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Sunday, 3 de December de 2017 - 17:28One comment

ONE COMMENT

Se a chefia da Audi na Fórmula E tivesse o Crispim em vez desses alemães atrapalhados, Abt não seria desclassificado e não perderia a vitória que obteve na pista hoje em Hong Kong. Aliás, a terceira vitória retirada de seus pilotos por bobeadas do time (Di Grassi em Berlim e no México, em temporadas passadas). A turma de Ingolstadt vai recorrer. Rosenqvist herdou a primeira posição. Ah, Crispim está na foto entre o Emerson, de camisa vermelha, e o Edgard Mello Filho, de camisa aberta. O carro é o Malzoni #7 que Fittipaldi dividiu com Jan Balder nas Mil Milhas de 1966. O cabeludo do lado do “Rato” é Cacaio, sobrinho do Marinho, que morreu em Petrópolis em 1968.

crispimno7

16 comentários

  1. CHAGAS says:

    Pelo menos essa pataquada premiou o melhor piloto da corrida 2. Rosenqvist pilotou demais, rodou perdeu um monte de posição e foi escalando o pelotão. Ele é muito agressivo e sua equipe é uma das melhores do campeonato. Olho nele pode tirar a supremacia Di Grassi/Buemi da F-E. Aliás Di Grassi teve um fim de semana pra esquecer. Nelsinho foi bem na primeira corrida, já na segunda treinou mal e não fez nada para se recuperar.

    • Jonas says:

      O Rosenqvist realmente fez uma ótima corrida. Mas acho que ele deveria ser punido. Quando rodou tentou voltar atrapalhando os outros carros. E também fiquei com a impressão que naquela rodada dele o Nelsinho ultrapassou em bandeira amarela. Alguém sabe se aquela volta em que o Nelsinho perdeu várias posições foi devido à passagem pelo box por punição?

      • CHAGAS says:

        Não entendi também, mas se fosse punição o pessoal da Fox teria a informação para nos passar. Acredito que deva ter errado algum ponto e perdido as posições para os carros pois eles estavam próximos.

  2. luiz roberto sala says:

    Flavio tens toda razão quem tem Miguel Crispim como chefe de equipe tem meio caminho para á vitoria . Acredito que em qualquer categoria. A capacidade e criatividade do Miguel é coisa de outro mundo. Mande um grande abraço ao Miguel

  3. Luiz AG says:

    Olha como está escrito Esso. Era tão difícil assim na época pintar em cima de um gabarito?

    • Ricardo Bigliazzi says:

      Também reparei na improvisação do nome do patrocinador. Essa foto devia ser enviada para a Exxon, os caras iriam gostar de tê-la em seu acervo.

      Emerson é Deus para o nosso Automobilismo, olha ele lá junto com os seus discípulos. Que historia linda esse pessoal viveu!

  4. João Paulo Toledo Piza says:

    O Emerson tá mais com cara de Jerry Lewis ,tá engraçado!!

  5. Fumio Kurihara says:

    Delicia poder ler essas historias antigas

  6. Bruno Carlo says:

    Quatro lendas em apenas uma foto:
    Emerson, Crispim, Edgard e Malzoni #7

  7. Eduardo Aranha says:

    A mais emocionante final das Mil Milhas! Crispim, no box, segurando, na mão, o cabo de vela do motor DKW do Emerson, para o motor voltar a funcionar, no momento em que estava liderando a corrida, nos minutos finais. Conseguiu fazer o carro voltar a pista, para a explosão de delírio da enorme torcida, infelizmente parou logo depois.

  8. Custodio says:

    Nao entendi buiufas da comparação! Hahahahahhaha ….. vai Formula E, e de repente Crispin em 1966… que belezaaa

    • JJunior says:

      Leia novamente…a comparação é obvia: Enquanto os alemães da Audi fazem um monte de bobagens que culmina na desclassificação de seus pilotos, o Crispim, mecânico do Emerson e cia, segura um cabo de velas na mão para não deixar o piloto abandonar a corrida.

  9. Clayton Moura Belo says:

    Caro Gomov, em tempos “politicamente corretos”, mando-lhe um link para você (caso ainda não tenha assistido) e para os leitores do blog ( https://m.youtube.com/watch?v=EmlgEP-ihls) . Much better than Berlin’s Orchestra!!!

    • Flavio Gomes says:

      Não tem DKW, nem Trabant. Esses caras são loucos?

      • Farid Salim Junior says:

        Fizeram falta, sim, principalmente os DKW – que considero os mais importantes historicamente.
        Mas, que coisa linda ver aquele SAAB Sonett e os caminhões com aquelas usinas berrando alto! É de arrepiar!!!
        Quando garoto, viajei com meu pai pela Europa e vi alguns Sonett… Fiquei apaixonado! Pequenos, leves, velozes e lindos! Bons tempos…

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