GIOVINAZZI & RAIKKONEN

20187261551301_dcd1826jy208_IIRIO(vem, sol!) – Esta será a dupla da Sauber para o ano que vem. A equipe confirmou hoje, obviamente sob os desígnios da Ferrari, o italiano Antonio Giovinazzi como titular ao lado de Kimi Raikkonen na próxima temporada. Ele disputou dois GPs pela equipe no ano passado, na Austrália e na China, no lugar de Pascal Wehrlein, que estava contundido. Por isso, tecnicamente, não pode ser considerado um estreante. Quem rodou foi Marcus Ericsson, que continuará no time como piloto reserva, “membro da família Sauber”.

Oxe. Ao ler as declarações do sueco no release oficial da equipe, fiquei me perguntando como esses caras se submetem a esses rebaixamentos com tanta suavidade e brandura. Eu mandaria todos às favas. Mas ninguém quer se queimar, ou perder a possibilidade de uma boquinha. Ericsson agradece a oportunidade, diz que fica feliz em continuar e tal. Considera-se substituído por Raikkonen, não Giovinazzi — que está sendo descrito pela Sauber como substituto de Leclerc.

Seja como for, a F-1 não perde nada com a saída de Ericsson, um piloto medíocre, e ganha com um italiano vestindo as cores da Alfa Romeo. Salvo engano, o último piloto do país a disputar uma temporada inteira foi Vitantonio Liuzzi em 2011. A última vitória italiana na categoria está bem longe no tempo: foi de Fisichella na Malásia em 2006, pela Renault. São 43 vitórias de pilotos da Bota na história, o que mostra que nesse quesito o país não é dos mais bem-sucedidos nas pistas — ao contrário do que acontece com suas máquinas maravilhosas.

Aos poucos, o quebra-cabeça de 2019 vai sendo completado. Aguardemos os próximos movimentos.

Comentários

    • Só um detalhezinho, a equipe é basicamente italiana e ele é ITALIANO , e o Nars é um brasileiro de origem libanesa, nem oriundi é. E também não é um piloto acima da média para ter mais privilégios que um da “casa” e que ainda não pode provar seu valor , e o Nars já provou que é somente um bom piloto e não um super piloto, como quando surgiu Vestapinho, que por sua qualidade ascendeu a categorias dos protagonistas. Vamos ver a que veio o GIOVANAZZI , a Italia não tem um campeão desde Ascari e um piloto promissor (ganhador) desde a morte de Giunti. e isto faz muito tempo para o pais que tem a mais tradicional equipe de Formula 1.

  • Nunca fui fã do Ericsson. Mas esse Giovinazzi é PIOR que o sueco.
    Mais envergonhado do que o sueco por aceitar ser rebaixado na Sauber, deveria estar o italiano que só está lá por ter sido pela Ferrari, pelo simples fato de ser italiano.
    Vai dar menos trabalho ao Raikkonen do que daria o Ericsson.

    • Ericsson melhor que Giovinazzi? Isso só pode ser piada.
      Ou você quis dizer que o sueco é mais experiente? Assim tudo bem, mas obviamente que bastariam algumas corridas pro dito cujo comer poeira do italiano.

  • Sueco medíocre, mas deu um puta suadouro no Nars, que tb se achava o melhor piloto e era apenas mediano!! Andou melhor q o Nars no segundo semestre e só no Brasil q o Nars andou super bem e marcou pontos.
    Sempre achei o Nars mediano tb!!

  • Estava lendo no WARM UP, sobre a opinião do NIco a respeito de OCON. Cara que coisa, esse WARM UP é jornalismo de 5a categoria. Precisa mesmo fazer uma chamada “às avessas” distorcendo o conteúdo que vem depois? Não sei como chama isso mas vocÊ entra na matéria e se sente um trouxa. Achei que F1 era assunto para pessoas com estudo pelo menos. Redaçãozinha de 5a. Fica aqui minha opinião.

  • giovinazzi na sauber;
    gasly na redbull;
    leclerc na ferrari;
    norris na mclaren;
    pôxa…… e essa choradeira do toto ….. a mercedes é que teve sua oportunidade sim quando rosberg saiu … era pra ter o ocon ou wherlain NAQUELE MOMENTO …. mas foram muito chicken ( ou huhn em alemão … rs ) e colocaram o bottas, que nem era de seu programa de pilotos ! risco é risco oras !

    • Wehrlein seria a escolha, se a ideia fosse promover alguém do programa. Ocon seria a segunda opção.
      Até foi compreensível a escolha do Bottas, um cara em ascensão, com experiência, e sem estrelismo. Seria o segundão perfeito pro Hamilton, e, eventualmente, um futuro primeiro piloto. Mas aí se descobriu que ele tem alma de eterno segundão. Mesmo que o Hamilton saísse amanhã da equipe, o Bottas não colocaria a bola embaixo do braço e tomaria conta do campo.

  • E o último italiano à disputar um GP por uma equipe italiana foi Fisichella, pela Ferrari em 2009 (apenas cinco provas). Ivan Capelli foi o último titular pela Scuderia, em 1992. Liuzzi alternava o cockpit com Scott Speed na também italiana Toro Rosso, ao longo de 2006. E o ultimo italiano à competir sob o nome Afa Romeo foi Ricardo Patrese, em 1985.

    • Fisichella, o homem das vitórias improváveis… Que, por sinal, como “prêmio” pela ótima fase na Force India, pegou um dos carros mais complicados que a Ferrari teve nos anos 2000. Queria ver ele naquela puta fase que estava, pilotando a máquina desse ano, por exemplo.
      Mas não era piloto pra ser campeão. Faltava alguma coisa nele. Talvez gana, ou “sangue nos olhos” como se fala hj.
      Mas a Sauber, por mais que hoje tenha roupa italiana, continua tendo DNA suíço.

    • Evoluiu porque o carro evoluiu. Ele numa Ferrari até beliscaria um pódio. Mas é fraquinho demais. A maior virtude dele é que ele se acha melhor do que é realmente. E por incrível que pareça, isso conta pontos pra ele.
      Mas claro que Sirotkin e Hartley são tão ruins ou piores que ele. E pro russo nem tem a desculpa da draga do carro, pois o Stroll, que também não é ninguém na fila do pão, mas tem o fator “dono da bola”, no caso, da $, mostra mais serviço, apesar de tudo.