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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012 - 12:15F-1

CIAO, JARNO

SÃO PAULO (esquindô) – A história de que Petrov iria acabar ficando com a vaga de Trulli já rolava havia algum tempo. Faltava apenas alguém assinar o cheque. E hoje pela manhã a Caterham anunciou a saída do veterano italiano para a entrada do russo endinheirado. Não que Petrov seja milionário pessoalmente, um czar que vive em palácios nababescos. Ele tem patrocinadores de seu país, e como a Rússia vai fazer um GP muito em breve, não tem como ficar sem um piloto na categoria. É um mercado importante demais. Tem dedo de Bernie nesse negócio.

Petrov, desta forma, desaloja um decano que sai sem se despedir, assim como Bruno Senna desalojou outro, Barrichello. Com o mesmíssimo roteiro: grana para oferecer, juventude e potencial para descolar patrocínios superando experiência, bolso vazio e currículo sólido, mas não brilhante, que pode ser descrito como “já-deu-o-que-tinha-que-dar”, ou “sai-da-frente-que-atrás-vem-gente”, ou, ainda, “a-fila-anda-rapaz”.

A Itália ficará sem um piloto no grid depois de não sei quantas décadas, vou levantar esse dado. Jarno, 37 anos, era, a exemplo de Rubens, um cara bem visto e querido por todos na categoria. Disputou 252 GPs e venceu um, em Mônaco/2004 com a Renault — corrida em que Montoya e Schumacher se estranharam no Túnel, jogando a vitória no seu colo. Subiu ao pódio 11 vezes e em quase todas elas pode-se dizer que foram troféus marcantes. Com a Prost em Nürburgring em 1999, por exemplo, foi segundo numa corrida vencida por Herbert, com Barrichello em terceiro — ambos da Stewart; e sete pela Toyota, time que defendeu com dignidade por cinco anos, fazendo duas das quatro poles de sua carreira — a última no Bahrein, em 2009.

Minardi, Prost, Jordan, Renault e Toyota foram as equipes de Trulli até os japoneses deixarem a categoria, e sobrou para ele a estreante e incerta Lotus malaia de Tony Fernandes em 2010. Ele foi de mala e cuia, topou o a tarefa ingrata de ajudar a montar um time do zero, correu dois anos se arrastando lá atrás, chegou a andar nos testes de Jerez semana passada e agora está a pé. Sai com um discurso mui civilizado, dizendo que entende a posição da equipe, agradecendo a todo mundo, desejando sorte a quem fica.

E é assim que funciona esta F-1. Agora, em dias de crise na Europa, mais ainda. Talvez nunca a lista de pilotos ditos pagantes tenha sido tão extensa: Bruno, Maldonado, Petrov, Pérez, Grosjean, Karthikeyan, e certamente estou esquecendo de alguém, porque tem uma legião de reservas que também está pingando algum no caixa combalido das equipes menores. É a troca da guarda. As saídas de Trulli e Barrichello são um marco definitivo de uma mudança de gerações.

Curioso é que os velhinhos que restaram, Schumacher e De la Rosa, estão, por assim dizer, recomeçando suas carreiras. Mas são casos particulares. Quem podem ser estudados à luz das mudanças pelas quais passam os quarentões no século 21 — os que não têm medo algum de começar tudo de novo.

66 comentários

  1. Daniel Amorim disse:

    Prá mim, vai tarde. Nunca esqueci de quando o cara, como se fosse o melhor piloto do mundo, ganhou a vaga do Cristiano da Matta. O Da Matta, sujeito pacato, tranquilo, do bem, tava perto do carro quando o tal do Trulli passou perto do cara e disse “banzai” (acho que é assim mesmo que se escreve), em clara tirada de sarro pelo fato de ir assumir o carro. Falta de respeito com um colega que seja lá por qual motivo perdera a vaga, deve ser triste, ainda mais o Da Matta com seu jeito de bom rapaz…Mais por isso do que pelo fato de ser um piloto menos que mediano, ruinzinho, que vem tomando lambadas sucessivas do Kovalainen, e fica choramingando aos quatro ventos “ah, minha direção hidráulica”…será que a do Kovalainen era melhor que a dele? Duvido. Que arrume as malas e zarpe, mesmo…

  2. Raphael Bastos disse:

    Última vez que não teve um italiano no grid foi em 1970

  3. Pedro Jungbluth disse:

    Eu lembro BEM do GP de monaco de 2004. Nem Montoya nem Schumacher tinham quaisquer chances de ganhar a corrida, pois estavam lentos. O carro mais rápido era a BAR do Button (não lembro se já se chamava Honda) e o segundo carro mais rápido era a Renault. O que fez a corrida cair no colo do Trulli foi a batida do Alonso, e a impossibilidade do Button passar no apertado circuito.

  4. marcos antonio gomes disse:

    So 7 digo 7 x campeao do mundo , recorde dificil de ser batido, qualquer piloto teria que ganhar um campeonato ano sim, ano nao, ficara varias decadas como o maior campeao, para eu mao dizer eternamente, abraços a todos

  5. Antonio disse:

    O legal de comparar os segundões Trulli, Patrese, Alesi, Berger, Alboreto e Barrichello é constatar que o Barrica fez muito mais que esses aí. Com 11 vitórias e 68 pódios ele está muito na frente dessa turma.

    • Fernando Cruz disse:

      Barrichello teve um carro ganhador em 6 temporadas. Nenhum desses pilotos teve a sorte de ter um carro ganhador durante tanto tempo e alguns deles fariam certamente melhor nas mesmas circunstâncias…

      • Daniel Weiler disse:

        Para muitos, Rubens não teve postura de campeão, não chutou tudo pro alto no 1o. ou 2o. ano de Ferrari!

        Agora tudo que ele teve que aguentar para ter um carro ganhador passa a ser chamado de sorte…

        Como se algo fosse fácil nessa vida!

  6. Marcelo disse:

    A Formula 1 devia dar um troféu exclusivo para o Rubinho, Trulli e Patrese!!!

    *Troféu é uma recompensa por uma façanha específica, que serve posteriormente como prova ou reconhecimento do mérito pela realização dessa façanha. Ahhhhhhhh verdade, os três aí em cima merecem!!!

    No pódio:
    1º lugar, Rubens Barrichello com 326 GPs!!!
    Prêmio: Troféu-grande de maior coçador de saco da Formula 1!

    2º lugar, Jarno Trulli com 256 GPs!!!
    Prêmio: Troféu-médio de maior coçador de saco da Formula 1!

    3º lugar Ricardo Patrese, com 256 GPs!!!
    Prêmio: Troféu-pequeno de maior coçador de saco da Formula 1!

    Os três não fizeram porra nenhuma na Formula 1, só ficaram coçando o saco, nenhum deles fez “A DIFERENÇA ” na pista. Foram bons pilotos-limitados, como centenas que passaram na F1…

  7. Burn Baby Burn.. disse:

    A itália sem piloto italiano na F1.. hum.. será que os tifosi vão ficar tristes?..

    Na minha opinião pessoal, o que vale para eles é a Ferrari..

    Piloto para eles só vale na moto velocidade, lá sim o piloto italiano tem valor para os tifosi..

    Estou certo ou estou errado Flavio?

  8. Felipe disse:

    Flavio só um pequeno comentário sobre a única vitória do Trulli. Na verdade, ela não caiu no colo do italiano pelo acidente de Schumacher e Montoya. Ele largou na pole e venceu com domínio das ações. Schumacher e Montoya bateram mas Trulli venceria de qualquer jeito.
    Resumo do italiano: um bom piloto, com resultados aquém de sua capacidade. A exemplo de Alesi, que também correu bastante tempo, mas só ganhou uma.

  9. Marcelo disse:

    Os torcedores italianos não ligam para piloto italiano na F1, a prioridade é a Ferrari, quem não se lembra das voltas finais do GP de IMO 83? Patrese estava liderando de Brabham, mas em segundo se aproximando rápido vinha o francês Patrick Tambay de Ferrari. Patrese passou reto em uma curva e bateu nos pneus. O que ele não esperava ao sair do carro, era a torcida fazer festa por ele abandonar entregando a vitória a um francês, justo em um GP italiano! A Ferrari representa a Itália, é isso…os europeu valorizam muito o lado técnico(marcas). No Brasil, o que vale é “endeusar” meia-dúzia de pessoas…Pelé, Xuxa, A.Senna, Ivete Sangalo, etc…

  10. Marcelo disse:

    Gostei do Petrov arrumar vaga em 2012, ele merece porque deu trabalho ao Alonso na última corrida em 2010, mostrando que não facilita as coisas. Também botou pressão no Heidfeld ao fazer pódio primeiro na Renault em 2011, e no geral, bateu Senna nas últimas 8 corridas. Pagante por pagante, pelo menos ele superou 2 companheiros na equipe, Petrov merece ficar. Trulli já teve sua chance, não mostrou muito e apenas participou da F1, mesmo caso do Rubens, são apenas bons pilotos-limitados!

    Além disso já estava mais que cansativo ver Rubens e Trulli nas F1!

    Schumacher pelo menos dá um jeito de se destacar, como ocorreu nos GPs do: CHI/CAN/MON/ITA/BEL/IND, o alemão sempre dá um jeitinho de aparecer.

  11. Marcelo disse:

    Essa é especialmente pra vc pacheco Allan(12:35)

    “E a cara de BUNDA do Rubinho no pódio vendo Trulli e Herbert chegando a frente?”

    Rubinho devia estar pensando: “Schumacher esta com a perna quebrada, cacete, se em uma corrida-mole dessa, eu não consigo bater o Hebert e o Trulli, então eu vou bater quem na F1?”

    Vai pra PQP o Rubinho não conseguir passar o Trulli com carro mais lento nas últimas 7 voltas(já alterou minha pressão arterial), nessa época ultrapassar não era bicho de 7 cabeças, começou a complicar muito na metade dos anos 2000!!! Na volta 59 do total de 66, o Rubens estava 594 milésimos mais rápido, então, sem Trulli a frente o carro devia ser 1 segundo mais rápido. Tenha dó, o italiano era ainda um novato, o Rubens já ia para seu sétimo ano na F1.

    F1 Nürburgring 1999 part 9
    http://www.youtube.com/watch?v=Y7HkE-LThyU&feature=related

    F1 Nürburgring 1999 part 10
    http://www.youtube.com/watch?v=9VZUK9iCqwE&list=UURHJSaLg24Yvu6MBgeAaYXw&index=19&feature=plcp

    F1 Nürburgring 1999 part 11
    http://www.youtube.com/watch?v=7Vgr2IzDdzY&list=UURHJSaLg24Yvu6MBgeAaYXw&index=18&feature=plcp

    Nesse GP da Europa os carros de ponta, e outros mais velozes que Stewart e Prost-GP foram tendo vários problemas, como quebras e erros de pilotagem ao volante(choveu boa parte da prova), aí sobrou a turma do pelotão do meio pra mostrar serviço. Rubinho(segundo o Galvão, muito bom de chuva), não conseguiu andar no ritmo do companheiro Hebert em piso mohado, e no seco sequer conseguiu passar Trulli que tinha carro mais lento.

    Quando Schumacher quebrou a perna, os “medianos” devem ter pensado:

    “Ahhhh agora eu ganho meu primeiro GP, é um rival forte a menos a frente, não tem mais Schumacher, eu vou pra cima buscar minha vitória”

    Pois é, com Schummy fora Frentzen venceu o GP da ITA e Hebert o GP da EUR, e Frentzen já tinha vencido o GP da França, uma corrida antes do Schummy quebrar a perna. Rubinho com 4 anos de Jordan e 3 de Stewart nunca ganhou uma corrida, mas D.Hill, Frentzen venceram de Jordan na década de 90, junto veio Hebert que venceu de Stewart, até Panis venceu com Ligier em MON 96. Até o e Fisichella venceu de Jordan muito anos depois, no GP Brasil 2003.

    Detalhe, Hebert e Panis largaram em 14º na chuva e venceram a prova, onde foi parar o Rubinho muito bom de chuva?

    Em 2006 Button venceu de Honda largando em 14º o GP da Hungria, também na chuva, e advinha quem era o companheiro do inglês?

    Rubinho nunca venceu uma corrida a frente dos companheiros de equipe: Hebert, Schumacher e Button, também nunca conseguiu vencer uma corrida com equipamento inferior, seja no acerto do carro ou no “braço”, mas vários pilotos bons-limitados, conseguiram superar as adversidades de uma corrida complicada e vencer seu primeiro GP.

    Na verdade o Galvão sempre fez propaganda(enganosa), Rubinho sempre foi:

    “suposto grande acertador de carro”

    “Suposto muito bom de chuva”

    Olha o Button, tem 12 vitórias na carreira e pelo menos 5 ele venceu na chuva de forma espetacular, e em 2009 ele se “entendeu” bem com os freios. Jenson quando teve a chance com carro de ponta não fez mimimi, chegou e convenceu!!! Em 2011 com um carro inferior a RBR pilotou uma barbaridade, dando show em várias provas. Rubens nunca conseguiu isso com grandes carros na Ferrari(02/04), ou Brawn GP nas primeiras corridas em 09. Quando vencia, já estava devendo!

    Não vão pensando que ele vai ABAFAR na Indy só porque é ex-piloto de F1, isso não tem muito haver. Bons pilotos como Alesi e Hakkinen foram para o DTM e não brilharam, o mesmo acontece com Montoya na NASCAR, pra vencer a primeira corrida foi um sufoco. Fittipaldi, Andretti e Mansell foram campeões na Indy(de verdade), porque eram pilotos muito acima da média. Rubinho na F1, sempre foi um bom piloto-limitado, igual ao Trulli.

    Adaptação à Indy será grande desafio para Barrichello!
    Entenda as principais diferenças entre a F1 e a provável nova categoria do brasileiro.
    http://esporte.ig.com.br/automobilismo/indy/adaptacao-a-indy-sera-grande-desafio-para-barrichello/n1597634585595.html

    Quantos títulos o Brasil conquistou na Indy nos últimos 10 anos? Isso, com pilotos de ponta como Castro Neves e Kanaan, e eles tiveram a chance de pilotar em boas equipes. No USA a máxima é: “não existe almoço de graça, tem que correr atrás”.

    Boa sorte ao Rubens no USA!!!

    De tanto rir, minha pressão baixou…

  12. Mário Campos disse:

    Trulli foi um piloto como Barrichello, rápido mas não estável, que não segura o ritmo por uma corrida inteira nem tem equilíbrio para disputar um título. Barrichello tinha a seu favor ser um exímio acertador de carros, assim como Trulli tinha a seu favor ser brigador nas pistas, um piloto que segura tão bem uma posição que teria impedido a vitória de Barrichello em Hockenheim 2000, uma vez que ultrapassar o narigudo era impossível. Com a Lotus/Caterham, não fazia sentido manter um piloto como este, afinal não se disputa posição naquela região do grid.

    Mais um pagante: Pic. Agora, contando somente os titulares, a lista está completa. Ou não, podemos contar o Alonso também, não?

  13. Gerson disse:

    O Barrichello que se cuide. Fica na indecisão…Não duvidem que o Trulli apareça na Indy!!

    Melhor o RB assinar logo o contrato senão fica “na mão”. (ou a pé!)

    Bobeia que o Trulli toma sua vaga cabeção!!

  14. Carlos D'Orazio disse:

    Apesar de ser um bom piloto não dá para comparar a trajetória do Trulli com a do Barrichello. Apesar de ser constantemente avacalhado pelos humoristas desde a morte do Senna não apareceu nenhum piloto brasileiro melhor que o Rubinho. Talvez o Massa tenha uma personalidade mais adequada F1, mas quando se tem um companheiro de equipe superior isso não adianta nada.

  15. Fernando Cruz disse:

    Bruno, Maldonado, Petrov, Perez e Grosjean são pilotos com provas dadas nas categorias de acesso, todos eles com potencial para estar na F1. São pagantes mas apresentam melhores resultados do que muitos pilotos bons ou medianos que entraram na F1 sem ter de pagar, sendo o caso de Damon Hill o mais evidente – em 10 anos nas categorias de acesso nunca fez nada de relevante e nem sequer ganhou uma única corrida na F3000, a GP2 da altura.

    Agora os tempos são outros. Os efeitos da crise global beneficiaram pilotos veteranos num primeiro momento (ex: Bruno Senna teria entrado com a Honda mas com a saída dos japoneses e sem poder testar acabou por perder a vaga para Barrichello) e agora escreveu-se direito por linhas tortas. Agora não basta ter talento, é preciso ter bons apoios financeiros.

    A verdade é que no plantel de 2012 apenas Karthikeyan e Pic entraram graças ao dinheiro e sem terem resultados de relevo que justifiquem a sua presença na F1. Mas até o indiano e o francês são bem melhores do que alguns pagantes de antigamente, tais como Lavaggi ou Ide.

    Em termos de pilotos não podemos queixar-nos do plantel

    • Fernando Cruz disse:

      …Teremos seis (!!!) Campeões do Mundo e ainda três jovens que mais do que merecem uma verdadeira oportunidade na F1 – Bruno Senna e Romain Grosjean teriam entrado por mérito no início de 2009 e Nico Hulkenberg não merecia ter ficado de fora o ano passado. Até há pouco tempo todos eles corriam o risco de serem talentos perdidos e só o fato de estarem os três no plantel de 2012 é uma ótima notícia para a F1.

  16. Luiz G disse:

    Muito triste que Trulli e Barrichello saiam da Formula 1 em lugar de pilotos-dinheiro….mas este é o retrato da F1 atual.

    Por outro lado, sinceramente, acho que Trulli e Barrichello estavam “arrastando” a carreira na F1 além do necessário. E acho a mesma coisa sobre Schumacher e De LaRosa.

    Não é uma questão de estar “velho” ou não, mas de ficar “arrastando” a carreira por demasiado tempo. Acho que F1 tem seu tempo na vida de um piloto e o tempo desses pilotos já passou.

    Entendo que esses caras adorem o mundo da F1 e a velocidade, mas penso que já era hora de Trulli, De LaRosa, Schumacher iniciarem uma nova etapa em suas vidas, no automobilismo, ou não…..Simplesmente, fazer algo novo, assim como Barrichello, brilhantemente, está fazendo.

    Por isso que acho tão legal o movimento de mudança de Barrichello.
    Não é uma questão de, se vai ou não, ser “campeão da F-Indy”, mas de estar renovando a vida, renovando a carreira.

    Estar fazendo um movimento para algo novo. Mudar os desafios.

    Boa sorte ao Trulli e espero que esqueça F1 e renove sua vida de alguma forma.

  17. André disse:

    A F-1 não tem pilotos italianos decentes há bem mais de 40 anos. Merecida a ausência deste país no grid. Fraquíssima escola de automobilismo, só se garante pelas escuderias.

    • Luiz G disse:

      …É verdade. Estranhíssimo que a Italia não tenha conseguido UM grande talento no automobilismo nos útlimos 30 ou 40 anos…

      • luiz alberto disse:

        E pelo visto nós (que não termos pelo menos uma pequena equipe tupiniquim se quer) tambem corremos o risco de ficar-. mos anos sem um piloto que seja bom,mesmo do tipo sangue de baratas como Massa e Barrichello.Parece que a esperança seria este jovem piloto de origem libanesa.Tomara que realmente seja bom e não seja frouxo como os dois ex da equipe de Maranello(que tem um ex,, ainda em atividade;pelo menos por enquanto)

  18. R.CASAGRANDE disse:

    Vivaaaaaaaaaaa! Finalmente aquele mala caiu fora. E o substituto é bem melhor. O grid está se renovando, os maus pilotos (Trulli) e os desonrados (Barrichello) eram um estorvo para quem ama automobilismo. Quem quer um perdedor aposentado e um cara que deixa o companheiro passar? F1 é para pilotos de verdade, agressivos, que não aceitam ordens de equipe e que sabem quando já não podem mais correr. Agora é só torcer para a saída do Massa que o grid da F1 estará limpo por completo.

    • enko disse:

      mais um que não sabe trabalhar em equipe e não respeita contratos
      deixar companheiro passar faz parte das ordens de equipe CARA. só voce e alguns não entendem isso
      voce por acaso desacata as ordens de seun chefe no seu emprego?

  19. Daniel disse:

    Se estranharam nada, o Schumi, em mais uma das suas, fez um break test com o Montoya dentro do túnel…

  20. Joao Paulo disse:

    Já vai tarde… Trulli não viu nem a cor de Kova nos últimos dois anos…

  21. Mauricio disse:

    É o inicio do fim da F1.
    Muito triste e melancólico.
    Pagar pra correr, nada contra e também nada a favor.
    Pensando por extensão, se todos tiverem de pagar para correr, logo logo não vai ter mais pilotos de verdade interessados.

    By the way… Que escuderia é essa: Prost?

  22. Victor disse:

    Ele e mais meia dúzia, ultimamente

  23. Piloto de carrinho de supermercado disse:

    Nesse ano em que fez a pole e venceu em Mônaco, Trulli parecia um autêntico piloto de ponta. Destruiu Alonso e… Foi mandado embora a três corridas do final do campeonato! Acho que Briatore não queria ninguém ofuscando seu pupilo, já que este tinha um potencial mercadológico maior que o do veterano italiano. A demissão de Jarno da Renault foi uma das mais injustas de que me lembro, penso, inclusive, que ele poderia ter sido bicampeão na equipe francesa, haja vista que tirou leite de pedra naqueles carros sofríveis da Toyota nos dois anos seguintes. No entanto, é bom que se diga, que vinha tomando pau do Kovalainen e não estava em boa fase – na F-1 é assim, o cara é julgado pela sua última temporada…

    • Allan disse:

      Bem lembrado! Com o tempo, vemos que o dono da banca até tinha razão, pois Alonso se transformou “no cara”, e Trulli não conseguiu grandes feitos… Foi assim com inúmeros pilotos, e quem não privilegiou (McLaren é uma, ao menos até 2008) deixou escapar até campeonatos… Mas não deixa de ser injusto mandar um piloto embora por “fazer bem seu trabalho”, que é (ou seria) vencer – no caso do segundo piloto, obedecer ordens da equipe. Por isso Massa ainda está lá na Ferrari, e Barrichello poderia estar até hoje, se continuasse a se submeter às ordens da cúpula.

  24. wilson carpini disse:

    Bom, acompanho F-1 a quase trinta anos e particularmente vem se tornando desagradável acompanhar o esporte… automobilismo sempre foi caro, é caro e será caro… sempre existiram pilotos pagantes: depois de deixar a Lotus, ir para March, Tyrrell e voltar para a Lotus, Colim Chapman exigiu uma grana de Ronnie Peterson, que tinha inscrições da Polar em seu capacete azul e amarelo… tantos outros tiveram patrocínio pra entrar na F-1, mas agora a categoria tá muito prostituída…. antes, a “pilotada” levava grana pra suas equipes, mas não desbancavam os que tinham contrato como agora…. em vista do que a F-1 já foi um dia, agora é uma lástima…. uma pena: carros feios, pilotos pagantes quebrando contratos de outros, países asiáticos quase sem tradição no certame em demasia, circuitos cheios de história (Spa e Paul Ricard) podendo se revesar num futuro próximo…
    Que fórmula-1 é essa?

  25. Carlos Tavares disse:

    E os quarentões Trulli e Barrichello podem voltar um dia, pra recomeçar, quem sabe??

    E o Trulli poderia ir pra Indy, junto com Rubens. Seria bacana.

  26. Marcão disse:

    Tá aí a força da grana!!!
    Mudando todos os critérios para promover bons pilotos..

    Normalmente os futuros grandes tem que ter um banco pra bancar seus sonhos…
    Os medianos, que são a maioria precisam da grana de um pais inteiro….
    E tem gente que ainda assisti essa “””F-1 negócios”””

  27. Rafael disse:

    F1 sem italianos:
    É a segunda vez na história. A outra foi em 1969 (43 anos atrás)

  28. Renato disse:

    Se não me engano, Nurburgring 1999 não foi uma dobradinha da Stewart. O Barrichello até tentou ganhar a posição do Trulli, no final, atacando bastante, mas o italiano sempre foi difícil de passar e segurou o segundo lugar. Sei lá, tô confiando na memória (tinha 10 anos).

  29. Edgard disse:

    Será que o time verde vem com o patrocínio da Lada, como foi na Renault? (carro Caterham, motor Renault e quem sabe patrocínio da Lada, ô salada).
    Quanto ao italiano, já fazia tempo que estava com o prazo de validade vencido, muito embora estava ali para desenvolver a então Lotus.
    Já com relação ao russo, mesmo que falem que é movido puramente pela grana, não dá pra dizer que fez muito feio, teve sim alguns lampejos de que iria deslanchar.
    Esse ano a expectativa da Caterham é passar a Williams e, sinceramente, com os pilotos que tem lá, não duvido nada que os seus dois pilotos saiam melhor do que a dupla Chaves/Eike…

  30. Allan disse:

    é incrível que o Miguel continue por aí, com uma equipe de excelentes técnicos (grupo campeão de 2009!) e a atenção voltada só pra si (Rosberg who?) continue por aí, tomando vaga de gente que, hoje, está muito mais bem preparada (Rubens, inclusive). E ainda ganha pra isso… Tá aí com base nas glórias pretéritas, mas ele (e o Webber e Massa) já deveriam ter vazado, também.

  31. Victor disse:

    O máximo que achei de um campeonato sem nenhum comedor de massa foi em 1969, em que não largou nenhum italiano. Depois um tal de Ernesto Bambrilla pilotou no GP da Itália (coincidência , não? ) dessa temporada.

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