pista que estamos fazendo e iniciar a produção em série dos chassis.

    A idéia é tão simples que parece um ovo de Colombo. Aguadem, dentro de poucos dias o FG vai postar aqui. Aliás, acho até que vou convidá-lo para a corrida de estréia. Um caso a pensar…

  • Infelismente tb não vejo futuro não…
    aqui no Rio de todas as coprridas, esta foi a pior… ate o treofeu Linea foi emocionante… FFuture foi apenas um desfile e se nao me engano correram na estreia aqui no Rio com este grid…

  • Kart Graduados caro demais e com poucos pilotos + falta de oportunidade para pilotos campeões no kart que não têm (MUITO) dinheiro para pular para fórmula (sem programas de jovens pilotos por assim dizer) + Categorias de Fórmulas com orçamentos fora da realidade atual (sério, às vezes acho que têm gente que acha que vive nos anos 90 ainda) + falta de divulgação dos eventos nas cidades aonde ocorrem (uns banners e algumas chamadas no rádio e TV não mata ninguém não é verdade?) = a Grid pequenos.

    Se houvesse uma forma de atrair a atenção de pilotos mais experientes para essas categorias (como prêmios ou até salários pagos por patrocínios) seria uma forma de encher o grid por enquanto com gente capacitada, que também ensinaria aos novos pilotos a se superarem para competir de igual para igual contra a força da experiência desses pilotos mais velhos. Dessa forma aqueles que começam nos Fórmula aqui não sairiam “crus” para competir contra fortes adversários na Europa.

    • Claro que não é um campeonato brasileiro, nem tem a pretensão de ser unanimidade. mas estamos criando um link aqui no Rio Grande do Sul para que os pilotos de kart passem pela fórmula 1.6 gaúcha(unico campeonato regional do gênero no Brasil). É um certame muito barato, que utiliza monopostos da antiga fórmula ford. Não é um chassi moderno mas dá pra ter uma boa noção de como pilotar fórmulas. Estamos em campanha para fechar o ano com 20 carros no grid.

  • Resultado da má administração da CBA ( que praticamente não existe) com o restolho da crise finnanceira mundial ( ninguém investe onde não tem garantia alguma……)……..
    Assim fica difícil………Boa iniciativa da Família Massa, mas sem apoio……… “Andorinha só não faz verão…..”…….

    Flávio, 2 horas de limite……..Se não na terça direto, dois programas de 1 hora na semana…………. leva isso lé ESPN…………. Abraço a todos……………..