ASSIM (NÃO) SERÁ

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SÃO PAULO(não pode demorar…) – Bom, vamos lá. Notícia de ontem, mas sem problema. Para começar, devem mudar a pré-temporada, transferindo os trabalhos de Barcelona, no começo de março, para 12 a 14 do mesmo mês no Bahrein. Aí todo mundo aproveita e fica por lá mesmo para a abertura do Mundial, que não será mais na Austrália. Melbourne ficou para o fim do ano.

Há algo a comemorar nesse calendário, e algo a descobrir, ainda. A comemoração fica pela inclusão de Imola, não sei ainda com qual nome — ano passado, foi GP da Emilia-Romagna. O mistério é o desaparecimento, sem maiores explicações, da corrida no Vietnã. Sabe-se que o país é um dos mais bem-sucedidos no combate à Covid-19. O país de quase 100 milhões de habitantes teve apenas 1.520 casos registrados e 35 mortes. Um espanto. Não há nenhuma morte registrada desde 3 de setembro. São 16 casos para cada milhão de habitantes. No Brasil, quase 39 mil. Comunistas desgraçados. Desconfio que não é a F-1 que não quer mais o Vietnã, mas o contrário.

O GP de São Paulo — parece que esse será mesmo o nome oficial, outro mistério — foi antecipado para 7 de novembro em Interlagos. Há uma data aberta, 2 de maio, entre os GPs de Imola e de Barcelona. Certamente estão negociando com algum país europeu. Alemanha? Portugal? Mugello de novo, uma terceira corrida na Itália? Acho pouco provável.

Mas que ninguém tome esse calendário como definitivo. A pandemia está descontrolada em boa parte do planeta, embora muitos países já tenham começado a vacinação. Isso leva um tempo, porém. Duvido, mas duvido mesmo, que teremos 23 etapas em 2021. Aliás, não só eu. Jean Todt, presidente da FIA, também acha que muitas mudanças, em calendários de vários esportes, serão necessárias em função da evolução da situação da doença em cada país.

Aqui no Brasil ainda não temos vacina, mas soube por fontes seguras que o presidente da República está trabalhando duro para enfiar cloroquina no rabo de seus seguidores. Já o ministro da Saúde se esforça para iniciar a vacinação no dia D na hora H, e desse dia e dessa hora não passa. Assim, estamos salvos.

Comentários

  • 18 corridas!!
    Esse é o número. A temporada de 2020 nos mostrou que 17 corridas, mesmo com algumas rodadas duplas, com algumas pistas novas, ou que pelo menos há muito tempo não participavam do calendário, proporcionaram um excelente campeonato.
    Claro que os autódromos devem permitir uma boa corrida. Não adianta nada rechear o calendário com pistas como de Abu Dabhi. Que exista talvez uma alternância entre alguns autódromos. Não foi possível incluir Portimão em um ano, quem sabe no próximo. Também as datas em que ocorrem as corridas faz muita diferença. Em parte das etapas europeias enfrentou-se temperaturas mais baixas do que normalmente são encontradas no calendário da F1. Isso adicionou um elemento surpresa para as equipes.
    23 corridas, ou mesmo 25, como já se especulou é um exagero. Ainda mais se a própria F1, antes mesmo da pandemia, falava em reduções de custos, não faz sentido um campeonato mais longo.
    E se tal calendário visava, pelo menos, parcialmente, recuperar uma parte dos prejuízos que a categoria teve em 2020, seria bom ter cautela.
    A Itália prorrogou o estado de emergência devido a pandemia até 30 de abril.

  • Ao que parece, o cancelamento do GP do Vietnã se deveu ao escândalo de corrupção que levou o prefeito de Hanoi, Nguyen Duc Chung – que tinha celebrado o contrato com a Vingroup para a realização da prova – a uma condenação a cinco anos de prisão, além da anulação dos contratos por ele celebrados.

  • Gostaria que, primeiramente, houvesse a confirmação por parte de alguma tevê aberta das transmissões destas corridas. O SBT não quis dividir os custos em meio a meio com uma tv fechada.
    Ficaria algo em torno de 10 milhões de Dólares(ou seria Euros) para cada.
    Algo que seria relativamente fácil de compensar, de cobrir e dar lucro com apenas uns 3 ou 4 patrocínios(isso no mínimo). Fora o bom retorno numa audiência qualificada que a emissora nunca teve nos horários mais comuns às transmissões.
    Por fim, desejo que Portugal tenha a sua corrida assim como gostaria de ver Mugello mais uma vez.
    Bom ver o Azerbaijão de volta, fez falta. Lugar belíssimo.

    • Vai seguir na Globo SporTV! Final do ano um colunista que Fonte bastidores da TV publicou que a Globo e a Liberty media já estavam na fase de troca de papelada pra assinar o contrato até 2025. Questso de tempo ser anunciado oficialmente.

  • Sempre achei esse negocio de prova no Vietnan muito estranho, espero que não seja nenhuma falcatrua que está impedindo a prova (como um Circuito em Deodoro, por exemplo).

    A transmissão para o Brasil em TV Aberta já está garantida? Sinceramente não sei como isso ficou. Se alguém puder me ajudar com isso agradeço muito. Se não acontecer toca se virar (e pagar) para assistir em outro lugar.

  • Como dizem alguns por aí, até a vacina ser no dia D, na hora H, vamos tomar muito no C com esse desgoverno e o sargento garcia no comando do ministério da saúde.

    Agora sobre a F1, o q explicaria a desistência do Vietnã da F1? Altas taxas sem possibilidade de retorno? Rejeição a pista q foi feita? Ou será represália do começo da pandemia qdo o Vietnã vetou a entrada de italianos no país?

    • Vietnan, ou é grana ou é pandemia… e pandemia gera problema com grana. Então é tudo isso misturado…

      Obs.: Falando em eventos esportivos naquelas redondezas se não me engano está programado uma tal de Olimpiada de Tóquio para esse ano… no ano passado foi cancelada no inicio da COVID… e hoje a COVID tem uma segunda onda muito mais agressiva que a primeira e a Olimpiada esta mantida. É isso mesmo? Fico apenas a imaginar a nova cepa do Virus que surgira de um evento que reúne gente de todo o mundo… vai nascer o… COVID-G (“G” de Godzila).

      Estou de saco cheio de tudo isso.

    • Meu palpite é que a negociação tá tipo aquelas tretas do programa Trato Feito (History Channel).
      O cara chega com um item, pedindo 2000 dólares, aí o careca do programa chama um “amigo especialista”, que avalia o treco em 1000 dólares. E diz que só dá 700 porque precisa ter lucro pra revender. Mas o cara continua a querer 2000 porque não concorda com a avaliação de que só vale 1000. E o careca bate pé que só dá 700. Na terceira rodada, o careca aumenta pra 800 e diz que é a última oferta dele. Ou o cara aceita 800 ou não tem acordo.
      Alguém tem que ceder. E a parte mais frágil ali é o piloto.
      Se no final não tiver acordo, a Mercedes dá um vale-motor de dois anos pra Williams (que vai adorar o presente, agora é uma empresa de investimentos, qualquer coisa que faça economizar ou lucrar é válida) e tira o Russell de lá. Faz uma nota, um vídeo de homenagem e vai seguir a vida. E vão ser campeões do mundo de novo, seja com o Bottas ou com o Russell.
      E meu palpite é que só há dois cenários: Ou o Hamilton cede e renova pra tentar o octacampeonato ou ele vai tirar um ano sabático e voltar pela Mercedes na F-E em 2022 pra ser o “ativista dos carros elétricos”.

      • Dúvido que Hamilton saia da F1 antes de ser o maior campeão em títulos de todos os tempos.

        Mais fácil a Mercedes pagar um pouco mais, pois vai entrar para a História como sendo o carro que possibilitou “tudo isso” para o Hamilton.

      • Boa analogia, no caso do Hamilton, a parte do piloto está equilibrando bem a balança. A equipe de F1 quer, mas a Mercedes, como um grupo, acha que o custo está muito alto. Não confirmados 45 mi de euros, mais 10% da premiação de construtores (que chegaria a render mais 15 mi pra ele), embora essa da premiação pareça não ser verdadeira. O problema para o Hamilton é que, sem querer, alguém mostrou que pode ganhar com aquele carro, mesmo sem ter tanta intimidade com ele (Bottas não conta, ele é muito gentil e não desafiará, nem pelo talento, nem por política da equipe, na minha opinião). Mas o peso do nome, do ativismo e mais ainda, do talento, acabam prevalecendo.

      • Mas então Renato, uma coisa é ser campeão com a Mercedes, coisa que Russel já demonstrou ser capaz em apenas uma corrida.

        Outra bem diferente é ser a equipe que forneceu a um piloto a possibilidade de colocar sua bunda no carro e entrar para a História, nessa parceria, como os maiores vencedores da F1!!!

        Fotos que estarão, “para todo o sempre até a semana que vem”, sendo acessadas/visualizadas…

        Ao se pesquisar por “maior campeão de corridas”. vai abrir a foto do Hamilton com a ESTRELA NO PEITO, OU NA TESTA SE ESTIVER DE BONÉ. E isso, essa publicidade, não tem preço!!!

  • Afinal se houver F1 em Portugal tem que ser com público, segundo declarações do presidente da Federação Portuguesa de Automobilismo.
    Deixo aqui a noticia que saiu hoje no Autosport:
    “Em declarações à Lusa, Ni Amorim, presidente da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK), confirmou que há boas hipóteses da Fórmula 1 voltar a Portugal explicando que as negociações estão avançadas, mas que há ainda questões a ser ultrapassadas. O governo, que tem na sua posse os números do retorno da F1 em Portugal da corrida do ano passado, tem que fazer um investimento superior ao do ano passado, sendo a segunda condição, a presença de público no Autódromo Internacional do Algarve: “Há negociações avançadas para haver Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1 em 02 de maio”, começou por dizer o presidente da FPAK à agência Lusa, antes de explicar porque é necessária a presença de público: “A vinda da F1 só faz sentido com público nas bancadas, e se o Estado português quiser”. Este, “se o Estado português quiser” significa investir, e sabendo o retorno que deu a corrida do ano passado, o valor necessário face ao retorno expectável é como dizem os ingleses um “no brainer! É uma questão de fácil resposta.

    Recorde-se que o ano passado a FOM necessitava desesperadamente da corrida portuguesa, e o estado só teve de pagar as obras de repavimentação e outras de menor impacto, no circuito, porque a Fórmula 1 tem standards que não dispensa. E isso foi feito.

    Este ano, Portugal não está sozinho nesta corrida, embora a vontade da F1 é vir a Portugal, desde que o que propõe, seja aceite: “É preciso pagar, sim. A F1 não se mexe de borla. O Grande Prémio [de Portugal de 2020] deu um retorno extraordinário e os dados já estão na posse do Governo. Mas entendemos que neste momento há outras prioridades e neste momento ainda não foi possível discutir o assunto”, explicou à Lusa. Além disso, Ni Amorim acrescenta ainda que os responsáveis do Autódromo Internacional do Algarve (AIA), estão “em contacto diário com o promotor [do campeonato]”, mostra-se “otimista” quanto à possibilidade de a Fórmula 1 regressar a Portugal pela 18.ª vez, a segunda consecutiva a Portimão. Neste momento, a pasta está entregue ao “Turismo, Desporto, autarquia de Portimão, AIA, FPAK e IPDJ”.