RB12 – PRA SAIR DA LAMA

SÃO PAULO (sai, sim) – Ano passado foi osso para a Red Bull. De birra com a Renault, tentou comprar motor até da Hyundai. Ninguém quis vender. Chamou Mario Illien para dar um jeito nos motores franceses. Arrumou uma marca para rebatizá-los, a TAG Heuer. E é assim, sem o roxo que dominava a pintura de seus carros, agora de preto fosco, que o time das latinhas pretende se recuperar e sair da lama em que se meteu.

A Renault fica, mas não mete o nome nas carenagens. A disputa com o time de fábrica, ex-Lotus, será interessante. Mas parece pouco para a Red Bull, que espera voltar a vencer depois de passar a última temporada em branco. Não vejo grandes chances, porém. Depois de três ou quatro corridas, os caras vão perceber que a briga com os gauleses do losango pode ser menos estressante e mais próxima do tamanho que a Red Bull tem hoje.

O RB12, apresentado há pouco, traz a aerodinâmica refinada de sempre, by Newey. Se o motor empurrar, pode ser que alguma surpresa aconteça. É difícil, mas não custa esperar.

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