NAS ASAS

SÃO PAULO(fim de tudo) – Se tem uma coisa que sempre me tranquilizou nesta vida de viajante foi olhar pela janela de um avião e notar que a turbina era Rolls Royce. Sei lá. Alguma segurança. Talvez mais do que GE. Afinal, a RR faz carros espetaculares, luxuosos e chiquérrimos. Muito seguros, inclusive. A GE, geladeiras e máquinas de lavar.

Coisa de criança, eu sei. A General Electric é uma das maiores empresas do mundo e deve fazer motor de foguete, também. Mas não importa. Sempre curti a estampa da Rolls numa turbina.

Pois que o Fábio Amparo avisa que a oficina da RR em São Bernardo do Campo, que faz manutenção de motores desde 1959, vai fechar. Por falta de trabalho, ao que parece.

Vocês aí que entendem de turbinas, contem tudo. O que está acontecendo com a RR? Ninguém mais quer turbina chique?

RRturbina

Comentários

  • Ver o seguinte informe: http://blueandgreentomorrow.com/2014/05/09/rolls-royce-sells-energy-arm-to-siemens-in-785m-deal/
    Pelo visto, a RR continuará com propulsão aeronáutica, tendo vendido os compressores e as turbinas aeroderivadas em aplicações de energia para a Siemens, a qual será licenciada para fabricar as partes comuns entre as duas linhas. Com a separação, parece que o parque aeropropulsor de SBC ficou meio “sem sustentabilidade”, como dizem os politicamente corretos. Eu diria que “subiu no telhado”.

  • Sou piloto e visitei esta planta há 12 anos. Na época eram realizadas as manutenções dos motores do F100 e do EMB-145 em larga escala. A bancada deles pelo tamanho que me lembro não suporta testar um motor de maior empuxo e maior diâmetro. Ao optarem por investir na planta ou fechá-la a conta melhor ficou em fechá-la.

  • Pelo que li no Facebook, com alguns moradores de SBC (não os cilindros de um famoso motor americano), é o que o Leonardo citou anteriormente. Falta de demanda, em função da atual composição de aeronaves das áreas brasileiras. Foram mais contundentes em afirmar que a aeronave que mais gerava demanda eram o Fokker 100, que a Avianca parou de operar.

  • É Flávio.

    Pelo o que apurei com meu pai e irmão que são metalúrgicos, o fechamento da fábrica é consequência do mercado de aviões no Brasil. A maioria das aeronaves vendidas aqui desde 1999, 2000 não utilizam os RR por conta do preço. O mesmo avião lá fora pode contar com o motor inglês, mas os modelos vendidos aqui tinham outros (como citado no link da notícia) devido ao preço.

    É consequência da estratégia do mercado para conseguir competitividade. Tem gente aí nos comentários falando de custo-Brasil, etc… mas também se a própria RR não conseguiu adequar seus preços para fazer frente à concorrência, não há muito o que se lamentar.

    Abs

  • Curiosidade: Os RR’s não equipam helicópteros?

    Tão dizendo que o Lula volta depois da Dilma, se a fábrica for desativada precisa ver onde vão pousar o helicóptero da FAB quando ele vier pra SBC.

  • E vai desempregar em torno de 170 pessoas,Comentário acima diz que SBC está virando uma Detroit,moro aqui e afirmo que não,pois as montadoras continuam aqui.O que percebe claramente é que a economia está muito fraca,sem sinais de melhora.A RR não é a única empresa a fechar,mas várias de norte a sul deste País sucumbidas por gastos enormes de impostos,matérias primas etc.A Siemens e Bosch estão fechando em Curitiba,e muitas outras que estão trocando a produção local por importações!essa é a realidade…

  • Conhecia bem a RR meu sogro e irmão que construiram tudo lá a milenios atrás e o sr. Patterson e seu filho, se estão saindo é por razões POLITICAS falta de incentivo do governo Federal,estadual e MUNICIPAL mas enfim não vou me prolongar neste assunto que ja ABORRECEU muito os Ingleses para tomar esta triste decisão. Gostaria de lembrar só um belíssimo episódio ligado a Formula 1 acho que foi nos anos 1992, 1993 a Ferrai tinha aqui no Brasil um senhor que tocava aquela fabrica de bugs de crianças acho que “Farpinha ” e no treino de sexta feira o escapamento do F 1 rachou , e sem escapamento o carro não anda ai este Senhor que ajudava a Equipe Ferrari descobriu que RR na época era a única firma do Brasil que tinha o equipamento para soldar tunguistênio e la foram eles e a RR fez a solda e a Ferrari pode participar do GP Brasil isso foi noticiado na epoca pela Globo que acompanhou todo o caso e desespero da Equipe Ferrari e no fim o agradecimento à este Senhor, como veem a RR ja teve até IMPORTANCIA na Formula 1 é uma perda enorme para o Brasil irem embora por causa da INCOMPETÊNCIA dos politicos .

    • Caro Flávio,

      Trabalho no ramo e, como já explicado por alguns leitores, a questão envolvendo o fechamento da oficina envolve dois principais motivos:
      1) Pouca demanda por serviços – quando a TAM tinha a frota de Fokker 100, a demanda local para a manutenção de motores era muito maior do que hoje. Nossa frota regional é composta basicamente por A320, 737 e E190, que não tem motores RR. Além disto, com o aumento da confiabilidade e do intevalo de manutenção das novas gerações de motores, a assistência técnica para os aviões provenientes de voos internacionais podem ser feitas em outras oficinas. A Emirates, por exemplo, possui uma célula (assim eles chamam) da RR dentro de seu centro de manutenção que já é muito maior do que era esta oficina.
      2) Custos: os custos para manter uma oficina pequena em uma localidade como SBC estão cada vez mais altos. Além disto, não pe nada fácil importar peças ou qualquer coisa no nosso país, visto que a burocracia é enorme. A carga tributária pode até ser contornada, mas o custo com burocracia é enorme.

      Quanto aos motores GE, fique tranquilo: as fábricas de geladeiras e lavadoras nada tem a ver com a BU de motores… (esta foi para cornetar mesmo)

      • Complementando o comentário do Leo Ayala (corretíssimo, por sinal):

        Até o ano passado a frota brasileira não tinha quase nada de RR. A da TAM era composta de motores GE (para a família A319/320/321 e os Boeings 767/777) e PW para os A330 e A340. Já a GOL era 100% GE, a Azul GE (E190/195) e PW (ATR72) e a Avianca tinha RR (Fokker 100 que estão sendo retirados de operação), GE (A318) e PW (A19/320).
        Este ano a Azul anunciou que a sua frota de aviões grandes usará RR, assim como os A350 que a TAM receberá daqui 2 anos (os RR são a única opção de motor para este avião). Então excluindo-se o problema das limitações operacionais da unidade de manutenção local, é possível que volte a existir demanda no médio prazo para a RR.

  • Trabalho em uma montadora em SBC, pelo que sei na verdade o problema é o custo da planta, esta planta da RR não está nos planos de investimento mundial interno da própria companhia. Motivo? eu não sei, me parece falta de competitividade interna com as outras plantas da RR no mundo.

  • Não só a RR, várias empresas com décadas de Brasil iniciaram operações de retirada. É o custo Brasil casado com a equivocada política econômica Petista. Estamos andando na contramão da história! Em pleno século XXI tem que ser muito ingênuo ou mal intencionado para não enxergar isso. Caro FG, são os primeiros reflexos do bolivarianismo por aqui!

      • Foi mal Flavio. Ideologia a parte a politica economica dessa turma esta fazendo agua sim. Alias, a represa ja esta com furos demais para vivermos na base do improviso. O 7×1 da Copa nao vai ser quase nada diante dos numeros q vem por ai. Se e o caso da RR nao sei mas o custo da mob ficou proibitivo por aqui. Anos dificeis pela frente. Pode anotar…

      • ridiculo, é nao querer enxergar o óbvio. esse governo é uma farsa uma cambada de ladrão safado. e voce, sabe disso perfeitamente. apenas voce é daquele tipo de pessoa que nunca, jamais e de forma alguma admite quando erra.

      • Para mim o melhor blog e o melhor site de automobilismo, acesso com muita frequência.
        Mas a sua forma de se expressar quando o assunto é política é ridícula. Ok, o espaço é seu e não é destinado para discussões políticas, e você se expressa como bem entender. Mas o fato é que a forma que você se posiciona empobrece o debate.

      • Seria muito interessante se o Lula tivesse ganho a eleição no lugar do Collor … Pegaria o Brasil com a hiperinflação, como estaríamos hoje ? Teria ele resolvido o problema da inflação ? Tenho muitas dúvidas …

      • Estou sentindo isso na pele, trabalho em uma grande siderúrgica que só demite há alguns anos não temos mais competitividade, em algum momento da minha vida também acreditei no PT. Mais como está é impossível de continuar!!! Me impressiona uma pessoal esclarecida como vc ter esse pensamento, se o PT ganhar mais uma vez é uma crise econômica ainda maior na certa!! Pense e reflita, vc não é burro!!

      • Fico impressionado com esse pessoal que afirma ser trabalhador, usualmente com o conversê que acreditavam no PT e se decepcionaram, e se posicionam politicamente ao lado dos rentistas.

        Leiam mais sobre a era fhc e vejam o q aconteceu com a indústria nacional, principalmente indústrias de base.

    • Está complicado mesmo, esse ano 3 dos nossos clientes já foram, ano passado não foi nada fácil, os fabricantes de máquinas para indústria não estão deixando nem escritório para representação.
      Trabalhamos com automação industrial e por enquanto só estamos terminando o que já foi vendido de serviço grande… Entra um serviço ou outro, mas o clima é de velório… Sei lá. Vamos tocando o serviço, e torcer pra melhorar.

    • Mas, você leu a reportagem? Talvez você não saiba que o texto em vermelho ” Por falta de trabalho, ao que parece.” remete ao link da reportagem.. Ou talvez seja preguiça mesmo e você já fez suas considerações sem ler a reportagem (ah, envolve o governo, nem precisa ler, é culpa do petismo). Se deu preguiça, te ajudo:
      ” Eles faziam manutenção das turbinas de aeronaves anteriores da Embraer, e as novas eles perderam a concorrência para a GE (General Eletric, uma das três maiores do setor no mundo, junto com a Rolls-Royce e a Pratt & Whitney). Deixou de ter trabalho””

  • Turbinas a gás nāo são somente usadas para propulsão aeronáutica. Há modelos navais aeroderivados usados para propulsão e para geraçao elétrica a bordo de navios ou plataformas. Também há terrestres, igualmente derivados das turbinas de jato, acionando geradores elétricos, ou compressores de gás em refinarias, plataformas, gasodutos, centrais termoelétricas. O primeiro conjunto (compressor de ar de admissão, queimadores e geradores de gás quente) quase sempre é comum a todos esses serviços, para mesmos tamanhos e potências, tendo muitas peças idênticas. O segundo conjunto (turbina de potência) é que é diferente conforme o uso. Há no Brasil um monte de turbinas RR fazendo um monte de tarefas, não só acionando aeronaves. Isso é um mercado bem grande e é meio “complicado” de ser abandonado assim num estalar de dedos. Ocorre que parte da RR foi vendida para um outro grande fabricante, acho que as coisas estão naquela fase do “e agora, como é que fica?” Em breve saberemos quem vai cuidar do quê e onde..

  • Amigo o problema lá e outro. Sindicato acabou com a empresa exigindo benefícios absurdos fora da realidade da empresa, ameaças de greve, operações padrão. Isto tudo ao longo do tempo se tornou impagável e fez a empresa se tornar menos competitiva dentro do próprio grupo. Impossível se manter para o tipo de operação proposta para o Brasil.Uma pena.

  • Não sou entendido do assunto da Aviação, só curioso, a GE também tem uma oficina de manutenção no Rio a GE Celma, instalação também antiga dos anos 50 que faz manutenção de motores, e que também tem uma história incrível, e pelo que vejo nos aeroportos, a quantidade de motores GE me parece muito maior que do que RR, talvez por isso o fechamento.

  • Até onde sei as turbinas RR são líder entre os fabricantes de aviões, inclusive a Embraer, acho é que elas não quebram mesmo, ou então é mais barato mandar o avião para fora do Brasil onde não se paga esse absurdo de impostos.

    • Cassio, os Fokker 100 foram injustiçados por conta de um acidente notório. Voei num menor ainda um MD80, da extinta McDonnel Douglas, portanto na mesma situação da Fokker. Tirando o barulhinho chato quando se voa próximo à turbina, adorei voar nele.
      O fato é que o Fokker 100 era um bom avião, o problema é que depois de fechada a Fokker, não havia mais manutenção dos aviões e peças de reposição.

      • Luiz, o MD80 é maior que o Fokker 100. A Fokker fechou mas existem ainda hoje empresas que prestam manutenção em alto nível – o problema é que o custo disso começa a ficar alto, e as empresas vão parando de usar. O acidente da TAM não teve nada a ver com manutenção – foi um erro de projeto: a falta de redundância em um relê que nunca iria falhar, mas infelizmente falhou, causando a abertura do reverso na decolagem…

      • Conheci um comandante da TAM e ele dizia que o Fokker era um avião dócil e ótimo para pilotar.
        Mas um outro me disse que os Fokker da TAM foram comprados usados, e transportavam animais na Europa

      • Inclusive, dos 14 que haviam prometido aposentar, somente 2 realmente pararam. A decisão foi revista e todos os 12 voarão sem previsão de parada. Ou melhor, aposentadoria compulsória no check D.

  • Pois é FG, a oficina da Rolls-Royce em São Bernardo do Campo está fechando de vez. Infelizmente, o custo da mão-de-obra ficou elevado demais, e junto com decisões administrativas talvez não muito acertadas realizadas num passado pouco distante, tornou esta simpática e guerreira oficina inviável para receber investimentos para revisar novos tipos de motores. É uma grande pena, principalmente sendo um ex-funcionário que viu ao longo de 17 anos momentos de glória e de algumas dificuldades superadas com muito esforço e trabalho em equipe.

  • Penso eu que não seja a Rolls Royce que esteja em crise, mas sim a logística da empresa para o Brasil. A Rolls Royce faz os motores do gigante A380, é opção de motorização para toda a família Airbus e está presente até no 777. Portanto ela acaba sendo bem comum pela Europa e Ásia.

    Aqui no Brasil a maior parte das companhias aéreas voa com motores GE, que é a líder no mercado. Todos os 737 da Gol são motorizados por ela, assim como a frota de Embraer da Azul. A Tam, embora grande operadora de Airbus os tem com motores Pratt & Whitney ou GE.

    O Curioso é que no momento que essa oficina fecha, a Azul está trazendo 5 A330 com motorização RR, e seus pedidos para o novo A350 também são com motores britânicos. Além disso a Airbus anunciou uma nova versão do A330 (-800 e -900) com novos motores RR de uma geração que promete competir com os modernos e econômicos GEnx.

    Por isso acho que é logística, mas o setor de aeronáutica dos ingleses chiques não acho que vá tão mal. Posso estar enganado, mas deve ser isso.

  • Trabalhei lá no depto. de teste de acessórios de motores. Isto foi em meados de 1968/69, era muito bom pois tinha o Patão – diretor geral e o Patinho seu filho, gerente de não lembro mais o quê. Que eram o sr. Patterson e seu filho, ingleses da gema que chefiavam a operação RR. Não entrava lá nada que não fosse vindo da Inglaterra, original e na embalagem. Fazíamos revisão de motores turbo hélice e jato puro. Acho que hoje estas coisas são somente trocadas e ponto. Sem poesia, é uma pena.

  • Nunca entendi a logística de ter turbina de avião na Imigrantes (é na imigrantes, né? Não lembro).

    Um amigo meu de São Bernardo disse que a cidade já está tomando os moldes de Detroit/Flint…

  • Flavio a situação é a seguinte:

    No brasil operamos em larga escala três modelos de aviões:
    737NG
    Airbus 320
    Embraer 190

    Estes três que são equipados com motores Pratt and Whitney e GE respectivamente, Airbus e Boeing usam a mesma marca de motor.

    A Azul recentemente assinou contrato para voar 14 A350 com motores Rolls Royce, o que me deixa com uma grande duvida do porque a oficina esta fechando. O que acontece muitas vezes é que o custo de mandar o avião para fora do pais ou a turbina deste é menor do que mandar fazer ela aqui em nossos centros de manutenção, confesso que fico devendo a informação.

    • Colegas,

      A planta de SBC trabalhava com motores de pequena/média capacidade de empuxo, da classe de até aprox. 15,000 libras de empuxo , caso dos RR Tay que equipavam os saudosos Fokker 100 da Tam – ou (bela jogada de marketing) – Mk 28 da Avianca … Mk 28 era o nome de projeto do nome comercial Fokker 100, pois o mesmo era para ter a capacidade de aprox. 100 passageiros. Nunca tivemos esses motores grandes aqui por isso.

      A RR perdeu no inicio dos anos 2000 um importante contrato para fazer a revisão da então nova frota da TAM, com seus Airbus novos, dos motores IAE (International Aero Engines) V2500 um Consórcio Internacional de Empresas onde cada uma fazia uma parte do motor, a Rolls-Royce (matriz) se não me engano fazia a parte de Discos de Turbina. Esses motores eram já de uma nova classe de empuxo (mais de 20,000 libras) e a Rolls-Royce Brasil não tinha nem espaço físico nem Bancos de Prova que suportassem esse empuxo. Com a perda desse grande contrato para o grupo alemão MTU, eles levaram também no pacote a revisão dos motores dos Fokker 100, que era feita na planta de SBC. Esse seria o começo de uma expiral descendente para a RRB.

      Após várias mudanças de presidências, diretorias e gerências se chegou a brilhante conclusão de somente trabalhar com um modelo de motor (antes disso tínhamos o jato Viper (equipava os Xavante da FAB), o turbo-hélice Dart (equipou diversas aeronaves, mas principalmente os Fokker 28), o Spey 807 (equipa os Caças AMX, atual A-1 da FAB), os turbo-eixo RR250 (equipa diversos helicópteros da família Bell) e Gem (equipa os helicópteros Lynx da Marinha Brasileira) … etc, além dos Tay já citados … se decidiu trabalhar somente com os AE3007 que equipam os Embraer ERJ 135/145 e Legacy. O único problema foi o timing da decisão, que focou somente neste modelo de motor quando os maiores clientes da RRB eram: Express Jet , American Eagle, Régional (regionais de grandes empresas aéreas dos EUA e França). e os mesmos devido ao alto preço do querosene de aviação (Qav) estavam trocando suas frotas por aeronaves mais econômicas (consumo de comb. aprox. 30% menor) – os ATR 42/72, assim como a Azul, Trip, Passaredo fizeram no Brasil.

      Triste de ver uma empresa com tanta tradição e excelência em qualidade se desfazer tão rápido com má gestão … mais algumas centenas de famílias aflitas na região do ABC … vamos ver o que será desse projeto dos Saab Grippen para essa mão-de-obra especializada que espera ansiosa por notícias dessa parceria com o Governo Brasileiro.