A COR DO TOURO

SÃO PAULO (desculpem o sumiço, tarefas grandiosas em curso) – E eu que achava que a Red Bull nunca ia tirar aquele roxo “camisa pirata do Corinthians velha e desbotada” de seus carros… Bom, a pintura apresentada hoje é menos feia que o habitual. A Red Bull, aliás, é um fenômeno também por isso. O logotipo é um desastre, as cores das latinhas são horríveis, e ainda assim a bagaça faz um sucesso estrondoso e vende que nem pão fresco.

[bannergoogle] A Infiniti deixou de patrocinar o time e os motores Renault foram rebatizados como TAG Heuer. É assim que teremos de escrever daqui em diante: Red Bull-TAG Heuer. Não é um carro, é uma bebida, e não é um motor, é um relógio. Assim são os tempos.

Ano passado o time fracassou. Pela primeira vez desde 2008, passou uma temporada sem vitória. Precisa reagir, porque se Didi das Latinhas resolver acabar com tudo, acaba. E esteve a ponto de fazer isso ao longo de 2015.

Acho que não ganha de novo — aliás, Horner também acha, e para ele a Toro Rosso começa o ano na frente… Ricciardo é bom piloto, Kvyat não é bobo, mas a questão motorística vai continuar pesando. Mercedes e Ferrari fazem unidades de força melhores que a Renault. Quanto a isso, a Red Bull não pode fazer muoto Mas Mario Illien, da Ilmor, pode — esse é o argumento de alguns que apostam nos rubro-taurinos, e a esperança da equipe.

Carro novo, só em Barcelona. Essa aí é só a pintura de 2016. Aguardemos.

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