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sábado, 26 de janeiro de 2013 - 0:13F-1

RESERVE UM TEMPINHO…

SÃO PAULO (impressionante) – …e aproveite o fim de semana para ver, na íntegra, o GP da Alemanha de 1973 com imagens inacreditáveis de Nürburgring. Um blogueiro pingou aí nos comentários.

Os carros eram lindos demais.

51 comentários

  1. Paulo Franco disse:

    Frequento esse blog faz tempo, mas não me lembro de um post melhor que esse!
    A mais difícil pista do mundo, com a F1 em uma das suas melhores epocas, com tomadas de imagens muito legais, como as da Karussel, por exemplo.
    Tive a felicidade de pilotar em Nürburgring em 1991, um carro de passeio apenas, mas senti perfeitamente a dificuldade daquele circuito. Ainda mais porque em alguns trechos, garoava bem fininho.
    Ali tem de tudo, curva de alta, média, baixa, inclinação positiva, negativa, curva cega, esses… é impossível decorar mais de 70% do traçado.
    E quando comecei a volta, vi as zebrinhas… eram identicas às do antigo traçado de Interlagos!
    É impressionante a tocada exata do Stewart! A diferença de maneabilidade entre o Tyrrell e o Surtees de Pace! E o cara ainda fez a melhor volta! Nunca tinha visto a tocada competente do Ickyx, sem dúvida o McLaren M23 era o futuro naquela época e a bela corrida do 31 Jochen Mass.
    Uma época de carros que torciam os chassis, suspensões meio incertas, aonde valia o braço mesmo!
    Pena que o Ronnie Peterson quebrou logo de cara!
    Já imaginaram uma disputa entre ele e Stewart no Ring?
    Parabéns, FG!
    E, obrigado ao blogueiro que nos mandou essa preciosidade!
    Tomara que venham outras como essas!
    Uma por semana, já tava bom!

  2. Tevez disse:

    Caramba!!! Deveria sempre aparecer joias assim… Peterson Stewart Pace Lauda reutemann beltoise e leio um fenômeno falar em pilotos medíocres… mamãe…Vende o Sitio

  3. Maurício disse:

    Maiores informações:

    http://www.grandprix.com/gpe/rr231.html
    Pace em 4º, Wilsinho em 5º e Rato em 6º

  4. Marco de Yparraguirre disse:

    Espetacular, pena que tenham acabado com esse traçado assim como mutilaram Interlagos.
    Bons tempos, havia mais classe, hoje a formula 1 não tem graça.Muita tecnologia e pouco braço.

    • Paulo Franco disse:

      Não acabaram realmente, Marco.
      Praticamente nada mudou, se compararmos com Interlagos, por exemplo.
      Se vc for para a Alemanha, não perca a chance de dar uma volta no traçado antigo.
      Paga-se uma taxa e se pode andar lá, uma volta ou mais, mas bem rápido! Não é para turismo!
      Nürburgring devia ser tombado!
      Assim como SPA, Monza, Assen, Road America, Silverstone, Brands Hatch circuito longo, Philip Island, Imola com Tamburello, etc…

  5. Fernando Rodrigues disse:

    Piadista!

  6. Fernando Rodrigues disse:

    E o François Cevert ali 2 meses antes de morrer.

  7. Flavio costa disse:

    Alberto, a F1 dessa época, era muito mais emocionante! Não esse autoramas previsíveis de hoje, onde os pilotos são meros autômatos, cheios de frescuras. Eram grandes pilotos, super profissionais, carismáticos, que não pagavam prá correr, tinham muito talento nato prá coisa, e circuitos desafiantes para homens de verdade! Pelo visto, vc não deve ter acompanhado nada dessa fase de ouro da Formula 1…

    • Fernando Cruz disse:

      So uma coisa: os pilotos tambem pagavam para correr, isso sempre existiu. Niki Lauda so correu na BRM (e antes na March) porque pagou muito bem pelo lugar. Tal como hoje tambem nessa altura havia muitos pilotos pagantes talentosos. O que hoje (2012 ou 2013) ja nao existe sao pilotos totalmente desprovidos de talento que conseguem um lugar na F1 apenas por conta daquilo que pagam, ao estilo de um Giovanni Lavaggi ou Yuji Ide. EM 1973 tambem era capaz de haver um ou outro gentleman driver…

      Uma curiosidade: o pior piloto que ja passou na F1 tera sido um tal Tom Jones (nos anos 60). Na qualificaçao ficou a cerca de meio minuto do tempo da Pole do Jim Clark e por isso nem sequer foi autorizado a correr. Nos dias de hoje nem sequer conseguiria obter uma super-licença, o Yuji Ide ao pe dele devia ser um grande piloto…

  8. Adriano Reis disse:

    Não tinha volta de apresentação e aquecimento… também, com uma pista desse tamanho… mas era só aí que não tinha ou não tinha em todas? Quando passou a existir a volta de apresentação?

    • Everson Abreu disse:

      Tinha uma pista curta, de 2km, que fazia retorno por trás dos boxes. Se quisessem, daria para fazer uma volta de aquecimento sim. O regulamento da época é que não tinha nada disso. Esse setor foi destruído para a construção da pista de 4,5 Km atual. Se você prestar atenção no final do vídeo, vai ver que Stewart, Cevert e os demais pilotos cruzam a linha de chegada e chegam aos boxes muito rápido pois passam por essa variante. Essa parte servia também para finalizar a volta do Sudchleife, o circuito sul de Nurburgring, que tinha 7 Km.

      • Joaquim disse:

        Na época os organizadores usavam o conceito da “falsa largada”, isto é, os carros alinhavam coisa de uns 50 metros atrás de suas posições originais no grid e minutos antes da largada se deslocavam até suas posições. Parece meio rústico e ilógico, mas era assim.

  9. Bellissimo disse:

    Bem interessante… Não devia ser moleza correr numa pista que tem quase 5 vezes a extensão das atuais. Mas deveria ser emociante. Os carros parecem que sumiam na floresta depois da largada, e a carrussell é impressionante… De fato cade a Ferrari?

    • Fernando Kesnault disse:

      nesta prova a Ferrari pediu forfait e tanto é que Jacky Ickx tá correndo com uma McLaren nº 30…portanto 3 mclarens da equipe e ainda chegou em 3º…um fato nessa prova foi a classificação dos brazucas…pace em 4., wilsinho em 5. e emerson em 6. mesmo machucado.

  10. borduna disse:

    além de tudo q já disseram dessa pista, também muito legal na F1 dessa época é que se percebia a condução dos carros pela ação dos pilotos por seus braços e pés – e quando vendo tinha ainda o bonus da percepção pelos sons: trocas de marchas, acelerações e freadas.

    imagino a dificuldade de quem só pode conhecer a F1 com automatismos para conseguir curtir aquela F1 – como parece o caso do infeliz num comment acima.
    ———————————————
    Carlos Pace assinalou a volta mais rápida da corrida, na penúltima da corrida, e o fez å média horária de 190 kms; tinha largado em 11o e concluiu a primeira volta em sétimo.
    Niki Lauda também começou a chamar atenção de alguns nessa corrida, assinalou o quinto tempo do grid, foi para quarto lugar ainda na primeira curva mas abandonou por acidente na segunda volta.

    • borduna disse:

      retificando: ‘e quando vendo no circuito mesmo’

    • Antonio Seabra disse:

      Pace não só fez a volta mais rapida: a partir do momento em que se livrou do Reutemann e passou para a quarta colocação, ele quebrou o recorde de volta 3 vezes, e tirou uma enormidade de tempo em relação a Ickx/Cevert/Stewart.

      Impressionante também a performance de Ickx com a Mc Laren, andando significativamente a frente dos pilotos oficiais da equipe, Revson e Hulme, tantos nos treinos quanto na corrida, em sua unica aparição com o M23.

      Emerson correu com o pé/perna machucados, por conta de um acidente na Holanda, e estava com fortes dores, nao consguindo andar rapido em nenhum momento. O Lotus era carro rpa brigar na frente, vide o que Peterson fez até quebrar.

      Antonio

  11. regi nat rock disse:

    Bons tempos. sem saudosismos por favor. Simplesmente uma F1, onde braço valia mais que equipamento. era muito bom de ver, torcer e se encantar. carros bem diferentes entre si e que andavam mais que a cabeça dos malucos que os pilotavam…Eu acompanho essa bagaça desde 1965 por aí, e naqueles dias, o mais dificil era encontrar informações. Quando começaram as transmissões pela TV, foi uma novidade e tanto. Continuo de teimoso, vicio, sei lá; mas não há nada minimamente parecido no esporte a motor.Adorei rever essa corrida.

    • Nerso disse:

      Uma coisa muito importante que vc mencionou: carros bem diferentes entre si. Eles estavam experimentando tudo ainda, o desenvolvimento da aerodinâmica nos carros estava apenas começando. De fato, esta corrida do vídeo foi um tanto quanto monótona, as Tyrrell sumiram na frente. Mas em outras pistas, estes mesmos carros vencedores podiam andar lá atrás, e essa grande diferença entre os carros dava o equilíbrio no campeonato, além das quebras. Hoje em dia, como a aerodinâmica parece que não tem mais muito que evoluir e tudo foi convergido numa direção (além do regulamento mais restritivo), os carros são muito parecidos uns com os outros (praticamente iguais), mas as mínimas diferenças que existem entre eles são praticamente intransponíveis, e os carros vencedores são sempre os mesmos (exceção honrosa para 2012). Antigamente, a Lotus dominava uma corrida fazendo a pole 6, 8, 10 segundos mais rápido que o último do grid e, na corrida seguinte, andava no meio do pelotão 2 segundos mais lenta que os líderes. Hoje em dia, em praticamente todas as pistas, uma Sauber anda 0,8 seg. mais lenta que os líderes, e isso praticamente não muda; uma Hispania anda somente uns 4 seg. mais lenta que os líderes, mas é sempre ela que está lá atrás, em todas as provas.

  12. Nerso disse:

    Cadê a Ferrari nesta corrida? Alguém tem informações sobre o que teria havido? Ainda não vi o vídeo, mas seguindo o link passado pelo NilsonCarvalho com os dados da prova, ela não consta. E o Jacky Ickx aparece guiando uma McLaren. Merzario também não consta.

    Teria a escuderia italiana ficado com vergonha de ir à Alemanha, já que o carro daquele ano era horrível? Problemas logísticos? Fiquei bem curioso…

    • borduna disse:

      Nerso, realmente, Merzario estava inscrito mas a equipe decidiu não ir a essa corrida – acho que a crise com o carro de F1 daquele ano estava no auge – no GP seguinte, Austria em Zeltweg, Merzario correu com a B3 revisada, e já com algumas caracterísiticas que permaneceriam no bom carro de 1974.

      pode ser também que, adicionando å crise do projeto, a fábrica tivesse que enfrentar problema de greves na Itália, algo que acontecia com alguma frequência na época. mas isso é só um palpite.

    • Joaquim disse:

      Caro Nerso,

      A Ferrari nesta temporada de 1973 esteve ausente de dois GPs, o da Holanda (quando faleceu Roger Williamson, piloto da March) e este da Alemanha, mas por motivos menos prosaicos. A Ferrari apostara em um novo projeto de Mauro Forghieri designado de 312 B3 Spazzaneve (espalha neve), a Ferrai mais feia já construida na F1. O carro não funcionou direito, forçando a equipe a usar a primeira versão da 312, de 1971, o que motivou a saída de Forghieri da equipe e de Jacky Ickx também, no meio da temporada. A Ferrari só retornaria no GP da Áustria com um carro para Arturo Merzario. abs

  13. Rodrigo Mota disse:

    depois eu que sou o chato…

    1) carros eram pra macho e não pra telespectador de BBB. e duvido que carregavam 200 litros de gasolina…

    2) “bater significava morrer”. engraçado que ainda hoje isso também significa a mesma coisa…

    “3)…”tudo voava pelos ares”. voar pelo chão é que não vai né mermão…

    4) “os carros eram mal feitos”. discordo, se fossem mal feitos não chegariam a 300KM/H sem controle de tração!

    5)…”verdadeiras carroças sem nenhuma estrutura para ser puxada por 700CV”. o teu carro 1.6 é o que então? um MIG-29? e motor traseiro não puxa e sim empurra…

    6) “…os pilotos eram amadores, aventureiros”. Aventureiros sim, amadores não. precisa ser muito macho pra entrar em um carro que tem muito mais motor do que peso…

    7) “…e vocês ainda falam que era maravilhoso? Era uma porcaria, isto sim”

    hmmmm. Blog sobre automobilismo e você espera o que? que o cara diga que é uma droga? o circuito é del carajo e ponto final…

    há sim. o BBB já começou viu. tem paredão hoje?

    • Joaquim disse:

      Meu caro Rodrigo Mota,

      Pelo menos em uma coisa ao quadrúpede acertou: sim levavam em torno de 200 litros de combustível pois não havia paradas para reabastecimento e algumas corridas duravam quase 300 km.

      Batia-se sim, havia acidentes até horrendos – em 1970, 16 pilotos perderam a vida nas pistas, entre eles Jochen Rindt e Piers Courage na F1 – mas não se morria como moscas. A falta de segurança era mais da pouca infraestrutura dos velhos circuitos do que dos próprios carros.

      Os carros não eram mal feitos; era a tecnologia da época: chassis monocoques com suspensões independentes nas quatro com duplos triângulos, freios a disco, etc, etc. Só o que não havia era estrutura deformável para absorção de choques, isso veio depois.

      Os carros da F1 representavam a melhor tecnologia disponível da época, e muito se assemelhavam aos carros de rua: motor, câmbio manual, pedais de freio, embreagem e acelerador como um carro comum. e nada de 700 HP, os Ford Cosworth V8 debitavam coisa de 450/480 HP. Ferrari e Matra, motores V12, iam um pouco mais, algo como 500 HP.

      Pilotos amadores? Queria ver esses críticos sentados num carro desses a quase 300 km/h, trocando marchas “na mão”, freando a 100 metros das curvas (ou menos) com freios a disco de aço (ninguém nem sabia o que era fibra de carbono), com um desses aerofólios altos e sem muito uso de aerodinâmica. Coisa para HOMENS e não crianças que brincam em simuladores.

      Porcaria para mim é tirar do piloto seu poder de decisão como nos dias atuais; correr monitorado à distância por eletrônicos e perdendo mais tempo em apertar botões e obedecer aos comandos de rádio do que prestar atenção na sua pilotagem. mas são outros tempos e é o que temos. E sempre dá pra piorar mais…

      • Flavio costa disse:

        Joaquim, não liga não, pelo jeito, esse cara não entende nada de F1! Não tem conhecimento nenhum da matéria, além de não ter acompanhado a fase áurea da F1, onde o pilotos eram homens corajosos e talentosos de verdade, e não meros pagantes, cheios de frescuras, e os circuitos, eram desafiadores e emocionates, não esses autoramas sem graça de hoje em dia…

  14. Alessando Neri disse:

    Alberto, infelizmente vc não sabe nada. Seus comentários sobre esse post sao de uma nulidade impar. Lamentamos pelas suas limitações. Como dizia o eterno Nelson Rodrigues: ” invejo a burrice porque ela é eterna”.

  15. Joaquim disse:

    Que cavalgadura ! Mudaram a alfafa dessa besta quadrada de lugar e veio parar aqui. Uma anta !

  16. Mario Souto-Maior disse:

    Pra falar besteira este cara esta sozinho. Com certeza é um nerd que acha que o mundo começou quando ele nasceu, antes nada existia. Pilotos aventureiros ? Nossa, que ignorância sem tamanho.

  17. Caca disse:

    Esse cara deve estar de brincadeira. Porém, o triste é existir quem, de fato, assim pense.

  18. JOÃO SOUZA disse:

    Alberto Allatere VAI COMENTAR NO SITE DA ANA MARIA BRAGA! TÁ NO LUGAR ERRADO!!!!!!!!!!!

  19. Flavio Gomes disse:

    Quem é esse mala aí em cima?

  20. Lucas S.A. disse:

    Mas a pista… A pista rouba totalmente a cena. Foda-se segurança, televisão e o c****** a quatro, um crime terem mutilado Nürburgring.

  21. Roberto Borges disse:

    Tudo maravilhoso e os comentários foram ótimos! Tem muita coisa dita aí que eu não sabia, embora seja “desses tempos”.
    Os caras eram bem loucos e muito bons! Quem já jogou Gran Turismo 5, ou mesmo o 4, tem uma idéia do que é andar ali sem passar com uma roda na grama a volta toda. Os trechos de reta são muito rápidos, tem curvas de alta e a pista é muito estreita, com guard-rails muito próximos. Errou, dançou!
    Na corrida de 24h sempre fica um monte de gente estampada pelo caminho.

  22. sinvas disse:

    fanrastico o video
    me lembro com saudades , destes F1
    me parece que a qualidade da
    conduçao , na maioria das vezes
    era superior ao que o carro poderia
    representar , pois existiam muitas
    variantes de resultado , ou ate
    mesmo equivoco nas regulagens
    por parte dos pilotos e mecanicos,
    forçando os pilotos a terem uma forma
    diferenciada de conduçao.durante a
    corrida.

    com certeza vamos ouvir comentarios
    sobre jogo de equpe de cevert com stewart,
    e outras porem
    acredito que existia sim o jogo de equipe ,
    porem as ordens ou definiçoes de estrategia
    eram conversadas no bigode a bigode , e
    e eram bem diferentes dos recadinhos nojentos
    via radio “fernando esta mais rapido que voçe”.
    outro ponto que temos que observar é que
    o jogo de equipe que a ferrari impoe aos
    seus pilotos é mais repulsivo e vergonhoso
    que as outras equipes , chegando a ser ate
    “nojento” , a ferrari nao é mais uma equipe de
    F1 e sim uma banca de resultados , o sonho dos
    pilotos em ir para a ferrari tropeça nestes padroes
    conforme comentarios em entrevistas e demais
    meios de comunicaçao , alguns pilotos pagaram
    para entrar na ferrari , e depois pagaram para
    sair.
    Formula 1 do seculo passado é nota 10.
    agradeço ao post . valeu

  23. Joaquim disse:

    27a. e última vitória do Escocês Voador, recorde que só seria quebrado 14 anos depois, em 1987 por Alain Prost. Só isso já dá uma ideía da genialidade de Jack Stewart, o melhor piloto da F1 no período compreendido entre 1969-1973, quando abandonou as pistas, após a morte do team mate François Cevert n o Gp dos EUA, em Watkins Glen. Essa vitória consolidou o caminho para seu terceiro título mundial, livrando aí 15 pontos sobre cevert e 18 pontos de Emerson Fittipaldi, na época campeão mundial e seu mais direto perseguidor. Este GP da Alemanha se destaca também por ter sido o primeiro onde houve sanções à propaganda de cigarros nos carros da F1.

  24. Rodrigo disse:

    Fantástico Video. E um tapa na cara do velhaco Eclestone e sua teoria de kartodromos e preocupação com o publico. Alem dos carros veja o publico! Um milhão de alemães estavam ali??! E na China Bahrein e quetais? Da isso de gente pra ver corrida de carros? Duvideodó

  25. Gabriel disse:

    Pois é. Tem umas pérolas assim no YouTube, felizmente. Eu ando baixando algumas corridas dos anos 78-82, pois sou fanático nesta época de transição dos turbos e, claro, pelo Gilles. O mais interessante: muitas dessas corridas foram reprisadas pela RAI e, justamente por isso, hoje estão disponibilizadas na net. Anos atrás já havia feito essa sugestão aqui, uma vez que o Canal Oficial poderia, nas madrugadas da vida, passar na íntegra corridas antigas…

    • Caca disse:

      A Globo não tem os direitos de reprise na íntegra, só pode usar trechos e, mesmo assim, para fins jornalísticos.

      Lembrando que ela não transmitia todas as provas ao vivo sequer à época. Na década de 1970, muitas vezes, passava o VT à noite, um compacto, não necessariamente no mesmo final de semana do GP. Tudo era muito bagunçado, os contratos eram prova a prova. Por exemplo, quem passou o GP da Itália de 1972 foi a Record. A Tupi passava alguns compactos tb. GP Brasil sempre foi da Globo, pois ela era responsável pela geração para o mundo, mesmo em 1980, quando a Bandeirantes passava a F1.

      Foi só nos anos 1980 que a coisa regularizou, todos os GPs ao vivo, salvo algumas exceções.

      • Mário Salustiano disse:

        Caca, essa foi a única prova no velho Nurb tramsmitida ao vivo na integra na decada de 70, eu tenho idade e memória suficiente e lembro de ter assistido essa em PB vendo os Tyrrells de Stewart e Cevert na liderança, agora voce tem razão quanto ao formato das transmissões até o final do anos 70 eram inconstantes, uma curiosidade para quem não lembra, no final de 79 Bernie conseguiu uniformizar os contratos de transmissão que passaram a obrigar as emissoras a passar todas as provas do mundial, por essa razão na época a Globo não fechou e o campeonato de 1980 foi transmitido pela TV Bandeirantes, Glavão era o locutor, como Piquet disputou o título daquele ano a Globo se viu na situação de correr atrás e a partir de 81 voltou a transmitir as corridas

      • Gabriel disse:

        Sim. Eu nasci bem depois, então não posso discutir sobre quem transmitia as corridas. Mas, se a RAI passa, a emissora oficial poderia passar também, não crês???

        Mas, obrigado pelas informações, porque eu realmente desconhecia boa parte delas!!!

  26. Alessandro Neri disse:

    F1 de verdade. Em um circuito de verdade. Com pilotos de verdade. E com carros…. Bem, os carros dos anos 70 são os mais bonitos da história da F1. Como é bom assistir a esses gps na íntegra e constatar o lixo que a categoria se tornou no seculo 21. Bons tempos.

  27. EduardoRS disse:

    Que tesouro! Olhando essas imagens, dá pra chegar a duas conclusões: 1) nenhum autódromo jamais chegará aos pés do velho Nurburgring, e 2) a F1 de hoje é coxinha demais. Pessoal sentado no barranco ao lado da pista, ingresso barato, acampando e fazendo um churrasquinho… infelizmente é coisa do passado. “Obrigado”, Bernie.

  28. Mario Souto-Maior disse:

    Só as placas com os nomes dos pilotos mostram a grande diferença da F1 atual…

  29. Marcelo disse:

    Quando vi essa corrida anos atrás fiquei surpreso com a beleza da pista e dos carros, mas o que mais me surpreendeu foi a monotonia da corrida! Falem o que quiser, mas as paradas de boxes pra trocar pneus é um show a parte na F-1 atual, isso raramente acontecia nos anos 70, trocar pneus pra chuva naquela época era coisa raríssima. Outra coisa negativa nessa prova, a Tyrrell não deu chance a ninguém, dominou a corrida mas sequer teve briga entre seus pilotos. Ou seja, já existia ordens de equipe na época, em nenhum momento Cevert ataca Stewart na prova(equipamento ele tinha pra disputar a vitória, e pontos de ultrapassagem é o que não faltavam nessa pista). Então, porque Cevert não atacou o companheiro? Oras, se ele ultrapassa Stewart e vence a corrida, adeus emprego com direito a um chute no traseiro!!!

    Como podem ver, já existia capachão naquela época(pra quem não sabe, nos anos 50 nas corridas em “duplas” ou “trincas”, Fangio nunca cedia seu carro, sempre ele era o beneficiado e pegava carro do companheiro pra terminar a corrida). Chega ser irritante essa dobradinha da Tyrrel em Nürburgring, o francês sequer simula uns ataques para enganar o pobre-telespectador. Naquela briga Villeneuve x Pironi em IMO 82, Gilles achou que o companheiro-amigo-depois-inimigo tava simulando uma briga pela posição…o canadense só foi acordar na bandeirada.

    Stewart adora atacar campeões da era moderna, seu alvo principal sempre foram A.Senna e M.Schumacher. Outro tricampeão que vem sofrendo críticas de Jackie é Vettel. Mas o tricampeão dos tempos da Tyrrell devia falar menos, Stewart pra chegar ao tricampeonato contou com muito vento a seu favor:

    1) Um forte patrocinador(Elf), que bancava a equipe!
    2) Um dos melhores projetistas de sua época, Derek Gardner.
    3) O apoio incondicional do dono da equipe, Ken Tyrrel.

    Se for observar, isso sempre foi regra na F-1…pelo menos entre os grandes pilotos…

    Não é a toa que Helmut Marko virou bicho dias atrás, o consultor da Red Bull se irritou com as críticas que Sebastian Vettel tem recebido e tratou de rebater cada uma delas:

    Jackie Stewart chegou a afirmar que o alemão só provaria que é realmente bom se tivesse sucesso em outra equipe. Mas as críticas ao jovem prodígio da Red Bull não agradaram ao consultor da equipe. Helmut Marko não mediu palavras para criticar Stewart.

    “E então, os comentários do grande Jackie Stewart, de que Vettel tem de ir para outro time para provar do que é capaz. Isso é dito por alguém que conseguiu todos seus grandes resultados em um time, a Tyrrel. Não posso levar isso a sério. Nós da Red Bull Racing não somos apenas um bando de funcionários públicos.”

    Bom lembrar, Webber fez um baita “carnaval” em 2010 não aceitando ser CAPACHÃO de ninguém(e sempre quando precisa, ele bate de frente com a equipe disparando na mídia. Ajudar Vettel só em último caso, quando suas chances de títulos já se esgotaram, e olha lá. Webber pode não ser um gênio ao volante, mas sair da F-1 com fama de capachão-Berger-bundão, pode esquecer). Já Cevert na Tyrrel não passava de um pau-mandado dentro do time, tudo tinha que ser feito em função de Stewart, a corrida na Alemanha de 1973(e outras), mostram nitidamente isso.

    Com Peterson em 78 foi muito pior, mesmo levando patrocinador(Polar) para a Lotus ele sequer podia disputar vitórias com Andretti. Não podia sequer usar o carro reserva que era destinado exclusivamente ao companheiro. Em Monza 1979, Gilles Villeneuve também teve seu dia de capacho na F-1. Enzo Ferrari pessoalmente deu recado a Gilles, o título de 79 já tinha dono(Scheckter), o campeonato tinha que acabar em Monza. Em nenhum momento, Gilles pode brigar pela vitória durante a corrida, seu sonho de ser campeão terminou com uma ordem do patrão, e vai querer contrariar o velho Enzo Ferrari…vai para o olho da rua!!!

    O que aconteceu na Tyrrell em Nürburgring 73, não é muito diferente do que ocorreu com Massa e Alonso em algumas provas em 2012. Se um companheiro não pode brigar pela posição mesmo estando com equipamento igual(ou melhor), isso já caracteriza jogo de equipe. Cansei de ver isso na Formula 1, basta lembrar dos casos: Johansson-Alboreto, Berger-Senna, Patrese-Mansell, Coulthard-Hakkinen, Barrichello-Schumacher. Ok, não acontecia de forma frequente e existia grande diferença entre os pilotos, mas algumas vezes era nítido que o segundo piloto podia brigar pela posição. Quantos pontos-decisivos Massa deu a Alonso desde Monza 2012? Eu contei mais de 10 pontos…não me lembro de Webber entregar pontos de mão beijada para Vettel na temporada passada. E quando ele teve carro bom, o canguru acelerou pra bater o alemão.

    Jackie Stewart tem que pensar antes de disparar a metralhadora, por isso, gosto da postura de Emerson Fittipaldi, pode observar, ele só fala coisas boas. E ele sempre teve um enorme respeito por cada década da Formula-1. Até hoje não vi Fittipaldi criticar pilotos de gerações diferentes, ele sabe que campeonato mundial independente da época a coisa sempre vai ser mais embaixo…

    • Caca disse:

      Bela crítica, parabéns.

      • Joaquim disse:

        Não se esquecendo que Emerson perdeu o título de 1973 em Monza, onde ainda havia chances matemáticas de bater Stewart pelo campeonato. Chapman não deu ordem para Peterson trocar de posição com Emerson (fizeram primeiro e segundo, respectivamente), coo anteriormente combinado. Emerson discutia suas bases para renovação do contrato para 1974 e Chapman – notório pão-duro e inimigo de pagar bem seus pilotos – resolveu dar um “sossega leão” no brasileiro. Deu no que deu: os pontinhos de Monza fizeram falta e Stewart foi o campeão da temporada.

      • Joaquim disse:

        No inicio dos anos 70, a relação de pilotos-equipes era bem diferente dos dias atuais. Entrar como segundo piloto numa grande equipe escudando um piloto consagrado era o caminho natural. Aconteceu com Emerson na Lotus em 1970, quando estreou no Lotus 49 como terceiro piloto, atrás de John Miles e Jochen Rindt. Com a morte de Rindt em Monza e a “amarelada” de John Miles (que se borrou de medo ao pilotar o Lotus 72), Emerson foi guindado ao posto de 1o. piloto da equipe.

        A situação de Cevert era bem diferente na Tyrrel. Praticamente fora imposto na equipe pelo patrocinador francês ELF e sabia da sua situação de segundo piloto, escudeiro fiel de Stewart.

        O piloto escocês em 1973 já dava mostras de querer abandonar as pistas, ainda mais depois da morte de Robin Wlliamson no GP da Holanda em Zandvoort, num dos mais dramáticos acidentes da moderna F1. E o herdeiro natural de Stewart seria François Cevert como primeiro piloto da Tyrrel.

        Portanto, nesta corrida nada mais natural que o francês apenas acompanhasse Stewart, de olho em tirar pontos de Emerson Fittipaldi, o principal adversário em busca do título. Somete discordo que Cevert tinha condições de superar Stewart num combate direto. O “Vesgo” tinha muito mais braço, talento e experiência. Se fosse necessário, dava um passeio no francês.

    • AS disse:

      Era só pra curtir os carros, a época e a simplicidade das coisas que tornava tudo mais bonito… só isso. Deus pai….

    • Mário Salustiano disse:

      quem conheceu como a relação entre Stewart, Cevert e Ken Tyrrell ocorreu não concordaria com teu ponto de vista, não quero entrar em polemica até porque teu comentário em boa parte em bem estruturado, mas acompanho F1 desde um pouco antes de 73, e mesmo o que hoje chamamos de favorecimento a um piloto tinha uma postura diferente da atual, abrs

  30. Luiz Rocco disse:

    Pace em 4o., Wilsinho em 5o. e Emerson em 6o. Se não me engano, Pace fez a volta mais rápida

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