DICA DO DIA

D

RIO (saudades de lá) – A memória fotográfica do circuito Gilles Villeneuve, em Montreal, está na excepcional matéria de Renan Martins Frade no GRANDE PREMIUM de hoje. São imagens raríssimas da construção da ilha artificial onde no final dos anos 60 aconteceu uma daquelas exposições universais que o mundo adorava, evento que pavimentou a candidatura da cidade a sede dos Jogos Olímpicos de 1976. De troco, veio uma corrida de F-1.

Vejam e deliciem-se.

canada78

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

6 Comentários

  • Ahh Montreal
    Um circuito que nao combina mais com a Formula 1 moderna, onde voce pode trazer o seu cooler e sua churrasqueira portatil e fazer churrasco ali mesmo na beira do alambrado (pra quem compra a entrada pra zona geral sem lugarers marcados), sem contar a beleza da cidade e de suas beldades.

  • Parece que a Globo não vai transmitir é isso mesmo?
    Bom, ja fazia tempo que procurava um link para assistir pela fox sports latinoamerica. para mim a melhor transmissão da F1. Uma vez viajando na Argentina assisti uma corrida na Foxsport3 e adorei. Sem pachequismo. informações tecnicas.. como deve ser. Fabio, fala pra fox pegar a transmissão da F1… é só tirar a globo. na america do sul inteira ja tem a transmissão. seria só a tradução.

  • Vocês todos que me perdoem, mas acho este antigo traçado de Montreal, de 1978 a 1986, pior ainda do que o circuito de rua de Detroit, o de 1983 a 1988.
    Pra mim, o melhor circuito canadense a ter sediado a Fórmula 1 foi o de Mont Tremblant disparado, e bem que a Fórmula 1 podia voltar pra lá. Sinceramente, nunca fui muito com a cara do Autódromo Gilles Villeneuve.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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