Comentários

  • Senna foi um grande piloto, mas sem exagero, o ufanista Galvão Bueno chora forçadamente em programas daquela Globo procurando fazer uma dramatização para comover o telespectador só faltando dizer que Senna foi a reencarnação de Cristo, não vamos exagerar, não é por aí.

  • Eu acredito que o melhor de Senna ficou na McLaren. O brasileiro, se não morresse e já com 34 anos (mais velho que Vettel nos dias de hoje), iria penar com Schumacher dali em diante.

    A tragédia o isentou de passar maus momentos na categoria e o elevou à condição de “maior do mundo” pelos saudosistas.

  • Análise sóbria e precisa, baseada em fatos. Em nada diminui o mérito do Ayrton, mas foi isso. Haja paciência Flávio pra certas coisas aqui. Como vc não sente a presença dele aqui? Rsrs. Abs

  • Claro que o marketing envolvido, mais a beatificação pela Rede Bobo, transformaram Senna em iluminado e sobre-humano.

    Mas, independemente de qualquer análise de resultados, até pela eterna dificuldade de comparação entre pilotos, Senna para mim se enquadrava na categoria dos “faca nos dentes”. São aqueles pilotos que, além de capacidade técnica e velocidade bem acima da média, tem um nível de agressividade e disposição para a disputa diferenciado. Sempre darão show. Para citar alguns exemplos, das gerações mais recentes: Schumi, Senna, Hamilton, Verstappen e Alonso. Häkkinen, talvez. Montoya, que não foi campeão mas poderia ter sido. E ia para cima como poucos.
    Campeões de primeira linha porém “pouco agressivos demais”: Prost, Vettel, Button.

  • Nossa mais desonesto do que isto, só o bolsonaro.Em 88 o senna só ganhou do Prost. nos outros anos como você mesmo disse foi mais competitivo, mas em 88 correu sozinho , o Prost pra voce era ninguém. Mas interessante , se tem um piloto que ganhou sozinho, alguns dos seus campeonatos, e aquele da ferrari onde o melhor carro , ferrari, os companheiros do seu ídolo, eram obrigados a vergonhosamente parar o carro pro campeão, este sim , ganhar sozinho. Mas ser parcial da muitas curtidas

  • FG, em 2010 escrevi um artigo, que na epoca foi publicado em alguns forums de F1
    Ia mais ou menos na mesma linha, mas focando nos anos pre McLaren…

    1o de maio. Saudades sim…fanatismo, não
    O nome de Ayrton representa muito para o Brasil, e sua perda, naquele fatídico 1o de Maio de 1994, tornou-o um mito, para o qual não cabe discussão para seus torcedores e sobre o qual esquece-se de analisar à luz dos fatos.
    Sabemos que com torcedores não há a possibilidade de usar a razão, pois torcida implica paixão, mas nós, aficionados do automobilismo, precisamos mais ponderação ao ver os fatos, e emitir opinião sobre eles.
    Apenas em relação aos pilotos brasileiros.
    Ayrton Senna foi um grande piloto? Sem dúvida, como houveram alguns. Poucos como ele.
    Realizou classificações e corridas memoráveis, emocionando e enchendo de orgulho um povo que tinha poucos motivos para tais sentimentos? Claro, como fizeram outros antes dele.
    Tinha uma orientação para o marketing inata? Como poucos.
    Tinha uma enorme estrutura de marketing por trás dele? Como nenhum outro.
    Fazia qualquer carro andar mais e, conforme pudemos ouvir recentemente na imprensa, fez com que carros que seriam como a Hispânia hoje em dia, chegassem a resultados expressivos. Será?
    Vamos aos fatos:
    Ayrton estreou na F1 em 1984, correndo pela Toleman, que anos depois foi comprada e se tornou a Benneton e, depois Renault.
    Neste ano reside o grande argumento do torcedor de Ayrton para provar que ele fazia qualquer carro andar.
    Em 1984, com a Toleman, Ayrton esteve na zona de pontuação por 5 vezes, tendo inclusive aquele memorável 2 lugar em Mônaco debaixo de chuva e com patriotada francesa.
    Pois bem. Olivier Panis ganhou em Mônaco debaixo de chuva guiando um carro que não era o mais votado, e nem por isso os franceses o consideram um novo Prost, nem alguém que faz qualquer carro andar.
    O.k., mas ele (Ayrton) esteve em cinco ocasiões entre os seis primeiros com uma Toleman!
    Está certo. Mas como grandes conhecedores da F1, os torcedores do Ayrton já ouviram falar dos absolutamente fantásticos, entre os melhores pilotos do mundo Bruno Giacomelli, Derek Warwick, Stefan Johanson e Teo Fabi.
    Como? Eles foram apenas pilotos medianos? Pois é.
    Estes pilotos apenas medianos, com uma Toleman, entre 1983 e 1985 período que inclui o ano que Ayrton estava por lá, conquistaram uma Pole, com Teo Fabi, (Alemanha, 1985), e ficaram entre os seis primeiros 4 vezes com Derek Warwick (Holanda, Itália, Europa e África do Sul, todas em 1983), 1 vez com Bruno Giacomelli (Europa, 1983), e 1 com Stefan Johanson (Itália, 1984), este último apenas em três corridas pela equipe.
    Donde se conclui que a Toleman não era nenhuma Minardi, ou para ser mais atual, Hispânia.
    O.k., mas e na Lotus?
    Tudo bem, vamos falar de Lotus.
    Uma das mais tradicionais equipes de F1, teve momentos gloriosos nas mão de pilotos como Emerson Fittipalddi e Mário Andretti, para não citar uma lista enorme de nomes ilustríssimos.
    A Lotus deu a primeira vitória para Ayrton, no memorável GP de Estoril, Portugal, 1985.
    Talvez os fãs de Ayrton, não saibam, mas no GP seguinte, em San Marino, a Lotus voltou a vencer. Com Elio de Angelis.
    Neste ano de 1985, a Lotus chegou entre os seis primeiros 17 vezes, sendo 6 com o Ayrton e 11 com o Elio de Angelis, ganhou três vezes, 2 com o Ayrton e uma com o Elio de Angelis.
    Diante de tal equilíbrio, ou temos aqui dois gênios da F1, ou a Lotus era uma equipe pela qual era normal bons pilotos terem bons resultados.
    Em 1986, a Lotus/Renault se tornou definitivamente a terceira força da F1, atrás apenas da Willians/Honda e Mclaren/Tag. O ano de 2001 da F1 nos mostrou que é perfeitamente normal que um equipe que representa a terceira força da F1 ganhe ou faça grandes corridas, como foi o caso de Ralf Shumacher e Juan Pablo Montoya brigando (literalmente) entre si. Ayrton ganhou 2 corridas. Ralf ganhou 3. Será Ralf um novo gênio? Não. É normal.
    Imaginem então quando a terceira força tem apenas um piloto a quem se dedicar. Sabem que era o companheiro de Ayrton na Lotus este ano? O inesquecível Johnny Dunfries (quem?), que esteve entre os seis por duas vezes.
    Em 1987, ano do tricampeonato de Piquet, com seu terceiro motor e terceiro pneu diferente, a Lotus, agora com o mesmo motor Honda de Piquet, continuou como terceira equipe, dando a Ayrton 2 vitórias. O lendário companheiro de Ayrton neste ano, Satoru Nakagima esteve entre os seis por 4 vezes.
    Daí para frente, Mclaren. Melhor motor, melhor carro, melhor equipe e um acertador de carros de primeira como companheiro, Alain Prost.
    Só para finalizar: 1994, ano da grande perda para o automobilismo, também para nós, que não somos fanáticos cegos.
    O “carro de outro planeta”, deixou de ser o melhor?
    Três GPs. Shumacher 3 X 0 Ayrton. Mas uma enorme perda. Seria um grande duelo. Com dois grandes pilotos que se equivaleram em talento e determinação.

      • Discordo!
        Senna foi um piloto muito acima da média!
        Em 1994, a Willians não era de outro planeta! Foi o ano que foi banida a eletrônica, mas mantendo a mesma potência de antes. Como o Flávio mesmo já relatou, o próprio Ayrton disse que na vez dele, erram a mão no carro.
        Mas, que sou para concordar ou discordar?
        Apenas acompanho a F1 desde os 13 anos de idade (1986), sendo super fã do Piquet. Antes de 1986, as lembranças já nao ajudam, mas lembro segundo lugar em Mônaco do Senna e do Piquet com a Brabham com um “buraco” no bico para refrigeração.
        Vocês é que são os experts no assunto.

    • Bem, vamos lá. Senna fazia sua primeira temporada em 1984. Bruno Giacomelli corria na F1 desde 1977; Derek Warwick estreou em 1981 pela Toleman, e lá correu até ir para a Renault em 1984; Stefan Johansson estreou em 1980; e Teo Fabi, que estreou dois anos antes de Senna, pegou a Toleman já fortemente patrocinada – e comprada – pela Benetton. E você provavelmente esqueceu de citar que a pole do Teo Fabi na Alemanha em 1985 ocoreu porque ele marcou o melhor tempo de sexta, e no sábado a qualificação foi sob chuva.

      Então, você está comparando um estreante com pilotos mais experientes. E quem acompanha F1 sabe que essa comparação é descabida. A Toleman nunca foi nenhuma Minardi, mas também não era carro para vencer corridas muito em função do motor Hart. Venceram em 1986, mas já sob forte investimento da Benetton e já com motores BMW.

      Mas vamos nos ater a 1984. Nesse ano, sua primeira temporada, Senna venceu a outra Toleman em todas as corridas da temporada em que ele correu – registrando três pódios. Olhando para 1983 a 1985, falando de Toleman, Bruno Giacomelli – um piloto experiente, ex-Mclaren e ex-Alfa Romeo, piloto oficial da marca italiana, conseguiu um mísero sexto lugar no GP da Europa em 1983, que caiu no seu colo basicamente porque Patrick Tambay ficou sem freios no final da corrida. De novo, a Toleman não era a Minardi da sua era, mas também não era uma equipe de ponta. Era um carro de meio de grid, numa época em que havia 15 ou 16 equipes por temporada. E estamos falando da primeira era turbo. Os carros quebravam naquela época, inclusive os das equipes grandes. Em várias ocasiões equipes menores pontuavam apenas por não quebrar.

      1985, San Marino. Vitória de Elio de Angelis, um piloto que vinha na Lotus desde 1980 e que pontuava com constância numa equipe que era uma das grandes da F1. Venceu, tem mérito por ter vencido. Mas venceu porque Alain Prost foi desclassificado após chegar em primeiro por problemas com o peso mínimo do carro – e porque Senna e Stefan Johansson, agora na Ferrari, ficaram sem combustível nas voltas finais. Senna inclusive fez a pole naquela corrida, a segunda de outras sete que ele conquistaria naquela temporada.

      1986. Sim, a Lotus era a terceira força. Numa temporada amplamente dominada pela Williams, que venceu 9 das 16 corridas. A Mclaren, que conseguiu faturar o título de pilotos depois da trapalhada da Williams em Adelaide, venceu 4 corridas. Então as duas maiores equipes da época venceram 13 das 16 corridas. Das outra 3, Senna venceu 2. Uma coisa é dizer que a Lotus era a terceira força, e outra muito diferente é afirmar que “é normal que o terceiro time vença”, e pinçar como evidência a temporada de 2001, onde a Williams venceu 4 corridas de um total de 17, numa temporada muito mais equilibrada do que foi 1985. Basta ver os resultados dos dois carros da Lotus em 1985 e dos dois carros da Williams em 2001, e compara-los com as equipes líderes (Williams e McLaren em 1985, Ferrari e McLaren em 2001) para ver que essa comparação é absurda. Ralf 3 x 2 Senna. Ralf tinha um carro comparativamente melhor. Inclusive a Williams era equipe de fábrica da BMW; em 1985 a Lotus era cliente da Renault.

      1987. Senna na Lotus com a Honda. Duas vitórias e oito pódios em 16 corridas. Satoru Nakajima pontuou 4 vezes com o mesmo carro.

      1988 e 1989. Prost e Senna não compartilhavam acerto de seus carros. 1990 e 1991 não são citados na sua análise, mas pudera: Senna campeão com 14 vitórias em 32 corridas. Aliás, em 1990 a Ferrari já tinha câmbio semi-automático e Alain Prost, e em 1991 a Williams tinha um carro superior.

      1992, três vitórias num ano amplamente dominado pela Williams; 1993, cinco vitórias com a McLaren-Cosworth, um carro consideravelmente menos potente e menos avançado eletronicamente do que a Williams – e que agora enfrentava oposição também da Benetton de John Barnard e que tinha motor de fábrica da Ford.

      Por fim, 1994. Isso é notório e talvez nem precisasse ser dito. Mas a Williams de Adrian Newey era um carro que dependia de nivelamento automático para que sua aerodinâmica funcionasse. Sem a suspensão ativa, o carro não era mais o mesmo. Além disso a Benetton tinha um carro claramente irregular, tanto que foi punida ao longo da temporada por isso. Provavelmente Senna venceria em Imola, depois de ter feito a pole.

      Por fim, combinar dados selecionados a dedo, retirando-os de seus respectivos contextos históricos, é apenas injusto.

      • Nossa que aula, falou e disse. Parabéns. O cara era mesmo fora da curva, podem falar o que quiser mas o cara era foda mesmo. Dava gosto vê-lo destruindo os adversários. E conseguir 5 vitórios contra aquele carro da Willians de 1993 foi um feito espetacular. O carro tinha suspensão ativa, freios ABS, cambio totalmente automático, um motor super potente e um monte de parafernálias que parecia mais um sedã de luxo dos dias atuais. Um abraço.

  • Senna e mais três pilotos da época (Prost, Piquet e Mansell) eram muito acima da média em qualquer temporada em que houvesse Fórmula 1.
    Na temporada de 88 a Mclaren era muito melhor assim como foi a Ferrari de Schumacher, a Red Bull de Vettel e a Mercedes de Lewis e ainda Rosberg ganhou dele em 2016.
    Falar que correu sozinho é o mesmo que dizer que Schumacher, Vettel e Lewis ganharam também, simples.
    O grid atual também tem pilotos no mínimo suspeitos de técnica como Stroll, Grosjean, Magnussen, Giovinazzi, Latifi, isso só pq tem 20 pilotos e citei 1/4 do grid…
    Enfim, cada piloto tem seus méritos. Assim como Senna teve muitos méritos em ganhar seus títulos e 41 corridas com 161 gps.

  • Topo da cadeia alimentar….como foram Schumacher, Prost, Fangio, Clark, Hamilton, Piquet, Lauda, Stewart……..mas perde em alguns critérios, os GIGANTES tem que:
    1. Ganhar mais de 1 campeonato (1 pode ser acaso, Massa sempre foi melhor que Button)
    2. crit 1 + Campeão não em sequência (Prost foi maior que Vettel)
    3. crit. 2 + Campeão em 2 equipes diferentes ou mais (Piquet guiou mais que Alonso / Schumacher guiou mais que Senna)
    4. Tem que ter ajudado alguma equipe a crescer. (Alonso já teria caído mas derrubamos nesse critério e em tantos outros como perder campeonato por não conseguir ultrapassar o Petrov)
    5. “Se” não existe…………valendo para Senna, deveria valer para Clark (o maior), Villeneuve, Bianchi, Rindt….

  • Flavio,

    Sensacional e muito bem embasado. Senna, sem dúvida nenhuma, foi um piloto extraordinário, mas vale muito a pena explicar tecnicamente como o mundo da F1 funciona e quais eram as características de cada campeonato. O fanatismo cega todos, seja no esporte, na religião ou na política (essa última então rs…)

      • 1994: Ganhou fazendo vigarice após bater sozinho
        1995: Ganhou do excepcional Damon Hill
        1996: Perdeu do excepcional Damon Hill
        1997: Perdeu fazendo vigarice
        1998: Perdeu para o fantástico Mika Hakkinen
        1999: Perdeu para o fantástico Mika Hakkinen, Irvine e Frentzen
        2000: Ganhou do Barrichello
        2001: Ganhou do Barrichello fazendo vigarice na Áustria
        2002: Ganhou do Barrichello fazendo vigarice na Áustria
        2003: Ganhou do Barrichello
        2004: Ganhou do Barrichello
        2005: Perdeu para o Alonso
        2006: Perdeu para o Alonso

        No período citado acima, sempre teve carro de ponta. Nunca ganhou de ninguém e também sempre perdeu de ninguém. Ganhou e perdeu fazendo vigarice.

        Aceita, Pinto!

      • Deixe de ser tendenciosa, viúva!

        1994: Devido à morte de Senna, a FIA fez de tudo para equilibrar o Mundial e aplicou penalidades severíssimas no alemão. Tanto isso é verdade, que a FIA fechou os olhos na vigarice da Austrália, dando um refresco ao Maior do Mundo, sabedora que tinha conseguido equilibrar a disputa até o final.

        1999: Quebrou a perna.

        2005: Quem perdeu para o Alonso foi Raikkonen. Informe-se melhor!

        Façamos o seguinte: somemos todos os títulos dos campeões mundiais que derrotaram o alemão:
        Hill (1) + Villeneuve (1) + Hakkinen (2) + Alonso (2) = 6 títulos.

        Os quatro campeões SOMADOS não dá um Schumacher!

        Hahahahahahaha!

  • Mais uma materia do mesmo assunto pra gerar polemicas e incentivar os cliques de leitores. Originalidade zero e conteudo pior ainda, bons tempos aqueles de conteudos e criatividade que nao voltam mais tal como a Folha.

  • Ganhar com o melhor carro é uma normalidade na F-1, sempre foi assim.

    O que diferencia certos pilotos é a capacidade de contribuir na construção do time (no aspecto técnico e na coesão do grupo). Como exemplo para esses pilotos posso citar o Schumacher (5 títulos) e o Idiota Veloz Espanhol quando defenderam a Ferrari.

    Senna parecia ser bom nesses dois aspectos, deve ter aprendido muito com o Prost, e depois colocou uma pressão tremenda nele (como Piquet deve ter feito ao ser parceiro do Lauda). Acho que o auge do Senna na Mclarem nesse aspecto contributivo foi na temporada de 93, onde foi decisivo na construção daquele super eficiente carro, que se estivesse equipado com motor Renault provavelmente o levaria para o Tetra Campeonato em 93.

  • rsrsrrsr – ri muito com a constatação (que não é óbvia para todos) que os outros pilotos também trocavam de marcha, e seus carros eram trepidantes e barulhentos como o monoposto do Senna. Se a gente exibir um onboard do último na classificação em Mônaco, por exemplo, a gente verá ele enfrentando os mesmos desafios que Senna, talvez até mais, pois o chassis é bem pior do que o do carro dominante. Volante irrequieto, vibrações insanas, urro do motor, guard rail a centímetros, mudanças na “palanca” a cada três segundos ou menos…é tudo igualzinho!!! Só o cronômetro vai salientar a diferença entre equipamento e piloto no final das contas; bote uma trilha sonora épica entremeada com o som do motor no vídeo do Boutsen em Mônaco, e teremos outro herói da velocidade.
    Gostei do vídeo, Ayrton não correu contra todo mundo quando valia título mesmo, foi superior ao Prost o que já é uma enorme façanha…e isso basta.

  • Fiquei curioso agora para saber quem seriam os 100 maiores pilotos de todos os tempos na sua opinião. Houveram 108 pilotos que já venceram um GP (Patrese ganhou 6 e Boutsen 3), mas não creio que realmente os colocaria entre os 100 melhores.

  • Olha amigos, não sou sennista, nem viúva, nem nada disso, torci muito mais pelo Piquet do que pelo Senna em minha vida, mas acho sinceramente que quem correu meio sozinho foi o grande Schumacher. Meio esquisita essa fala ai dele.

  • Concordo com o teor do vídeo. Na verdade, a F1 é assim, a disputa geralmente é entre 2 pilotos. Discordo, apenas, quando diz que “na verdade quem correu contra ninguém foi o Senna”. Nem Schumacher, nem Hamilton, nem Vettel e nem Senna. É estar no carro bom na hora certa e fazer valer.

  • Considero a melhor temporada do AS uma que ele não ganhou, 1993, com o McLaren com o motor Ford Cosworth de 2º linha, o de 1ª era exclusividade da Beneton. Com um carro sem suspensão ativa e um motor mais fraco ele mostrou enorme superioridade de ¨Braço¨ diante dos concorrentes, dava até dó comparar com os outros…

    • Em 1993 McLaren e também a Benetton já tinham os recursos eletrônicos de que a Williams já dispunha, inclusive suspensão ativa e câmbio semi-automático. O problema da Mp4/8 era motor. A partir do GP da Alemanha a McLaren recebeu motores iguais aos da Benetton.

  • Prezado Flávio Gomes, para alguem que acha que LADA e DKW é carro, é comprensivel sua implicancia, persistiva com o Ayrton Senna – sempre criticando as homenagens e etc… alguem vai na sua casa discordar de seu gosto esdruxulo de seus carros ????? , que alias pude presenciar ( e sou piloto) o qual voce pilota muito Mal ? Voce não era nascido e eu já estava nos boxes da Formula 2 em 1971 – voce não tem capacidade nenhuma, tecnicamente falando, de fazer materias. Estive dentro da F1 muito antes e mais que voce, E VOCE SÓ PODE SE CONTRADIZER … VOCE É TÃO SEM NOÇÃO E CONSTRUIU UM “PERSONAGEM” RANZINZA” sim eu sei que voce faz isto, pra criar polemica e clicks, mas vai cobrir futebol. Não sou Sennista – ou nada parecido, mas lembre-se contrariando o que voce mesmo disse – ele PEGOU UM TOLEMAM e fez acontecer. respeite não só quem elevou nossa bandeira seja na F1 ou qualquer esporte . acima de tudo , respeite o gosto das pessoas e não fale tanta besteira. eu esmagaria voce numa LIVE sem ler nada , só com palavras porque voce não vivenciou, e se vivenciou não aprendeu. A ser educado . é uma especie de Clodovil , que fazia tambem um personagem controverso, pra gerar audiência. mostre a cara e pare com bobagens, respeite quem o idolatra, quem se emociona com ele – assim como voce idolatra estes carros antigos que guarda em sua garagem.

      • Toleman foi comprada pela Benetton em 1985, que foi comprada pela Renault em 2002. Depois, foi comprada pelo grupo Genii Capital e grupo Lotus, tornando Lotus até 2015, quando foi adquirida novamente pela Renault. Ou seja, foi campeã de construtores em 1995, 2005 e 2006. Nossa, nem sabia que a Toleman tinha sido campeã!! hehehehehheheh

    • Vovô, você está tão descolado da realidade que dá até vergonha. “esmagaria você em uma live”, “Clodovil (pejorativamente colocado), “idolatra”, só fazem (mostram) de você um alienado, completamente fora da realidade. Este espaço aqui é sobre a vida….automobilismo e sobre o Brasil (ao lado de todos), então meu caro, descontamine por favor …beijo na alma!

    • Também não entendo esses detratores do seu, do meu, do NOSSO Eterno Tricampeão Daquelas Manhãs de Domingo ! Sem contar que, entre outros milagres operados, O Ungido venceu em Interlagos só com o ponto morto funcionando, até pelo fato de que a Terra é plana e isso certamente ajudou bastante.

  • Flavio, me tire uma dúvida: o que explica a diferença de performance do Senna em relação ao Prost no GP do Japão de 88? Até entendo a recuperação do Senna diante das outras equipes como normal, mas com o mesmo carro, o que fez diferença para o Prost perder a vantagem? Foi acerto do carro, problema mecânico?

  • 1988 foi um campeonato chato pra cacete em termos de competitividade, com McLaren não muito diferente de Williams 1992, Ferrari 2002 ou RedBull e Mercedes recentemente. Não era incomum Senna e Prost botarem volta em todo o restante do grid.

    Senna x Prost aliás ainda não era Senna x Prost em 1988; a tal rivalidade foi recrudescer ao longo da temporada seguinte.

    Interessante é que, na hora de pinçar performances interessantes de Senna, muito se fala dos períodos 1986-7 (quando ele não tinha muita coisa a perder) e 1992-3 (quando ele não tinha muita coisa a ganhar).

  • Excelente vídeo Flavio!
    Fica então a pergunta inversa: qual foi o piloto que correu contra mais adversários, ou em que ano o campeonato foi mais disputado? Daqueles que eu tenho ainda uma vaga lembrança, fico com 1981:

    Piquet de Brabham (50pts) de Brabham (61 pts)
    Reutmann (49) de Williams (95)
    Alan Jones (46) de Williams (95)
    Laffite (44) de Ligier (44)
    Prost (43) de Renault (54)

    Parece apertado, com uma diferença de 7 pts entre os 4 primeiros numa época em que o primeiro colocado ganhava 6pts. Acho que os carros eram mais próximos sim, mas também acredito que a menor confiabilidade deles ajuda, porque gera o imponderável.

  • Excepcional! É por isso que amo corrida, mas não converso sobre o assunto com ninguém! No Brasil, é difícil conversar sobre qualquer coisa que já vem :…na época do Senna…” ele era um dos melhores, mas não era Deus