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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013 - 10:42F-1

GRID FECHADO (OU QUASE)

SÃO PAULO (tô atrasado) – A Force India confirmou Sutil agora há pouco como titular. Bianchi espera mais um pouco. Assim, grid fechado para 2013. Ou quase, porque resta a dúvida sobre Luiz Razia, que como informou ontem o Victor Martins não treina hoje em Barcelona e não se sabe ainda o que será nos próximos dias. É bom lembrar que no ano passado Trulli foi substituído em cima do laço por Petrov. Não se deve descartar algo parecido agora. Aguardemos.

119 comentários

  1. Valdemar Domingos ( Valsenninha) disse:

    Falam tão mal do Bruno Senna, mas a verdade é que ele é um bom piloto.

    Vamos só contar, quantos pilotos chegaram a F1 com menos de 10 anos de Automobilismo profissional????

    Mais do que isso, Bruno Senna, com carros assim assim, esteve muito bem, perdeu para Maldonado no geral, e sobretudo em Qualificação, mas isso não o diminui, pois eu tenho a certeza que havia desigualdade de tratamento na William’s, e mesmo assim, era Senna quem punha aquele carro a Andar, Maldonado esteve muito bem na Espanha, de resto, só melhorou no sábado… E podemos comprovar isso agora este ano, em que ele demora mais pra acertar com o Carro, mas continuo a dizer que ele tem tratamento muito díspar em relação ao próprio Bottas, que tem estado fraquinho tbm, o Bruno Senna por esta altura estava muito melhor, mesmo a nível de desempenho em treinos e corrida. e vamos para a 6ª corrida… acho que o Bruno Senna, perdeu o lugar na F1 pq os outros tinham mais dinheiro. Apenas e só por isso.

    Esqueçam o resto, se o Bruno Senna tivesse mais dinheiro disponível do que os outros concorrentes seria ele o escolhido…. o resto é tanga…

    Meus cumprimentos.

    Valdemar

  2. Paulo Roberto disse:

    Wesley Rettondini,

    A Honda fornecer motores para mais de duas escuderias é factível. Na época em que ela possuía uma equipe, o seu orçamento aproximava-se dos quatrocentos milhões de dólares. No futuro, estima-se que um pacote de propulsores V6 turbo ficará em torno dos 20 (vinte) a 25 (vinte e cinco) milhões de euros. A montadora poderia, em tese, equipar de graça 3 (três) times e, ainda assim, teria um custo menor do que manter uma equipe. Claro que há, outrossim, a despesa do desenvolvimento do produto.

    Ainda que só a McLaren receba, gratuitamente, o equipamento da Honda, esta poderia dar descontos significativos para que os demais clientes contratem o Sato e o Koba-san. De qualquer forma, as chances do Kamui e do Takuma regressarem ao circo são plausíveis. É mister ressaltar que a empresa nipônica sempre traz algumas fabricantes de autopeças consigo, o que reduzirá ainda mais os orçamentos das suas freguesas.

    Na presente temporada, a Cosworth deixará a competição, o que diminuiria a apenas três marcas de propulsores. Hodiernamente, o quadro é o que se segue (V8 aspirado):

    Renault com 4 clientes:
    - Lotus F1 Team;
    - Williams F1;
    - Caterham F1 Team;
    - Red Bull Racing.

    Propulsor Mercedes-Benz com 3 times:
    - Mercedes AMG Petronas Formula One Team;
    - Sahara Force India Formula One Team;
    - Vodafone McLaren Mercedes.

    Motor Ferrari com 3 escuderias:
    - Scuderia Toro Rosso;
    - Sauber F1 Team;
    - Ferrari.

    Obs.: Só a Marussia utiliza o Cosworth.

    Mas, a partir de 2014 ou 2015, o time de Woking vai de Honda. A STR de Renault V6 turbo e a Force India continuará com a marca alemã.

    Sendo 11 (onze) escuderias, cada montadora poderia ficar com até três freguesas, exceto uma que permaneceria com duas clientes. A reportagem de uma respeitada revista germânica menciona que 7 times estão em situações financeiras complicadas. Se a Honda entregar o seu pacote de propulsores de graça a uma segunda escuderia, ela poderá impor a presença de um piloto japonês. Acho que a corporação nipônica deixaria o balzaquiano Takuma na Indy e apostaria na juventude do Mito.

    A minha prima mora na Itália e é casada com um jornalista, que não trabalha na seção de esportes de um diário. O marido dela, contudo, conhece o pessoal que cobre as corridas, o futebol etc. Alguns colegas dele acreditam que o Kamui é uma espécie de “soldado de reserva” da Ferrari. Cockpits na RBR e na Ferrari poderão ficar sem donos e dois jovens pilotos europeus são tidos como potenciais candidatos para essas vagas. Um deles, porém, é ainda inexperiente, mas parece ser promissor.

    Koba está no WEC, justamente na equipe da Ferrari, sendo que a Sauber, seu ex-time, emprega propulsores da referida marca italiana.

  3. Bernardo Viana Tesheiner disse:

    Comentário feito no blog da redação do Grande Prêmio.

    O folclórico leitor Fernando Cruz ataca outra vez. Trata-se de uma figurinha fácil em blogs de jornalistas, que comentam a Fórmula 1. O citado senhor aparece toda vez que o artigo versa sobre o Bruno Senna Lalli, ou para rebater as críticas que são feitas ao referido piloto. Assim, basta digitar no sistema de busca do Google os nomes do Fernando Cruz e do sobrinho do Ayrton para se ter uma noção. Cruz comenta, também, no blog do James Allen da rede BBC.

    Fernando já possui textos prontos e tudo o que ele faz é copiar e colar. No blog do Flavio Gomes, alguns missivistas acreditam que se trata do próprio Bruno Senna, da mãe Viviane, de outro parente, do empresário, da (o) namorada (o), do advogado ou de um amigo. Cruz conhece como ninguém a carreira do sobrinho do saudoso tricampeão. Ele é, indubitavelmente, um profundo perito da vida do Bruno. Até um “fake” no Facebook para fazer publicidade do piloto, ele tem.

    Ninguém, ninguém pode censurar o Bruno Lalli, que já surgem as famosas escusas (entrou tarde etc.). Num estratagema sórdido e a fim de desviar a atenção dos críticos, Fernando promove ataques covardes e gratuitos às carreiras de outros pilotos, em especial do japonês Kamui Kobayashi, o nosso Kobashow. Os alvos são, curiosamente, profissionais de melhores resultados que o Senna.

    No blog do Flavio Gomes, leitores desconfiam que ele seja, de fato, o próprio Lalli, pois este estaria com inveja pelo fato do Kobayashi ter mais popularidade, mais fãs em fóruns, blogs etc. do Brasil. Deve ser difícil para o sobrinho do Ayrton perceber que muitos brasileiros sentem mais a ausência do nipônico do que dele no circo. Outro motivo que causa a cólera do Cruz ou seja lá quem for, é o fato do Kamui ser apelidado de Mito. Para o Lalli (ou a Viviane), decerto, o único que pode ser denominado de Mito é o seu tio (ou irmão), ou seja, o gênio Ayrton. Ademais, sabe-se que os pilotos do Japão sempre foram vítimas de avacalhação pela inaptidão, mas Koba-san ganhou respeito nas pistas. Imagino que a irmã e o seu filho devem ter ficado com muita sanha do Satoru Nakajima, em certo acidente que custou a vitória do Ayrton, em 1990…

    O que as palavras da pessoa por traz do Fernando Cruz demonstram de forma patente, é a tentativa desesperada de dar uma resposta, uma justificativa ao nosso povo pelo fato do Bruno ter sucumbido na F-1. Realmente, criou-se uma expectativa muito grande em relação ao nome do sobrinho, um verdadeiro “tsunami”. Notei em entrevistas a grande emoção no rosto da irmã do Ayrton e, por óbvio, do próprio Bruno quando este chegou circo. Faz sentido, então, essa atitude de alguém da família (ou ele mesmo) de melhorar a imagem do Lalli Senna. Na rede, aliás, pode-se encontrar um artigo cujo título é “A carreira (imaginária) de Senna”. Nesta matéria, há um comentário do nosso estimado Fernando Cruz, prevendo que o Bruno Senna seria tricampeão mundial de F-1. Não se sabe ao certo se Cruz usou algum entorpecente ou consumiu muita “água que passarinho não bebe”, para proferir tamanha estultice.

    • Fernando Cruz disse:

      “Fernando promove ataques covardes e gratuitos às carreiras de outros pilotos, em especial do japonês Kamui Kobayashi.”

      E este texto abaixo que o leva a tirar conclusoes tao delirantes? Sera que acha que Kobayashi e a ultima coca-cola do deserto? Se pensa esta enganado. Nem o japones nem o Bruno sao a ultima coca-cola do deserto.

      “O Koba construiu uma boa reputaçao junto dos fas mas isso nao chega. Tres anos com bons carros e apenas um podio nao desperta muita atençao nos chefes de equipa. Perder para um colega que chegou depois dele a equipa (e a F1) tambem nao. A diferença foi de apenas 6 pontos (66 contra 60) mas e preciso ver que Perez nao voltou a marcar pontos apos ter assinado pela McLaren. Nas seis ultimas corridas cometeu alguns erros e teve tambem uma serie de azares que lhe roubaram muitos pontos (azares mecanicos ou acidentes onde nao teve responsabilidade). Caso contrario teria terminado o campeonato com muito mais pontos do que o seu colega japones. Foi um pouco como aconteceu na Williams. Maldonado marcou 45 e o Bruno 31 mas a diferença seria bem maior sem os erros do venezuelano. A diferença e que o Bruno perdeu 15 treinos livres enquanto o Kamui teve condiçoes iguais ao Perez. O Kamui teve alguns azares com acidentes em que nao teve responsabilidade (por exemplo no Monaco ou em Spa) e o mesmo aconteceu com o Bruno (por exemplo na Australia, na Alemanha, em Abu Dhabi ou no Brasil).”

      Mas mais delirante ainda e a ideia de que o Bruno alguma vez pudesse perder tempo a responder ao que se escreve em blogs. Ele nao liga nenhuma a essas opinioes destrutivas de certas pessoas…

      • Guilherme disse:

        Fernando,

        Noto, visivelmente, muito carinho em suas palavras, quando o senhor fala do Bruno Senna. Parece amor de mãe, sendo que até o seu estilo de escrita é, aparentemente, feminino. A não ser quando está enraivecido… Acabei lendo todos os seus comentários e segui a sugestão de digitar o seu nome e o do Bruno Senna no Google. Até em inglês, o senhor, com afabilidade, promoveu a defesa do sobrinho do gênio.

        Sabe que já conversamos neste espaço e asseverei, anteriormente, que sou apreciador do Ayrton Senna. Com a devida vênia, disse que classifico o Bruno apenas como um piloto médio, sem querer desrespeitar o jovem. Sendo eu um brasileiro, não vejo problema algum de ser fã do Kobayashi. Eu, por exemplo, gosto muito do alemão Vettel e do espanhol Alonso.

        Não espero que o Bruno se torne um novo Ayrton, mas gostaria de que ele permanecesse na Fórmula 1, a fim de dar um pouco de júbilo ao nosso povo sofrido. Entendo que o desenvolvimento dele é demorado, mas acho que poderia se tornar, ao menos, um bom piloto no futuro. Alguém como Ayrton, nunca mais surgirá.

        Quando eu falo do Kamui, não estou afirmando que ele é a derradeira Coca Cola do deserto. Por este tipo de ataque ao nipônico? O que o Koba-san fez ao senhor e ao Bruno? Trata-se, ainda, daquele acidente em que os dois se tocaram, no ano passado? Os fiscais sancionaram o Senna, mas o que eu posso fazer? Mas há de concordar que o japonês conquistou muitos admiradores no Brasil e no exterior, que se insurgem com a sua ausência em 2013. Tal fato é, certamente, decorrência do trabalho que ele prestou na Toyota e na Sauber. A voz do povo é a voz de Deus.

        Não considero que o Koba seja tão inferior assim ao Nico, nem ao Pérez. As diferenças de pontos entre os três foram mínimas, sendo perigoso afirmar que um seja tão melhor assim que o outro. O mexicano exibiu irrefutável capacidade e, por mérito, corre agora no time de Woking. Por apenas seis pontos, Kobayashi-san ficou atrás de um piloto que foi acertado com a famosa McLaren. A minha interpretação é, portanto, outra: não é desonra alguma ficar atrás por tão pouco de um talento do México. O Sergio não era mais novato, pois, pelo segundo ano consecutivo, estava ao lado do Kamui. Em 2011, contudo, o placar foi totalmente favorável ao japonês, mas este já tinha, por óbvio, alguma experiência.

        O promissor Hulk correu pela Force India, que usa os possantes propulsores Mercedes-Benz, mas sequer subiu ao pódio. É estreme de dúvida que a escuderia indiana possuía bons monopostos. Tão bons quanto os da Sauber. Ademais, o germânico já não era mais nenhum calouro, pois tinha passagem pela Williams. Ele é cotado para substituir o Felipe na Ferrari e, segundo boatos, assinou com a Sauber-Ferrari, pois esta poderia ser um trampolim para a equipe italiana. O Koba ficou só três pontos atrás de alguém, que é considerado o futuro colega do Alonso. Logo, nada vexatório.

        No WEC, o Kamui foi contratado pela Ferrari. Por certo, é um orgulho muito grande para o povo do Japão. Sabemos que esta nação passou, de modo recente, por muitas dificuldades por causa do terremoto, do maremoto e da crise na usina de Fukushima. O Kobayashi levou, com certeza, muita alegria aos nipônicos com o emocionante pódio, em sua terra natal. O Ayrton Senna fazia o mesmo por nós, com muito mais frequência é claro.

        Como brasileiro, eu me identifico mais com o Kamui Kobayashi, pois ele é simples, de origem humilde e batalhador.

        Um afetuoso abraço.

      • Fernando Cruz disse:

        Caro Guilherme,

        Antes de mais peço desculpa por qualquer ma interpretaçao que possa ter causado, nao so a si como a muitos outros leitores do blog. Ao contrario do que pode as vezes parecer pelas minhas palavras eu admiro e tenho algum apreço pelo Kobayashi. Simplesmente nao acho que haja assim uma diferença tao grande entre ele e o Bruno. Falo do Bruno que vimos na Williams e nao de um Bruno que tivesse entrado com a Honda ou a Brawn, que seria agora um piloto muito mais desenvolvido. Nao seria um fora de serie mas seria bem melhor do que um piloto que passou 3 anos sem um desenvolvimento normal. Mas verdade seja dita, tambem podemos dizer o mesmo do japones. Tambem o japones poderia ter uma carreira bem melhor se apos a sua primeira epoca na Sauber tivesse ido para uma equipa de topo. A altura ideal para ele teria sido antes da chegada do Perez a F1, quando a sua cotaçao estava mais em alta junto dos chefes de equipa. Acredito que teria sido o primeiro japones a vencer um GP de F1 e o futuro dele tambem seria outro.

        Mas vamos ao concreto: tal como o Guilherme eu respeito as limitaçoes do Bruno e sei muito bem o muito que ele ainda teria de evoluir para vir a ser verdadeiramente bom na F1. Tal como nos dois, muita gente gosta do Bruno e pensa o mesmo. Em Portugal o Bruno tambem tem muitos admiradores e todos eles reconhecem as suas limitaçoes. O mesmo se passa um pouco por todo o mundo, em todos os blogs onde estive encontrei defensores do Bruno, muita gente que achava que ele merecia uma oportunidade mais justa, mas pronto nao foi possivel. A diferença e que mais ninguem tem paciencia ou esta a dar-se ao trabalho de defender o Bruno da forma que eu o faço.

        Quanto ao Kobayashi, tem certamente mais admiradores do que o Bruno no mundo inteiro (nao so no Brasil ou no Japao) apos a sua passagem pela F1. Isto porque teve oportunidades melhores, portanto teve tambem muito mais tempo para mostrar o seu valor. Conseguiu um podio mas quantos podios conseguiria o Bruno em 3 temporadas completas com um carro como o Sauber? Talvez um ou dois, talvez nenhum, mas conseguiria certamente muito melhores resultados do que conseguiu entrando na parte final de 2011 com a Lotus e fazendo uma temporada com a Williams.

        Alem do mais, tal como o Kobayshi, o Bruno tambem e simples, humilde e batalhador. Como piloto nao tem o estilo arrojado do Kamui ou de muitos outros (e mais como o Button, mas muito menos desenvolvido e experiente) mas tinha na minha opiniao uma margem de progressao superior a do japones. Agora se me perguntar qual deles e melhor eu digo que colocaria o japones ligeiramente a frente do Bruno no meu ranking de avaliaçao, pelo menos por enquanto.

        Um abraço

  4. Gustavo da Silva Derani disse:

    Prezado F. Cruz:

    Por mim, o Bruno Senna estaria na Fórmula 1, mas na escuderia Hispania (HRT), que acabou, infelizmente, degringolando. O equívoco do time espanhol foi deixar o Pedro de la Rosa, ao lado do Narain, pois só este último colocava grana na equipe. O brasileiro poderia levar os seus milhões de dólares para a Hispania e, deste modo, acredito que esta ainda estaria no grid. O Senna e o Karthikeyan são dois dos melhores pagantes da categoria. É inconcebível que o Bruno não tenha sido contratado pela Caterham ou pela Marussia. Ele poderia ser a salvação seja da malaia, seja da russa. Concorda comigo? Um abração!

    Atenciosamente,
    Gustavo da Silva Derani

    • Fernando Cruz disse:

      Pense um pouco antes de falar. O Bruno tinha bons apoios para uma equipa media mas nao para equipas como a Marussia ou a Caterham. Nem o Bruno nem os seus patrocinadores aceitariam jamais por grandes quantias em equipas tao fracas. Para entrar na F1 e diferente, mas mesmo nessa altura o valor que o Bruno levou para a Campos/HRT era irrisorio. E o Bruno so foi para la porque na altura em que assinou toda a gente no paddock acreditava ainda que essa equipa teria um nivel minimamente aceitavel e que seria bem mais competitiva do que veio a revelar-se. Por contrato o Bruno nao levou absolutamente dinheiro nenhum para
      entrar com a Campos em 2010. A Embratel e o Banco Cruzeiro do Sul patrocinaram-no e apareceram nos flancos do carro, mas por contrato ele nao tinha qualquer obrigaçao de levar dinheiro. Colin Kolles nunca se conformou com isso (ter um estreante que contribuia pouco para o orçamento de uma equipa que tanto precisava de dinheiro) e fez tudo para o prejudicar, tentando ate tira-lo da equipa a meio do ano, mas sem sucesso.

      Acredito que o Bruno teria continuado na F1 este ano se nao tivesse falhado nas qualificaçoes o ano passado. Poderia nao ser na Williams (o lobby a favor do Bottas era muito forte) mas teria mais possibilidades de ir para a Force India. Mas uma coisa e certa: ele seria agora um piloto MUITO MELHOR se tivesse entrado em 2009 com a Honda ou a Brawn, como teria merecido. Estava no melhor da sua forma, a confiança estava no auge, e tenho a certeza que se tinha firmado na F1 a partir dessa altura. Provavelmente ganharia corridas na estreia (com um carro ganhador ate o Damon Hill ganhou e o Bruno mostrou mais talento do que o Hill nas categorias de acesso) e teria evoluido ainda muito mais a partir dessa altura.

      A saida da Honda alterou-lhe o rumo da carreira. Claro que com o Ayrton vivo tudo teria sido muito diferente. O Bruno poderia ate ter chegado a F1 muito jovem, com 19 ou 20 anos. Mas mesmo começando tarde como começou (nada provavel) certamente nao teria passado tantas dificuldades depois de 2008. A Honda podia sair na mesma por causa da crise financeira mas o Ayrton arranjaria forma de colocar o sobrinho na Brawn GP ao lado do Button. Exerceria a sua influencia para que os japoneses vendessem a equipa ao Ross Brawn ja com o Bruno garantido numa das vagas. O Ross tinha prometido a Barrichello que a vaga seria dele se fosse ele (Ross) a decidir, mas com o Bruno ja garantido o Rubens teria ido embora pacificamente e as coisas seguiam a sua ordem natural. Entrando nessa altura teria perspetivas de ter uma carreira longa e bem sucedida na F1. Convem
      lembrar que Damon Hill tinha ja 32 anos quando correu como titular ao lado do Prost, em 1993. Em 2009 o Bruno tinha apenas 25 anos.

      • Gustavo da Silva Derani disse:

        O Bruno Senna na Force India? Em que lugar o senhor leu tal notícia? Prove-me! O time indiano estava entre o francês Bianchi e o alemão Sutil. O Karthikeyan corria por fora, em função do dinheiro do grupo Tata. Mas este último seria uma zebra.
        A escuderia hindu confirmou que assinou um contrato de cooperação com a Mercedes-Benz, para ter acesso às tecnologias desenvolvidas pela equipe germânica, além dos motores turbo. Por isso, o Mallya acertou com o Adrian e não com o Jules, que foi para a Marussia. Em 2014, há quem diga que o time russo terá os propulsores Ferrari. Aliás, o Jules Bianchi é um piloto formado pelo time de Maranello.
        O Wesley Camargo Rettondini (7/04) disse que a Honda voltará ao circo equipando a Mclaren, com a possibilidade de mais de uma escuderia receber os propulsores nipônicos. O ex-dekassegui Rettondini conversou com os amigos que trabalham no Japão. Combinando com o raciocínio do Paulo Roberto (9/04), pode ser que a japonesa forneça os seus motores para dois ou, até mesmo, três times.
        Eu vou “chutar” que, além de uma equipe topo de linha (Mclaren), um time do pelotão intermediário e outro do fundão terão os V6 da Honda. Acho que o Kobayashi retorna.

        Atenciosamente,
        Gustavo da Silva Derani

      • Fernando Cruz disse:

        Nao, o que eu disse e que teria mais possibilidades de ir para a Force India SE nao tivesse falhado nas qualificaçoes. Porque qualificando-se bem teria feito um excelente campeonato, pois o seu ritmo de corrida era bom. Mas ter mais possibilidades nao e sinonimo de ir mesmo para a Force India. A maior prova e que Kobayashi se qualificou bem durante o ano e tambem nao conseguiu ir para a Force India depois de perder o lugar na Sauber. Eu apoiei o Bruno no Facebook da Force India e o que muitos me diziam (a maior parte adeptos indianos) e que a Force India nao iria querer pilotos dispensados por outras equipas. Um deles disse-me mesmo que Kobayashi negociou com a equipa mas que Vijay Mallya nao viu nele potencial. Claro que nao concordo. Quer Bruno quer Kamui tinham potencial para fazer um bom trabalho na Force India, embora talvez nao fizessem melhor do que Sutil esta a fazer.

        Atenciosamente
        Fernando Cruz

      • Gustavo da Silva Derani disse:

        O que eu sustentei anteriormente foi dito pelo respeitadíssimo jornalista Celso Itiberê do O GLOBO. Em sites de esportes, também foi mencionado que a Force India sempre esteve entre o Sutil e o Bianchi. Numa página indiana, com conversão para o inglês, li que o Ratan Tata estava disposto a colocar mais dinheiro para que o Karthikeyan encontrasse uma vaga na F-1. Sou fanático por automobilismo e jamais encontrei qualquer notícia dizendo o Mallya não via potencial seja no Senna, seja no Kobayashi. Se o senhor puser o link da matéria, eu agradeço.
        A Lotus Team, porém, manifestou interesse pelo Mito, mas os euros e a gasolina da Total falaram mais alto. Alguns afirmam que a Renault também fez pressão.
        Fique tranquilo, pois não é a minha intenção provocá-lo. No entanto, eu tenho estima pelo japonês. Insisto, não é provocação! Sou franco e, após a era Senna, não apareceu um brasileiro com a mesma categoria do Ayrton. Todos, no máximo, medianos, salvo o Barrichello e o Massa, que são bons. Nenhum “braço duro” seria chamado pelo time de Maranello. A Ferrari é uma esquadra sagrada!

        O futuro do mito
        http://blogp.warmup.com.br/2012/11/o-futuro-do-mito/

      • Fernando Cruz disse:

        Nao foi noticia nenhuma. O que eu disse e que um utilizador (um adepto indiano da equipa) da pagina de Facebook da Force India me disse que Mallya nao tinha visto potencial nem no Bruno nem no Kobayashi. Sutil e Bianchi sempre foram os grandes candidatos mas isso nao impede que outros pilotos tenham tentado ate a ultima. Pelo que sei o Bruno foi descartado pela Force India na altura do GP dos EUA em Austin, ainda antes de ter a certeza que a Williams nao iria continuar com ele. Isso nao o impediu de fazer uma segunda proposta a Force India mais tarde, acho que ja em fevereiro ou entao ainda em janeiro. Durante todo esse tempo (desde dezembro) eu e muitos outros apoiantes do Bruno estivemos a interceder por ele na pagina da Force India. Se for la talvez ainda encontre muitos comentarios meus e de outras pessoas, mas tera de ir muito para baixo nas paginas porque ja foi ha uns dois meses que o Bruno anunciou a ida para o WEC pela Aston Martin. Os comentarios entretanto ate podem ter sido apagados, ou talvez nao, isso nao sei.

        Sim, Barrichello e Massa sao ou foram bons (e nao medianos como muita gente gosta de falar, mas sao criterios ou uma questao de palavras) mas Bruno Senna e varios outros brasileiros tambem poderiam ter sido bons se tivessem tido mais sorte na F1, ou seja, entrando na altura certa com o carro certo. No caso do Bruno isso teria sido entrar com a Brawn em 2009. Ou entao entrar com uma equipa media, em 2009 ou ate 2010. O fundamental seria entrar na altura certa, aproveitando a embalagem de uma epoca muito boa na GP2.

      • Darci Moraes disse:

        O Bruno Senna é um piloto medíocre.

  5. Wesley Camargo Rettondini disse:

    O Kamui Kobayashi é aquele tipo de piloto que você sempre espera que faça algo distinto nas pistas. No princípio, tive uma certa suspeição em relação ao nipônico. Impressionou-me as suas duas corridas pela escuderia da Toyota, mas mantive os pés no chão, quando ele foi contratado pela Sauber.

    O que me deixou estarrecido foi o fato dele não ter levado patrocinadores ao time suíço e, precisamente, manter-se por três temporadas nele. O acionista controlador Peter Sauber tem a tradição de acertar com pagantes. Novidade, alguma. O Mito, porém, ficou o período em tela, pela capacidade, como afirmou o Peter.

    Katayama, Suzuki, Sato, Nakajima, Takagi etc. foram amparados por grandes multinacionais de seu país. A crise na maior potência econômica do planeta e as catástrofes naturais do Japão provocaram o desinteresse das empresas japonesas em custear o Koba-san. Um pena, indiscutivelmente. Certa vez, li, num blog, um internauta dizendo que “o Kobayashi era o piloto certo, no momento errado”. Faz todo o sentido.

    Acabei tornando-me fã do Mito, pela figura humana que é e, mormente, por dar-me a alegria nos finais de semana, com o seu estilo de pilotagem aguerrido. Voltei, inclusive, a despertar de madrugada para acompanhar as corridas.

    Não só eu, mas muitos pelo visto, torcem pelo regresso do japonês ao circo da Fórmula 1. O abalizado Celso Itiberê, em recente artigo, acredita que a escuderia chefiada pela hindu Monisha, deveria ter mantido o Koba para fazer dupla com o germânico Nico Hülkenberg. No ano passado, o mencionado jornalista manifestou o anseio de observar o Kamui na Ferrari. Em recente pesquisa do blog do Victor Martins, o nome do Koba-san foi exaustivamente citado para substituir o Mark Weber, na austríaca Red Bull-Renault.

    Por outro lado, eu ficaria álacre se recebesse a notícia de que o Kobayashi-san ajustou com uma escuderia munida com os propulsores Honda V6 Turbo. O Mito faz jus a um time de primeira linha, como a Red Bull, a Mercedes, a Ferrari ou a Mclaren. Além do mais, o jornalista Jonathan Noble, da revista inglesa “Autosport”, chegou a elaborar um artigo intitulado “A Mclaren pegou o cara errado da Sauber?”.

    Juntar em apenas poucos dias 8 milhões de euros de doações dos admiradores é um fato inolvidável. Trata-se, unicamente, de valor arrecadado com os simpatizantes de sua nação. Para a temporada do ano que vem, o Kamui poderia deixar meses a sua conta aberta para arrecadações e, até mesmo, permitir que não-japoneses contribuam. No final de 2012, só os nipônicos puderam colaborar.

    Imagine-se, exemplificativamente, se o Kobashow acumulasse um montante para instituir a própria escuderia: uma Shinwa Racing F1 Team (shinwa é mito). Recorde-se que a Spyker foi comprada pelo Vijay Mallya por € 90 milhões, transformando-se na atual Force India. O Kamui ajuntou € 8 milhões num período curtíssimo de tempo. A Marussia e a Caterham estão em situações financeiras delicadíssimas e poderiam ser adquiridas… O resto, eu conto abaixo.

    O motor seria, provavelmente, o Honda e, no Japão, há diversas fabricantes de autopeças, tais como: a Denso, a Aisin, a Keihin, a Akebono, a NSK, a Takata, a Yazaki, a Yuasa, a Enkei, a Nisshinbo etc. Elas poderiam prover, gratuitamente, de componentes automotivos o novel time.

    Três das maiores produtoras de fibra de carbono do planeta são nipônicas, quais sejam: a Toray, a Mitsubishi Rayon (grupo Mitsubishi Chemical) e a Teijin. Juntas, elas abocanham cerca de 70% do mercado mundial do setor. Uma delas poderia prover, de graça, a fibra de carbono para a produção dos chassis. Se qualquer das três não se interessar, ainda teríamos a Kureha, a Osaka Gas, a Unitika e a Nippon Carbon.

    A JX Holdings, a Idemitsu Kosan, a San Ai Sekyu, a Cosmo Sekyu, a Tonen ou a Taiyo Oil poderia suprir, gratuitamente, a equipe com a gasolina. A parafernália eletrônica poderia ser da Toshiba, da Hitachi, da Sony, da JVC Kenwood, da Fujitsu, da Panasonic, da Mitsubishi Denki etc. O provimento do equipamento seria, assim espero, também gratuito. Os pneumáticos, infelizmente, não poderão ser da Yokohama, da Sumitomo, da Toyo ou da Bridgestone, pois a Pirelli é a fornecedora oficial do circo. Mas já dava para fabricar um monoposto, com muitas peças nipônicas, almejando, por óbvio, que elas sejam providas sem cobrança. Naturalmente, as marcas das fornecedoras estampariam os macacões e os chassis dos veículos, além do site da escuderia.

    O design do chassi poderia ficar por conta dos doutos professores da Tokyo Daigaku, dos engenheiros da Dome Co., Ltd etc., utilizando-se dos excelentes túneis de vento das Kawasaki Heavy Industries ou da Toyota Motorsport. O maquinário para a feitura dos chassis seria da responsabilidade da Yaskawa ou da Yokogawa ou da FANUC (grupo Furukawa). Nada obsta selecionar uma firma estrangeira, como a estadunidense Swift Engineering, cujo dono é o japonês Hiro Matsushita, neto do fundador da Panasonic. A ianque projeta e produz os chassis da Formula Nippon Racing, hoje, Super Formula.

    Caso a Honda viesse a retira-se, a Mugen poderia desenvolver os propulsores V6 Turbo para o Kamui, baseando-se, inicialmente, nos derradeiros motores Honda da McLaren e do seu próprio time. A Mugen foi fundada pelo engenheiro Hirotoshi Honda, filho do criador da Honda Giken Kogyo K.K. (Honda Motor Co., Ltd.). A Toda Racing também faz propulsor de corrida, mas é menos perita. Ficaria com a Mugen que teve algum êxito com a irlandesa Jordan, no final da década de 90. O alemão Heinz-Harald Frentzen terminou o Mundial de Pilotos em 3º, bem como a escuderia Jordan – Mugen. A Isuzu, outra alternativa, já produziu um protótipo de motor V12 de F-1 e quase entrou na categoria, com a Lotus, na década de 90. A Yamaha construiu propulsores para a Zakspeed, a Tyrrell, a Jordan e a Arrows. Outra opção, portanto.

    É a segunda vez que comento neste blog e já afirmei que labutei na terra das gueixas, dos ninjas e dos samurais. Fui, inclusive, empregado de uma subsidiária do grupo Toyota. O Japão é um país fantástico, com uma cultura esplêndida e uma tecnologia invejável. Ademais, o seu povo é bem-educado, disciplinado e organizado. Sou um fanático pela nação do Sol Nascente, apesar da minha ascendência lusitana e italiana. Eu queria ser japonês para “chegar” na Jéssica Michibata, na Reika Hashimoto, na Kurara Chibana, na Koyuki Kato etc. A mulher nipônica é um enigma, que eu sempre almejei decifrar.

    Ainda possuo amigos por lá que, sendo que alguns trabalham em fábricas pertencentes à Honda, que tem mais de 4.100 empresas. Sim, há, verdadeiramente, boatos de que o Kamui Kobayashi regressará com a Honda Motor. Os meus colegas dekasseguis já escutaram estes rumores, com os seus companheiros -nipônicos natos- de labor. Fanáticos de olhos puxados se manifestam, por vezes, pela rede mundial de computadores, pleiteando a volta do Mito, com a Honda. Só que as escritas Kanji, Kokuji, Katakana e Hiragana são indecifráveis para os nós, ocidentais.

    Na terra do xintoísmo, o nome do Takuma Sato tem sido destacado para retornar ao circo, por sua intensa ligação com a Honda. Na F1, Takuma-kun guiou pela Jordan, BAR e Super Aguri, quando estas foram equipadas com os motores da citada fabricante. Na Indy, a situação não é diferente, sendo que o Sato-san está no seu terceiro time, sempre com os V6 Turbo nipônicos da empresa fundada por Soichiro Honda.

    A Honda poderá prover, no futuro, mais de duas escuderias com os seus propulsores, como sucede, hoje, com a Ferrari, a Mercedes e a Renault. Presentemente, a Ferrari equipa a Sauber e a STR. A Mercedes, no caso, a Mclaren e a Force India. Por sua vez, a Renault tem, como clientes, a Lotus, a Red Bull, a Williams e a Caterham. Repita-se: no Japão, há um diz-que-diz-que a empresa do robô Asimo poderá, sim, eventualmente, munir mais de duas equipes. Contudo, pelo histórico da companhia podem ser, de fato, dois times apenas. Décadas atrás, ela equipou a Williams e a Lotus e, depois, a Mclaren e a Tyrrell. Nos anos 2000, num primeiro momento, a BAR e a Jordan e, posteriormente, a Honda F1 Team e a Super Aguri. Novos motores de menos impactos ambientais teriam sido a base para o retorno da montadora.

    Kobayashi e Sato (ou um apenas) retornariam, eventualmente, nas outras duas equipes com os V6 Turbo Honda, excetuando-se, claro, a Mclaren. São burburinhos, repito, vindos do Japão, que estou sabendo através dos meus colegas dekasseguis. Há, obviamente, certas matérias propaladas pela imprensa daquele país, que nem sempre chegam ao ocidente. Da mesma forma que nem tudo o que é divulgado no Brasil ou em qualquer outro país percorre o mundo.

    Não se pode menoscabar o nome do Taku, pois a Honda gosta de ter alguém experimentado labutando para si. Tal corporação desejava contar com o veterano Barrichello na Indy e faz questão de bancar o Sato, nessa mesma categoria. Não obstante a idade, o Takuma poderá ser aproveitado, na F1, pela experiência. Ademais, não há qualquer óbice para o Mito passar para debaixo do guarda-chuva da Honda. Ela sabe que o Koba-san é um racer jovem e, sobretudo, hábil e com certo tirocínio. Ressalte-se que o Kobashow não está preso por contrato ao grupo Toyota, apesar de ter entrado na F-1 pela Toyota Racing.

    Lembrando que a Panasonic Corp., ex-Matsushita, quase patrocinou o Koba e, por consequência, a Sauber, mas a crise financeira fez com que o gigante dos eletrodomésticos recuasse. Todavia, o iene está ficando mais frágil que a moeda dólar, devido à política econômica do premier Shinzo Abe, conhecida por “abenomics”. As bolsas de Tokyo, Nagoya, Fukuoka, Sapporo e Osaka já exibem elevações, ganho nos papéis das principais companhias exportadores. Com o avanço na lucratividade e no faturamento, elas poderão rever os seus planos e voltar a investir na F-1. Decerto, a luz no fim do túnel se acende para o Mito e cada vez com mais força.

    Por fim e sem a aspiração de me estender ainda mais, há que se considerar que o Japão está desenvolvendo novas tecnologias verdes, dado o perigo de se manter usinas atômicas. São fabricantes de painéis solares, de equipamentos para usinas de energia geotérmica, eólica e maremotriz, que estão se agigantando. Estas, igualmente, pretendem alienar os seus produtos no mercado estrangeiro e nada melhor que exibir as suas marcas nos carros de Fórmula 1. Fiquem espertos, pois nomes como Kyocera Solar, Solar Frontier, Japan Wind Development, Eurus Energy Holdings Corporation, Ohisama Shinpo Energy, ZENA System, Kaneka Corp, Fuji Denki etc. poderão estar no chassi do carro do Kamui Kobayashi e, quem sabe, do Takuma Sato, na categoria mais famosa do automobilismo.

    Eu sou Wesley Camargo Rettondini.
    Contacto: [email protected]
    (Obs.: da última vez, esqueci de colocar o c do Camargo, no meu correio eletrônico).

    Sr. Flavio Gomes: sou fã do blog e peço desculpas pelo tamanho da explanação. Permita-me publicar este texto nos tópicos do Vai, Mito! e Grid Fechado (ou Quase). Acho que os Koba-fãs merecem estas notícias. Obrigado.

  6. Olavo disse:

    Guilherme e Fernando Cruz:

    Perdoe-me, mas divirjo das suas posições. Como é cediço, a Honda fornece propulsores para, ao menos, duas escuderias e, assim, recordemos:

    Lotus e Williams;
    Tyrrell e Mclaren;
    Jordan e British American Racing;
    Super Aguri e Honda Racing.

    Em sua derradeira coluna, sob o título “A dança dos Motores”, o tarimbado jornalista Celso Itiberê menciona que é provável que a McLaren e a Honda já tenham firmado o contrato. A segunda equipe é, seguramente, uma daquelas citadas pelo atento leitor Guilherme.

    Por qual razão a montadora nipônica auxiliaria o Bruno Senna, ao invés do Kamui Kobayashi? Multinacional japonesa com futuroso, promissor piloto do Japão. Era tudo o que o povo da Terra do Sol Nascente sempre desejou. Se não for o Koba-san, seria mais factível a aludida empresa trazer o Takuma Sato, que está na Fórmula Indy. Aliás, Sato-san amadureceu bastante, mas já está com 35 anos, salvo engano.

    O Kamui não tem mais qualquer liame com a Toyota. O raciocínio é deveras simples, pois, se assim não fosse, ele sequer poderia ter corrido com a Sauber, que usa motor de marca italiana. Nem no WEC, o japonês estaria autorizado a fechar com a Ferrari. Indubitavelmente, Kobayashi-san tem muita notoriedade dentro e fora do Brasil e isso é corolário de ter feito um bom labor pela Toyota e pela Sauber.

    O sobrinho do Ayrton jamais foi um “piloto Honda”, ao contrário do Takuma. O Koba tem forte apelo popular – de dentro e fora do “Nippon” -, sendo que o nipônico construiu uma boa reputação em sua passagem pelo circo da F-1. O nome do “racer” chegou a ser citado para disputar a presente temporada pela Lotus. Todavia, a pressão da petrolífera Total foi determinante para a renovação do ajuste com o piloto francês.

    A Monisha, chefe da Sauber, teve de, recentemente, mais uma vez, dizer que o Esteban foi promovido a titular pelo talento. Através de redes sociais, torcedores ainda hoje criticam o time suíço pela dispensa do “Kobashow”.

    O Kamui pode não ter patrocinadores como o Bruno, mas quase se tornou o primeiro piloto da história da Fórmula 1 a ser amparado pelos próprios fãs de sua nação. Lembram-se do “Kamui support”? É por este e outros motivos que ele é digno do apelido de Mito. Diga-se de passagem, que alguns, no exterior, o chama de “Myth”. O Mito nunca contribuiu para o orçamento da Sauber (declaração do Peter). Três anos numa equipe que, costumeiramente, aceita profissionais pagantes, não é para poucos.

    Um piloto que se ausenta – de forma intencional ou não – da F-1 por um período e ansiar regressar tem de, antes, ter construído uma boa imagem. Incontestavelmente, a opinião dos torcedores é um bom termômetro. Recomendo, para tanto, a leitura dos links abaixo, pois Koba se enquadra “como uma luva”, na descrição supra.

    A política monetária do novel primeiro-ministro Shinzo Abe vem ocasionando a desvalorização da moeda local, o que resulta, por conseguinte, aumento do faturamento das exportadoras, como a Honda. Destarte, corporações japônicas podem se sentir estimuladas a estampar as suas marcas nos carros da F/1, o que é espetacular para o Koba-san.

    O pai do Kamui é, de fato, um sushiman, sendo que ele entregava os pedidos para os clientes. Não nasceu em “berço de ouro” e o seu nome de família não traz qualquer memória aos amantes das corridas. A família dele, inclusive, mora num imóvel simples e, em tempo algum, ela participava – e nem participa – de festas badaladas da alta sociedade. O seu sobrenome jamais o ajudou a conseguir patrocinadores. A crise nos EUA, os fenômenos naturais do Japão (sismo e maremoto) e as enchentes na Tailândia (muitas unidades fabris japonesas) prejudicaram as perspectivas do Mito de arrumar patrocínio. Mas a vida dele é, sem dúvida, de superação. Com certeza, todos têm dificuldades na vida.

    Kamui Kobayashi está longe de ser um Ayrton ou um Michael, mas é um bom profissional.

    Por essas razões, o Mito é digno de entrar, mais uma vez, num cockipt de F-1.

    Muito atenciosamente,
    Olavo

    • Olavo disse:

      A Ferrari de Koba-san
      http://blogp.warmup.com.br/2013/03/a-ferrari-de-koba-san/

      Não sei se vou ou se fico (leitores querem Koba na Red Bull):
      http://victormartins.warmup.com.br/2013/03/27/nao-sei-se-vou-ou-se-fico/#comments

      Salvem o japonês
      fabioseixas.blogfolha.uol.com.br/2012/10/26/salvem-o-japones/

      VAI, MITO!
      http://flaviogomes.warmup.com.br/2013/03/vai-mito/

      • Fernando Cruz disse:

        O Kamui tem mais possibilidades de regressar a F1 do que o Bruno? Acredito que sim. Mas as possibilidades sao tao reduzidas (para ambos) que acho que nao vale a pena estar a “matar a cabeça” com isso.

        O Koba construiu uma boa reputaçao junto dos fas mas isso nao chega. Tres anos com bons carros e apenas um podio nao desperta muita atençao nos chefes de equipa. Perder para um colega que chegou depois dele a equipa (e a F1) tambem nao. A diferença foi de apenas 6 pontos (66 contra 60) mas e preciso ver que Perez nao voltou a marcar pontos apos ter assinado pela McLaren. Nas seis ultimas corridas cometeu alguns erros e teve tambem uma serie de azares que lhe roubaram muitos pontos (azares mecanicos ou acidentes onde nao teve responsabilidade). Caso contrario teria terminado o campeonato com muito mais pontos do que o seu colega japones. Foi um pouco como aconteceu na Williams. Maldonado marcou 45 e o Bruno 31 mas a diferença seria bem maior sem os erros do venezuelano. A diferença e que o Bruno perdeu 15 treinos livres enquanto o Kamui teve condiçoes iguais ao Perez. O Kamui teve alguns azares com acidentes em que nao teve responsabilidade (por exemplo no Monaco ou em Spa) e o mesmo aconteceu com o Bruno (por exemplo na Australia, na Alemanha, em Abu Dhabi ou no Brasil).

        Regressar apos 1 ou 2 anos fora da F1, para quem nao teve sequer carro, tempo ou oportunidade para ganhar corridas, e quase impossivel na atual F1. Alguersuari e Buemi foram dispensados da Toro Rosso no final de 2011 e dificilmente voltarao a F1. Sutil voltou porque esteve 4 anos na Force India e criou uma grande relaçao de cumplicidade com a equipa e Vijay Mallya. Podemos dizer que Kobayashi conseguiu o mesmo na Sauber mas falta-lhe espaço para regressar. Nao pode competir com os milhoes de Gutierrez nem e visto como um potencial campeao do fututo como Hulkenberg.

        Quanto ao Bruno, tem ainda a desvantagem adicional da idade (tera 31 anos em 2015). Pensando bem acho que nem para uma Williams com motor Honda ele voltaria. Faria boa figura ao lado de Bottas agora, mas nao depois de 2 anos afastado e numa altura em que o jovem finlandes estara ja bem desenvolvido. Alem disso as equipas querem (e precisam) de resultados imediatos e pilotos fora do ritmo nao iriam ajudar no inicio.

        Portanto, fas do Kamui e do Bruno, vamos deixar de sonhar com a F1 e concentremo-nos antes nos desafios que temos pela frente no WEC.

      • Gianpaolo Maggion disse:

        Na Fórmula 1, o Bruno Senna sempre esteve aquém daquilo que se espera de um piloto minimamente plausível. Incompetência é a palavra que melhor define a curta carreira do sobrinho do Ayrton, na categoria mais relevante do automobilismo. Aliás, acho que ele nunca passou disso: o sobrinho do Ayrton, que é patrocinado por um dos homens mais ricos do Brasil. Este é o rótulo que o Bruno ganhou e carregará pelo resto da vida. Quer queira, quer não.
        Malgrado seja um bom pagante –outro rótulo-, as dispensas fizeram parte, constantemente, do histórico do jovem no circo. Mesmo com os seus milhões de dólares, nenhum chefe de equipe se interessou por seu trabalho para a atual temporada. E olha que ele correu atrás de diversos times, inclusive os da segunda divisão… O estilo de pilotagem do brasileiro nunca chamou a atenção nem dos donos de escuderia e, muito menos, dos torcedores nacionais e estrangeiros. O Bruno é fraquíssimo e se envolveu em inúmeras rodadas e colisões. Difícil imaginar que se trata de um profissional capaz de conquistar títulos e vitórias.
        As manifestações dos missivistas sobre rapaz pela rede são, comumente, desabonadoras. Mais um pouco, por certo, viraria chacota em programas humorísticos, tal como sucedeu com o Rubens Barrichello. Em ambos os casos, com toda a razão. Burrinho Senna…
        Escusas e mais escusas são facilmente encontradas pela Internet. O Senna pediu desculpas para o Massa, o Schumacher, o Alguersuari
        etc. Como dito por um ledor, abaixo, seria recomendável que o senhor digitasse no sistema de busca do Google “Bruno Senna” e “desculpas” e perceberá como foi a trajetória dele na F1. Se estivesse entre nós, o Ayrton ficaria desapontado e vexado com inaptidão do sobrinho ao volante. Só na aparência física o Bruno lembra o tio, pois, em matéria de talento, bem…
        Não podemos comparar o Ayrton com o Bruno? Por que, não? Se o sobrinho tivesse feito algo que preste na F-1 e fosse campeão estariam todos dizendo que a sua destreza é de sangue, que é de família. Que, apesar de ter entrado tarde no circo, mostrou que é um Senna, que honra o sobrenome. Nada disso sucedeu. O Ayrton não passaria tanto tempo procurando apologias pela falta de performance. O tio foi um “racer” e, como diria o inglês Nigel, “um racer faz as coisas acontecerem, não espera acontecer”. O saudoso tricampeão faria muito, muito mais com a Lotus/Renault e com a Williams/Renautl.
        Deve dar um trabalho imenso entrar de blog em blog de jornalistas que comentam corridas e expor as justificativas para o povo brasileiro compreender o porquê do sobrinho ter fracassado na Fórmula 1 (nada de pódios, nada de vitórias, nada de títulos, nada, nada etc.). Aliás, nem tanto, pois os textos já estão preparados e é só copiar e colar como alguém abaixo disse. É uma pena, pois, daqui a vinte anos, o Flavio Gomes não escreverá nada, absolutamente nada parecido sobre o Bruno Senna, como ele fez com o recente texto sobre o Ayrton.
        Se eu fosse dono e chefão de uma escuderia, quero que o meu comandado mostre o porquê de estar sentando naquele cockpit. Que me retribua a confiança depositada. Se entrou tarde, se papai morreu cedo, se o peixinho de aquário está doente, se perdeu a virgindade tarde, se é pederasta etc., eu não quero saber. O piloto tem de colocar as nádegas no banco e mostrar serviço. Todas os times e pilotos da F-1 tiveram e têm problemas. Não somente o sobrinho do tricampeão passou por dificuldades. Button, Alonso, Kimi, Massa, Weber, Sutil etc. também poderiam estar redigindo listas e mais listas de escusas para a falta de desempenho, em alguns grandes prêmios.
        O que teria sido de Ayrton sem os fãs? Quem se lembraria de sua vitoriosa carreira nas mesas dos bares, nas conversas entre amigos e parentes? O que seria de Anderson Silva (lutador de UFC) sem os fãs? O que seria de Guga (ex-tenista) sem os fãs? O que seria de Daiane dos Santos (ginasta) sem os fãs? O que seria de Cielo (nadador) sem os fãs? O seria de Neymar (jogador de futebol) sem os fãs? Comemorariam com as paredes, com o nada? No máximo, quiçá, comemorariam com um grupo limitado de pessoas, dentre parentes e amigos. Imaginemos que sou atacante e jogador do Flamengo e faço um gol, sendo que as arquibancadas estão vazias. Qual a graça em exaltar o gol, sem a minha torcida e os meus fãs?
        UM ATLETA NECESSITA, TAMBÉM, DE FÃS. Duvido que o Bruno tenha mais fãs do que o número total dos ledores da coluna do Agamenon Mendes Pedreira e os seus ínfimos dezessete leitores.
        Que tal o rapazote modificar o nome profissional para Bruno Lalli? Se não fosse o sobrinho do Ayrton, não teria patrocinadores e, por conseguinte, jamais ingressaria na F-1. Fora o nível baixo de pilotagem…
        Daqui a alguns anos, se alguém conseguir reconhecer o Lalli nas ruas dirá o seguinte: “Olha! É o sobrinho do Ayrton Senna, mas, na F-1…” Bem… Todos já conhecem os fatos… Bruninho, agora, se junta ao Christian Fittipaldi e ao Nelson Piquet Jr., como os pilotos que só têm sobrenomes afamados, mas, que foram mal-sucedidos na categoria mais importante do automobilismo mundial. DNA não é tudo.

        Cordialmente,
        Gianpaolo Maggion

      • Fernando Cruz disse:

        “Se não fosse o sobrinho do Ayrton, não teria patrocinadores e, por conseguinte, jamais ingressaria na F-1.”

        Incrivel! Quer dizer entao que quem nao tem um sobrenome famoso nao arranja patrocinadores e jamais conseguiria chegar a F1? Essa absurda conclusao e mesmo de estarrecer! Por essa ordem de ideias dos pilotos da atual F1 so Nico Rosberg la teria chegado…

        Alias muita gente parte de premissas erradas para tirar as suas “conclusoes”, senao vejamos:

        1. Nao teve sucesso na F1, provando que so la chegou graças ao sobrenome e ao dinheiro nada mais errado. Muitos pilotos chegam a F1 com todo o merito e depois nao tem sucesso na categoria maxima, pelas mais variadas razoes. O Bruno venceu no Monaco (algo so possivel com talento) e foi vice-campeao na GP2, apenas no seu quarto ano no automobilismo. So com o sobrenome e o dinheiro isso seria impossivel. Temos ate o exemplo do Damon Hill. Começou tarde como o Bruno mas demorou 10 anos a chegar a F1, apesar do sobrenome. Na categoria imediatamente anterior a F1 nem sequer ganhou uma unica corrida. O Bruno fez bem mais do que ele nas categorias de acesso, mostrando mais talento.

        2. Nao teve sucesso na F1 apesar do sobrenome e do dinheiro – na F1 o sobrenome e o dinheiro nao o ajudaram, antes pelo
        contrario. Muitos chefes de equipa tem preconceitos contra pilotos de sobrenome e o facto de ter começado tarde foi outro fator
        que o impediu de ter boas oportunidades na altura certa. Muita gente pensa “nao pode dar certo, começou tarde, ele so la esta
        graças ao sobrenome e ao dinheiro” e isso faz com que tudo seja ainda mais dificil. Por isso seria tao importante entrar com um
        grande construtor como a Honda. Entrando na altura certa e com um carro ganhador teria excelentes resultados. Isso permitiria
        quebrar a desconfiança de muitos chefes de equipa.

        3. Mesmo valendo-se do sobrenome e do dinheiro sempre foi dispensado por todas as equipas pelas quais correu – precisamente
        por nao ter tido as oportunidades que merecia na altura certa nao se desenvolveu bem durante muito tempo (2009 quase parado,
        2010 com um carro muito fraco e mais meio ano parado em 2011 ate entrar com a Lotus em Spa). Por isso nunca poderia ter um
        desempenho sequer parecido com aquele que teria se tivesse entrado na altura certa, com o carro certo. Veja-se o que fez Damon
        Hill na F1 entrando na altura certa com um carro ganhador. O Bruno mostrou mais talento e fez bem mais do que o Hill nas categorias de acesso e claro que teria tambem excelentes resultados na F1 se tivesse oportunidades semelhantes as do Hill. Mas
        nao teve nada disso, teve o contrario. Depois fez so as ultimas 8 corridas de 2011 com a Lotus, enquanto na Williams fez so um
        ano em condiçoes precarias, num lugar que ja estava destinado para outro. Portanto faltou tempo para ter um desempenho melhor. Todos os pilotos melhoram muito num segundo ano com a mesma equipa, coisa que o Bruno nao teve na F1.

        4. Envergonhou o nome do tio – em primeiro lugar o tio jamais aceitaria ser usado como arma de arremesso contra o sobrinho. Se
        fosse vivo o Ayrton estaria sempre ao lado do Bruno e tudo teria sido muito diferente. Alem disso o Ayrton teria a inteligencia
        suficiente para perceber que tantas paragens na carreira fazem toda a diferença. Teria a inteligencia suficiente para perceber que
        o Bruno e uma pessoa diferente, com um historial bem diferente do dele. Teria a inteligencia suficiente para perceber que o Bruno fez o que era possivel com as condiçoes precarias que enfrentou na F1. Quem da o que tem a mais nao e obrigado. Por outro lado, sera que familiares de campeoes tem a obrigaçao de ter o mesmo talento e o mesmo sucesso dos seus predecessores? Sera que Nelson Piquet acha que o seu filho Nelsinho o envergonhou com o desempenho que teve na F1? Perguntem-lhe isso e a resposta nao devera ser nada meiga.

      • Manoel Finger disse:

        Fernando Cruz:

        Por favor, ao encontrar com o Bruno Senna, recomende ao rapaz o seguinte DVD:

        http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3415467/senna-edicao-especial-dvd-booklet-dvd4

        O filme poderá ser uma boa fonte de inspiração ao sobrinho do Ayrton. Quem sabe, depois, o Bruno passe a guiar, eficazmente, um carro de corrida…

      • Édis M. Dotti disse:

        Gianpaolo Maggion:

        Até a Danica Patrick faria melhor do que o Bruno Senna com a Lotus e com a Williams. Estou sendo irônico, evidente. Mas a norte-americana é, de fato, mais piloto do que o Bruno. Todavia, quem mandaria bem mesmo é a Simona de Silvestro, que está na Fórmula Indy.
        A suíça é talentosa e acho que fará um campeonato melhor do que o Rubinho, na equipe KV Racing. A Silvestro, na Williams-Renault, não seria “espancada” pelo Pastor Maldonado e, certamente, subiria ao pódio. Algum chefe de equipe da Fórmula 1 poderia dar uma oportunidade a ela. Contudo, sempre há os “pay drivers” para estragar o espetáculo das corridas com as suas exibições modorrentas e, ademais, impedir que talentos cheguem ao circo. O sobrinho do Ayrton é um deles.

  7. Guilherme disse:

    De fato, seria uma honra para a Honda equipar com os seus propulsores a escuderia “Senna Racing F 1 Team”. Aliás, no passado, o francês A. Prost chegou a ter o seu próprio time, mas este acabou indo à bancarrota.

    No Brasil, hodiernamente, há muitas empresas robustas que poderiam patrocinar a equipe “Senna F 1”. A Petrobras, por certo, forneceria a gasolina.

    Infelizmente, trata-se apenas de um sonho. Mas acho que o Ayrton teria fundado a sua própria escuderia e o Bruno, assim, não estaria passando por tantos percalços.

    Nacionalista que era, o tio do Bruno mandaria pintar os carros de verde e amarelo. Acredito que até os macacões seriam das citadas cores. Reputo improvável que o time do Ayrton fosse falir, pois ele era um homem valente e o povo brasileiro se mobilizaria para ajudar, em momentos de dificuldades.

    Só acho que o Kamui Kobayashi seria o tipo de piloto que não cairia no gosto do A. Senna. Qual a causa? Mito, só ele, Senna. Contudo, o Koba recebeu tal acunha por outros motivos… Os pilotos nipônicos jamais tiveram boa fama, até o aparecimento do Kamui. O Kobayashi resistiu incríveis 3 anos na Sauber, sem ser pagante. Algum valor, o nipônico tem. Ademais, ele tem origem bem modesta, quando comparado ao Aguri Suzuki entre outros. Sabia que o japonês era entregador de sushis? O Kobashow – outro apelido – tem carisma e simplicidade. Destaque-se que as alcunhas são colocadas por jornalistas e fãs.

    Com certeza, o atilado Ayrton colocaria um outro brasileiro para fazer dupla com o seu querido sobrinho. Todavia, ainda creio que os Senna teriam condições de colocar o projeto de criação de uma equipe de Fórmula para fora do papel.
    Sabe me dizer se ainda há algum outro Senna correndo por aí?

    • Fernando Cruz disse:

      Bem, se o Ayrton fosse vivo tudo teria sido tao diferente. O Bruno poderia ate ter chegado a F1 muito jovem, com 19 ou 20 anos, e claro que teria sempre lugar assegurado numa eventual Senna Racing. Mesmo começando tarde como começou (nada provavel) certamente nao teria passado tantas dificuldades depois de 2008. A Honda podia sair na mesma por causa da crise financeira mas o Ayrton arranjaria forma de colocar o sobrinho na Brawn GP ao lado do Button. Exerceria a sua influencia para que os japoneses vendessem a equipa ao Ross Brawn ja com o Bruno garantido numa das vagas. O Ross tinha prometido a Barrichello que a vaga seria dele se fosse ele (Ross) a decidir, mas com o Bruno ja garantido o Rubens teria ido embora pacificamente e as coisas seguiam a sua ordem natural. Acho que Button nao poderia sair porque tinha acabado de assinar contrato com a Honda antes desta anunciar a saida da F1.

      Pois, parece que ha um tal Pedro Senna a correr nos karts no Brasil, mas desconheço se tem qualquer relaçao com a familia. Pietro Fittipaldi ou ate mesmo Pedro Piquet sao os pilotos de sobrenome famoso com mais possibildades de um dia chegarem a F1. Mas nao tenho assim tanta certeza que uma eventual Senna Racing tivesse necessariamente dois brasileiros. Teria talvez se o Ayrton fosse vivo, mas no contexto atual parecia-me mais provavel ver Kobayashi ao lado do Bruno, sobretudo se os motores fossem fornecidos pela Honda. Ou entao, uma vez que o Bruno ja perdeu muitos anos sem epocas normais para quem aspira a uma carreira na F1 (contando tambem com os proximos dois ate 2015) seria apenas chefe de equipa, ou um dos donos/socios e escolheria Felipe Nasr para correr ao lado do Kobayashi. Ao mesmo tempo poderia seguir uma carreira paralela como piloto, no WEC, GT Series ou ate DTM. Acho que Gillette, OGX, Embratel, Santander juntamente com grandes empresas japonesas poderiam apadrinhar e tornar possivel a concretizaçao de um projeto como este (Senna Racing), em parceria com a Honda. Seria muito bom ver Bruno Senna e Kamui Kobayashi numa Senna Racing com motores Honda em 2015. Mas tambem seria bom ver o japones ao lado de Felipe Nasr, com Pietro Fittipaldi como piloto de reserva la para 2016 ou 2017. Ou Nasr e Fittipaldi lado a lado a partir dessa altura.

      • Guilherme disse:

        O senhor está chamando de “velho” um rapaz de 29 anos? O Bruno é um piloto novo e, com bom preparo físico e mental, suportaria mais uns dez anos, no mínimo. Não se esqueça que ele é um Senna! Na rede, há uma foto do Bruno dentro do Mclaren/Honda, que pertenceu ao tio. É de arrepiar! Procure que encontrará!

        Leu a matéria publicada neste blog sobre o Ayrton, sob o título “20 ANOS”? Bem bacana e recomendo. A leitura é, praticamente, obrigatória.

        Arrisco-me a dizer que a Honda entregará os seus motores para uma das seguintes equipes (além da Mclaren):

        Lotus (seria interessante);
        Williams (seria interessante);
        Sauber (seria interessante);
        Marussia (não recomendaria, pois pode falir);
        Caterham (não recomendaria, pois pode falir).

        Estão excluídas da lista acima: a Ferrari, a Red Bull/Renault, a STR/Renault (a partir de 2014), a Mercedes e Force India/Mercedes.

        Pode ser que o Bruno Senna consiga um cockpit no time que receber os V6 Turbo nipônicos. O povo do Japão ama muito o Ayrton e a Honda tem uma dívida de gratidão com os Senna. Eu não sei se o mexicano durará muito tempo na Mclaren e o Button se aposentará em poucos anos. É provável que o Ron Dennis tenha muito apreço pelo Bruno.

        Ouso dizer que o Bruno teria mais chances de voltar à F1 do que o Nelsinho Piquet, o Alguersuari, o Glock, o Heikki, o Petrov, o Narain, o Karun e, até mesmo, o Koba. O japonês não tem patrocinadores e o seu retorno estaria condicionado ao grupo Honda equipar de graça uma segunda escuderia.

        B. Senna tem patrocinadores confiáveis e fixos e com potencial para atrair mais ainda.

        Sei que FLAVIO GOMES é, também, super fã dos Senna.

      • Fernando Cruz disse:

        Em 2015 o Bruno tera 31 anos. Damon Hill chegou a F1 com 32 e fez os 33 ainda durante a epoca de 1993, quando entrou com o melhor carro da altura. Mas os tempos eram outros e havia testes quase ilimitados. Alem disso era (e) um piloto ingles, da mesma nacionalidade da maior parte das equipas da F1. Para o Bruno ter oportunidades semelhantes era preciso haver uma equipa brasileira que apostasse nele e mesmo assim as condiçoes nao seriam iguais, por causa da questao dos testes e porque uma equipa nova nunca seria tao competitiva, pelo menos nos primeiros anos.

        O Ron Dennis gosta do Bruno? A primeira vez que o viu (ainda o Bruno estava no inicio, na F BMW ou na F3) disse-lhe que ele era alto demais para vir a ser piloto de F1. Helmut Marko e Peter Sauber esses nem falar, sempre mostraram muito preconceito bobo por ele ser sobrinho do Ayrton e ter começado a correr muito tarde. Nao fosse isso o Bruno poderia perfeitamente ter entrado com a Toro Rosso em 2009 e ja nao ficaria com a carreira comprometida por causa da saida da Honda. Na Sauber tambem e certo que nao entrara, se for a equipa suiça a receber os motores Honda. Assim as opçoes ficam mais limitadas, como ficaram em 2009 e 2010. Mesmo com 31 anos poderia ter bom preparo fisico e mental para aguentar mais uns 10 anos na F1 mas o problema e ter as oportunidades. Nao teve quando estava no melhor da sua forma, com 25 anos, e iria te-las com 31, depois de dois anos na categoria GT dos WEC? O problema e esse. Por isso e que eu digo: a Honda regressar como equipa e apostar nele seria a possibilidade mais viavel de voltarmos a ve-lo na F1. Ou entao atraves da criaçao de uma equipa brasileira, que poderia ser uma Senna Racing ou outra.
        De outra forma nao estou muito otimista. Talvez com uma Williams Honda fosse possivel, quem sabe? Bottas ja estara bem desenvolvido em 2015 e Maldonado pode nao durar muito mais tempo na equipa. Acho que Bottas e Senna seriam uma dupla competitiva.

      • Gilmar Falcão Jr. disse:

        Se o Bruno Senna voltar ao circo, será da mesma forma como entrou na F1: pagando por um cockpit e numa escuderia de menor investimento. Duvido que retorne em função da Honda, pois esta tinha “relação de amor” com o Ayrton e não com o seu sobrinho, que não impressionou boa parte dos brasileiros. Se regressar, será no time russo ou no malaio, que são os mais fracos do grid.
        O sobrinho do tricampeão só retornará pelo dinheiro que trouxer e não pelas suas discretíssimas exibições nos anos de 2010 (Hispania), 2011 (Lotus) e 2012 (Williams).

      • Fernando Cruz disse:

        Sim, com tantos percalços na carreira (por motivos fora do seu controlo) so pagando consegue voltar, tal como fez com a Lotus e com a Williams. Mas ele nao vai regressar e muito menos quer saber dessas equipas pequenas (Marussia e Caterham).

        Muitos brasileiros esquecem que o Bruno tinha resultados para entrar em 2009 sem ter de pagar. Entrando nessa altura com a Honda ou a Brawn teria feito muito mais, porque entrava no melhor da sua forma e entrava com um carro ganhador. Jamais seria visto como pagante e muito provavelmente ganharia corridas no ano de estreia. Tenho a certeza que se firmava na F1 e desenvolvia-se tambem muito mais a partir dessa altura. Seria agora um piloto BEM MELHOR, nao tenho qualquer duvida sobre isso.

      • Guilherme disse:

        Fiquei triste com o senhor pelo fato de ter ironizado a carreira do Kamui Kobayashi. Eu e o meu pai chamamos o Koba de “cafeína japonesa”, uma vez que, em corridas sem graça, ele mandava umas ultrapassagens bem excitantes. A minha família avalia o japonês como um dos 5 melhores dos últimos anos. Ele é bom, com potencial para tornar-se muito bom, se numa equipe melhor. Para mim, ele é um Mito por tudo o que conquistou até o momento, mesmo que não retorne, mas vai.

        Eu admito que acho o Bruno só mediano, mas sou apaixonado pelo Grande Ayrton. Visite a minha casa e saberá como somos doentes pelo Super Ayrton. Tem pôsteres do Fenômeno Ayrton no meu quarto, do meu irmão e dos meus pais. Somos fanáticos pelo Monstro Ayrton. Ninguém foi melhor do que Fantástico Ayrton. Daí, o fato de torcermos pelo Bruno, que não é o Ayrton, porém, o seu sobrenome nos fez ter expectativas de que o sobrinho nos trouxesse alguma alegria. Talvez isso nunca ocorra, mas a esperança é última que morre. Por isso, falei em equipe Senna Racing, com motor Honda.

        Ayrton foi mais feliz com os ingleses da Mclaren e os japoneses da Honda. Mostrando o respeito pela Honda, o Gênio Ayrton disse:

        “Meu engenheiro principal está casado há pouco mais de dois anos. No fim da temporada passada, despediu-se de mim, disse que havia sido um ano de sacrifícios porque a mulher, em Tóquio, reclamava constantemente sua presença e ele só pôde ir vê-la duas vezes em nove meses. E este ano, quando cheguei à sede da Honda, na Inglaterra, ele foi o primeiro a me receber. Sorridente e preocupado. O sorriso se devia ao nosso motor, que ele dizia ser sensacional. A preocupação era o fato de que, nos próximos oito meses, só poderia ir uma vez ao Japão. Nenhum outro profissional, europeu ou americano, aceitaria esse sacrifício”.

        Respeito as limitações do Bruno e gostaria de que ele estive na Fórmula-1 para dar uns 20% (não é pouco) do orgulho que o Ayrton deu ao meu Brasil e ao seu sofrido povo. Pode ser que ele, o Bruno, crescesse, ainda que aos pouquinhos. Ayrton jamais morrerá em meu coração e de minha família.

    • Valdemar Domingos ( Valsenninha) disse:

      Há o Pedro Senna, mas acho que não é parente do Ayrton, mas o puto tem talento, mas é novo, ainda está nos Karts

  8. Laérson disse:

    Fernando Cruz,

    O Burro, digo, Bruno Senna é um piloto (?) cuja carreira (?) na Fórmula 1 pode ser resumida na seguinte frase:

    “Vettel passa e Bruno acena.”

    Colega, perdoe-me, mas escolha alguém mais habilidoso para ser fã.

    • Fernando Cruz disse:

      Querer escolher de quem os outros devem ou nao ser fas revela arrogancia.

      Quanto a habilidade do piloto, e preciso ter em conta o seu historial.

      O Bruno começou a correr muito tarde, quase com 21 anos, portanto logo no inicio estava longe de ter as condiçoes ideais para se desenvolver nas pistas. Mesmo assim fez um excelente trabalho nas formulas secundarias, conseguindo em 4 anos fazer mais do que Damon Hill conseguiu em 10 anos. Merecia mais entrar na Brawn em 2009 do que o Hill mereceu entrar como titular na Williams em 1993. Ambos começaram muito tarde mas o Bruno mostrou mais talento e conseguiu melhores resultados, sobretudo na GP2, vencendo ate no Monaco. Podemos dizer que na F1 perdeu na secretaria, quando a Honda decidiu sair de forma inesperada devido aos efeitos da crise financeira. Foi isso que fez o Bruno passar ao lado de uma excelente carreira na categoria maxima. Entrando em 2009 com um bom carro teria um excelente desempenho, pois estava no melhor da sua forma. Veja-se o que fez Damon Hill na F1 e imagine-se o que teria feito um piloto que mostrou bem mais do que o ingles nas formulas secundarias. Ganharia corridas logo na estreia, ate porque vinha de uma epoca muito boa na GP2. Seria agora um piloto bem melhor, pois teria entrado no melhor da sua forma, quando a sua confiança estava no auge, e teria evoluido ainda muito mais a partir dessa altura. Em vez disso passou um ano quase parado (2009) depois entrou com um carro com o qual nem o melhor piloto do mundo conseguiria fazer nada (2010) e passou ainda meio ano parado em 2011. Portanto nunca poderia ter o mesmo desempenho que teria entrando na altura certa (2009) com o carro certo (Honda ou Brawn).

      Mesmo assim mostrou potencial, na unica epoca completa com um carro decente. Mesmo em condiçoes inferiores a dos adversarios, ate por perder 15 treinos livres, fez o suficiente para ser bem mais consistente do que um colega que ja estava na equipa ha mais tempo e era velocissimo em qualificaçao. Mesmo assim o Bruno pontuou 10 vezes e Maldonado apenas 5. Foi mais rapido do que Maldonado em muitas corridas e lutou de igual para igual com jovens talentos que tiveram muito melhores condiçoes para se desenvolverem. Recentemente ate Mika Salo veio reconhecer que o Bruno merecia continuar na F1 e que desde o inicio se sabia que nao continuaria na Williams em 2013. Nao continuaria porque a Williams investiu muito tempo e dinheiro em Bottas e qualquer um que corresse ao lado de Maldonado em 2012 teria de ceder o seu lugar ao jovem finlandes no ano seguinte. De outra forma nao faria sentido a equipa dar 15 treinos livres ao novato sempre no carro do colega de equipa de Maldonado, uma estrategia que foi decidida ainda em 2011, muito antes do Bruno ter assinado com a Williams.

      • Zé Maria Tostes disse:

        Fernando, copiar e colar? O senhor espalha os MESMOS textos em diversos blogs, sites etc. Estou estarrecido! É doentio! Procure, urgentemente, um psicólogo! O colega conhece, MINUCIOSAMENTE, a carreira do Bruno Senna. Por gentileza, responda os questionamentos abaixo:

        O Fernando Cruz é o Bruno Senna?
        O Fernando Cruz é a mamãe do Bruno Senna?
        O Fernando Cruz é algum outro parente do Bruno Senna?
        O Fernando Cruz é o empresário do Bruno Senna?
        O Fernando Cruz é amigo do Bruno Senna?
        O Fernando Cruz é advogado do Bruno Senna?
        O Fernando Cruz é a namorada do Bruno Senna?
        O Fernando Cruz é o namorado do Bruno Senna?
        O Fernando Cruz é o vizinho do Bruno Senna?
        O Fernando Cruz é a babá do Bruno Senna?
        O Fernando Cruz é empregado do Bruno Senna?
        QUEM É FERNANDO CRUZ?

        A carreira (imaginária) de Senna
        http://revistaalfa.abril.com.br/estilo-de-vida/formula-1/senna-vive/

        O Bruno Senna, por acaso, será tricampeão mundial de F-1?

      • Fernando Cruz disse:

        Mais uma vez vou repetir: nao tenho nada a ver com o Bruno Senna. Admiro o piloto e em muitos aspetos encaixo na definiçao de fa, mas nada mais do que isso. Eu ja expliquei abaixo as razoes que me levam a ser um fa tao dedicado. Por outro lado ate compreendo a frustraçao de muitas pessoas pela passagem discreta do Bruno pela F1. Simplesmente escolhem o alvo errado para descarregar. Muitas das minhas intervençoes neste e noutros blogs vao nesse sentido. Nao tenho a pretensao de convencer seja quem for e limito-me a defender o que acho justo. Rebato quando nao concordo e procuro mostrar as pessoas o outro lado. Ha sempre diferentes formas de ver as coisas, diferentes percepçoes.

      • Guilherme disse:

        Cai de pára-quedas nessa prosa. Eu pesquisava sobre o Bruno Senna e a Mclaren-Honda no Google e vim parar aqui.

        O senhor sabe me dizer se os Senna pretendem criar uma escuderia de Fórmula 1? Tipo uma Senna Racing.

      • Fernando Cruz disse:

        Nao creio que isso seja viavel num contexto de crise economica global e tambem nao me parece que a familia Senna esteja sequer a pensar nisso. A pessoa que teria mais capacidade e força para concretizar um projeto como esse ja ca nao esta ha 19 anos. Mas uma Senna Racing com motores Honda seria perfeito e teoricamente a F1 tem espaço para mais duas equipas novas.
        Acho que podemos apenas sonhar com isso. O Bruno poderia ter um papel parecido ao que teve Jack Brabham nos anos sessenta, como piloto e chefe de equipa? Quem escolheria ele como colega de equipa? Certamente o Kobayashi, o que seria tambem do agrado da Honda.

      • Guilherme disse:

        Seria fantástico! Simplesmente, fantástico se tal ocorrer!

      • Guilherme disse:

        Fernando, leia lá na parte de cima.

  9. Fernando Borba disse:

    Li tantos comentários sobre o Bruno Senna. Por que perder tanto tempo com um piloto tão fraco?

  10. Walmir Ribeiro Barbosa disse:

    Fernando,
    O que dizer da batida que o Bruno teve com o Schumacher? O alemão chamou o Senna de idiota… E a colisão que o Bruno teve com o Vettel, que quase tirou o título deste, no ano passado? Até onde eu sei, o sobrinho do Ayrton vem de uma família muito rica, sendo estranho ficar dando um “toneladas” de desculpas para a carência de resultados mais consistentes na F-1. Ele é um “filhinho de papai”, diferentemente de muitos, muitos jovens brasileiros que sofrem por falta de oportunidades. Bruno Senna teve (e tem) de tudo, nada lhe falta, exceto um bom desempenho na maior categoria do automobilismo do planeta. Sobrenome, patrocinadores, dinheiro etc. etc., mas nada foi suficiente. Entendo que é falta de jeito para a coisa, ausência total de talento.

    • Fernando Cruz disse:

      Em Espanha o Schumacher bateu por tras. Foi o unico culpado do acidente e foi ate penalizado por isso. Idiota foi o alemao, nao por ter cometido um erro bobo mas sim por ter chamado idiota ao piloto que tirou da prova de forma desastrada. No acidente com o Vettel praticamente todos os especialistas consideram que o culpado foi o jovem alemao. Na ultima F1 Racing o Martin Brundle volta a dize-lo, culpando Vettel pela forma como fez a curva, como se estivesse sozinho em pista. Apenas na quarta curva apos a partida, com tantos carros a sua volta e depois de ter travado demasiado cedo (atirando Raikkonen para a escapatoria) Vettel nunca poderia ir para o interior da curva daquela forma, pois era quase certo que iria atravessar-se a frente de alguem. Foi Senna como poderia ser outro qualquer.

      O Bruno vem de uma familia rica mas perdeu muito tempo na sua carreira, muitos anos de formaçao e mais recentemente varios anos sem temporadas normais. Ter tudo para ter sucesso na F1 seria entrar com a Honda ou a Brawn em 2009. Se isso tivesse acontecido provavelmente ganharia corridas logo na estreia, ate porque vinha de uma epoca competitiva na GP2. Seria agora um piloto muito melhor, pois teria entrado no melhor da sua forma, quando a sua confiança estava no auge, e teria evoluido ainda muito mais a partir dessa altura. Em vez disso passou um ano quase parado (2009) depois entrou com um carro com o qual nem o melhor piloto do mundo conseguiria fazer nada (2010) e passou ainda meio ano parado em 2011. Portanto o sobrenome e o dinheiro dos patrocinadores nao lhe valeram de muito na F1, pois nao teve as oportunidades que merecia na altura certa (2009) com o carro certo (Honda ou Brawn). Outros menos talentosos do que ele e que fizeram menos nas formulas secundarias tiveram oportunidades muito melhores. Damon Hill por exemplo. O Bruno poderia fazer melhor do que o ingles tambem na F1 se tivesse oportunidades semelhantes.

  11. Fábio Gomes disse:

    Prezado Sr. Fernando Cruz:

    Acompanho este debate a um certo tempo, mas jamais me manifestei. Nota-se que o senhor conhece bem a carreira do Bruno Senna, sendo que eu gostaria de fazer as seguintes perguntas:

    1- O senhor acredita no regresso da Honda como escuderia?

    2- Além da Mclaren, qual o outro time receberia os propulsores Honda? Qual o perfil de equipe seria selecionado pelos nipônicos?

    3- A família Senna mantém contacto com alguém influente da Honda, que pudesse auxiliar o Bruno? Alguém, abaixo, falou em fã clube do Ayrton no Japão. Ninguém no fã clube trabalha na montadora, que possa ajudar?

    4- O Bruno tem 30 anos, sendo que o Prost e o Schumacher se aposentaram com mais de 40 anos. O rapaz ainda teria algum gás para voltar ao circo, não é mesmo?

    5- O caso Razia mostrou, claramente, a necessidade de patrocinadores para ingressar e manter-se na F-1. A família Senna é afamada e não teria dificuldades de arrumar mais patrocinadores. Sabe me dizer se o Bruno almeja, de fato, retornar à F-1?

    6- Alguém, abaixo, citou o Sr. Hirotoshi, que é filho do falecido fundador da Honda. Acompanho revistas de automóveis e sei que o Sr. Hirotoshi Honda tem uma empresa chamada Mugen, que já forneceu motores para a F-1. Acho que a família Senna poderia, realmente, fazer uma visita a Terra do Sol Nascente e conversar com algumas pessoas… Por que não? O que o senhor acha? Quanto mais cedo melhor. A presença da família Senna no Japão atrairá a atenção da mídia local e, por corolário, os jornalistas japoneses começarão a fazer algumas ilações como Ayrton e Mclaren/Honda, Bruno Senna e propulsor Honda etc. Se a Sra. Viviane Senna aparecer com o filho no canal Nippon Hoso Kyokai, com certeza, os dois farão muito sucesso e os fanáticos pelo Ayrton no país poderão sugerir o sobrinho dele, pilotando um carro com o motor Honda. Como o senhor pensa?

    7- O Kobayashi-san e o Bruno estão no WEC e poderiam fazer uma amizade. Vou explicar. Lembre-se de que a Sauber poderá perder o patrocínio da América Móvil, pois a legislação sobre telecomunicações do México será revista, o que provocará a diminuição do faturamento do Carlos Slim. A Vodafone deixará, em breve, de patrocinar a Mclaren e, ao que tudo indica, o bilionário mexicano passará a investir no time inglês, cuja cota de patrocínio é bem maior. Esteban poderá, assim, ter o mesmo destino do Kamui e ser dispensado da escuderia suíça por falta de patrocinador, caso a América Móvil opte apenas pela escuderia de Woking. O alemão Nico, outro piloto da Sauber, é talentoso e se o Massa bobear… A equipe do Peter e da Monisha usa motores Ferrari…

    Os novos V6 Turbo serão bem mais caros que os atuais V8 aspirados. Penso que a Honda poderia selecionar a Sauber como sua segunda cliente e munir, gratuitamente, a equipe suíça com os seus propulsores. A citada escuderia parece não estar bem financeiramente e acredito que aceitaria com gosto a oferta dos competentes japônicos.
    Assim, penso que a Honda deveria apoiar tanto o Bruno Senna quanto o Kamui Kobayashi. Deveras, são dois estilos diferentes, o que é bastante interessante. O Bruno convenceria a Petrobras (o Maldonado tem a PDVSA, lembra?) para fornecer o combustível, além de um montante em pecúnia para a Sauber. A Sra Viviane Senna, com a sua simpatia e perspicácia, pode, sim, conseguir mais patrocinadores para o filho. Afinal de contas, mãe é sempre mãe… As sugestões do leitor Igor França, em 15 de março, são muito boas (Vale, Bradesco, Gol, CSN, Embraer etc.).

    Sauber – Honda V6 Turbo
    Pilotos:
    Bruno Senna
    Kamui Kobayashi

    Gostou da sugestão? Acho que seria, indubitavelmente, um timaço!

    Fernando, tenho certeza de que a Dra. Viviane Senna e o Bruno concordarão em gênero, número e grau comigo. Acho que esta importante família brasileira deverá ser célere e já costurar um acordo com a Honda, a Sauber e o Kamui Kobayashi.

    Indiscutivelmente, o Ayrton Senna e a Honda trazem belíssimas memórias!!!

    • Semprônio Stefan disse:

      O Bruno Senna deveria, primeiramente, voltar para a autoescola. Na Fórmula 1, o sujeito parecia que desconhecia os princípios básicos de uma boa condução. Senna se envolveu em numerosos acidentes e teve de pedir desculpas para, praticamente, todos os demais pilotos. Bruno foi, literalmente, “expulso” da F1.

      Nem a Mclaren e, muito menos, a Sauber cometeria esta estultice de “importar” o Bruno Senna de volta ao circo da F1.

      • Fernando Cruz disse:

        Maldonado e Grosjean perderam muito mais pontos com erros do que o Bruno. E verdade que o Bruno tambem se envolveu em alguns acidentes mas muitos deles nao foram da sua responsabilidade. Honestamente vejo apenas um em que ele teve mais culpa (em Valencia com o Kobayashi) mas mesmo nesse foram culpas repartidas. O certo e que o Bruno foi apesar de tudo um dos mais regulares entre os pilotos jovens, um dos que pontuou mais vezes. Foi veloz e consistente nas corridas e praticamente nunca fallhou uma partida, bem ao contrario do que tinha acontecido com a Lotus. Os resultados nao foram os melhores mas muitos engenheiros que com ele trabalhavam defendiam a sua continuaçao e todos acreditavam no seu potencial de evoluçao. A insistencia em promover o Bottas, muito por influencia de Toto Wolff, desagradou a muita gente na equipa e alguns tambem acabaram por sair, casos de Mark Gillan e Tom McCullogh.

        Bruno e Kamui negociaram com a Force India mas ambos foram descartados e ambos preferiram sair da F1 a correr com equipas como a Marussia ou a Caterham. Sairam por vontade propria, porque nao acreditaram no potencial de evoluçao dessas equipas.

    • Fernando Cruz disse:

      Eu sou um simples adepto de F1. Mas vou tentar responder ponto por ponto.

      1 – Gostaria mas nao acredito muito.

      2 – Nao sei. A Sauber podia ser uma possibilidade.

      3 – Nao me parece e tambem nao tenho qualquer informaçao sobre eventuais ligaçoes entre pessoas de fas clube do Ayrton no Japao e a Honda. A saida da construtora no final de 2008 deixou o Bruno sem carro numa altura crucial. Essa teria sido a altura certa para tentar mover influencias mas a impressao que tenho e que a familia Senna nunca teve qualquer ligaçao com alguem ligado a Honda.

      4 – Teria algum gas para voltar mas teria de ser com condiçoes especiais, que nao acredito que sucedam. Perdeu ja muito tempo sem epocas normais e viu-se o reflexo disso. Num segundo ano completo com uma boa equipa poderia finalmente mostrar-se forte quer em qualificaçao (onde esteve mal com a Williams) quer em corrida (onde esteve mal com a Lotus). Mas ficando de fora mais um ano vai voltar a perder terreno e seria impensavel regressar sem ter condiçoes para fazer um bom trabalho. Portanto agora acho que sera muito mais gratificante fazer carreira noutras disciplinas, com muito menos pressao do que teria na F1. Se o Ayrton pudesse dar agora a sua opiniao acho que seria coincidente com a minha. A F1 e para quem entra na altura certa e nao se pode tantos dar passos em falso.

      5 – A impressao que tenho e que o Bruno nao deseja voltar a F1. Embora ele tenha dito que nunca se pode dizer nunca acho que no seu intimo ele nem esta a pensar sequer nessa possibilidade. Os ultimos anos deixaram mossa e a verdade e que ele ja nao se sentia feliz na F1.

      6 – Acho que isso nao vai acontecer, pelo menos para ja. Neste momento quer Bruno quer a sua familia querem ver a F1 bem longe, pelo menos e o que eu sinto.

      7 – Mas pode ser que as coisas mudem no futuro, nunca se sabe. Essa possibilidade poderia vir a ser interessante para o Bruno e para o Kamui mas nao sei se uma equipa de F1 (a Sauber ou outra, mesmo com os motores Honda) estaria disposta a apostar em pilotos que estiveram ausentes por tao longo periodo. Dois anos e muito tempo, sobretudo agora que quase nao ha testes. O caso do Kimi e diferente, trata-se de um fora de serie que esteve sempre bem ativo nos ralis. E muito diferente de passar dois anos no WEC, em corridas de endurance, ainda para mais na categoria GTE. E por isso que acho que essa seria uma possibilidade mais viavel se a Honda voltasse como construtora e apostasse neles (Bruno e Kamui). Porque nao adiantaria muito contratar pilotos com muito mais ritmo, pois num primeiro ano a Honda certamente nao teria carro capaz de fazer grande coisa. Isso daria ao Bruno e ao Kamui a oportunidade de se readaptarem e apanharem o ritmo dos outros, sem grande pressao e com todas as condiçoes para trabalharem com estabilidade, ajudando a equipa a crescer.
      Uma Sauber iria querer (e precisar de) resultados imediatos e pilotos fora de ritmo nao iriam ajudar no inicio. Mas sera que a Sauber ainda existe daqui a dois anos?

      7 -

      • Samuel Pinto disse:

        Senhor Fernando Cruz:

        O que o senhor acha da acusação abaixo? Não estou querendo entrar em polêmica, mas percebe-se que muitos brasileiros têm uma certa antipatia pelo Bruno Senna.

        http://www.youtube.com/watch?v=Qt4WnF_hUlA

      • Fernando Cruz disse:

        Esse video (ou a exploraçao que fazem dele) e das coisas mais absurdas que ja vi. E mais do que obvio que o que a Viviane quer dizer e que o Bruno nao fez carreira nos karts. Toda a gente sabe que ele andou muito nos karts ate a morte do tio e que voltou a andar 8 anos mais tarde, quebrando algumas costelas.

        Viviane Senna podia ter sido mais explicita quanto ao que queria dizer mas no essencial ela esta certa. O Bruno nunca andou nos karts no sentido em que nunca teve a formaçao normal que a grande maioria dos pilotos que chegam a F1 tem. E verdade que ate aos 10 anos andou muito e teve ate o melhor professor que alguem podia ter, mas tudo isso foi reduzido praticamente a nada a partir do momento em que ficou muitos anos sem pilotar, pelo menos de forma seria e competitiva. E que eu saiba nunca participou em competiçoes mais profissionais. A unica duvida com que fiquei agora (e fiquei curioso) foi saber se ele continuou a pilotar ate ao acidente do pai, uma vez que e dito que ganhou uma corrida em 1995. Seja como for nao e muito relevante.

      • Sérgio disse:

        Já sei quem é Fernando Cruz!

  12. Wagner Monteiro disse:

    Fernando Cruz,
    Acho que o Bruno Senna sequer sábio onde ficava o pedal do acelerador. O brasileiro é um piloto deficiente, fraquíssimo. Trata-se de um incompetente que só tem sobrenome conhecido e patrocinadores. Nada mais que isso.

    • Fernando Cruz disse:

      Esse comentario e que e fraquissimo e so revela ignorancia. O Bruno ganhou no Monaco na GP2, ficou a 0,3 do Button no primeiro teste que fez, com a Honda no final de 2008. Entrando em 2009 no melhor da sua forma, vindo de uma epoca competitiva na GP2, poderia ter sim uma excelente carreira na F1. Desenvolvia-se bem mais a partir dessa altura e seria agora um piloto bem melhor.

      Infelizmente muita gente acha que so quem tem sucesso na F1 e que e bom e nao olham as circunstancias da carreira de cada um. Damon Hill tambem começou tarde e tambem tinha um sobrenome famoso mas fez muito menos do que o Bruno nas formulas secundarias. Tendo as condiçoes que o Hill teve na F1 o Bruno teria no minimo resultados semelhantes e muito provavelmente ate melhores do que os do Hill tambem na F1.

      Falando de brasileiros, Grandes Campeoes como Fittipaldi, Piquet ou Ayrton nao aparecem todos os dias. Mas brasileiros com potencial para vencer na F1, que por uma ou outra razao nao tiveram sucesso, houve muitos. Entre eles Marco Campos, Nelsinho Piquet, Lucas Di Grassi e Bruno Senna. Talvez nenhum deles tivesse potencial para vir a ser um Campeao como um Piquet ou um Senna. Mas todos eles poderiam ter atingido o nivel de um Pace, Barrichello ou Massa. Potencial para isso nao lhes faltava.

      • Zileide Mansur disse:

        Fernando, o Bruno Senna jamais deveria ter ingressado na Fórmula 1, pois o sobrinho do Ayrton é lento demais. Na Hispania, o Bruno tinha dificuldades para manter o carro na pista, pois só rodava e batia sempre no muro de pneus Ele fez muito pouco na Lotus/Renault, marcando só dois pontos. Na Williams, o Pastor Maldonado só via o Senna em seu retrovisor. Aliás, o venezuelano ganhou uma corrida na F-1, ao contrário do piloto pagante Bruno Senna.

        ZILEIDE

      • Fernando Cruz disse:

        Quanta ignorancia! Bruno na Hispania bateu e desistiu apenas uma vez por culpa propria, na Espanha. Foi a unica vez que desistiu por despiste por culpa propria nos 46 GP que disputou. Na ultima epoca na Williams dos pilotos novos so ele e Hulkenberg nao desistiram dessa forma. Maldonado despistou-se e bateu no muro na primeira corrida na Australia e na ultima no Brasil. Grosjean na segunda e na ultima. Perez no Japao. Di Resta na ultima, no Brasil.

        Na HRT o Bruno bateu os seus colegas na qualificaçao em 12 GP e perdeu em 6. Nas corridas foi normalmente o melhor ate ter problemas mecanicos. Na Lotus entrou no final e fez jogo igual com o piloto que ja la estava ha quase dois anos, fazendo otimas qualificaçoes. Na Williams melhorou muito em corrida, sendo tao veloz como Maldonado e mais consistente. Pontuou 10 vezes e o colega apenas 5, mesmo estando na equipa ha mais tempo e tendo muito mais tempo de pista nos treinos livres.

        Nas corridas que ambos terminaram Maldonado ficou na frente em 7 e o Bruno nas outras 7. Nao perdendo os treinos livres faria melhor nas qualificaçoes e partindo mais na frente conseguiria melhores resultados. Quanto a ser pagante, Maldonado ainda era mais pagante (levava muito mais dinheiro) e tambem por isso tinha a vantagem de estar sempre no carro enquanto o Bruno perdeu os 15 treinos livres. Maldonado foi velocissimo em qualificaçao e ganhou uma corrida mas era o seu segundo ano na Williams. Num segundo ano com a equipa o Bruno tambem faria muito melhor do que num primeiro.

      • Patrícia Lima disse:

        Sou uma mulher que adora carros e, especialmente, curto bastante assistir à F-1 e à Indy. Já fui a diversas corridas e sempre me empolgo muito com os meus ídolos. Hodiernamente, admiro o Vettel, o Nico, o Pérez, o Button, o Alonso, o Hamilton e o Kimi. Não são apenas homens formosos, mas, também, com grande talento.

        Por que tu defendes de forma tão feroz o Bruno Senna? O que o sobrinho do Ayrton é para o senhor? Ele é seu amigo ou parente? Fernando Cruz é, na verdade, Viviane Senna ou o filho desta? Segui os conselhos de um leitor abaixo e, verdadeiramente, o senhor aparece em inúmeros “sites” para defender o Bruno. Quem, de fato, é o Sr, Fernando Cruz?

        Perdoe-me, mas eu acho que o seu protegido é um piloto comum, sem charme algum. Além disso, não só o Senna, mas, outrossim, os demais profissionais enfrentaram ou enfrentam algum problema para ingressar ou se manter no circo da Fórmula 1. O Kobayashi-san, por exemplo, é filho de um sushiman e, diferentemente dos seus antecessores, tem origem simples, humilde. Chegou à F-1 pelas mãos da Toyota, sim, mas se manteve, por três anos na Sauber, pela aptidão. Peter Sauber disse, certa vez, que o Kamui jamais contribuiu um centavo sequer para o orçamento da equipe suíça.

        Como é sabido, o agradável Koba-san foi dispensado por falta de patrocinadores. Não deixe de ler o Vai, Mito! e É em 2015! deste blog e veja que muitos comentaristas acham injusta a ausência do nipônico nesta temporada. Com certeza, o Kamui Kobayashi também passou por diversas dificuldades em sua carreira.

        Acho que a vida não é fácil para nenhum piloto, seja Bruno Senna, seja Vettel, seja Sutil, seja Button, seja Kamui, seja Massa, seja Kimi etc.

        Por favor, sou uma MULHER e gostaria de que o senhor fosse polido, gentil em sua explanação.

      • Fernando Cruz disse:

        Peço desculpa se fui mal interpretado. Nao era minha intençao ter falta de polidez em nenhuma resposta, simplesmente por vezes leio coisas que nao tem nada a ver com a realidade.

        Quanto a ausencia do Kamui eu tambem acho injusta, tal como achei injusta a ausencia do Bruno em 2009. Mas respondo com palavras do proprio Bruno Senna: “Ninguem tem o direito divino de estar na F1″. Ele estava a pensar nele mesmo quando disse isso mas tenho a certeza que essas palavras tambem se aplicam na perfeiçao ao Kobayashi.

        Em 2008/2009 o Bruno estava no melhor da sua forma e so nao entrou na F1 pela porta grande porque a Honda abandonou devido a crise financeira. Entrando nessa altura tenho a certeza que teria uma excelente carreira na F1. Vinha de uma epoca competitiva na GP2 e a sua confiança estava no auge. Tinha desafiado o Button no teste com a Honda (ficou a 0,3s.) e iria certamente evoluir ainda mais na pre-epoca. A saida dos japoneses alterou tudo e basicamente o Bruno passou ao lado de uma grande carreira por causa disso. Entrando com a Honda em 2009 poderia ate ter ganho corridas na estreia. Mesmo que nao ganhasse (o Honda podia nao ser tao competitivo como foi o Brawn com motor Mercedes) faria certamente um bom campeonato e seria agora, de certeza, um piloto muito mais desenvolvido, bem melhor do que mostrou na Williams. Porque nao teria passado tantos anos (2009, 2010 e 2011) sem um desenvolvimento normal enquanto outros tiveram a sorte de ter epocas normais e completas com carros competitivos. Sobretudo para alguem que começou a sua carreira tao tarde seria ainda mais fundamental entrar na altura certa, custa assim tanto entender isso?

        Mesmo assim ele nao esteve nada mal com a Williams, na sua unica epoca completa com um carro decente. Sobretudo tendo em conta que perdia todos aqueles treinos livres. Mas claro que teria feito MUITO MELHOR se tivesse feito temporadas normais na F1 desde 2009. Teria muito mais experiencia e teria desenvolvido MUITO MAIS o seu potencial. Pelo que fez na GP2 tambem merecia mais do que Kobayashi ter boas oportunidades na F1.

        Quanto as razoes que me levam a defender o Bruno de uma forma tao “feroz”, posso enumerar algumas alem daquelas que ja falei. Quando o Ayrton perdeu o controlo do carro em Imola tudo o que eu mais desejava era poder fazer algo para evitar o desfecho que todos nos vimos. Mas nada pude fazer, nem eu nem ninguem. Apoiar o Bruno nas adversidades foi uma forma de fazer algo que compensasse aquilo que nao pude fazer pelo meu idolo naquele dia 1 de maio de 1994. Apoio o Bruno tal como o Ayrton o teria feito se fosse vivo. Para muitas pessoas e muito mais facil apoiar alguem a quem tudo corre bem e que tem sucesso. Mas o verdadeiro adepto deve apoiar nos bons e nos maus momentos, nas vitorias e nas derrotas. Tenho a certeza que o Bruno teria muito mais apoio de muito mais gente se tivesse entrado com a Honda em 2009. Teria muito mais sucesso e muitos que agora dizem mal dele e o subvalorizam seriam os primeiros a enaltece-lo. Peço desculpa mas eu nao sou assim. Eu apoio sempre, aconteça o que acontecer!

  13. Igor França disse:

    Estimado Fernando,

    O Ayrton Senna tem um fã-clube no Japão. Ele é como se fosse um “kami”, ou seja, uma divindade por lá. Sabe me dizer se os japoneses também acompanhavam e torciam pelo Bruno Senna, sendo este sobrinho do gênio Ayrton? Sendo a Honda uma empresa nipônica, a família Senna poderia comunicar-se com o fã-clube do Ayrton e, juntos, tentar “pressionar” a multinacional a ajudar o Bruno em seu regresso à F1. O que acha?

    Acho que o Takanobu Ito, presidente da Honda, receberia muito bem a Viviane Senna e o Bruno. A família Honda não tem mais o controle acionário da montadora, mas acho que o Dr. Hirotoshi Honda – filho mais velho do fundador Soichiro e maior acionista pessoa física – poderia também dar uma mãozinha.

    Aliás, o Bruno Senna poderia arrumar mais patrocinadores como a Petrobras, a Vale, a Embraer, a CSN, a Brasil Foods, o Bradesco, o grupo Hypermarcas, o Pão de Açúcar, a Gol, a Marcopolo, a Usiminas, a Agrale, a Vulcabras etc. Nessas horas, o sobrenome ajuda… O rapaz tem que correr atrás.

    Por fim, não ataque mais o piloto japonês Kamui Kobayashi. Notei que o senhor sempre o faz não só aqui, mas em outros blogs. Parece estar querendo desviar a atenção dos comentaristas, toda vez que o Bruno Senna é criticado. Leia os tópicos “VAI, MITO!” e “É EM 2015!” do presente blog e perceba que o MITO tem muita popularidade.

    Sem mais.

    • Fernando Cruz disse:

      Estimado Igor,

      Gostaria muito que a Honda regressasse (como equipa e nao apenas como fornecedora de motores) com Bruno Senna e Kamui Kobayashi. Eu nao ataco o japones e ate ja disse que e um piloto que aprecio, tal como aprecio muitos outros.
      Sei que tem mais possibilidades de regressar a F1 do que o Bruno, ate porque e mais novo. A grande oportunidade do Bruno seria mesmo ter entrado com a Honda em 2009 mas infelizmente os japoneses abandonaram nessa altura devido a crise financeira. Acredito que o Bruno teria feito um excelente campeonato com eles e claro que dessa forma teria uma torcida bem maior, no Japao, no Brasil e um pouco por todo o mundo. Seria agora um piloto bem melhor, muito mais desenvolvido.

  14. Samuel Galliez disse:

    Nas terminologias do MMA, o FERNANDO CRUZ foi nocauteado ou finalizado pelos adversários. O BRUNO SENNA foi uma comédia como piloto F1.

    • Fernando Cruz disse:

      Comedia sao comentarios de gente sem noçao do que e o automobilismo.

      • Orlando Fazzio disse:

        Comédia é o seu comentário com erros de português. O senhor, provavelmente, faltou a aula de acentuação gráfica. O Bruno Senna parecia que guiava o carro da Williams com os “braços engessados”.

        Orlando S. Fazzio

      • Fernando Cruz disse:

        O meu teclado nao me permite colocar os acentos graficos. O Bruno Senna nao correspondeu as expectativas nas qualificaçoes mas foi rapido e consistente nas corridas. Tinha grande margem de progressao e faria certamente bem melhor numa segunda temporada, tendo o mesmo tempo de pista dos outros.

      • Mariano Dubois disse:

        O Bruno Senna é um piloto bom para quem sofre de insônia. Quando a emissora de televisão filma o carro dele, começo a oscitar. Recomendo que o senhor procure, urgentemente, um oftalmologista, pois não deve estar enxergando as corridas direito. O jovem não pilota nada.

      • Fernando Cruz disse:

        Como tem Senna no nome as pessoas exigem demasiado, criam grandes expectativas, completamente irrealistas, e claro que depois ficam decepcionadas.

        Quem percebe de automobilismo sabe que o Bruno fez o que era possivel com as condiçoes que teve. Imagine o Ayrton a interromper a carreira aos 10 anos, a perder toda a formaçao nos karts e chegando a F1 ainda passar mais 3 anos sem um desenvolvimento normal. Acham que faria muito melhor do que o Bruno? Se acham estao muito enganados!

      • Caio Tácito disse:

        Sr. Fernando,
        Acreditas no retorno do Bruno Senna ao circo da Fórmula 1? O tio do citado moço fez sucesso com a Mclaren equipada com os poderosos motores Honda. Esta montadora nipônica retornará em 2014 ou 2015. Se Ayrton estivesse vivo, será ele poderia convencer os japoneses a ajudar o Bruno a encontrar um cockpit? Mclaren será uma das clientes, mas sabemos que o grupo japonês entregará os seus propulsores para mais uma escuderia. O que o senhor acha?

      • Fernando Cruz disse:

        Nao, nao acredito no retorno de Bruno Senna a F1. Nao so nao acredito como nem sequer desejo voltar a ve-lo na F1. Teria de ser algo muito especial, p.ex. a Honda voltar como equipa e apostar nele, num contrato de longa duraçao e com todas as condiçoes para trabalhar com estabilidade. Ficando dois anos de fora o Bruno precisaria no minimo de um ano para voltar a apanhar o ritmo dos outros e seria impensavel regressar sem ter condiçoes para fazer um bom trabalho.

        Pois, se o Ayrton fosse vivo tudo teria sido muito diferente. Mesmo assim tinha condiçoes para ter uma excelente carreira na F1 se tivesse entrado em 2009, com 25 anos. Damon Hill nao era mais talentoso do que ele e teve uma excelente carreira, mesmo chegando a F1 aos 31 anos. Em 2015 o Bruno tera 31 anos, teoricamente ainda podia fazer algo na F1 se tivesse condiçoes parecidas as do Hill mas nao acredito, ate porque os tempos sao muito diferentes. Na altura havia testes quase ilimitados e agora quase nao ha testes.

  15. Ana Maria Mendes Sundfeld disse:

    Faço parte do público feminino que adora e acompanha a F1. Para esta temporada, não farão a menor falta os seguintes pilotos do ano passado: Narain Karthikeyan, Timo Glock, Heikki Kovalainen, Pedro de la Rosa e Bruno Senna. Felizmente, o Mito Kamui Kobayashi, segundo zunzunzum, voltará com a Honda em 2014 ou 2015. Koba fará falta este ano.

    Vamos a minha análise?

    1- Karthikeyan: deve agradecer ao opulento Ratan Tata, pois sequer deveria estar na F1. O indiano Narain é fraco.

    2- Kovalainen: teve chances de ouro na Renault e na Mclaren, mas desperdiçou. Em seguida, o finlandês só correu por times pequenos. Que saudades do Mika Häkkinen! O Kimi Räikkönen é talentoso, mas ocioso.

    3- Glock: o alemão é insosso, inábil. Lembram-se da colisão com o Massa? Acho que nem ele sabia o que fazia na F1. Timo não conseguiu ser 1% do Schumacher.

    4- de la Rosa: siga o Michael e se aposente de vez! Cuide dos netos!

    5- Bruno: muito carnaval em cima do seu célebre sobrenome, sem a menor razão. O tio Ayrton ficaria decepcionado com a performance do sobrinho. Uma carteira com bons patrocinadores também não protegeram Senna de ser, seguidamente, rechaçado. A sua Williams era apenas um quelônio, digo, um carro com uma carapaça, digo, chassi com uma marca de grife estampada: Senna. Se digitarem “desculpas” e “Bruno Senna” no Google, teremos uma noção de como foi a incrível aventura do Bruno na F1.

  16. Héctor Revoredo disse:

    Flavio Gomes e Fernando Cruz,
    Realmente, o bate-papo está bem animado e vou expor a minha humilde análise. Acho que a Williams poderia ter marcado mais de cem pontos no ano passado, como a Force India e a Sauber, se tivesse uma dupla de melhor categoria, mais competitiva. O Maldonado e o Senna são medíocres e devem agradecer a PDVSA, no caso do venezuelano, e ao bilionário Eike, no caso do Senna, pela temporada passada. Bruno tem a seu favor o notório sobrenome o que, por certo, facilita obter patrocinadores. Mas a qualidade técnica, a destreza, a habilidade do brasileiro são bem questionáveis, como identificado por fartos comentários por aqui e em outros lugares.
    Ao contratar um piloto, entendo que nenhum chefe de equipe está interessado em saber se ele entrou cedo ou tarde na F-1, se recebia abraços e beijinhos dos pais, se assistia ao Chaves ou não, se fez pipi na cama ou não, se sofreu bullyng na escola ou não, se “tomou uma tábua” da moça no baile ou não, se isso, se aquilo, poderia ter sido assim, poderia ter sido assado, terremoto, maremoto, fada dos dentes não visitou etc. Em suma, o que é descabida é aquela sucessão inacabável e extenuante de pretextos para justificar o malogro na F-1. É louvável a um ser humano reconhecer que fracassou.
    Vijay Mallya, Frank Williams etc. querem que o piloto se sente no cockpit e mostre o seu melhor, ou seja, mostrar para o que veio. Os chefões querem talentos e não TÁ LENTOS.
    Lembro-me, também, de um piloto chamado Karl Wendlinger, que tinha o hábito de dizer que antes da F-1, o pentacampeão Michael Shumacher não conseguia batê-lo. Todavia, posteriormente, todos nós sabemos o que aconteceu, não é mesmo? Aliás, com maestria, a Ana Paula dos Santos mostrou que Kobayashi foi, indiscutivelmente, melhor do que Bruno na F1, no que remeto a sua explanação. Vale, igualmente, uma frase: quem vive de passado é museu (GP2 isso, GP2 aquilo etc.). E a choradeira não termina. A inveja é uma confissão de inferioridade.

    Creio muito mais no retorno do MITO do que do sobrinho do Ayrton. Honda e Kamui formariam uma dupla sensacional.

    *Senhor Flavio Gomes, muito obrigado por este espaço colocado à disposição dos seus assíduos leitores.

  17. Luis Felipe disse:

    Grande, Flavio Gomes! Prosa boa aqui, hein!!!

    Fernando, será que o Bruno Senna comprou, também, a vaga na Aston Martin para participar do Campeonato Mundial de Endurance (WEC)? O Bruno deve ter mostrado o currículo dele:

    Sobrinho do tricampeão Ayrton Senna
    Eike Batista – $ milhões
    Head and Shoulders – $ milhões
    MRV Engenharia – $ milhões
    Embratel – $ milhões
    Gillette – $ milhões
    Santander – $ milhões

    Para mim, é culpa do Bruno o fato do endinheirado Eike ter despencado na lista da Forbes. Com certeza, foram os péssimos resultados do Senna na Williams Renault, que prejudicaram as ações do grupo EBX.

    O Massa está sempre atrás de um espanhol. O Barrichello esteve sempre atrás de um alemão e Bruno, atrás de um venezuelano.

    Saudações!!!
    Luis Felipe Esteves Jr.

    • Fernando Cruz disse:

      Bons pilotos atraem bons patrocinadores. O Bruno alem de bom piloto tem um nome de familia de grande prestigio e isso tambem atrai patrocinadores. Infelizmente eles apareceram tarde. Entrando em 2009 o Bruno teria uma grande carreira na F1, seria agora um piloto muito mais desenvolvido. Mas nessa altura tinha apenas o apoio da Embratel e pouco mais.

      Para a Aston Martin o Bruno levou todos os patrocinadores que tem agora, tal como o Alonso (talvez o melhor piloto do mundo) levou o Santander para a Ferrari. Creio que o valor que o Santander paga a Ferrari deve ser muito superior ao de todos os patrocinadores juntos do Bruno, onde o proprio Santander tambem esta representado.

      • Jorge Costa Pinto disse:

        Quem é Bruno Senna? Quem é? Em 3 anos, na F/1, quantas corridas ele ganhou? Quantos pódios? Quantas poles? As suas duas derradeiras equipes usavam propulsores Renault, os mesmos da Red Bull. O Pastor Maldonado venceu um Grande Prêmio, isto é, dava para subir ao pódio. O citado venezuelano, em algumas corridas, andou entre os líderes e, ademais, nos treinos para a pole, sempre foi mais veloz do que o Senna. Diga-se de passagem, que o Pastor somou mais pontos, dando uma diferença de 14 pontos. O Ayrton jamais perderia para este protegido do falecido Hugo Chávez (PDVSA).
        Bruno Senna nunca cativou o coração do povo brasileiro, como Ayrton fazia. Ele está bem longe de ser um dos atletas mais populares do meu Brasil. Naturalmente, tal fato se deve a performance deveras tímida do Bruno. Com a Lotus e a Williams, era factível apresentar um desempenho que pudesse chamar a atenção dos chefes das equipes de ponta. Nem com muros de dinheiro dos seus patrocinadores, Senna conseguia se manter na F/1. É bom destacar que a Mclaren contratou o mexicano Pérez para substituir a afro-britânico que foi para a Mercedes. Dizem que o Massa só está esquentando o banco para o talentosíssimo alemão Nico. Ninguém, em tempo algum, cogitou o nome do protegido do Eike Batista.
        Existem pilotos futurosos, com patente potencial, que não conseguem entrar na F/1 por ausência de patrocinadores. Outros que conseguem chegar ao circo, contudo, acabam sendo dispensados, quando surgem os “pilotos investidores”, sendo que alguns sem a menor aptidão para guiar aquelas máquinas. A sorte em ser sobrinho do saudoso Ayrton, ajudou o Bruno a entrar na F/1 e a seduzir patrocinadores, mas só o sobrenome, não foi capaz de mantê-lo nela. Trata-se da mais pura e singela verdade.
        O meu irmão conhece um sócio de uma grande empresa brasileira que pensou em patrocinar o Bruno, mas diante dos resultados do jovem na F/1, acabou desistindo. Não posso revelar o nome da companhia, mas entendo que o Bruno Senna estava se tornando um produto desinteressante para os investidores.

      • Henrique Proença disse:

        São pilotos como Bruno Senna que tornam a Fórmula 1 bem monótona, muita chata de se assistir. Já foi tarde!

      • Fernando Cruz disse:

        Ainda nao entenderam que o nome Senna nao o ajudou nada desde que chegou as portas da F1, pelo contrario, so prejudicou! Esta e a mais pura e singela verdade! Pelo talento e pelos resultados ele teria entrado logo em 2009 com uma boa equipa e em vez disso perdeu anos a procura de uma oportunidade decente que nunca chegou. Em 2009 foi mais por azar (saida da Honda, restriçao aos testes, Brawn pronto muito tarde…) mas em 2010 acho que houve mesmo ma vontade por ele ser sobrinho do Ayrton. Ele falou com muitas equipas e todas pediram dinheiro (pelo menos 5 milhoes) que pelos vistos ele ainda nao tinha (so a Embratel e pouco mais, nao dava) ou entao foram fatores politicos que o afastaram de uma oportunidade decente (Ecclestone queria um russo na F1 e isso deve ter facilitado a entrada de Petrov na Renault, enquanto o Bruno nem sequer foi falado para esse lugar).

        Depois acabou por ter oportunidades mas foi mais por fatores financeiros do que pelo nome. Foi entao que apareceram OGX, MRV Engenharia e outros. Isso ajudou-o a fazer as ultimas 8 corridas com a Lotus e a temporada com a Williams mas foi demasiado tarde. Em 2011 mostrou velocidade nas qualificaçoes e em 2012 mostrou consistencia e velocidade nas corridas. Precisava de mais um ano para juntar as duas coisas (forte em qualificaçao e em corrida) mas nao lhe deram tempo.

        Mas o que mais custa e ver a ingratidao de tantos compatriotas seus. Nao sabem analisar o contexto da sua carreira e acabam por ser injustos. Comparam-no com o Ayrton, comparam o incomparavel, enfim! Queriam que o Bruno fizessse milagres com condiçoes bem inferiores a dos seus adversarios.

        Quem e Bruno Senna? E um piloto que ganhou corridas e conseguiu podios pelas categorias por onde passou e que so nao fez o mesmo na F1 porque nao o deixaram. Apanhou a saida da Honda, apanhou um veterano que queria ficar na F1 eternamente e lhe cortou as pernas de forma covarde, na pratica acabando com a carreira dele na F1, porque nunca mais conseguiu recuperar depois disso. Felizmente que conseguiu tirar esse senhor da F1 3 anos mais tarde, em 2012. Demasiado tarde para salvar a sua carreira na F1 mas certamente ainda a tempo de salvar a carreira de outros jovens brasileiros. Caso contrario ate Felipe Nasr ainda estaria sujeito a apanhar esse senhor pela frente na hora de entrar na F1!

      • Gislaine disse:

        Colega F. CRUZ:

        Mesmo sem o patrocínio do Santander, o Fernando Alonso não teria dificuldades em obter vaga numa equipe competitiva. Além de lindo, o espanhol é habilidoso e bicampeão mundial da “Formula One”.
        Eu também acho que o Bruno Senna não leva jeito para as pistas, mas ele é muito bonitão. O Senna parece um galã de Hollywood!!! Por mim, ele deveria trabalhar como modelo e tornar-se garoto propaganda do aparelho de barbear da “Gillette” e do xampu anticaspa da “Head and Shoulders”. Já imaginou o Bruno de terno e gravata tentando atrair clientes para o banco espanhol?

        G. Gouveia

  18. Diego de Paula disse:

    Estimado Sr. Fernando Cruz:

    Reflita sobre a declaração do Rubinho Barrichello, que ficou vários anos na Ferrari:

    “Hoje, não é mais 100% de talento na Fórmula 1. Todos sabem que existem vagas compradas. O mundo é assim. Você pode até entrar na categoria com dinheiro, mas não fica lá se não for bom o suficiente.”

    Bruno Senna sabe disso…

    Um grande abraço!
    Diego de Paula

    • Adroaldo disse:

      Gosto muito do Rubens Barrichello e acho que a sua colocação merece respeito. Trata-se, a meu sentir, do melhor piloto brasileiro depois da era Ayrton Senna. Rubinho correu por Jordan, Stewart, Ferrari, Honda e Williams, em mais de 300 GPs. Ele entende bem todos os pormenores da Fórmula 1. Sem dúvida, infelizmente, a frase do Barrichello se aplica bem ao Bruno Senna. Perto de leões com Vettel, Alonso, Schumacher, Button, Nico, Pérez, Raikkonen e cia, Bruno é apenas um retardatário na pista. Levava fé, no Senna, mas ele é “comum”. O povo brasileiro não sentirá a falta do Bruno Senna.

    • Fernando Cruz disse:

      Reflita sobre a declaraçao de Barrichello quando ganhou a vaga na Brawn ao Bruno Senna:

      “Eu fui apenas sortudo que com a falta de testes os pilotos mais experientes ganharam vantagem.” (as palavras nao foram exatamente estas mas foi mais ou menos isto que ele disse)

      Foi a crise financeira que levou a saida da Honda e mudou tudo na carreira de Bruno Senna. Por merito teria entrado em 2009 e um piloto ja com 16 anos de F1 daria lugar a um jovem de grande potencial. Entraria por merito, sem ter de pagar por um lugar.

      Foram os efeitos da crise financeira que levaram as equipas a pedir dinheiro aos novos talentos e o Bruno nao teve dinheiro e/ou força politica para entrar. Nem mesmo em 2010 conseguiu entrar com uma equipa decente, do meio do pelotao. O proprio Barrichello teria de pagar por lugares na F1 da mesma forma que o Bruno se uma situaçao destas (de crise financeira) tivesse acontecido na altura em que ele era jovem. Por isso acho uma hipocrisia quando dizem que Barrichello nunca comprou qualquer vaga na F1 e criticam o Bruno por fazer algo que qualquer outro jovem talento faria no seu lugar. O proprio Barrichello esta a ser hipocrita quando tenta usar o argumento das vagas compradas a seu favor.

      No caso do Bruno, ele nao ficou porque perdeu muito tempo sem um desenvolvimento normal na F1, por causa dos efeitos da crise financeira. Por merito ele teria entrado em 2009 e seria agora um piloto muito mais desenvolvido, provavelmente ate com vitorias logo na epoca de estreia. Jamais precisaria de comprar vagas.

      Sim, Bruno Senna sabe que o dinheiro nao basta para manter um piloto na F1. Nem o talento basta para manter um piloto na F1. Sobretudo quando nao se entra na altura certa, perdendo terreno para outros que foram tendo temporadas normais entre 2009 e 2011. Outros foram evoluindo com bons carros enquanto o Bruno alternou anos parado com uma epoca num carro que so o prejudicou, em termos de imagem e confiança. Muitos pilotos talentosos perderam-se para a F1 por muito menos do que isto, agora imagine-se alguem que começou a correr aos 21 anos. O Bruno precisava de um acompanhamento proprio na F1 e por falta de sorte nao teve nada disso, teve o contrario. Portanto nao admira que esteja fora. A saida da Honda, a enorme restriçao aos testes e a falta de uma oportunidade credivel na altura certa foram para ele aquilo que o acidente nos ralis foi para o Kubica.

  19. Juliana Gomes disse:

    Ao leitor Fernando Cruz:

    Eu não sei quem você é, mas, de fato, deve ser alguém muito, muito próximo ao Bruno Senna. Li a asseveração do comentarista Paulo Ramos e a conclusão é, realmente, óbvia para qualquer um.
    Recordo-me que o Ayrton teve como companheiro de equipe o boa-praça Satoru Nakajima. O japonês, naturalmente, tomava uma goleada do Senna, assim como tomou do Piquet, na Lotus. Incontestavelmente, passaram pela F-1 pilotos nipônicos de qualidade duvidosa, mas, finalmente, acho que surgiu um talentoso: Kamui Kobayashi. Ele está longe de ser um Prost, um Ayrton, um Schumacher etc., mas tem, sim, suas qualidades. Dê uma olhadela no que o tarimbado colunista Celso Itiberê (O Globo) costuma escrever sobre o Koba. Pela rede mundial de computadores, é possível notar que muito mais pessoas do Brasil e do exterior, questionam a ausência do Kamui do que a do Bruno Senna, na atual temporada. Quem, um dia, imaginaria que um piloto da terra do sushi e do sashimi teria mais popularidade no país do Senna, do Piquet e do Fittipaldi do que sobrinho do Ayrton? Será este o motivo de sua perseguição ao MITO?

    Juliana Gomes

    • Fernando Cruz disse:

      Atençao que eu gosto do Kobayashi, ao contrario do que pode parecer pelos meus comentarios. Simplesmente acho um exagero a forma como ele e sobrevalorizado aqui neste blog. Alias nem e so neste blog. Acho que ele tende a ser sobrevalorizado por grande parte da imprensa, talvez por causa do seu voluntarismo e por nunca ter existido um japones do seu nivel. Eu tambem admiro o japones e ate sou mais apreciador do seu estilo de pilotagem do que do estilo do Bruno. Mas admiro o japones tal como admiro a grande maioria dos pilotos que estao ou passaram pela F1. Ha muitos melhores do que ele tal como ha muitos melhores do que o Bruno Senna. Portanto nao ha qualquer perseguiçao mas chama-lo de mito parece-me um exagero.

      “…muito mais pessoas do Brasil e do exterior, questionam a ausência do Kamui do que a do Bruno Senna, na atual temporada.”

      Isso e porque o japones mostrou mais e empolgou mais pelo estilo de pilotagem. Mostrou mais porque teve muito melhores condiçoes do que o Bruno. No entanto a maior parte das pessoas esquece que o Bruno merecia mais do que o japones entrar na F1 sem ter de pagar, pelos resultados que ambos conseguiram na GP2. Acredito que entrando em 2009 o Bruno seria agora um piloto muito melhor, bem melhor ate do que o Kobayashi. Mesmo assim, com tanto tempo perdido por motivos fora do seu controlo, o Bruno mostrou a meu ver ser um piloto do mesmo nivel do japones, talvez ligeiramente inferior mas com uma margem de progressao claramente superior.

  20. Ana Paula dos Santos disse:

    Boa tarde! Eu sou fã do Kamui Kobayashi e discordo dos argumentos do Fernando Cruz (ou Bruno Senna). Em três temporadas na F1, o japonês somou 122 pontos, enquanto que o brasileiro, 33 pontos. O Kamui foi campeão da GP2 Asia Series (2008–09) e, em 2005, conquistou a Formula Renault. Na GP2, havia nomes como Jérôme d’Ambrosio, Vitaly Petrov, Nico Hülkenberg, Sergio Pérez, Sakon Yamamoto, Giedo van der Garde, Pastor Maldonado, Luiz Razia e Davide Valsecchi. Todos estes tiveram passagens ou permanecem na F1.

    Pois é, o japonês mostrou serviço e se manteve 3 anos na F1 (equipe Sauber), sem ser um piloto pagante. Senna, porém, COMPRAVA cockpits. É fato que o Kobayashi entrou na categoria através do Grupo Toyota, mas se manteve por um tempo razoável, graças ao seu talento e não pelo sobrenome e currículo de “mala de dólares”. Pela mídia, é possível encontrar o Peter Sauber tecendo elogios ao nipônico. A chefe de equipe Monisha, ao justificar a dispensa do Koba, disse: “é importante para a estabilidade do time, continuar com os parceiros” (leia-se América Móvil, Jose Cuervo etc.). Nas entrelinhas, percebe-se muito bem, o que a indiana quis dizer ao dispensar o Kamui.

    Mesmo com o seu currículo de mala de dólares, o Bruno Senna é sempre posto para o canto. Por fim, encontrei sites indicando que o Bruno tentou COMPRAR cockpits de times que não pontuam. É só fazer a pesquisa.

    Perdoem-me pela insistência, mas Kamui mostrou serviço no momento certo, ou seja, na grande F1! Espero vê-lo, em 2014, numa, quem sabe, Sauber-Honda!

    Obs.: há mulheres que adoram F1, como eu!!!

    • Fernando Cruz disse:

      Nao ha duvida que Kobayashi tem sido muito sobrevalorizado neste blog, afinal de contas o Flavio Gomes fala dele quase como na Coreia da Norte falam do Grande Lider. E uma especie de lavagem cerebral que ja dura desde final de 2009. O fanatismo e tal que ha quem tenha a ousadia de comparar o incomparavel, como se ele e Bruno tivessem andado no mesmo carro e com as mesmas condiçoes nestes tres anos. Enfim…

      Quando nao se tem mais argumentos usa-se a demagogia mais ignobil. Bruno Senna comprou vagas. Como se pagar por um lugar fosse algo criminoso quando a verdade e que na situaçao atual nao basta ter talento, e preciso comprar vagas. Kobayashi tambem tera de comprar vaga se quiser voltar a F1. Ele conseguiu reunir um montante bastante apreciavel e lutou por uma vaga mas nem assim conseguiu. A propria Sauber poderia te-lo mantido, bastaria nao contratar o Hulkenberg. A Sauber precisava do dinheiro dos parceiros mexicanos mas bastaria trocar Perez por Gutierrez. No outro carro preferiram Hulkenberg, tal como a
      Williams preferiu o Bottas ao Senna. Kobayashi e Senna ficaram assim sem espaço, apesar de terem valor mais do que suficiente para a F1. A grande diferença e que o brasileiro tinha muito mais a mostrar na F1, ao contrario do japones. Mesmo assim o brasileiro meteu o japones no bolso em diversas ocasioes em que se encontraram em pista. O caso mais flagrante foi na Malasia, onde o Sauber de Perez estava la na frente a lutar com o Ferrari de Alonso. Bruno Senna estava em ultimo no final da primeira volta e terminou em sexto. Um dos pilotos que Bruno ultrapassou de forma categorica foi precisamente o Kobayashi.

      Quanto a questao do Bruno tentar ou nao ficar na Caterham ou na Marussia, a verdade e esta: ele nao tinha qualquer vontade de continuar numa equipa do fundo do pelotao. Tanto assim e que o Bruno teve ofertas de uma dessas equipas e recusou. As propostas que enviou (a Caterham) envolviam montantes irrisorios quando comparados com os valores que ele e os seus patrocinadores estariam dispostos a levar para uma Force India. Tendo em conta o historial do piloto nao seria descabido ir para uma Caterham, afinal de contas poderia ter condiçoes que nunca teve na F1, um contrato de dois ou mais anos para trabalhar com estabilidade e sem a obrigaçao de estar constantemente a ceder o carro ao piloto de reserva. So que desde o inicio o Bruno mostrou muito pouca vontade de ir para la, por nao acreditar no potencial de evoluçao da equipa. Quem segue a sua carreira sabe que isso foi objeto de discussao durante o defeso, com muitos adeptos seus a querer empurra-lo para a Caterham e com outros mais proximos do piloto a pedirem para respeitarem a sua decisao de nao continuar na F1 nesses termos, sem perspetivas de lutar por vitorias ou podios. No final prevaleceu naturalmente a vontade do piloto.

  21. Mendelssohn H. Kronemberg disse:

    Todo debate é bastante salutar. Li todos os comentários abaixo e entendo que o Bruno Senna deveria permanecer na F 1, mas em equipes como a Marussia e a Caterham. Os times russo e malaio são condizentes com o nível de habilidade demonstrado pelo brasileiro em três temporadas. Além disso, Bruno poderia levar a sua mala de dinheiro para as citadas equipes poderem desenvolver os seus carros. O que não pode é o Senna tomar o lugar de pilotos mais talentosos em equipes de melhor desempenho. Aliás, se a Williams F1 e a Lotus vislumbrassem que o Bruno é um talento a ser preservado teriam dispensado o rapaz? Lembrando que, pelo sobrenome conhecido, nunca faltou apoio de patrocinadores como o Dr. Eike e seus milhões e, assim, sempre pode comprar vagas na Fórmula 1. Todavia, acho que o Bruno Senna deveria seguir os passos do simpático Rubinho Barrichello. Quero talentos na F1 como Alonso, Vettel, Nico, Pérez, Kobayashi, Hamilton etc. Estes são verdadeiros “racers” e não “drivers”!!!

    Atenciosamente,
    Mendelssohn H. Kronemberg

    • Fernando Cruz disse:

      “Lembrando que, pelo sobrenome conhecido, nunca faltou apoio de patrocinadores como o Dr. Eike e seus milhões e, assim, sempre pode comprar vagas na Fórmula 1.”

      O apoio da OGX de Eike Batista (e outros) apareceu apenas muito tarde, numa altura em que a carreira do Bruno ja estava seriamente comprometida. Por merito ele teria entrado em 2009 sem ter de pagar por um lugar. Infelizmente o tema dos pilotos pagantes sempre foi tratado com muita demagogia e hipocrisia e nao e so no Brasil que isso acontece. Coloca-se o rotulo de pagante a pilotos que teriam entrado na F1 com todo o merito pelo que fizeram nas categorias de acesso. Foram os efeitos da crise financeira que provocaram toda esta situaçao e muitos pilotos acabaram por ser vitimas colaterais. Uns nem sequer tiveram possibilidades de chegar a F1 (foi o caso de Alvaro Parente), enquanto outros so tiveram dinheiro para uma epoca numa equipa sem qualquer nivel competitivo (foi o caso de Lucas Di Grassi). Outros ainda nao tiveram dinheiro suficiente para entrar na altura certa e acabaram por ter uma primeira temporada normal apenas 4 anos depois da ultima epoca na GP2 (foi este o caso de Bruno Senna). Pagantes ou nao todos eles foram vitimas colaterais da mesma situaçao. Outros tiveram mais sorte no inicio mas acabaram por ter de sair por motivos financeiros apos tres epocas completas com bons carros (caso de Kobayashi). O japones teve muito melhores condiçoes para brilhar na F1 do que Bruno Senna e por isso pode evoluir mais, mostrar mais. Mesmo assim conseguiu o primeiro podio apenas no final da sua terceira e ultima epoca completa. Bruno Senna poderia fazer ate melhor do que ele tendo as condiçoes que o japones teve na F1. E pelo que fez na GP2 o Bruno merecia mais do que o japones ter boas oportunidades na altura certa. Foi 8.º na estreia na GP2 e 2.º em 2008, na sua segunda temporada. Kobayashi foi 16.º na estreia e 16.º na sua segunda temporada na GP2, em 2009. Quem fez mais para entrar na F1 sem ter de pagar?

      “Aliás, se a Williams F1 e a Lotus vislumbrassem que o Bruno é um talento a ser preservado teriam dispensado o rapaz?”

      Claro que sim. Bastaria vislumbrarem noutros pilotos um potencial ainda maior. Foi o que aconteceu. Na Lotus viram que o Bruno precisava de mais tempo para atingir um bom nivel depois de tantas paragens na carreira. Por isso optaram pelo Grosjean (e mesmo assim acredito que o Bruno so ficou sem espaço porque Raikkonen regressou a F1). Na Williams nao foi muito diferente. Viram o potencial do Bruno mas nao o suficiente para continuarem com ele. So se pudessem correr com 3 carros em 2013. Nao podiam perder Maldonado (que da mais garantias de tirar sempre tudo do carro nas qualificaçoes) e dificilmente deixariam de promover Bottas (por vislumbrarem nele um potencial ainda maior do que o do Bruno).

      Por isso e que eu digo: a F1 e para quem entra na altura certa, nao para quem tem uma epoca normal apenas 4 anos depois da ultima epoca na GP2. Era quase impossivel ter-se sucesso na F1 com essas condiçoes, sobretudo para alguem que nao teve os anos de formaçao nos karts e começou a correr nos automoveis apenas com 21 anos. Mas por tudo o que conseguiu em tao pouco tempo acho que o Bruno merece todo o nosso respeito. Para ele a F1 ja e um assunto encerrado mas tem ainda um longo futuro a sua frente no automobilismo. Talento nao lhe falta, nem a ele nem a muitos outros que fazem carreira em diversos campeonatos de alto nivel por esse mundo fora.

      Atenciosamente,
      Fernando Cruz

      • Lucas Mello disse:

        Nossa! Como alguém é capaz de defender um piloto tão fraco como o Bruno Senna? Ele teve oportunidades na F-1, mas não soube aproveitá-las. Muitos jornalistas brasileiros e estrangeiros lamentam mais pela ausência do Koba do que a do Senna. O Bruno é, de clareza solar, um profissional limitado para estar na categoria mais importante do automobilismo mundial. Quando se tem uma chance para estar na Fórmula 1, é preciso agarrá-la, não desperdiçá-la. Vamos parar com desculpas esfarrapadas! Senna deveria adotar o seu sobrenome Lalli, ao invés de envergonhar o grande Ayrton.

      • Fernando Cruz disse:

        “…ao invés de envergonhar o grande Ayrton.”

        Qual grande Ayrton? O Ayrton por acaso e algum Deus?
        Esse tipo de comentario e que envergonharia o Ayrton Senna. Porque o Ayrton teria inteligencia suficiente para perceber que o Bruno fez o que era possivel com as condiçoes precarias que teve, depois de tantos contratempos e tantas paragens na carreira. O Ayrton jamais aceitaria ser usado como arma de arremesso contra o Bruno. Teria vergonha de tanta gente ignorante que nao sabe distinguir pessoas distintas, que enfrentaram circunstancias tao diferentes nas suas carreiras.

        Fique sabendo tambem que grande parte dos fas portugueses da F1 estiveram e continuam a estar ao lado Bruno, entendendo perfeitamente que ele poderia ter feito muito mais na F1 se tivesse as oportunidades que fez por merecer pelo que conseguiu nas categorias de acesso.

  22. Paulo Ramos disse:

    Prezado Flavio Gomes:

    A observação do missivista Aliomar Krymchantowski é correta. Basta digitar no Google “Fernando Cruz” e “Bruno Senna”, que os senhores encontrarão incontáveis sites em que o Sr. Cruz surge para proteger, fervorosamente, o piloto Bruno. Deveras, o Sr. Fernando deve ser causídico, parente, amigo, empresário, namorado ou o próprio Senna, tentando se defender das críticas. Costumeiramente, são redigidos textos enormes para justificar a carência de resultados mais sólidos, expressivos na “Formula One”. Um outro estratagema é achincalhar carreiras de certos pilotos –melhores que o Bruno- a fim de enaltecer a o brasileiro. Fico a imaginar se o Sr. Fernando Cruz exerce alguma atividade laboral distinta da de advogado do Bruno Senna. Se o Sr. Fernando e o Bruno forem a mesma pessoa, fica um conselho: não perca o seu tempo e se dedique ao Mundial de Endurance, para ter um rendimento melhor do que teve na F-1. Honre o seu sobrenome.

    • Fernando Cruz disse:

      Voce esta completamente enganado. Sou apenas um grande adepto de F1, que sigo religiosamente desde a minha juventude. Nao tenho nada a ver com o Bruno Senna. Apenas admiro um piloto pelo que conseguiu em tao pouco tempo e com condiçoes tao precarias, limitando-me a defender o que acho justo. Uma coisa que nao faço e achincalhar outros pilotos. Isso e o que muita gente faz com o Bruno Senna, uns por inveja, outros por ignorancia, outros por falta de caracter, outros porque sim.

      Alem do Grande Premio e do Blog de Felipe Motta, participo regularmente no James Allen on F1, F1 Fanatic e autosport portugues (neste ultimo usando um nick e nao o meu proprio nome). As minhas participaçoes nao se limitam a defesa de um piloto que admiro. No autosport portugues participo ha 7 anos, com incontaveis artigos e comentarios que nada tem a ver com o piloto Bruno Senna. A participaçao nos sites brasileiros e ingleses, essa sim, teve a ver com a minha vontade de tentar ajudar um piloto que na minha opiniao poderia ter uma excelente carreira na F1 se tivesse entrado na altura certa, como teria merecido. A partir de agora continuarei a participar mais como grande fa que sou da F1. Claro que jamais me inibirei de intervir sempre que vir escritas calunias, mentiras ou apenas algo com que nao concorde e que ache por bem rebater.

      Falando especificamente do Grande Premio, acompanho e participo tambem por se tratar do maior site de automobilismo do Brasil, com artigos de grande interesse e um acompanhamento diario e unico da F1. Muitas vezes aparecem tambem artigos e videos fantasticos sobre corridas do passado, em particular dos anos setenta (para mim a decada de ouro da F1) complementados por comentarios de grande nivel.

  23. Leandro Santos da Mota disse:

    Acho que a equipe Marussia, em breve, substituirá o Luiz Razia por um outro pagante. Só que a qualidade deste novo pagante é que será questionável. Só espero que não seja o Narain Karthikeyan (patrocinado pelo grupo Tata) ou tentem “ressuscitar” o piloto meia-boca e “sem sal” do Bruno Senna, que tem Embratel, Eike Batista, Gillette, Head and Shoulders, MRV Engenharia e Santander. O sobrinho do saudoso e talentoso Ayrton é muito fraco para estar na categoria mais importante do automobilismo.

    • Fernando Cruz disse:

      O Bruno Senna rejeitou a Marussia e a Caterham, preferindo ficar fora da F1 a correr nessas equipas. Para um jovem que entra agora na F1 e diferente, mais vale correr pela Marussia do que ficar de fora. E o caso de Jules Bianchi, um pagante talentoso e bem apoiado pelo filho do presidente da FIA.

      Enfim, mais um recalcado que coloca o Ayrton num pedestal, como se fosse um Deus. Nao compreendem que o talento nao e fruto de uma qualquer inspiraçao divina mas sim fruto de muito trabalho. Nao compreendem que um piloto que esteve 10 anos afastado das competiçoes nunca poderia ter um talento semelhante ao do tio. Nao compreendem que o Bruno tem o talento compativel com o nivel de experiencia que tem e que dificilmente alguem poderia fazer melhor do que ele nas mesmas circunstancias, com tantos obstaculos e tantas paragens na carreira, quase sempre por motivos extra-desportivos, fora do seu controlo.

      • Mário Mancuso de Souza disse:

        Bruno Senna foi uma das maiores decepções para mim. Eu não contrataria este rapaz nem para motorista de õnibus, pois os passageiros iriam reclamar da demora da viagem.

      • Aliomar Krymchantowski disse:

        Não sei se é impressão minha, mas acho que você aparece em diversos sites sempre defendendo o fraco piloto Bruno Senna. Parece-me que o colega deve ser amigo, parente ou empresário do Senna. Perdoe-me, mas jamais considerei este profissional um piloto promissor. Acredito, outrossim, que o Bruno só chegou a Fórmula 1 graças ao sobrenome e ao bilionário Eike, do contrário estaria cuidando das lanchas, mansões etc. da família Senna. Bom dia.

    • Helena Cerasoli disse:

      Realmente, Bruno Senna, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet são pilotos com sobrenomes famosos, mas mostraram que são muito ruins de braço. Eles não chegam a 0,01% do Ayrton Senna, do Emerson Fittipaldi e do Nelson Piquet, respectivamente. O Bruno Senna é um BOM PILOTO PAGANTE, mas Não um bom piloto. A Stock Car está de bom tamanho para o Bruno. A F1 não sentirá a falta dele.

      Helena Cerasoli

    • Rodolfo R. Martin disse:

      Informação recente dá conta de que o Jules Bianchi ocupará o lugar do brasileiro Luiz Razia. Sempre tive um certo receio em relação a este piloto, pois os pais já foram presos por grilagem, porte de armas e corrupção. Ao menos, fico feliz, pois o grid do presente ano não terá aquelas malas que só fazem número como o Timo Glock, o Vitaly Petrov, o Karthikeyan, o Chandhok etc. O Bruno Senna teve oportunidades na Fórmula 1, mas, pela falta de perícia, chegou a perder para o Pastor Maldonado. Acho que isso já diz tudo… Mesmo com caminhões de dinheiro, o brasileiro Senna sempre foi dispensado pelos times em que correu. Se fosse um talento, estaria na Red Bull, Ferrari ou Maclaren. Sebastian Vettel, Nico Hülkenberg e o Sergio Pérez são o futuro da F-1.

      • Fernando Cruz disse:

        A F1 e para quem entra na altura certa, nao para quem tem uma primeira temporada normal apenas 4 anos apos a sua ultima epoca na GP2.

        Nao esquecer que sem a crise financeira tinha resultados para entrar na F1 em 2009 com todo o merito, logo apos a excelente
        temporada na GP2, onde so perdeu o titulo para alguem que ja la estava ha quatro anos. Entrando em 2009, com a Honda ou a
        Brawn, provavelmente ate conseguiria vitorias logo na epoca de estreia. Certamente seria agora um piloto muito mais desenvolvido. Foi a partir dessa altura que as equipas passaram a exigir muito dinheiro aos novos talentos e ele nem em 2010 tinha o suficiente para uma equipa media. Foi isso que o afastou definitivamente do caminho do sucesso na F1.

        Para a historia fica a sua unica temporada completa num carro decente, terminando 10 vezes nos pontos enquanto o colega
        (velocissimo) que ja la estava ha um ano pontuou apenas em 5 ocasioes. Isto tendo a desvantagem de perder 15 treinos livres
        durante o ano, o que contribuiu tambem para mas posiçoes a partida e consequentemente tambem resultados mais fracos.
        Portanto mesmo o Bruno Senna versao 2012 – com um desempenho bem mais fraco do que um Bruno Senna que entrasse na altura certa (2009) com o carro certo (Honda ou Brawn) – esteve longe de atingir o seu verdadeiro potencial, pois alem de menor tempo de pista relativamente ao colega teve ainda o handicap de os pneus de 2012 nao combinarem nada bem com o seu estilo de pilotagem. Em 2013 os pneus serao diferentes, terao uma margem de funcionamento maior nas qualificaçoes e tenho a certeza que o Bruno iria dar-se muito melhor com eles. Ele sempre foi rapido em qualificaçao (com Poles na F3, na GP2, 4 idas ao Q3 com a Lotus em 2011), portanto os problemas que teve em 2012 nao podem ser justificados apenas pela perda dos treinos livres.

        Portanto poderia fazer muito melhor em 2013 se tivesse uma segunda temporada completa com um carro do meio do pelotao.
        Partindo mais na frente teria melhores resultados. Na Williams mostrou ser mais talentoso do que Maldonado em corrida (tao veloz como ele e mais consistente) e com os pneus de 2013 reduziria muito a sua desvantagem na qualificaçao. Nunca seria veloz como Maldonado numa so volta, tal como Button nao e tao veloz como Hamilton e Prost nao era tao veloz como Ayrton.

        Por ultimo convem recordar alguns factos da historia: o Ayrton estava a preparar o Bruno para uma carreira ao mais alto nivel
        quando se deu o acidente em Imola. Antes desse acidente o Bruno ja tinha batido o tio e o recorde da pista de Tatui, ao ponto de o
        Ayrton proferir aquela celebre frase “voces acham que eu sou bom, entao esperem pelo meu sobrinho”. Nunca saberemos ate que ponto o Ayrton tinha razao mas uma coisa e certa, teria inteligencia suficiente para perceber que 10 anos sem competir, sem fazer carreira nos karts, fariam toda a diferença. Isso e ficar ainda mais 3 anos sem uma epoca normal, devido aos efeitos da crise financeira. Eu recordo que o Ayrton dizia que para um piloto ter sucesso na F1 nao pode dar passos em falso e o Bruno deu
        muitos passos em falso por motivos fora do seu controlo. Portanto esteve muito longe de atingir o seu verdadeiro potencial.

      • Roberto Carlos Sundfeld de Oliveira disse:

        Fernando,

        Tenho 70 anos e, desde jovem, sou apaixonado pela FÓRMULA 1. Nunca escondi de ninguém que sou fã do Emerson Fittipaldi, do Ayrton Senna e do Nelson Piquet. Depois do Ayrton, os melhores brasileiros foram o Barrichello e o Massa, sendo que os demais passaram despercebidos. Fiquei bom em detectar quando um jovem piloto será bem-sucedido. Assim, acertei, por exemplo, que o Michael Schumacher e o Sebastian Vettel se tornariam grandes campeões. Ao analisar a carreira do Bruno Senna na F-1, fico com a impressão de que ele é importante apenas para levar dinheiro para as “equipes de menor investimento”, como a Marussia e Caterham, poderem sobreviver, antes da provável falência.

      • Fernando Cruz disse:

        Roberto,

        Tenho 50 anos e desde jovem sou apaixonado pela F1. Nunca escondi de ninguem que sou fa do Gilles Villeneuve, do Stefan Bellof e do Ayrton Senna. Apos 1994 os melhores brasileiros foram o Barrichelllo e o Massa. Isso nao quer dizer que nao tenham havido muitos outros com valor, mesmo se passaram mais despercebidos. O Bruno Senna e um deles. Esta muito longe de ser um fora de serie mas podia ter feito muito mais na F1 se tivesse as oportunidades que fez por merecer pelo que conseguiu nas categorias de acesso. Pode ter a certeza que entrando com a Brawn em 2009 nao teria feito pior figura do que fez o Hill entrando como titular na Williams em 1993. Mostrou mais talento do que o Hill nas categorias de acesso e entrando na altura certa com um carro ganhador nao tenho duvidas que tudo seria muito diferente. Acontece que quem nao entra na altura certa arrisca perder o comboio, porque todos os anos ha novos talentos com valor para a F1. Mesmo assim, com tantas paragens na carreira (em 2009 e 2011, sendo que 2010 tambem foi muito mal aproveitado por falta de dinheiro para correr numa equipa decente) o Bruno ainda mostrou valor para se manter na F1. Simplesmente seria
        dificil continuar numa equipa media depois de qualificar-se tao mal durante o ano. Poderia melhorar muito na qualificaçao tendo o
        mesmo tempo de pista dos outros (ja nem falo da questao dos pneus) mas teria de correr numa equipa como a Caterham ou a Marussia. Portanto preferiu sair da F1 para lutar por vitorias noutras categorias, pois nao esta no automobilismo para ser coadjuvante.

      • José Carlos (Rio de Janeiro) disse:

        Querido Cruz:

        O senhor se esquece que a F-1 não é brincadeira para crianças! O Bruno Senna teve chances na Lotus e na Williams, que são equipadas com o excelente motor Renault. No ano passado, o limitado Maldonado venceu uma corrida e somou mais pontos que o Senna. Ayrton fazia milagres com a Toleman… Lembra-se? Stock Car está de bom tamanho para o Bruno. Parece que a Honda voltará em 2014. Tenho certeza de que a empresa japonesa preferiria contratar o Ayrton com mais de 50 do que o Bruno com os seus 30 anos.

        José Carlos Peixoto
        RJ-RJ

      • Fernando Cruz disse:

        Nao seja infantil. Por mais voltas que de a verdade e que o Bruno nunca teve uma unica oportunidade justa na F1. Entrar so nas ultimas 8 corridas com a Lotus e perder 15 treinos livres na Williams nao sao oportunidades justas. Epocas completas com um carro decente, com as mesmas condiçoes do colega de equipa, essas sim sao oportunidades justas. Um como Kobayashi, esse sim, teve tres anos para mostrar que ja nao dava muito mais do que aquilo que mostrou e esta fora da F1. Perdeu para um colega menos experiente, que chegou a equipa depois dele.

      • Carlos Silva disse:

        Se o piloto Kamui Kobayashi é chamado de MITO, o Bruno Senna, por outro lado, poderia ser apelidado de MICO. O respeitado jornalista Celso Itiberê (O GLOBO) é fã do arrojado nipônico e, em seus artigos, costuma comparar o Kamui a um samurai. O ex-campeão mundial Alan Jones (Williams, 1980) disse: “eu sempre admirei os pilotos que mostram coragem, agressividade e determinação, que são as qualidades que vejo em Kobayashi”. Os experientes jornalistas Fábio Seixas (Grupo Folha) e Flavio Gomes (dono deste blog) também lamentam a ausência do Kobayashi para o presente ano. É bom lembrar que o piloto da Terra do Sol Nascente ficou a apenas seis pontos atrás do também talentoso Sergio Pérez (60 a 66), que firmou contrato com a Mclaren. Com certeza, o mexicano é bom e, por isso, foi contratado pelo time inglês e, assim, Koba-san não fez feio. Diferente, porém, do Bruno que ficou catorze pontos, atrás de um venezuelano limitado tecnicamente. É interessante verificar que é mais fácil encontrar brasileiros, pela Internet, reclamando a ausência do nipônico do que do Senna em 2013. Parafraseando a leitora Helena Cerasoli, “o Bruno Senna é um BOM PILOTO PAGANTE, mas Não um bom piloto”. Malgrado leve milhões para as equipes, o sobrinho do Ayrton sempre acaba dispensado.

      • Laura Habib disse:

        Adoro F1, mas tenho de concordar que o Bruno Senna é um piloto que dá um soninho… O Massa, com certeza, é menos pior que o Bruno.

      • Fernando Cruz disse:

        O Massa tem muito mais experiencia, a grande diferença e essa. O Bruno Senna tem o mesmo estilo de pilotagem do Button, se um da soninho o outro tambem da. O Bruno chegou a andar ao nivel do Button no teste com a Honda e acredito que seria agora um piloto de um nivel semelhante ao ingles da McLaren se tivesse entrado em 2009 com a Brawn.

        Confesso que tambem gosto mais de ver pilotos agressivos como o Hamilton ou ate o Maldonado, que fazem lembrar mais o Ayrton no estilo de pilotagem. O Bruno, tal como o Button, tem um estilo de pilotagem que faz lembrar o Prost.

      • Cristiano Valverde disse:

        Cruz, campeonatos de automobilismo não têm graça alguma sem ultrapassagens. Hülkenberg, Maldonado, Pérez, Lewis Hamilton, etc. são bons de ultrapassagens. Bruno Senna é um “piloto burocrático”.

      • Fernando Cruz disse:

        Entao nao seguiu com atençao as provas do Bruno Senna. Fez ultrapassagens magnificas ao Hulkenberg em Silverstone, ao Perez em Hungaroring, ao Di Resta em Spa, ao Grosjean em Suzuka, ao Maldonado e ao Rosberg na India. Isto sem falar naquelas a chuva na Malasia, ao Koba, ao Schumi, ao Hulk, entre outras.

        Hamilton e mais alguns podem ser mais afoitos mas o Bruno fez algumas das melhores ultrapassagens do ano. Nao ficou nada atras de Maldonado nesse ponto, ate porque calculando melhor as suas manobras evitou problemas que o seu colega de equipa nao conseguiu evitar, por ser demasiado impulsivo.

      • Henrique disse:

        Bruno Senna é como um vaga-lume, mas que, na maior parte das vezes, está sempre apagado.

  24. marcos sartori disse:

    Quem foi contratado pela Force India foi Marcos Lameirao filho do Chiquinho Lameirao .Que trabalhava ultimamente na Ginetta.

  25. Deni Williams disse:

    Razia não corre esse ano. Ao que tudo indica.

  26. Felipe AG disse:

    Ouvi um comentário que Luiz Razia prometeu à Marussia parte do pagamento em vatapás e acarajés direto da Bahia, dando à equipe direito contratual de ou serem servidos ao longo do ano aos mecas ou revendidos no leste europeu, mercado que, dizem, está “bombando”. Como a mercadoria teima em ficar retida na alfândega da Inglaterra por suspeitarem do cheiro que emana daquelas caixas e caixotes, talvez estejam confundindo com algum gás tóxico ou coisa assim, está falando uma pequena parte daquilo que Razia ainda deve à Marussia. Coisa de 80-90% do montante total. É lógico que Razia não quer falar com ninguém. “Preconceito com baiano até aqui, pô!?”, deve pensar o piloto de Barreiras. Mas ainda acho que algo deu errado com a licença de importação para este carnaval dos lencinhos que financiam a carreira de Razia. Sacumé, né? Dilmona anda colocando barreira em tudo aquilo que vem de fora, é IPI de 30% para cá, aumento de burocracia para lá. Com certeza, o importador de calcinhas, ou lacinhos, ou lencinhos, sei lá eu, teve um senhor vermelho. Esperava, decerto, ter faturado muito neste Carnaval, ainda mais com o Psy em Salvador. É claro que uma boa parte da verba destinada à Marussia foi redirecionada para cobrir o estrago e renovar alvarás, licenças, pinturas descascando, encanamento entupido, material de escritório novo, 13º e INSS de funcionários, coisas assim. E Luiz ainda tem o desplante de ficar todo emburradinho. Está chateado por quê? Acha que é mole ser empresário no Brasil? Ora, ora.

  27. Leandro Rezende disse:

    Flávio,

    A equipe Marusia é russa, o Petrov que tem $$$$ também é russo… Deveria ter ocorrido o óbvio, do Petrov correr pela equipe, já o Razia está provando que não tem tanto $$$$ assim, por isso não treina…

    Acho que vem troca por ai…

    []´s
    Leandro Rezende

  28. Gerson disse:

    Escolha inteligente.

    Minha previsão: Jules Bianchi será o substituto de Massa na Ferrari. Se bobear, em 2014 mesmo.

    Anota aí…

  29. Fernando Cruz disse:

    A Williams promoveu Bottas e a Sauber promoveu Gutierrez, portanto so faltou a Force India promover Bianchi para termos tres estreantes promissores nas tres equipas medias que nao tem grandes meios nem o apoio da Red Bull. Foi pena, ate porque Bianchi podera nao ter outra oportunidade. Em 2014 Bottas e Gutierrez ja terao um ano de experiencia e a Force India arriscaria ficar em desvantagem se promovesse o jovem frances nessa altura. Portanto pode ser mais um talento perdido para a F1.

    Quanto ao Razia, tudo indica que vai acontecer o mesmo que aconteceu com Alvaro Parente em 2010. Foi por falta de bons apoios financeiros que Parente nao entrou como titular ao lado de Glock na Virgin. Depois acabou por perder tambem a vaga como piloto de reserva por uma situaçao semelhante a enfrentada agora por Razia. Na altura foi o Turismo de Portugal que nao cumpriu o que tinha acordado, voltando atras com a sua palavra e deixando Parente fora da equipa para a qual acabara de ser contratado.

    Sendo a Marussia uma equipa russa e existindo todo o interesse em ter um russo na F1 na altura do GP da Russia em 2014, tudo indica que sera Petrov o substituto de Razia na Marussia.

  30. Daniel disse:

    Se Petrov levar essa vaga, deveria passar a jogar futebol: Vá reverter jogo aos 45 do segundo tempo lá na p… rsrsrs

  31. Cranio disse:

    Tenho cá minhas dúvidas quanto ao desempenho do Sutil em relação ao Di Resta. Não sei se vai valer a pena.

    E rumores afirmam que a vaga do Razia vai pro Bianchi. A ver.

  32. askjao disse:

    FG, o LR está fora da temporada. No money, no F1.

  33. Paulo Pinto disse:

    Escolha acertada. O indiano, além de grana, quer resultados.

  34. Marcelo disse:

    Petrov esta cruzando os dedos! Quando a Razia, abaixo o desenho de Bruno Mantovani.

    Razia and Marussia Machine #pilotoons:
    https://twitter.com/forzasenna/status/307009175714689024/photo/1

  35. sebastiao disse:

    Bela escolha (independente dos fatores $$ envolvidos), grande piloto!

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