N’ITÁLIA (3)

RIO (lá como cá) – A Fórmula 1 respirou domingo em Monza. Já estava dando nos nervos a mesmice de Mercedes e Hamilton na frente, vai continuar sendo assim até o fim do ano e provavelmente no ano que vem, mas de tempos em tempos a gente precisa de uma corrida dessas. Gasly em primeiro, Sainz Jr. em segundo, Stroll em terceiro. As casas de apostas devem ter quebrado ontem, se algum cravou esse trio seco no pódio.

E tudo graças a Kevin Magnussen. Obrigado, Kevin! Foi a quebra de seu carro, na volta 19, que despertou no dinamarquês uma estranha necessidade de ser gentil. Ele poderia largar o carro em qualquer lugar, mas se dirigiu às proximidades da entrada dos boxes e encostou no gramado num ponto em que os comissários precisariam apenas puxar o carro para trás. Assim, não atrapalharia ninguém. Deixaria o GP da Itália como chegou: sem ser notado.

Ocorre que os comissários não puxaram o carro. Porque ele não passaria pelo vão entre o guard-rail, que deve estar desobstruído o tempo todo. Em vez disso, começaram a empurrá-lo em direção aos boxes. Talvez tenham querido mostrar a mesma gentileza de Kevin: poxa, coitados dos mecânicos, vão ter de vir até aqui nesse sol de rachar buscar essa charanga velha, vamos levar lá.

E lá foram os comissários a empurrar a bagaça. Safety-car, claro, porque o carro estava na entrada dos boxes.

Comissários empurram a Haas: momento que decidiu a corrida

Quando isso aconteceu estávamos na 20ª volta de uma corrida chatíssima desde o início, em que Hamilton pulou na frente e sumiu. Bottas, o segundo colocado no grid, fizera uma largada patética caindo para sexto na primeira volta. Achou que tinha um pneu furado. Pelo rádio, o engenheiro respondeu: “Furado seu cu”. Não foi com essas palavras, exatamente, mas só sei que foi assim. Se aquela de Senna em Donington é considerada a melhor primeira volta da história, essa do Bottas pode ser colocada como a pior. Que horror, que horror.

De notável, até ali, a prova havia registrado apenas o abandono de Vettel na sexta volta, quando se defendia bravamente de George Russell na luta pela 17ª posição.

Russell. Décima. Sétima. Posição.

Vettel ficou sem freio na primeira chicane, passou direto, arrebentou as sinalizações de isopor e abandonou melancolicamente o GP da casa da Ferrari na sexta volta.

Sem. Freio. Sexta. Volta.

Vettel no isopor: mais um vexame da Ferrari

Deixando de lado o cavalinho rampante manco e voltando à vaca fria, foi no momento em que os comissários começaram a empurrar o carro de Magnussen em direção aos boxes na 20ª volta que o GP da Itália virou de cabeça para baixo.

Com o safety-car na pista, Hamilton e Giovinazzi correram para os boxes para trocar pneus. Mas não podiam. O pitlane ainda estava fechado. Nem Mercedes nem Alfa nem Lewis nem Tonico perceberam. Seriam punidos com um stop & go de 10 segundos, o que numa pista velocíssima como Monza representa o fim de qualquer chance de fazer algo decente na corrida.

Naquele momento, um detalhe passara despercebido da maioria. Uma volta antes da entrada do safety-car, Pierre Gasly, que vinha numa discreta décima colocação, fizera seu pit stop. Estava em 15° quando o carro de segurança foi acionado, e nessa hora quase todo mundo correu para os boxes assim que eles foram abertos. Latifi, Leclerc e Raikkonen também já tinham feito pit stops e igualmente se deram bem. Com um monte de gente saindo de sua frente, o francês da AlphaTauri apareceu do nada em terceiro na volta 23, atrás de Hamilton — que seria punido — e Stroll. Giovinazzi, Raikkonen e Leclerc vinham na sequência, com o pelotão todo embaralhado por conta das paradas de box.

A prova foi retomada na volta 24, mas não deu nem para esquentar a água do radiador. Antes de abrir a 25ª, Leclerc errou bisonhamente na Parabólica e se chocou violentamente contra a barreira de pneus. A corrida teve de ser interrompida com bandeira vermelha para refazer a proteção.

Lelcerc nos pneus: erro bisonho e fim de prova para o time de Maranello em casa

Como se sabe, nessas paralisações todo mundo vai para o pitlane, e quem quiser pode trocar de pneus e mexer no carro à vontade. A Alfa Romeo se deu mal porque, apesar de seus pilotos estarem bem posicionados para a nova largada, só tinha pneus macios usados sobrando e Giovinazzi ainda seria punido. Os dois conseguiriam um brilhareco no reinício da prova, especialmente Kimi, mas eram carta fora do baralho. Uma hora aquela borracha acabaria e eles seriam presas fáceis até para uma ambulância Caravan de quatro cilindros.

Gasly, porém, estava muito vivo. Em terceiro no grid para a nova largada, que foi realizada com todos paradinhos como se fosse outra corrida, o francês saltou muito bem e assumiu a segunda posição de Stroll, que partiu mal e perdeu posições também para a dupla da Alfa Romeo — com pneus macios e melhor tração. Sabendo que Lewis teria de pagar o pênalti, começou a sonhar com imagens com as abaixo. Que, afinal, viraram realidade.

A prova foi retomada na volta 28. Hamilton pulou na frente, mas decidiu pagar sua punição logo na primeira volta do “segundo tempo”, caindo para último. Gasly assumiu a ponta, com Raikkonen em segundo e Giovinazzi em terceiro. Só isso já teria valido o ingresso do domingo, se alguém tivesse pagado para entrar no autódromo.

Com Hamilton fora do páreo, Bottas se arrastando (era o oitavo na relargada) e Verstappen abandonando na 31ª volta com problemas de motor, Gasly, de cara para o vento, percebeu que poderia ganhar. Seu único problema seria Sainz Jr., que na volta 34 assumiu o segundo lugar ao ultrapassar o valente Raikkonen, que já estava ficando sem pneus. Stroll viria logo depois e também deixaria o finlandês para trás, passando a ocupar a terceira posição. Foi bonito ver Kimi lutando na frente de novo. Pena que depois disso ele foi caindo, caindo, até terminar a corrida em 13º.

Quando passou Raikkonen, Sainz tinha 3s9 de desvantagem para Gasly e 19 voltas para chegar no francesinho. Mas Pierre guiava com segurança e autoridade, virando ótimos tempos e monitorando a aproximação do espanhol. Que só chegou nas últimas voltas, recebendo a bandeirada 0s415 atrás do carro branco alpha-taurino. Pelo rádio, apesar da alegria da McLaren, choramingou. “Não sei se dou risada ou se choro. Uma voltinha a mais, era tudo que eu precisava! Tão perto, tão perto e ao mesmo tempo tão longe…”

O domingo era mesmo do menino que deu uma das maiores voltas por cima da história da F-1. Despachado da Red Bull no ano passado para a filial Toro Rosso por conta do mau desempenho, conseguiu fechar a temporada com um lindo segundo lugar em Interlagos, cravando o último pódio da história da Toro Rosso com esse nome.

Todos aplaudiram Gasly, até mesmo o desolado Binotto, da Ferrari

Já teria sido uma reação e tanto, aquele troféu ganho no Brasil. Para um time como a Toro Rosso, qualquer taça é resultado de uma proeza quase sobrenatural. Mas Pierre foi bem além com a vitória de ontem. Deu à AlphaTauri seu primeiro triunfo e ganhou uma corrida antes de seu substituto na Red Bull, Alexander Albon.

Quando tocou o hino da Itália com os três no pódio, foi impossível não lembrar de 2008, lá mesmo em Monza, quando Vettel ganhou o GP da Itália pela Toro Rosso. No fundo, apesar do nome diferente, é o mesmo time. E, nas duas vitórias, está lá o mesmo DNA: da querida Minardi, da lindíssima Faenza — onde se come um tiramisù inesquecível. “Gente, vocês viram o que fizemos?”, berrou Gasly pelo rádio assim que cruzou a linha de chegada. “A gente simplesmente ganhou a corrida!”

Foi isso. Gasly simplesmente ganhou a corrida.

McLaren, AlphaTauri e Racing Point: cadê a Mercedes?

Gasly, Sainz e Stroll levaram AlphaTauri, McLaren e Racing Point ao pódio. Apenas o time laranja, dos três, tinha levado uma tacinha este ano, com Orlandinho no GP da Áustria. A Force Martin, com este nome, também levou seu primeiro troféu. Quem poderia imaginar isso num GP normalmente tão previsível como o de Monza?

Norris, Bottas, Ricciardo, Hamilton, Ocon, Kvyat e Pérez fecharam o top-10 do GP da Itália. Como se vê, Lewis foi atrás de alguns pontinhos depois da punição, se recuperou como deu e terminou a prova com a melhor volta, recebendo a quadriculada 17s245 atrás do vencedor. Não fosse a infração anotada pelos comissários, ganharia com o pé nas costas.

Mas não tem “se” nessa história, não. Depois de receber seu troféu, tomar banho de champanhe e escutar a Marselhesa, Gasly se sentou no pódio e lá ficou por longos minutos olhando para o chão, enxugando as lágrimas e pensando na vida. “A gente nunca sabe quando vai poder viver momentos como esse de novo, então que demore bastante para passar”, justificou.

A França não vencia um GP desde 1996, com Olivier Panis em Mônaco. Fato, aliás, lembrado por um genuinamente feliz Romain Grosjean pelo rádio ao final da prova — vejam aqui aos 7min42s do vídeo da F-1 com os rádios da corrida. Foi lindo demais, tudo. A alegria do piloto, os abraços dos colegas, a felicidade dos mecânicos, os aplausos dos outros chefes de equipe… Como disse Toto Wolff, “foi uma derrota para a Mercedes, mas uma vitória para o esporte”.

Exatamente. A F-1 ganhou. Ainda que esses momentos sejam raros, são eles que nos fazem amar as corridas.

P1 para Gasly e a AlphaTauri: resultado histórico em Monza

Ah, só para constar: Hamilton continua mais líder do que nunca com 164 pontos, seguido por Bottas com 117 e Verstappen com 110. A briga a partir daí está ótima: Stroll e Norris com 57, Albon com 48, Leclerc com 45 e Gasly, agora, com 43.

Quem quase fez um pontinho foi Latifi, vejam só, que terminou a prova em 11º. Teria sido um bom presente de despedida para a família Williams, já que ontem, oficialmente, Claire se despediu da chefia do time. Frank, com problemas de saúde, nem pôde ir a Monza — sua última temporada, digamos, regular foi a de 2014; a partir daí, fez aparições esporádicas, a última delas em Silverstone no ano passado.

A despedida da Williams como a conhecemos: família se afastou de vez do time

E com essa imagem do adeus de Claire e da Williams como a conhecemos eu poderia terminar este texto, né?

Mas não vou.

Porque, acreditem ou não, Gola Profonda apareceu.

E foi apenas na noite de segunda-feira, depois de um sumiço de mais de 24 horas. E foi por telefone, o que é cada vez mais raro porque ele tem medo de grampos, escutas, essas coisas de filmes de espionagem como “A vida dos outros”. Eu digo a ele que é tudo bobagem, ninguém iria grampear o telefone de um reles funcionário da Ferrari, o que o deixa indignado e ameaçador: “Reles é seu passado, tenho um posto muito importante aqui! Se continuar me chamando disso eu sumo!”, ele responde.

Pois o telefonema chegou à noite, com muita estática e sua voz rouca e abafada. Que houve, Gola, de onde você está falando? Aqui na minha tela apareceu número desconhecido. “O bicho tá pegando em Maranello. Descobrimos o que aconteceu no carro do Vettel e ele está ameaçando processar a equipe.” Por causa do freio? Mas isso acontece, às vezes dá defeito, faz parte. “Não, aí é que está o busílis. Não tinha defeito nenhum.” Como não, deu pra ver, ele até falou no rádio, o carro simplesmente não parou. “Pois então. Não parou porque não tinha freio.” Então, Gola, foi isso, ficou sem freio, acontece, vai processar por quê? “Gomes, você não está entendendo. Não é que ficou sem freio. Estava sem freio. Preste atenção: o carro não tinha freio.” Gola deu ênfase em “não tinha”. E continuou. “Contratamos um novo engenheiro. Novinho, dizem que é um gênio da lógica e das soluções mirabolantes. Tem 21 anos e se formou pelo YouTube. Sábado à noite ele se sentou com nosso mecânico chefe que é meio bronco e mal humorado. Falou que iria passar a ele uma missão. Começou com uma longa explicação sobre vetores, velocidades médias, forças laterais. Giuseppe, o mecânico, me disse que o novinho é um saco, e fala com um sotaque horrível — parece que ele nasceu na Grécia. Lá pelas tantas, perguntou ao Giuseppe: o que faz um carro andar rápido? O motor, respondeu o Giuseppe. E o que tira a velocidade de um carro, faz ele parar? O freio, respondeu Pepe, apelido dele. Pois então, Pepe, vamos tirar do carro de Seb aquilo que o faz parar. Entendeu o recado, né? E piscou para Giuseppe, que no dia seguinte tirou os freios do carro do Vettel. Não tinha nem pedal.”

Vettel: sem freios

Por que Vettel só percebeu na sexta volta que seu carro não tinha freios seria a pergunta óbvia, fi-la, e Gola foi categórico na explicação. “O carro é tão lento que Seb não precisava brecar para fazer as curvas, era só tirar o pé do acelerador que ia direitinho. Agora tá com esse papo de processo. E para piorar Charlito foi bater daquele jeito, a mãe dele ligou na hora, disse que ia denunciar o Binotto na Unicef, e só se tranquilizou quando ele pegou o telefone e disse que estava bem, que não tinha nem quebrado o celular, e que ia fazer um story sobre o assunto.”

E o que mais, Gola? “Bom Vettel disse que só não processa a equipe se mudarem o carro para domingo. Quer outro chassi. Mandou até a sugestão. Vou te passar pelo WhatsApp.”

Acabou de chegar a foto.

O carro novo para Mugello: mais resistente

Comentários

  • O inesperado aconteceu! Uma surpreendente vitória de Gasly (e da Alpha Tauri)! Depois que Räikkönen ganhou com uma “Lotus-Renault” o GP da Austrália de 2013 somente o trio Mercedes/Ferrari/Red Bull venceu! Eita! Eu acho legal quando acontece uma vitória de um piloto ou uma equipe que ninguém esperava triunfar! Pena que é raro! Quando isso acontece… eu fico pensando se foi por causa do alinhamento dos planetas, se o piloto acordou virado para a lua, se foi sorte, se foi o sobrenatural, ou simplesmente aconteceu!

  • A corrida é chata porque Hamilton e a Mercedes dominam. Queria ver algum jornalista reclamando se Hamilton fosse brasileiro (graças a Deus não é) ou se a ferrari tivesse dominando. É muita hipocrisia. Outra: Pq a ferrari não pode estar numa fase ruim, ora bolas!!!! É disparado a equipe mais picareta e antipática da F1. Também puderas, onde tem italianada, ja viu…

  • 1. França e Alemanha seguram a onda da comunidade europeia;
    2. Macron e Merkel lideram movimento pela transição energética, sobretudo pós-COP 21;
    3. TOTAL é hoje é das companhia de energia (ex-só-petroleira) que mais investe em renováveis (dona da Sun Edison, SAFT,….);
    4. Gasly mostrou em Monza ser muito rápido, e amadurecido (pós golpe do H.Marko) para resistir a um também ótimo Carlos Sainz (hoje com um elefante atrás da orelha);
    5. Bottas, que substituiu um sobrinho na Williams, só demoliu o … Massinha, mas bastou para o Toto leva-lo para a ….putz, Mercedes!!! Pode um piloto de F1 não identificar um furo de pneu, ou confundir um queda de pressão de pneu com sabe lá o que?!?
    6. Resumo da ópera: Prá 2021, sai Petronas e entra TOTAL; Sai um Borra Bottas e entra o danado do Gasly. Vamos lá – marchons,marchons- que a Marselhesa é muito linda e merece ser mais ouvida nos domingos!

    • Sim, França e Alemanha são os países mais ricos da UE, mas a especialidade dos países de Macron e Merkel ainda não é energia renovável. Áustria, Suécia, Portugal e Dinamarca são os países que mais usam energia renovável (mais do que 50%). Certamente um dia a França e a Alemanha chegarão lá.

  • Incrível quando alguém minimiza o Hamilton (tirando os implicantes que simpatizam com outros pilotos e o fazem de forma desproporcional) pela falta de competitividade do companheiro, surgem 3 vias de comentários em resposta:
    – Fanáticos pelo Hamilton, que não podem vê-lo “atacado”, citam números, recordes, anos contra pilotos fortes, precocidade, título no segundo ano e, invariavelmente, desprezam outros pilotos amargamente com muita parcialidade;
    – Defensores do Bottas, também citam números (tem comentários que conseguem defender que fez mais pontos que HAM e VER na Itália, desprezando o ocorrido com ambos!!!) e até os anos contra Massa;
    – Antipatizantes do Hamilton, que implicam que só ganha porque não tem companheiro à altura (daí vem um punhado de “se”, queria ver contra XXX, na época tal, etc), alguns chegam a citar que ele interfere na escolha do campanheiro de equipe!!! (vai ter fonte infiltrada melhor que o Gola Profonda assim na Conchinchina).
    Enfim, é divertido mas causa estranheza a falta de imparcialidade dos comentários, alguns parecendo briga de jardim de infância.
    No mundo real, Hamilton caminha pra ser o maior VENCEDOR de todos os tempos, o MAIOR EM NÚMEROS, e isso é incontestável; o MAIOR em audácia, velocidade, talento ou tudo o que for imensurável é impossível (mesmo 2 gigantes ao mesmo tempo ainda tem diferenças de equipamento a interferir em suas performances) sem uma máquina do tempo que colocasse todos os grandes pra correr ao mesmo tempo.
    Bottas com o melhor carro dos últimos anos (ou não? Já tem gente comentando que com ar sujo não é tão assim) perdendo terreno para carros que treinaram com quase 1 segundo a menos, citando possibilidade de pneu furado “ou alguma coisa errada, procurem aí”, e dizendo que com aquele mapeamento de motor não conseguia correr, se mostrou muito fraco para fazer qualquer frente. É suficiente para a equipe? Tem que perguntar pros alemães.
    Hamilton toma stop & go de 10 segundos. Quando entra pra cumprir estava a 3,5s do Bottas, perde todo o tempo da travessia do pit lane, volta fazendo as primeiras uma voltas limpas, chega no pelotão, inicia uma sequência de ultrapassagens, dificilmente tem volta limpa e termina a corrida a 10,1s do companheiro.
    Sou da turma dos que sonham ver na Mercedes algo como McLaren 88/89/07, com Botas não tem como.
    OBS: óbvio que 2007 teve a consequência Raikkonen, inimaginável nos dias de hoje.

  • olá, flavio. nossa, como fiquei feliz pelo gasly! por ele, que é um garoto jovem, muito bom e lutador, e pela minardi, de quem a alphatauri é herdeira direta e legítima. ele só não estava pronto pra uma red bull que orbita ao redor do fantástico verstappen. tomara que o francês fique mais algum tempo na alphatauri e continue amadurecendo antes de subir, se for o caso.

    o problema não é o hamilton vencer sempre. aliás, ele pode vencer todas as corridas, não me incomodo. é preciso que haja disputas até o fim, como acontece na motogp. quase sempre dá (antes do braço quebrado) márquez, mas as corridas são maneiríssimas.

  • O que pouca gente tem comentado é como o Stroll jogou fora a chance de pelo menos tentar ganhar sua primeira corrida logo na relargada. Não sei se ele teria condição de segurar a ponta até o final, mas dava pra ter resistido mais.

  • O resultado da corrida foi bom, no entanto foi uma corrida pra lá de esquisita.
    Começando pelo Bottas, achando que tinha um pneu furado, não é possível que um piloto do nivel dele não saiba distinguir.?
    Depois o Vettel sem freio. Pode-se dizer que foi um milagre, ter acontecido naquele ponto do circuito, em outro, certamente seria fatal.
    Após, o outro para num local seguro, absurdamente não recolhem o carro, por que mais absurdamente ainda o espaço que estava lá para este fim, estava ocupado desnecessariamente, então entra o tal safety car com pegadinha de box fechado, sem nenhuma sinalização para o Hamilton. ( o mais incrível ainda é a direção mostrar como prova a sinalização de SC. E este ser exatamente o motivo pelo qual o Hamilton foi para o box.
    — A conversa deve ter sido interessante com os comissários.
    Hamilton- Eu entrei porque vi a sinalização de SC
    Comissário- Mas colocamos esta sinalização exatamente para avisar que o box estava fechado.
    Hamilton – Mas onde estava a sinalização de box fechado.?
    Comissário – Na de SC
    Hamilton – Mas e o box fechado?
    Comissário – Na vigésima quinta cláusula do regulamento que vc não leu.
    Hamilton – No ano passado não tinha isso.
    Comissário – Inventamos este ano, para “pegar” pilotos e equipe desavisadas, voce e o Giovenazi foram premiados. Além do mais, colocar voce lá atrás do pelotão em plena corrida, vai dar mais audiência e emoção.
    Hamilton – DEixa pra lá , pra mim não faz diferença mesmo.

    O acidente do Lecrerc foi mais estranho ainda, do nada, numa quase reta ele perde o carro, como ??? (para mim foi algum problema sério que até agora não divulgaram, já basta a falta de freio no carro do Vettel)
    E vamos combinar, parar a corrida e gastar meia hora para retirar um carro que só bateu nos pneus, é muita coisa.
    Por fim, já passou da hora dos circuitos se modernizarem um pouco mais e terem mais agilidade na retirada dos carros que param na pista. ( se em Monaco , dá para fazer isso, qualquer lugar daria)
    Enfim, estão americanizando as corridas de F1 com entrada de SC por nada. os Americanos devem gostar disso, pois junta todo mundo.

  • Parabéns Flávio pela vitória mas,
    Seria uma boa idéia colocar alguém para filmar as corridas em que vc participa e depois colocar o vídeo aqui no Blog.
    Ou mesmo fazer isso com uma equipe com câmeras, narradores, comentaristas e entrevistas. depois editar tudo e colocar no Grande Premio .

    • Ah, é bem barato isso, né? Contratar uma equipe de câmeras, narradores, comentaristas… Cara, na boa: corro para me divertir. Quase sempre coloco câmera on-board, às vezes não funciona direito, às vezes edito os vídeos (isso toma tempo, dá um trabalho danado), nem tudo da vida das pessoas é compartilhado 24 horas por dia. De qualquer forma, obrigado pela mensagem! Foi uma linda vitória, mesmo. Assim que tiver alguns vídeos e fotos vou postar aqui. Mas entenda: não dou mais importância para certas coisas do que elas têm na realidade. Minha corrida não tem nenhuma importância diante do que aconteceu em Monza, por exemplo. Não vou ocupar minha equipe do Grande Prêmio com isso. Abraço!

  • Foi uma grande corrida depois da quebra do Magnussen, da batida do Leclerc e da punição ao Hamilton.
    Foi difícil no final saber para quem torcer (Gasly ou Sainz). Seria merecido para ambos: para o Gasly pelo histórico do que passou na Red Bull e para o Sainz porque poderia trazer a McLaren novamente às vitórias e por que ano que vem estará na Ferrari.
    É de se destacar nesta etapa a zebra em cima das Mercedes (vacilo do Hamilton e da equipe e a corrida horrorosa do Bottas), das Red Bulls (não andaram coisa alguma) e o vexame histórico da Ferrari (só consigo acreditar que a FIA descobriu uma mutreta colossal no carro depois do final do ano passado).
    Vendo de novo a corrida, o Gasly escapou por pouco de tomar punição também. Quando o Magnussen pára de vez, ele está saindo da Ascari com o Kvyat e vai para os boxes. Alguns segundos depois que ele deixa o pitlane aparece a indicação de safety car (e provavelmente fechamento dos boxes nesse instante).
    Acho que foi o Norris que criticou o regulamento a respeito das mudanças permitidas nos carros em situações como a da bandeira vermelha e que eu concordo (não deveria ser permitido), pois nesse caso o Stroll foi amplamente beneficiado (por não ter parado junto com os outros, ele teria que fazer o pitstop e então voltaria bem para trás, mas acabou ganhando uma parada e sem perder tempo).

  • Por isso acho que o Lewis não é tããão piloto como dizem. O Senna com a Mclaren que tinha uma supremacia igual ou inferior a Mercedes do Hamilton conseguiu largar em último ou cair para último e terminar ganhando a prova. O Ross Brawn tem razão, deveriam aplicar o grid invertido para acabar com a monotonia.

    • isso nunca aconteceu, luiz. senna nunca largou em último ou venceu após cair pra último. se você se refere ao grande prêmio do japão de 1988, ele caiu pra 16º após largar mal. mas eram 26 carros no grid. e ele teve 53 voltas pra escalar o pelotão, tanto que passou o prost com umas 30 voltas.

      senna era fantástico, mas o negão é melhor.

    • Negativo. Sobre todo e qualquer aspecto que vc analisar, Hamilton só encontra comparação com Schumacher, a verdade é essa. Senna era muito bom, mas não é o melhor de forma alguma, a patente de herói nacional não quer dizer nada no mundo real. Assim como ele, a categoria teve Piquet, Stewart, Lauda, Brabham e Clark, e outros claramente superiores, entre esses, Schumacher e Hamilton.

      Lembrando que o recente estudo da Liberty Media só diz respeito a ritmo de volta, velocidade pura, e uma carreira no automobilismo é sempre muito mais do que isso.

      Mais pesquisa e conhecimento e menos pachequismo.

      • Pelo jeito vc é quem anda desatualizado…….todas as ultimas pesquisas relacionadas a: “Maior de todos os tempos” deu Ayrton à frente……aceita que dói menos….relaxa se não não encaixa……..No caso de Ayrton 3>7 sempre, hehe.

      • Negativo.

        Não se comparam pilotos de épocas diferentes, com regulamentos diferentes. Apenas comparam-se rivais. Hamilton nunca pilotou um carro de F1 com câmbio manual. Por outro lado, o volante da McLaren MP4/4 tinha só dois botões

        Não se comparam Senna x Hamilton, nem Hamilton x Schumacher, nem Schumacher x Senna. Comparam-se Lauda x Hunt, Andretti x Peterson, Fittipaldi x Stewart, Regazzoni x Fittipaldi, Pironi x Villeneuve, Senna x Prost, Mansell x Piquet, Schumacher x Hakkinen, Hamilton x Vettel, Vettel, x Alonso, etc.

        Hamilton será o maior de todos em números. O melhor de sua época. Mas isso não quer dizer que ele é melhor que Fangio, por exemplo. Nem pior.

      • A Xau Xau Vetel, tem um estudo da universidade de Oxford que, baseado em posições de chegada na carreira x o equipamento disponível, coloca Senna em quinto, atrás de Fangio, Clark, Prost e Schumacher (em sexto vem Piquet).
        Esse estudo é muito bacana pois valoriza as posições de chegada com equipamento inferior, não entre quem ganhou mais campeonato, quem tem volta mais rápida, mais pole, e sim quem tira mais de menos e por esse critério, é posivel comparar pilotos aí longo da história da F1 sem distorções de sistema de pontos, provas no calendário, regulamento, etc.
        Tem resultados surpreendentes, Lauda e Hamilton lá p trás, Christian Fittipaldi bem colocado, pois apesar de não vencer, chegava na frente de outros pilotos mesmo guiando carro ruim e isso revela que com carro de ponta, seria piloto candidato a título.
        Esse estudo é citado no filme sobre o Fangio, disponível na Netflix.

    • Mais uma viúva do Senna não sei se você sabe mas certa vez um certo PILOTO chamado Nelson Piquet Souto Maior deu a Maior passada no Seninha no GP da Hungria e foi por fora a ultrapassagem (KKKKKKK), na boa cara … vamos aplaudir o Hamilton pois ele é um tremendo de um Piloto.

      • Putz, o momento mágico da carreira de um piloto tricampeão foi uma ultrapassagem??? Kkkkkk estranho é notar que sempre em qualquer parte do mundo onde se fazem listas dos melhores de todos os tempos Piquet sempre fica longe do Senna….ahhh mas a Globo construiu o herói nacional … no mundo todo… Kkkkkkk

    • Posso citar 3 belas corridas de recuperação do Hamilton.
      – GP da Alemanha de 2014 (de 20º a 3º)
      – GP da Hungria de 2014 (de 22º a 3º)
      – GP de Bélgica de 2016 (de 21º a 3º)
      O problema que estamos tão costumado a ver ele na liderança que esquecemos que ele sabe sim fazer muitas ultrapassagens, e uma pena o Bottas não ser agressivo como Rosemberg.

  • Prezado F&G: Façam as suas apostas…. quem vai vencer a próxima corrida?
    Na primeira Divisão Série A : Mercedes-Benz Hamilton ou Bottas ;
    Na segunda Divisão Série B : Red Bul Max ou Albon;
    Na terceira Divisão Série C: Renault / Maclaren/Racing Point/ Alfa Tauri;
    Na quarta Divisão Série D: Ferrari/ Willians / Hass /Fluminense/Vasco/ Corinthians/ Portuguesa…..

  • Adoro quando o imponderável sai da cama no Domingo. Alguns pensamentos:

    1. Como sempre diz o Arnaldo: “A regra é clara”. Ok! Mas que o sinal na parabólica é maroto ah isso é! Que troquem aquele “X” apagado numa curva de alta.

    2. Hamilton continua ampliando o record de corridas consecutivas nos pontos 41, se não me engano.

    3. Será que o Sainz já pensa em trocar de lugar com o Riccardo em 2021?!

    4. Se a “Alpha Rosso” / “Toro Tauri” emplacar mais uma primeira vitória de um piloto em Monza já pode pedir música no Fantástico.

    5. A turma do fundo do grid sempre movimentando o GP com saídas de pista e quebras bizonhas… opa, só que é a Ferrari!

    6. Finalmente, dizem que a Scuderia vai utilizar uma pintura clássica no GP No 1.000. Sugestão: melhor utilizar o carro clássico todo, não só a pintura.

  • Flavinho, lembro de ler no seu blog, se não me engano em referência à primeira vitória do Barrichello, que não te agradava muito um piloto que chora na primeira vitória, pois soa como se ele soubesse de antemão que vai ganhar poucas provas. Está valendo para o Gasly também?

  • Nessa corrida pudemos notar que o que phode a F1 atual é a poha da Mercedes. Ãhhhh mas a Mercedes não tem culpa de ser mais eficiente que a as outras. Mas tem culpa de manter esse Bostas no outro carro. Se tivessem coragem de contratar outro piloto que pelo menos fizesse sombra ao Hamilton, mais vezes esses caras acabariam se enroscando, poderíamos ver disputas pelo primeiro lugar mesmo que entre pilotos do mesmo time ao invés dessa procissão, um domingo sim o outro também, de sempre o mesmo piloto sumindo na frente e de precisar um realinhamento dos planetas pra aparecer alguma corrida que preste. Estão matando a F1 por inanição.
    No mais. Quanto tempo a Ferrari ainda vai demorar pra dar um chute nos fundilhos desse tal Birutto? Incompetente e prepotente. A FIA deveria proibir a Ferrari de correr com esse negócio e forçá-los a trazer o carro de 2019 ou 2018.

    • Interessante desses chororô chato é que quando o Vettel ainda conseguia fazer uma certa frente ao Hamilton ninguém aqui reclamava do Bottas enquanro adversário de seu companheiro de equipe. E fico pensando como esse mesmo povo reagiria se no lugar do inglês estivesse o alemão tetra ou mesmo Verstappen, se seria essa intolerância toda.

    • Os pilotos que imploravam pra entrar no lugar de Bottas estão assim:
      WERHLEIN: tomou tanto pau na FE que sumiu.
      OCON: tomou pau de Perez por 2 anos e está tomando uma luneta de Ricciardo este ano.
      VETTEL: não quer mais saber de F1.
      RUSSEL: sem o “party mode” virou um piloto comum.
      Tirando Verstappen, que diga-se fez uma corrida pior que o Bottas ontem, não tem quem possa substituir o finlandês e bater de frente com o comandante.
      Torcida canta, grita, chora….. e ninguém ouve.

    • Está certíssimo.

      Tudo aquilo que uma equipe de F1, que investe centenas de milhões de dólares no seu negócio, quer, é ver seus dois pilotos batendo entre si para que o torcedor brasileiro vibre.

      F1 não está morrendo. Os índices de audiência aumentam ano após ano. O que está morrendo é o brasileiro que não suporta ver um negro dominar o esporte mais elitista do planeta.

      Morrendo de inveja.

  • Realmente estou encucado o porquê de Magnussen deixar o carro ali e afirmando estar deixando num lugar seguro, mas a poucos metros, relativamente, dos boxes. E a equipe dele é americana. E americanos gostam de realizar incrementos nas corridas

    • Bom, é só assistir a F Indy para ver como eles gostam desses “incrementos”, basta um piloto pensar em parar o carro, o Safety Car entra imediatamente aliás, é isso que vem ocorrendo na F1 ultimamente.
      E tem mais, na Indy são bem atrapalhados, eu mesmo vi cada uma que nem acreditaria se não tivesse visto, pelo jeito a F1 vai pelo mesmo caminho.

  • Precisamos de mais corridas dessas, sem sombra de dúvida.
    Sorte? Não. A sorte só acompanha quem é capaz e quem está em condições no momento.
    Gasly, que está no auge da sua forma física e técnica, numa equipe que, se não tem um carro pra brigar por pódios, pode pontuar com muita frequência e, dependendo da pista, se atrever a querer mais, fez sua parada, veio o safety car e ele se deu bem. Mas só se deu bem porque tinha condições. Estava com a cabeça no lugar e tinha equipamento.
    Raikkonen teria cabeça de terminar nos pontos, talvez até no pódio. Mas não têm equipamento, e nem pneus tinha. Foi deprimente ver o cara tomando passão até do Latifi, porque os pneus chiclete acabaram e tinha um motor de GP2 na traseira do carro.
    Sainz, com mais uma volta, ganharia a corrida. Ele não é zoeira como o Norris, não é fora de série como o Verstappen, não é rápido como o Hamilton, e não é superestimado como o Leclerc. Mas é o maior come-quieto da atualidade. No bom sentido. Agora ficou explicado pra quem não entendeu, porque foi ele o escolhido, e não Norris, por exemplo. Esse ainda precisa comer mais um pouco de feijão com arroz, ou fish and chips, e parar de quebrar garrafa por aí. Pode continuar zoeira, se não for ofender ninguém. Vai ser divertido ver 148 dentes na Mclata renascida 2.0 ano que vem (100 do Ricciardo e 48 do Norris).
    Eu pensei que jamais diria isso, mas gostei de ver o Stroll no pódio. Eu não sou fâ do Riquinho Rico (sou menos fâ ainda do Verstappen, mas por outros motivos), mas é notável o crescimento do garoto. Precisa aprender a largar melhor. Só não pegue o Bottas como professor.
    Deu pena, pelo menos pra mim, acompanhante das brigas do fundão, ver o Russell se esgoelando a corrida inteira tentando passar o Groselha. Nem com vácuo o moleque tinha carro pra passar. O vácuo puxava, colocava de lado, passava, mas era tanta pressão aerodinâmica que até a Haas andava mais rápido.
    Mas é um alento ver que a Williams pelo menos hoje é algo que se parece com um F-1. Que anda atrás, sim. Mas é um F-1. Até Latifi não fez feio, terminou a corrida antes do último. Aliás, uma encrenca na frente ou uma pifada e ele descolava um pontinho.
    E, como bom torcedor da Minardi que se preze… Vou comemorar a segunda vitória da equipe por muito tempo! Minardi é Toro Rosso e Alpha Tauri. Tá no DNA, sim! Dá uma descascadinha na lateral do carro que você vai ver SIMOD escrito em preto e o fundo amarelo, com certeza.

    • Desculpa. Não é legal menosprezar ou ridicularizar um texto com essa dedicação. Não é a minha intenção.
      Mas preciso discordar de Stroll.

      Com o carro que tinha era pra ter vencido. Nem de longe acho ele uma má pessoa. Ele é leal e admiro isso nos pilotos. Mas é terrivelmente inconstante. Não consegue dar 5 voltas seguidas e manter os próprios tempos.
      Ele foi o único que não parou no box. Teve, no mínimo, 20 segundos acrescentados no seu tempo – DE GRAÇA! (não que tenha sido irregular, mas foi favorecido). Aquela escapada dele, na relargada parada, foi o único que errou e não contornou a curva como os outros. Com aquele erro, era pra ter perdido mais duas posições.
      Depois de tanta coisa conspirando em seu favor, teria que retribuir com a vitória.

      Qualquer outro piloto entre os 10 primeiro mereceria mais o lugar dele no pódio.

      • Fique tranquilo. Críticas e contra argumentações, sendo educadas e coerentes, são sempre bem vindas.
        Stroll, se não me engano, chegou a passar o Sainz depois da relargada, mas tomou um passão de novo. Não tinha ritmo tão constante, além de – concordo – ele ser inconstante por si só. Provavelmente, mesmo que tivesse mantido o segundo lugar – que era primeiro, visto que o universo sabia que Hamilton tinha que pagar a punição, e não feito a relargada horrorosa que fez, não teria vencido a corrida. Teria sido ultrapassado pelo Gasly na pista.
        Ele ainda precisa aprender muito se quiser pensar em vencer corridas e disputar títulos.

  • 1) Mercedes é ajustada para andar na frente, pegou vácuo complica. HAmilton sofreu muito para ultrapassar. 2) Os italianos são burros ou qual proprósito de empurrar pateticamente o carro de Magnussen até o box? Eles são malucos. 3) HAmilton tem chilique se não vencer tudo? Ficou nervosinha a menina parecia minha filha andando de patinete, bem birrenta, atropelando todo mundo. 4) Teria como tirar os carros da Mercedes metade da temporada? Teríamos excelentes corridas.. 5) LEclerc foi excelente em tomar o assento de VEttel, mas vai sofrer nas mãos do SAINZ em 2021. Vai dar porrada.

  • 1
  • 2