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Monday, 11 de May de 2015 - 18:57F-1

UM SINAL

bernd1935

SÃO PAULO (alguma coisa…) – Desde que me lembro, toda hora alguém fala da possibilidade de a Audi abraçar a F-1. Desde que me lembro, sempre que alguém fala vem alguém da Audi para negar.

Desta vez, a casa das quatro argolas não negou de pés juntos e disse que “é uma opção”. Não para já, mas “uma opção”.

Tudo porque a Red Bull anda dando pulinhos por conta da ineficácia da Renault.

Mas, conhecendo o pessoal de Ingolstadt, eu não ficaria muito otimista, não. Os caras gostam de Le Mans. E a experiência da Honda deve estar desestimulando muita gente.

Já falei: motorzinho V8, 2,4 litros, aspirado e barulhento. Todo mundo sabe fazer, é barato e divertido.

32 comentários

  1. Gustavo says:

    Pois é Flávio… motorzinho V8, 2,4 litros, aspirado e barulhento.

    Gostaria que a regra fosse: motor 2.4 litros aspirado não importando número de cilindros e a geometria, ou motor sobrealimentado de 1.4 litros não importando, também, o número de cilindros, a geometria ou o tipo de sobrealimentação.

    Seria um parque de diversões para construtores, projetistas e o público.

  2. Robertom says:

    É impressionante com tem tanta gente que acredita no “171” da F1 ecológica criado pela dupla Jean Todt e Bernie Eclestone e amplamente divulgado por aqui pela RGT.
    Bernie queria atrair mais fabricantes para o circo, deu certo só com a Honda, mas vendo que a maionese desandou, agora dá declarações contra.
    Este regulamento é completamente estúpido, pois é completamente engessado quanto ao conceito construtivo das “unidades de potência” e assim ninguém vai criar absolutamente nada de novo.
    Quer usar 2 Turbocompressores ? Não pode.
    Quer usar motor de 4 cilindros em vez do V6 ? Não pode.
    Inventou algo inédito no conceito de recuperação de energia ? Não pode.
    Ganha quem acertar o projeto “nos detalhes”, e os que estão perdendo tem sérias limitações quanto às modificações e desenvolvimento para voltarem a ser competitivos.
    Além de tudo, é caro, muito mais caro !
    Uma MERDA completa !
    Ter os grandes grupos de fabricantes de veículos como donos das equipes sempre foi o sonho do velhinho safado, mas isto não acontecerá, pois o investimento é muito alto para todo o Lucro da categoria ficar com B. E. e a FOM.
    O conselho de administração dos grandes fabricantes não enxerga com bons olhos gastos anuais de 300, 400, 500 milhões de dólares ou euros, considerando também que apenas 1 será o vencedor e terá um retorno de publicidade e imagem.
    A sobrevivência da categoria está intimamente ligada à viabilidade financeira das equipes independentes, os chamados garagistas, pois os fabricantes nunca bancarão um grid inteiro de F1, que deveria ter no mínimo 24 carros.

  3. Acarloz says:

    O V8 do RS5 ajeitadinho já dava um calor nesses V6……

  4. GUSTAVO RANGEL says:

    Apenas uma pergunta sobre o motorzinho V8, aspirado e barulhento: as fábricas de carros estariam disposta a gastar milhões e milhões de euros pra desenvolver algo que……já está MAIS DO QUE DESENVOLVIDO e não vai trazer um centavo a mais pra elas no que diz respeito a suas vendas de carro de rua? Pq vc não acha que a REnault, a Honda, a Mercedes estão lá na F1 por retorno de marketing né? Elas estão pra desenvolver algo que, ao levar pro carro de rua, vai trazer RETORNO FINANCEIRO pra elas. É por isso que existe esse motor HÍBRIDO na f1 hoje. Pq o futuro pras fábricas de carros são os motores híbridos para carros de rua. E é isso que elas querem desenvolver atualmente.

    • Flavio Gomes says:

      Motor híbrido é mais velho que andar pra frente. Não precisa usar a F-1 pra desenvolver isso.

    • Marcus Lima says:

      ” Vc não acha que a Renault, a Honda, a Mercedes estão lá na f1 por retorno de marketing”… ai ai ai ai ai !
      Kra, como assim? Se vc tivesse lido o post, e passado por aqui e pelo GP, saberia: se fosse para desenvolver coisas voltadas para rua, se faria com mais liberdade de projeto, menos dinheiro e maior kms, num troço chamado WEC. A F1, restritiva como é descrita acima, e com seu custo altíssimo, não é o melhor dos caminhos. E quanto ao retorno de MKT, a Ferrari faz o que na F1 mesmo? ahhh não né ….é mkt puro sim…..DTM, WEC, tudo mais barato , no caso do WEC, com mais liberdade, mas pq a F1….aliás, pq a RED BULL, uma empresa notoriamente orientada para mkt, está fazendo o que na F1??? meu caro, F1 é isso: mkt puro.
      Se quisesse ser uma plataforma real de desenvolvimento para o mercado automotivo, a F’1 liberava os motores, impondo apenas consumo, por exemplo: quer fazer 1.4 l 4 cilindros 4 turbos? pode…quer fazer 2.5 6 cilindros biturbo hidrido, pode! e aí, seria realmente interessante aos desenvolvedores. !

  5. Arthur Luz says:

    Poxa, pode ser turbo sim. Bastava ser bi-turbo e sem essa bexiga dessa unidade elétrica integrada do capeta.
    Sem asa móvel e pneus que rendessem pelo menos umas 30/35 voltas no pau.

    Só isso e já temos bastante festa.

  6. reislander says:

    li no yahoo uk que citou a reuters…enfim, diziam que a VW iria mudar a estratégia e concentrar esforços na porsche pra liberar a audi se aventurar na f1.

  7. Ricardo Talarico says:

    Acho que não interessa à Formula 1 fazer um motor que todo mundo sabe fazer.
    Afinal, a categoria tem que estar à frente em tecnologia.

    O problema não é o motor, é o excesso de dependência aerodinânica, que impede os carros de andar juntos, e os freios muito eficientes, pois todos freiam lá no “Deus-me-livre”.

    Abrax !

  8. Marcos Ferreira says:

    Acho que a Audi não entraria no prazo de 2 a 3 anos, pois acredito que a atual motorização deve ser mudada dentro desse prazo. Agora imagine uma fabricante entrando e depois mudarem a regra do negócio? O que você acha Flávio?

  9. Fernando says:

    Ok, se o negócio é barulho, porque a WEC faz sucesso com seus híbridos silenciosos?
    Se o negócio é o custo da tecnologia, porque a WEC faz sucesso com motores caros e tecnológicos?
    Se a aerodinâmica é o problema, gera custos e corridas chatas, porque a WEC… basta. Não estaria o problema apenas nos autódromos e na gestão do negócio F1 pelo gagá? É o que parece com a tendência das grandes fábricas migrarem para a WEC e não para a F1. Explicações técnicas são bem vindas.

    • Flavio Gomes says:

      Só os Audi não fazem barulho.

      • Fernando says:

        Ok, e estão ganhando tudo, e há mais híbridos, e muita tecnologia caríssima e complicada. Aerodinâmica refinada, muito dinheiro e… sucesso! Porque se tem os mesmos “defeitos” da F1?

        O que quero dizer é que motores de 70 anos atrás, embora a maioria aqui goste – eu incluso – não são a solução, são uma simplificação de apenas um fator problemático, nem sempre simplificações resolvem quando o problema é complexo e tem vários aspectos. Apenas minha opinião.

  10. EduardoRS says:

    Nenhuma montadora vai querer botar um V8 aspirado e barulhento na F1, enquanto vende híbridos e turbos nas concessionárias. Vão colocar o quê nas peças publicitárias? “Venha conhecer nossa nova linha 2017, com tecnologia de ponta de 40 anos atrás”? A não ser que achem ideal que a F1 tenha 20 motores Cosworth no grid, como era nos anos 70. Aí, tudo bem. Eu até gostaria disso, pois aí teria mais montadoras largando a F1 para brincar no WEC e na Formula-E.

  11. Nelson Barreiros Neto says:

    Já falei: motorzinho V8, 2,4 litros, aspirado e barulhento. Todo mundo sabe fazer, é barato e divertido.

    Bom dia Flavinho. Desculpe mas sou obrigado a fazer minhas, suas palavras… Será que é tão difícil assim entender as palavras acima??

    Alguém duvida da competência da Honda, e o pau que tão tomando mostra o quanto essa tecnologia deve ser complicada??

    Tá um saco esse campeonato…

  12. Henrique says:

    Eu não vejo a hora de a Red Bull sair da F1! Tem uma equipe boa, sempre tiveram bons pilotos, mas essa choradeira por não conseguir subir ao pódio está dando no saco. Pô, a Ferrari está desde 2008 sem ganhar um título de construtores e não estão choramingando pelos cantos por não conseguir nada. Tomara que a Audi entre e mande embora todas essas crianças mimadas. Como o Max Wilson disse em um treino livre (creio eu que foi na China): “A reclamação da RBR até que é válida, pois eles querem disputar um campeonato. Mas ficar criticando a Renault do jeito que estão fazendo é demais. O que a Renault fez pelo automobilismo e pela F1 é muito mais importante e maior do que a Red Bull fez.”

  13. Ricardo Bigliazzi says:

    V8 ja. Complicaram muito essa questao fo motor.

    Para a Renault mudar a situacao precisaria construir um novo motor. Diante dos custos envolvidos isso eh praticamente impossivel de ser feito. Sera que a propria Renault estaria disposta a ficar patrocinando esse “anti marketing”?

  14. Rafa says:

    Hun, mas acho que neste caso quem vai decidir não é o pessoal de Ingolstadt, é a turma de Wolfsburg. E desconfio que, se a Volkswagen quer entrar mesmo, é com a Audi. Afinal, a Porsche entrou no Mundial de Endurance para que? Qual é o sentido de duas marcas do mesmo grupo no WEC?

  15. Chupez Alonso says:

    Incrível como a Red Bull se acabou com a saída do Ve44el.

    E o melhor piloto de todos os tempos da última semana já vai picar a mula,

    Sem nunca ter ganho nada.

    A virtuosidade é para poucos.

    Allez Ricardo!

  16. antonio stricagnolo says:

    Vão querer entrar ganhando no primeiro ano e para isso querem garantia de continuidade de regulamento por tempo determinado,sem surpresas,já passaram por mudanças de regulamento tipo tapetão principalmente nos USA.Fixado o regulamento os caras ganham ate com motor flex! rsrsrsrsrsr

  17. Jorge Roberto says:

    Bernd Rosemeyer.

  18. Roberto says:

    Flávio eu não sei porque a Red Bull está dando tanto piti para a Audi entrar na F1. Será que eles acham que a Audi tornando parceira deles, todos os problemas que a Red Bull vem enfrentando nas ultimas temporadas irão resolver milagrosamente? Não seria pior ainda ter uma parceira que teria que começar um projeto do zero? Eu sei que se falando de tecnologia não podemos nunca menosprezar os alemães. Mas fico realmente na dúvida se essa parceria renderia alguns frutos a curto e médio prazo. Abraços. ps: te esperamos aqui em poços de caldas em breve.

    • luigi says:

      Caro Roberto ,pela resposta ao Fernando (Que pelo visto não sabe muita coisa alem do que automobilismo atual apresenta) , você conhece bem a História do Automobilismo de Competição , mas talvez por um deslize ou ponto de vista ,não tenha observado que a unica fabricante que não entraria praticamente do Zero seria a AUDI,pois foi a primeira a usar unidades hibridas em seus carros de competição com o R 18 Hibrid Quattro , que venceu em Le Mans no ano de sua estréia ()se não estiver enganado).
      Mas eu espero que a AUDI não queira entrar nesta barca furada que tornou-se a F 1 com perda de audiência e consequente menor retorno publicitário e de mais a mais no W E C e D T M ela tem o carro todo e não só uma parcela , detém o controle de toda a equipe ,decide o que quer e como deve ser e quem deve compor a equipe em sua totalidade e o principal de tudo “Sabe Fazer Carro GANHADOR ” Coisa que a Honda ,mesmo aportando muito capital nunca soube fazer desde que se aventurou na F 1 ,nos anos 60 , más motores eles sabem e muito bem (o problema da Mclaren em pouco tempo será resolvido sê a empáfia do Ron Dennis não atrapalhar, pode acreditar).
      Más como é impossível estar na cabeça de executivos , melhor é aguardar para ver o que ocorrerá ,a minha torcida é para que não entre pois desejo um W E C como era nos anos 60/70 com grandes marcas e disputas tanto em pista como em desenvolvimento técnico com seus departamentos de engenharia (pois isto de torcer para piloto é muito bichesco ,mas como tem muita gente saindo do armário ,estão se revelando cada vez mais e mais apaixonadamente,quase passionalmente até ).
      Roberto ,eu acho que o Flavio Gomes irá ao encontro de antigos ai da sua linda cidade com um Auto Union SP 1000 que era o único exemplar a venda no Brasil e já não esta mais disponível ao mercado ´pois só um conhecedor e apaixonado pela marca é que sabe apreciar uma preciosidade desta compraria ( o preço até que estava bem colocado pela raridade e preciosidade ) ,e se estiver com ele ,estará em muito boas mãos.

  19. Assim, Flavio, tenta não ficar puto comigo, mas quem é a figura tedesca acima fantasiado de parabólica?

  20. Marques says:

    Barato, barulhento e ninguém tem qualquer interesse em fazer.

  21. Pedro Araújo says:

    “Já falei: motorzinho V8, 2,4 litros, aspirado e barulhento. Todo mundo sabe fazer, é barato e divertido.”

    …e restrições à aderência aerodinânica, pra que um carro possa se aproximar em curvas de média ou mesmo de alta, e caia a necessidade da ridícula asa móvel.

    • Roberto Fróes says:

      Aplausos a quase tudo.
      Só não sei o porquê do motor 2.4.
      Porquê não o 3.0 ou 3.5 que tanto sucesso fizeram?
      E redução drástica aos adereços e artimanhas aerodinâmicos, ou até mesmo a retirada de spoilers e asas. Aerodinâmica fixa, fazendo parte da própria carenagem.
      Mais piloto, menos eletronic game, qualquer pneu de vários fabricantes, a coisa é fácil, mas está sofisticada demais.

      • Marcos Ferreira says:

        Roberto, acho que o Flavio se referiu ao 2.4 por ter sido o último motor aspirado na F1. Todo mundo tem o projeto guardado lá no seu departamento…

      • RL says:

        Falou e disse Roberto…. penso o mesmo….independente da cilindrada do motor….

      • luigi says:

        Não é o numero de cilindros que influi no som e sim como ele sai (os dois sons de motores mais bonitos de se ouvir que me lembro são das Hondas 750 Four , Ducati Desmo (2 cilin.),Suzuki 380 GT (tri cil.). E as atuais “Unidades de Força” como usa também os gases queimados para gerar Kw e isto é que causa a perda de sonoridade do motor,pelo passeio que faz por dentro da mesma.
        E desculpe-me por ter confundido com o outro Roberto,mas é muito bom saber que tem gente com muito conhecimento de automobilismo e seria bom que ainda existissem piloto que não achassem “PERIGOSO” pilotar um carro com mais de 525 HP (em 1930) , sem nenhum apoio aerodinâmico ,pneus de 4.5 pol. e que poderia atingir nos antigos autódromos com longas retas ,mais de 350 KM p/H e com freios a tambor e segurança nenhuma ,onde blocos de feno eram as únicas medidas protetivas,por isso só os realmente muito bons é que brilhavam mais. Dos quatro grandes pilotos da época ,dois eram italianos Varzzi e Nuvolare e dois Alemães Rosimeyer e Caracciola(mezzo italiano/mezzo tedesco) e o chefe de equipe dos italianos era um tal de Enzo Ferrari que desde aquela época só ganhava dos “tedescos” circunstancialmente, vida dura dos italianos quando o oponente é um alemão,mesmo tendo gênios da mecânica como Gioacchino Colombo e Vittorio Jano ,só que a AUDI tinha um tal de Ferdinad Porsche e a Mercedes tinha Albert Heess, Max Wagner (que não é o do Partido dos Traíra) e Rudolf Uhlenehauf.

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