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Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

11 Comentários

  • Esse carro foi projetado por Ross Brawn para a TWR/Jaguar no período em que John Barnard era o diretor técnico da Benetton. Foi o último ano relativamente competitivo do World Sportscar Championship antes da parodia de campeonato em 1992, onde às vezes de oito ou nove carros que largavam, só chegavam três.

    O Jaguar XJR-14 tinha motor Ford HB e depois, ironicamente, virou Mazda MXR-01 com motor Judd V10 para o ano de 1992.

    Depois, como já descrito, o mesmo chassi virou o TWR Porsche.

  • Ah, um fato interessante é que este chassi foi feito pela TWR , comparando-se com os dias de hoje , o Acura da IMSA que o Helinho usou este ano o chassi é um Oreca e motor acura. No caso da Jaguar , eles encomendaram este chassi a TWR e enfaram nele o motor V8 de F1 , um cosworth HB ,este motor mais tarde foi usado pelo Christian na Minard F1 .
    Mas não termina a saga deste chassi , a Jaguar venceu o mundial de sport car com este a carro e se retirou imediatamente após , assim a TWR ficou livre para negociar o chassi, e quem comprou o carro foi a Mazda que enfiou nele um Judd v10 (os novos regulamentos exigiam motor 3.5 aspirado e inviabilizava o classico rotatico da marca) , esta empreitada da Mazda não deu certo e durou somente um ano .
    E a coisa ainda ficaria melhor, em 94 um time independente comprou este chassi TWR cortou a capota e enfiou nele um Porsche 6 canecos turbo que se encaixava no novo regulamento, como resultado , vendeu Le Mans em 95 e 96 !!!!!!
    Eita chassizinho da porra!!!!!

  • Interessante saber que em 1991 as zebras de Nürburgring eram pintadaas com a bandeira da Bélgica– quer dizer, Alemanha.

    (As únicas diferenças são a ordem das listras e do tom de cor empregado nas bandeiras. Então dependendo da maneira que tu olhe a foto, pode ver Bélgica ou Alemanha. BEL: Preto/Amarelo/Vermelho; ALE: Preto/Vermelho/Amerelo.)

  • Isso sim era carro de corrida. Pega um projetista, nada de computador ou tunel de vento, portanto nada de um monte de asinhas por todo o carro. E passava na Ford Cosworth, pegava uns 3 motores e partia para a corrida.

  • Parabéns meu caro Gomes. Voce foi um dos unicos que martelaram desde o comeco no prego de que essa epopeia de Formula 1 no Rio de Janeiro era pura falácia. Discordo de voce em alguns pontos politicos mas respeito, isso faz parte da democracia. Enfim é isso ai, talkey….

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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