“GP ÀS 10”: ELETRICIDADE INEVITÁVEL

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Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

8 Comentários

  • Acho muito bom quando tu falas sobre a Formula E e sobre carros elétricos. Desde o início acompanho mais a Formula E do que a Fórmula 1, pois o Brasil tem sido protagonista desde a primeira temporada com o Bruno, o Lucas e o Nelsinho.
    Fale mais, sempre, quando puder. Vou gostar muito.
    Tua participação na narração das corridas, e também na indicação do Lucas para a Audi também te comprometem com essa mudança tecnológica, mas não te preocupes, pois não estás traindo o ciclo Otto, apenas ajudando o irmão dele a crescer.
    Não sei se é porque sou engenheiro eletricista, mas não vejo a hora de ter meu primeiro veículo elétrico. E olhe que sou muito apaixonado por corridas a combustão. Até escrevi o artigo publicado pelo Saloma e pelo Peralta no dia do centenário da Corrida de São Gonçalo, que o meu bisavô ganhou (http://bandeiraquadriculada.com.br/Circuito%20de%20S.Goncalo.htm).

  • Bela análise. Com certeza, a eletricidade um caminho sem volta. E irônico (ou sintomático) que nesse fim de semana seja disputado o último GP de Fórmula 1 da Malásia, país que sedia a companhia petroleira patrocinadora master da Mercedes…

  • Oque acho meio contraditório no carro elétrico , alem dos motivos sitados pelo Flavio , é que a energia elétrica , também não é totalmente limpa , alaga-se florestas p construir hidrelétricas as termoelétricas também poluem , e essas são a maioria usadas como fonte de energia no nosso Brasil , e se o carro elétrico não for auto-suficiente com a recuperação da energia , estaremos fudidos na mão da CPFL( no caso do estado de Sao Paulo )
    , não poderemos nem escolher de quem vamos comprar a tal “energia limpa “

  • Eles vão dominar sim! Mas vai ser legal e veio na hora certa. Já que estamos na merda, e a galera da F-1 largar essa mania de categoria tecnológica e fazer um puta campeonato com motor aspirado,Turbo,duas marcas de pneus.As vezes quando o fim parece próximo aproveitamos mais a vida.

  • É uma merda, mas quando pensamos na quantidade de filtros de ar e óleo, óleos, correias, óleo de câmbio de um motor a combustão… a eficiência e simplicidade do motor elétrico é muito maior. Mas claro, preferimos e sempre preferiremos o ronco e o cheiro dos 2T e até dos 4T!

  • A vinheta da abertura do GP às 10 usa o som do motor dos Fórmula 1 pré 2014. Acho que ninguém na imprensa automotiva usa o som atual para sonorizar vinhetas, pelo menos até agora aqui não vi nenhum. Creio que o som pré 2014 vai continuar a ser usado até depois do dia que eletrificação total chegar de vez.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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