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Tuesday, 24 de January de 2017 - 12:54F-1

OS CARAS

oschefes

SÃO PAULO (boa sorte) – Da esquerda para a direita, Sean Bratches, ex-ESPN, Chase Carey, do Liberty Media, e Ross Brawn, ex-um monte de coisa. São eles os homens que conduzirão a F-1 daqui em diante. O bigode extravagante de Carey substitui os cabelos escorridos e a baixa estatura de Bernie Ecclestone. Sean é um cara de mídia. Ross, todos conhecemos.

Carey disse que foi necessário afastar Bernie porque a F-1 “não cresceu como devia nos últimos cinco anos”.

Pilotos e equipes elogiaram Ecclestone e celebraram a chegada dos americanos.

Brawn é alguém que pode fazer muita coisa boa no lado técnico. Eu começaria simplificando o regulamento.

Seja como for, as coisas vão mudar bastante. E desconfio que rapidamente.

36 comentários

  1. Que venham os Caras, afinal três cabeças é sempre melhor do que uma pensando!

  2. Vanderlei Silva says:

    Bem, tudo na F1 em que Ross Brawn pôs a mão nos últimos 25 anos virou ouro. Bennetton, Schumacher, Ferrari, Honda>Brawn>Mercedes. Torço para que siga assim. Acho que tem tudo para esta turma ser bem sucedida. Pessoas de mídia, negócios e esporte juntos.

  3. Luiz Carlos says:

    Será que a Ferrari vai perder certas mordomias ?

  4. Michel says:

    Espero em breve que possamos ter um menor distanciamento entre as equipes, de sorte que, ainda que haja uma equipe dominante, possa haver vez ou outra uma surpresa! Um regulamento que beneficie mais o talento individual.
    2 corridas por GP, sendo a 2ª com grid invertido poderia ser algo interessante!

  5. Farid Salim Junior says:

    Mudar é preciso! E, se a mudança inclui o cara que transformou a F1 em um negócio, que seja! Ele fez coisas boas? Sim… Mas, também fez muita besteira. Colocou a grana acima do esporte. Isso foi matando a categoria aos poucos. Sofisticou tudo em demasia, encarecendo demais e inflacionando o mercado de pilotos. Por paradoxo, ganhou fama de pão duro com os seus pilotos. Piquet alega ter corrido de graça na sua primeira temporada pela Brabham…
    Agora, com norte americanos no comando, tenho medo de que o esporte continue em segundo plano, e a coisa toda vire um show, como os modelos de espetáculo oferecidos pelos esportes loucos de lá, como Monster Jam (pick ups com rodas enormes pulando em circuitos fechados), Pocket rockets (gailolas com um aerofólio enorme e motor V8, correndo em circuitos ovais com pista de terra), Demolition Derby, entre outras bizarrices.
    Não pelo fato de ser um canceriano saudosista típico, mas pelo fato de que todos sabem que os anos de ouro da F1 foram dos 70 aos 90, que retomem de lá os exemplos. Menos punições absurdas e ridículas, redução dos custos e de investimentos, principalmente em motores e aerodinâmica. Regulamento mais rígido, porém privilegiando o esporte em detrimento dos interesses comerciais.
    Banir absurdos como essa asa móvel – que era proibida nos anos de ouro, tanto que Colin Chapman bolou um foguete que nunca correu por causa dessa proibição, já que a bolha toda se movia pra baixo em um sub-chassis, como se fosse um aerofólio gigante, móvel!
    Bem, como sugerir aqui não adianta, vamos ter que aguardar. E, depois, decidir se vai valer à pena continuar ou não acompanhando a categoria. Confesso que hoje, meu maior interesse é pelo WRC. apesar da monotonia de ver um carro por vez no mesmo circuito, podemos assistir verdadeiros shows de pericia e arrojo. E, como gosto de disputas por posições, poder ver os carros de turismo do WTCC, sempe que possível. A DTM lamentavelmente enveredou pelos caminhos da F1 e, encareceu demais, sofisticou demais e, restringiu por isso, a disputa a apenas três marcas…
    Mas, esperança é o que nos move! Vamos ver…

  6. Diego says:

    Não se transformando em uma NASCAR da vida está ótimo.

    Porque o pessoal gosta de dizer que o exemplo está na NASCAR, mas a maioria das corridas é de dormir de tão chatas.

  7. Ângelo Mello says:

    Começaram bem ao anunciar o fim das punições excessivas. Eu parei de acompanhar F1 há uns 4 anos, pq ficou muito chato. Assisti todas as temporadas desde 1983 de perto, mas essas últimas foram de doer. Se eu que sou fã das antigas não tava acompanhando, imagina a molecada.

  8. Paulo Emilio says:

    A Formula 1 já morreu faz tempo ! Só não enxerga quem tem interesse financeiro no negocio, puro negocio ! É um ciclo que terminou e outro que começa, como já aconteceu antes ! Quem ainda gosta de automobilismo atual , prefere categorias como as que correm em Le Mans , o publico se identifica mais e as corridas são melhores , esta é a realidade ! E ainda tem esta chatice de carros de Formula elétricos que vão tentar nos enfiar pela garganta de todo o jeito ! Com nova direção, a Formula 1 se transforma em uma Indy Mundial, com corridas nos mais longes confins do mundo , o que com certeza não irá dar certo, e tudo acabará quando estes homens de negócios resolverem investir seu dinheiro em outra coisa mais rentável !

    • Wanderson Marçal says:

      A Fórmula 1 é o segundo melhor lugar para lavar dinheiro depois do futebol. E não vejo outra atividade em que as montadoras possam lavar seus bilhões de forma tão eficiente.

  9. Cleverson says:

    No mínimo… deveria voltar a guerra dos fabricantes de pneus. Ao menos três fornecedores para dar um pouco mais de emoção.

  10. Luis says:

    Eu estou bastante otimista com essas mudanças.

    O Bernie, por mais que tenha grandes méritos por levar a F1 um patamar global e multi-bilionário, já devia ter saído a muitos anos, demorou muito! Sua atitude ditatorial e pouco progressista estava atrapalhando muito a F1.

    Conhecendo um pouco do “jeito americano” de gerenciar esportes, acho que vem coisa boa por ai, mais foco em equilíbrio e alta competitividade… Aguardemos!

  11. perna quebrada says:

    Se eu fosse esses três, diria assim:

    Pra 2018, regulamento e especificações de 30 anos atrás.

    Se virem.

  12. Alberto says:

    Acho que a F-1 vai renascer!

  13. Felipe Pimentel says:

    Medidas a serem tomadas:

    – pilotos com nomes de pilotos
    – volta dos circuitos clássicos
    – área de escape menores com caixa de brita[
    – banir a asa móvel
    – carros movidos a gasolina
    – motores v10

    • Wanderson Marçal says:

      Seria um ótimo começo, mas a pilotaiada hoje é muito fresca e tem um peso enorme nas decisões — e acho muito difícil o grupo norte-americano centralizá-lo. Pelo contrário: as montadoras terão ainda mais peso nas decisões. Logo mais circuitos com cara de kartódromo.

  14. Rubens says:

    Se esse Senhor Chase Carey tratar da F-1 como trata de seu Bigode (com B maiúsculo mesmo) estaremos bem servidos em pouco tempo.

  15. jandir saoares says:

    qual seu email para eu te enviar umas coisinhas linda e bem antigas ???

  16. Anselmo Coyote says:

    Segundo o Grande Prêmio “Carey assumiu o papel do inglês e ainda chamou Ross Brawn para liderar o lado esportivo…”. Então a área técnica não está nas mãos do Ross Brawn. Creio que será o regulamento e este deve determinar dentre outras coisas as mudanças técnicas.
    Abs.

  17. Antonio Carlos Michelin says:

    Demorô.

  18. Bruno Flávio says:

    Sempre nesses momentos de transição sonho com minhas propostas “revolucionárias”:

    Sistema de pontuação, com os 6 melhores marcando pontos na sequência 10-6-4-3-2-1.

    A pole ficar para quem for o mais rápido no treino classificatório.

    Acabar com auxílios artificiais de ultrapassagem (asa móvel, pneu duro ou mole, motor velho x motor novo, etc.)

    Deixar os caras “se pegarem” na pista, sem punições excessivas. Punir apenas imprudências e falta de segurança.

    Assegurar participação dos circuitos tradicionais, banindo os “tilkódromos” (algo como a regra do “valor histórico” para os circuitos)

    Construir uma reta longa em Hockheinheim, no meio da floresta

    Transformar Silverstone em um circuito de altíssima velocidade

    Adotar regras que possibilitem extrair o máximo do carro, sem necessidade exagerada de “poupar equipamento” ou economizar combustível.

    Que os pneus durem a ponto de ser possível (mas difícil) terminar a prova sem trocar, defendendo posição de quem vem atrás com pneus mais novos.

    Carros movidos a gasolina e com motor com barulho de motor, e, no mínimo, 8 cilindros.

    Acabar com punições que implicam em perda de posição no grid de largada.

    Revolucionário! Nunca antes testado….

    • Flávio says:

      Só discordo do sistema de pontuação. Não acho justo (como não acho o que ocorre hoje) o cara chegar em 7º (11º hoje) e levar o mesmo que o último, ou seja, nada.

      Todos deveriam pontuar. Entretanto, a diferença de pontuação entre o 1º e o 2º deve ser maior que a diferença entre o 2º e o 3º, e assim por diante.

      • Leo says:

        O piloto que chega em 11º, mesmo recebendo a mesma pontuação do último, fica a frente na tabela do campeonato, já que é o critério de desempate, ou seja, mesmo não pontuando, vale a pena se esforçar para melhorar a sua posição na corrida. Apesar disso, concordo com você sobre a pontuação para todas as posições. Inclusive, acho que com todos marcando pontos haveria mais ânimo para algumas disputas de posição na região que hoje não há pontuação.

      • Bruno Flávio says:

        Duas das minhas medidas revolucionárias já estão em discussão: fim da asa móvel e do excesso de punições

        Será que o Ross Brawn é leitor do blog do Flávio Gomes?

      • Pepe Janzantti says:

        Depende, chegar em último pode ser uma situação em que o cara não fez nada na corrida (bateu na largada, p/ ex). Bem diferente de quem ralou a corrida inteira e viu a bandeira quadriculada, mesmo em 20º lugar. Dá para perceber que embora a posição final em corridas seja a mesma, as circunstâncias para se estar nela foram bem diferentes. Poderia-se considerar esta circunstância para a pontuação, mas ainda acho que da metade do grid para baixo não deveria pontuar mesmo. Com esta quantidade de corridas por ano atualmente, vamos chegar a uma situação nas estatísticas em que pilotos medíocres endinheirados vão ter mais pontos que campeões dos anos 50 e 60.

  19. Manoel Sena says:

    Não vejo nenhuma chance destes três fazerem qualquer coisa para aumentar o interesse pelo automobilismo. Acho que a fórmula 1 e o automobilismo em geral não têm salvação. Tenho dois filhos adolescentes e dou aula para estudantes nos primeiros anos de Engenharia. Respeito muito estes três, mas nunca as diferenças entre as gerações foram tão grandes. Posso estar errado, mas acho que para ter alguma possibilidade de atrair o público, esta equipe teria que ter 40 anos a menos cada um. E o esporte não teria nada a ver com o passado. A realidade, triste ou não, é que o automobilismo tomou um rumo sem volta para o fim. Dentro de duas gerações (ou antes) o interesse, que já é pequeno, será quase nulo. E será o fim.

  20. claudio conrak says:

    OLA GOMES: eu já havia falado no meu comentário anterior, mas não consigo visualiza-lo, então vou repetir:
    -Fórmula 1 mais competitiva, aberta a quem quiser disputar, sem regras que engessam, podam e no fim só servem pra direciionar qual equipe ou piloto deve ganhar, chega disso
    -Estabelecer bitolas e medidas: maxima largura, maxima altura, maximo comprimento, padroes de segurança, etc e deixe o resto com equipes que vão ter liberdade de mostrar o que sabem fazer! Queremos ver BMW, VW, PORSCHE, YAMAHA( ja teve), TOUOTA, LAMBORGINI, FORD, CHEVY, ALFA ROMEU, ETC….. LOTUS, TYREL, MARCH, e ate uma Cooperscucar…. da pra ter umas 30 equipes e fazer um descarte na sexta feira ficando só os 20 melhores!!!!
    =-Pneus: cade os michelin, continental, goodyear,….. porque só essa merda de pireli, masca diabo! e porque nao deixar os pilotos usarem o que quiserem, uma palhaçada uma fabrica de pneus decidir o que todos vao usar!!!!
    -Circuitos mairoes, volta maiores, mais largos, veja o azerbaijao como foi emocionante, chega de pista construida ha 50/60 anos ou as projetadas pra videogame!!!!! F1 tem que ser coisa de homem !!!!! monaco não serve nem pra carro de passeio que dira pra F1, tiram essa merda do calendário!!!!!
    -Piloto deve pesar 80 kg, isso é peso de homem, o resto é umj bando de jóquei de poney, magrelos baixinhos raquiticos, moleques de bosta!!!! quem pesar menos de 80 pelado deverá levar lastro pra completar os 80 kg, quem pesar mais que se fod…..
    -Carros mais resistentes, os de hoje são de papel, se encostar se desmancham!!!! hoje as ultrapassagens são agendadas!!!! só acontecem nas retas com asa aberta!!!!, só falta porem um pisca alerta pra pedir ´passagem……

    ABRAÇOS AO GOMES E TODA A CAMBADA DA FÓRMULA 1 !!!!

  21. Renato de Mello Machado says:

    O Brawn,pode ferrar tudo. Aerodinamicista de carteirinha, ele vai manter a aerodinâmica atual e fazer os carros, cada dia mais se afastarem um dos outros.

  22. Squa says:

    Seria legal ver uma flexibilização no uso de motores. Algo tipo assim, o motor tem que ter no máximo 1000 cv e um tanque de combustível com a capacidade inversamente proporcional à potência, e ponto! Quanto mais potência, menos litros. Voce usa o que quiser. Ex, um V8 aspirado gastao com 1000 vc que te obriga duas paradas para abastecimento ou um V6 turbo hibrido, com bem menos cavalos, mas que te proporciona completar a corrida sem abastecimento.
    E limitar o número de pessoas na troca de pneu. 1 por macaco e mais 2 mecânicos para os 4 pneus.

  23. Rodrigo Tossato says:

    Acho que a F1 será mais acessível ao público, torço para que eles simplifiquem algumas coisas, quem como eu acompanha a F1 há muitos anos entende algumas coisas e viaja em um monte de outras, me parece que a F1 hoje é feita apenas para seu mundo particular, um clubinho exclusivo que não tem vagas disponíveis, o que afasta muita gente. Creio que vão simplificar regulamentos, aumentar a competitividade e tirar vantagens das grandes equipes, emparelhar mais as coisas, torço para um campeonato mais democrático e menos previsível…

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