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quinta-feira, 23 de maio de 2013 - 0:05Sem categoria

MÔNACO, 1993

monaco93SÃO PAULO (feliz Dia da Tartaruga) – Hoje, 23 de maio, faz 20 anos da última vitória de Ayrton Senna em Mônaco. Foi a sexta, quinta seguida. Ele venceu em 1987 com a Lotus e de 1989 a 1993 direto e reto com a McLaren. Poderiam ser sete não fosse a célebre batida no guard-rail em 1988, quando estava um ano na frente de Prost, desconcentrou-se e deu a panca besta na entrada do túnel. Ficou tão puto que nem para os boxes voltou. Atravessou a rua e foi para casa, já que tinha um apartamento ali perto. Diz a lenda que irrompeu pela porta, surpreendeu a empregada e pediu para ela fazer o almoço.

Nessa corrida de 1993, Senna quebrou um recorde que já durava 24 anos, a incrível marca de cinco vitórias de Graham Hill no Principado. É, até hoje, quem mais ganhou nas ruas de Monte Carlos. Schumacher chegou perto, com cinco. Curiosamente, um dos adversários do brasileiro naquela corrida era justamente o filho de Hill, Damon, então piloto da Williams. Terminou em segundo, quase um minuto atrás de Ayrton. Alesi, o terceiro, cruzou a linha mais de um minuto depois do carro vermelho e branco. Prost, o quarto, uma volta atrás.

Damon foi um lorde ao falar sobre a marca atingida pelo rival. “É um tributo para meu pai que alguém do calibre de Senna tenha batido seu recorde. Tenho certeza que se ele estivesse aqui seria o primeiro a cumprimentá-lo”, falou. Graham Hill morrera em 1975, num acidente aéreo.

Como se vê, esse GP de Mônaco, exceto pelo recorde histórico, esteve longe de ser um dos mais emocionantes de todos os tempos. Muito pelo contrário. Prost, o favorito absoluto, estava na pole e queimou a largada. Quando pagou o stop & go, teve a manha de deixar o carro morrer duas vezes. Perdeu 21 posições e mesmo assim terminou em quarto, tamanha a superioridade da Williams sobre os demais naquele ano — ele conquistaria o tetra com o pé nas costas em Portugal, no fim de semana em que anunciaria sua aposentadoria. Schumacher, na Benetton, assumiu a liderança quando Alain foi para os boxes, mas quebrou. Assim, a vitória caiu no colo de Senna, que não precisou passar ninguém.

Eu estava nessa corrida e fui dar uma olhada no que escrevi no jornal naquele dia. A cobertura foi modesta, até, para os padrões da época. Apenas duas páginas com oito textos, quatro fotos e uma arte. Está aqui, para quem quiser ler. Senna tinha batido forte nos treinos de quinta-feira e machucou a mão esquerda. Correu o risco de não participar da prova, mas no fim das contas não sentiu dores especialmente impeditivas. Na entrevista depois da corrida, tirou uma onda de Prost e disse que o francês vivia queimando largadas na época da McLaren. “Isso me incomodava muito e ele sempre conseguia escapar da penalização.  E hoje, na terra dele, teve que pagar.”

Bom lembrar que Senna não era muito fã dos dirigentes da FIA e da FISA. Não perdia uma chance de espetar as entidades, com as quais vivia às turras desde a desclassificação no GP do Japão de 1989.

Depois, quando perguntamos a ele sobre os infortúnios de Prost e Schumacher, Ayrton nos interrompeu bruscamente e disse: “Acredito em Deus, não em sorte”. Por fim, recusou-se a falar da polêmica de então, o uso de motores Ford de última geração pela Benetton, em detrimento da McLaren, que tinha unidades menos potentes: “Não sei, não me interessa, esse é um assunto que já me encheu o saco”.

Sim, meninos e meninas, Senna dizia “encheu o saco”. Parece incrível, não? Afinal, santos não deveriam ser assim tão… humanos. Pois é, Ayrton era humano. Se alegrava, se irritava e pilotava carros de corrida. Ainda bem. Mas não vou ficar aqui teorizando sobre sua personalidade tão distorcida pelos anos. Prefiro dar um link para vocês. Este texto foi escrito por um professor de História da UEG chamado Ademir Luiz e publicado no site “Jornal Opção”, de Goiás. Não conhecia. Foi escrito em 2011, quando do lançamento do documentário sobre a vida de Senna.

O texto é enorme, mas é o melhor que já li sobre o assunto. Por “assunto”, entenda-se Ayrton Senna e tudo que se criou em torno de seu nome. Leiam, que vale muito a pena. O autor conhece Fórmula 1 — comete um ou outro errinho factual, como o ano do acidente de Niki Lauda. Entende de cinema (uma crítica ao filme é o pontapé inicial do artigo) e exercita o rigor que historiadores costumam ter quando rabiscam qualquer coisa.

Pelo escasso número de comentários, acho que pouca gente leu. Ainda é tempo. O bom da internet é isso. As coisas estão aí para ser lidas, a qualquer tempo.

317 comentários

  1. Roberto disse:

    Achei o comentário muito maldoso do Ademir Luiz, ele diz que o Senna não é acertador inato de carros, e cita o Toleman-Hart, agora eu pergunto como o Senna vai acertar um carro com pressão de turbo de apenas 2,8 bar contra 3,5 bar é mais ou menos como comparar um motor 1300 com um motor de 1000 cilindrada, não devemos esquecer que estes Toleman mesmo com pouquíssimo torque em várias ocasiões conseguiu ter tempos de corrida muito bons no mesmo segundo dos melhores carros (os Toleman eram ruins de treino, mas rápido de corrida), como ocorreu no GP de Mônaco, no de Portugal e Brands Hatch, os Toleman-Hart foram considerados por muitos projetistas como o melhor chassis da F1, um dos que disse isto foi o Gordon Muray. O mesmo Ademir critica o fato de Senna não conseguir acertar os Lotus em 85/86/87, só que esquece que o Piquet também não conseguiu acertar o carro em 2 anos de F1, sendo que em 1988 o Piquet tinha a mesma equipe técnica e o mesmo motor da Lotus de Senna de 1987. O mesmo ocorreu com Mansell que também não conseguiu acertar a Lotus em 4 anos de F1, sendo que em 1983/1984 ele teve a mesma equipe técnica e motor da Lotus de Senna de 1986/1987. O Ademir esquece que se um chassis quando nasce ruim não tem conserto, acertar carros é conversa fiada, qualquer piloto de F1 a partir da década de 80 sabe acertar um carro com a ajuda da telemetria, desenvolver carros aí é diferente, mas para fazer um bom carro é necessário muito dinheiro, se acertar carros fosse solução as Minardi ou Marussia da vida bastava contratar o Alonso que seus problemas estariam solucionados…não devemos esquecer que Rory Byrne e Adrian Newey só viraram um grande projetista quando deram equipes endinheiradas para eles…..antes ele só fizeram fiasco em equipes pequenas…as idéias brilhantes de Byrne não davam certo na Toleman por falta de dinheiro, as idéias brilhantes de Newey não davam certo na Fittipaldi por falta de dinheiro. Muito estranho Ademir pegar as declarações do Mansell com críticas ao Senna, e os elogios que ele deu ao Senna? dizendo que foi o maior piloto de F1 de todos os tempos…ele disse isto ao pilotar o Lotus 98T que era do Senna, numa homenagem ao Senna. Porque o Adermir não pega as declarações do Boutsen, do Berger, do Rubinho….amigos do Senna…ele prefere botar os inimigos…porque o Ademir coloca as declarações do Chico Rosa, ele e Piquet são muito amigos para falar da relação SennaXPiquet, é claro que o Chico vai falar bem do Piquet…foi com a ajuda do Piquet que o Chico hoje é administrador do autódromo de SP e foi com a ajuda do Chico que o Bernie contratou o Piquet para F1. Assim como eu não aceitaria que o Ademir entrevistasse o Galvão Bueno, ele é muito amigo do Senna e sempre vai defender o Senna numa comparação com o Piquet…Achei um texto cheio de contradições….Pessoas que não são do ramo não devem falar de F1.

  2. Rafael disse:

    Na verdade conta Lemyr Martins que a empregada tinha instruções de não abrir a porta pra ninguém, então ele ficou sentado na soleira da porta até 4 horas da tarde de macacão e tudo, e depois que entrou nem almoçou mais.

  3. Mauricio Alves disse:

    Adorei o texto!
    Lúcido, sem patriotadas, sem meias palavras e mostrando o piloto como ele era: um ser humano com qualidades e defeitos.
    Expôs as fraquezas com o mesmo peso dos pontos fortes, relatou opiniões de gente “de dentro” do automobilismo e, principalmente, renegou a idolatria em torno da imagem pública do piloto (que era totalmente antagônica com a imagem privada).
    Trouxe subsídios técnicos e analisou as tão propaladas estatísticas, mostrando o outro lado da moeda, que as “viúvas” não sabem ou não gostam de ver exposta!

    Lendo as mensagens publicadas no blog eu fiquei mais certo do valor do texto, devido à reação louca e sem noção das “viúvas” de plantão!

    Parabéns ao Professor Ademir Luiz!

  4. Marcus Lima disse:

    Sobre o texto do Historiador, há vários pontos bem observados realmente. Ok, não é primazia do futebol supervalorizar os que enchem os olhos: assim como no esporte da bola, o lúdico, habilidoso, o plástico ganha destaque; é normal que na corrida de automóvel o destemido, inconsequente, tenha valor.
    Há que se aceitar o que se prova em números. As discussões sobre as lendas, que no mais fazem parte do produto que nos foi vendido. Há que se laudar, o que é detestável: o mito do bom mocismo exacerbado, do herói, do mártir filósofo de auto ajuda: que é nojento. O que tenho de gostar é de ver o virtuose domando a máquina, no limite, de uma forma alucinada: sua competitividade, sua combatividade, ok, isso .

    Agora, se perfeito em quase tudo. O texto cede a um problema que houve no Brasil. Se critica a irracional paixão de parte do público, ao se valer de uma ironia tão acida, tão corrosiva, ao se valer mesmo do apelido ofensivo de ” viúvas”, o autor revela o reverso da mesma paixão que quer desmontar, combater, desmascarar. Parece um amargurado fã de Piquet, apenas querendo nos convencer quão injusto é todo o exagero em torno de Senna : até por citar laudatoriamente Piquet, o que é ótimo_ somente não o é quando isso precisa ser feito para provar que Senna é tão bom. Esse maniqueísmo, na cabeça do autor que oferece um como contraponto do outro, não me parece mais racional que o amor desconsolado ao “maravilhoso ser iluminadamente divino” das “viúvas”. Me parece infeliz
    porque não capta, na essência, as coisas: que Senna adorou e trabalhou para além da corrida, sua dimensão de ídolo da mídia. E que Piquet a desprezo. A mídia escolheu seu produto, o maquiou, burilou, vendeu, adulterou um pouco: e daí? O que há de mais legal no Piquet é não se prestar a isso, ser genuíno, e marrento como bom carioca. É falar o que pensava sem pensar no que dizia: é o seu aspecto de “pure racing”.

    De fato, aí está o erro do texto: combate paixão, criando uma oposição que não devia haver. São grandes, que se escolha quem é melhor. Essa comparação seria como comparar Romário_autêntico, desbocado, irresponsável, desagradável as vezes; com o bom mocismo de plástico do Ronaldo Fenômeno: e bater numa coqueteleira essa avaliação das personalidades com comparações de mérito técnico. Há….E isso lá é importante?

  5. Alberto disse:

    É engraçada a inversão da situação de alguns tempos para cá. Hoje em dia, o que eu menos vejo – aqui nesses comentários, pelo menos – são as tão faladas “viúvas de Senna”. Mas não deixo de ver textos e opiniões direcionadas a elas. Sinceramente, acho que sustentam um fantasma. Um piloto morreu há quase 20 anos e virou lenda. No mundo inteiro. O cara era muito bom, dos melhores, além de carismático, midiático e marqueteiro etc. E virou isso aí, uma figura tão forte que todos parecem fazer questão de não esquecer, especialmente seus detratores. Toda a polêmica que envolve seu nome, tanto tempo após sua morte, é apenas a comprovação disso.

    Esse texto aí pode até ser bem escrito, mas é cheio de erros e tem um tom de fanatismo anti-sennista desavergonhado, de causar inveja às viúvas. Outros pilotos foram melhores? Talvez. Mas poucos (ou nenhum), por um motivo ou outro, ganharam a dimensão que Senna ganhou. Manipulações de estatísticas ou insinuações de homossexualismo não mudarão esse panorama. Conformem-se.

  6. Paulo Pinto disse:

    Qual a palavra que as “viúvas” mais utilizam?

  7. Lucas disse:

    O texto começa até bem, e usa uma comparação que eu sempre gosto de usar, a de Senna como “autor de autoajuda” (nada mais irritante que ouvir as entrevistas dele). Mas o curioso é que do meio pro fim ele passa a cometer os mesmos erros ainda mais grotescos que os que aponta nas “viúvas” de Senna, e aí a agenda por trás do texto fica clara. Talvez convença quem não entende muito de Fórmula 1, mas não é nem um pouco difícil ver o quanto ele está equivocado.

    Ele comenta, por exemplo, que “Clark foi mais hábil que Senna em converter poles em bandeiras quadriculadas”. Ué, como esperar o contrário? Basta olhar a distribuição de poles de Clark por temporada e comparar com o desempenho da Lotus em cada ano. Clark não marcou nenhuma pole em 60 ou 61 (apesar da Lotus ser a segunda melhor equipe nesses dois anos – compare-se com o fato de Sennar ter marcado poles em 85-87 contra carros com ritmo de corrida bem melhor que a Lotus e portanto ser alvo muito mais fácil para perder a liderança). Quando a Lotus teve uma temporada fraca em 66, Clark só marcou duas poles, e não converteu nenhuma em vitória. Além disso, tirando as corridas em que foi companheiro de Graham Hill, Clark quase sempre pôde aproveitar a superioridade da Lotus só para si (enquanto que Senna só teve o melhor carro e um mais fraco como companheiro em 90-91 – e olhe lá, porque em velocidade a Williams já era melhor em 91, embora perdesse em confiabilidade). Logo, é meio que óbvio esperar que as percentagens de Clark fossem muito melhores, não?

    Mas o sujeito perde completamente a noção quando fala resolve usar o critério da “tradição” – a Lotus para qual Senna foi em 85 “não era uma carroça”, pois Clark foi bicampeão lá em… 63 e 65! Francamente, fica difícil levar a sério suas críticas com um argumento desses. Eu poderia passar um dia inteiro falando no quanto esse argumento é estapafúrdio, mas vou me restringir a um só comentário: será que faz sentido dizer que Valteri Bottas não está dirigindo “uma carroça”, pois está numa escuderia com tradição na F1 e que venceu de forma assustadoramente dominante em 1992? Só rindo…

    E, no parágrafo seguinte, continua mostrando o típico raciocínio de quem não faz a menor idéia do que é automobilismo, comparando “quanto tempo Senna levou pra ser campeão”. Alguém precisa avisar pra ele que automobilismo é corrida *de carros*. Mais uma vez, eu poderia passar um dia inteiro mostrando o quanto o raciocínio dele é estapafúrdio, mas vou fazer uma comparação só: Mika Hakkinen estreou em 91, e foi campeão só em 98. Lewis Hamilton foi campeão na sua segunda temporada. Faz algum sentido comparar os dois baseado nessa informação? Só para quem, como citado, desconhece completamente como funciona o esporte: Hakkinen estreou numa Lotus decadente (aliás, uma equipe “de tradição”, mas que naquela época era, sim, uma “carroça”), Hamilton estreou numa McLaren que estava em ótimo momento.

    É curioso, também, que ao mesmo tempo em que desqualifica a opinião dos que o endeusam, usa como verdade absoluta a daqueles que o demonizam. Sejamos razoáveis, Nelson Piquet não é exatamente o sujeito mais imparcial para falar sobre Ayrton Senna, certo? E, mais uma vez, o argumento não se sustenta: não teria grande utilidade, para Senna, copiar os acertos de Alain Prost. Prost usava acertos extremamente não usuais pela forte tendência ao substerço (o que foi um dos motivos pelo qual Keke Rosberg sofreu tanto nas McLarens de 86, que tinham essa característica), e portanto eles não teriam grande utilidade para Senna, que atacava as curvas de forma completamente diferente. É mais ou menos a mesma situação que acontecia entre Berger e Alesi nos tempos em que foram companheiros – o setup de um em nada servia pro outro. Mas enfim, seria demais exigir que o autor entendesse alguma coisa sobre acertos de carro, certo?

    E mais um erro crasso ocorre no parágrafo seguinte, quando aponta o fato de que o rendimento da Lotus em 87 diminuiu em vez de melhorar em relação à temporada anterior. Aparentemente, o autor ignora completamente o fato de que a comparação não faz qualquer sentido, já que não houve apenas uma troca de motores – o chassis de 87 também é completamente diferente do de 86 (mas enfim, pra quem acha que dá pra comparar a Lotus de 85 com a de 65, não é de se estranhar).

    Enfim, o texto começa com algo com que concordo, depois parte para uma metralhadora giratória de abobrinhas, mas termina com algo em que ele volta a fazer sentido: há outros pilotos que merecem tanto quanto Senna a candidatura de “melhor de todos os tempos”. Sou meio cético quanto ao Clark, pois suas estatísticas exuberantes, como já citei aqui, são, de forma considerável, resultado do fato de ter aproveitado por muito tempo um carro extremamente superior sem concorrência interna (semelhante ao que acontece com Vettel e Schumacher). Mas concordo totalmente quanto ao Alain Prost – foram quatro títulos e mais um punhado de temporadas em que ficou muito perto do campeão mesmo apesar do fato de que sua lista de companheiros de equipe tem Rosberg, Lauda, Senna, Mansell e Hill – só aí são nove campeonatos, o cara foi companheiro de praticamente todos os campeões da F1 de 82 a 96 com exceção de Piquet e Schumacher, e quando não os bateu, ficou muitíssimo próximo disso. E obviamente sobre Fangio – é o único da lista que é realmente uma unanimidade. Todos os seus pares o consideravam o melhor piloto do grid e ponto.

    • Flavio disse:

      Parabéns pela lucidez do comentário.

      Acrescento que sobre a sexta marcha basta ver a imagem da camera do carro. Não há troca de marchas.
      Aliás quem estava lá e ouviu o barulho percebia claramente isso.

      Agora até quando nós brasileiros seremos assim?
      Achando que tudo é uma “armação” uma “conspiração da globo” e etc???
      Até quando seremos presos a isso???

      Não vejo ninguém falar que somos o único país que teve 3 gênios na F1 seguidos: Emerson, Nelson e Ayrton.
      Temos que ter ORGULHO e DAR VALOR ao que somos.

    • Flávio Mendonça disse:

      Análise perfeita!

    • Flávio Mendonça disse:

      Análise perfeita!!

    • Regis disse:

      Parabéns, Lucas pelo comentário, o Jim Clark foi facilmente batido no ano de 1960 e 1961 pelo companheiro de equipe, o injustiçado Stirling Moss (um piloto que nunca foi campeão, mas que era uma fera), só depois que este piloto abandonou a F1 é que o Jim se tornou um “grande piloto” também o Colin Chapman da um chassis monobloco para o Jim Clark que deixava os seus carros vários segundos mais rápidos que os chassis da concorrência que ainda usavam os chassis tubulares, a rigidez do chassis era ótima e todos tiveram que copiar alguns anos depois, a Lotus do Clark inovou com uma suspensão independente revolucionária copiada mais tarde pelos concorrentes, a Lotus foi a primeira equipe a usar o melhor motor de F1 de todos os tempos o Crosworth, e foi o primeiro carro a ter patrocínio, com o Colin Chapman da década de 60 qualquer piloto seria campeão, mas concordo com você aos elogios ao Fangio…este foi sem dúvida o melhor piloto de todos os tempos, ele é superior ao Schumacher e ao Senna, porque o Schumy nunca pegou um adversário forte ao seu lado e os contratos eram leoninos, o Rubinho chora quando fala nos pilotos n°2 do Schumy, já Senna apesar de muito rápido em chuva em poles, tem alguns defeitos de afobação. Este tal de Ademir Luiz não sabe nada de automobilismo…imagina dizer que se o Senna fosse um acertador inato ele teria que fazer as Lotus e até Toleman andarem, agora eu pergunto para o Senhor Ademir, como fazer andar um Lotus 1985 andar se o Senna até o GP da França teve que correr com o motor Renault EF 4 um motor de 1984, Senna era o piloto n°2, quem usava o melhor motor EF15 de 1985 (De Angelis usava), um motor que desenvolvia 50 cavalos a mais e era 24 kgs mais leve, a partir do momento que o Senna usou o EF15 a Lotus melhorou muito, mas não dava para derrotar as Mclaren de 1985 que tinha um bom chassis e um piloto superior (Prost estava na sua sexta temporada e é óbvio que ele em 1985 era superior ao Senna que estava na sua segunda temporada), mas este chassis da Lotus em 1985 foi considerado o melhor da F1 e ganhou vários prêmios, hoje se sabe que a Lotus não tinha um bom chassis, as vitórias do Senna foram em pista molhadas, em 1986 as Lotus apesar de Senna ter feito muitos pontos 55 (contra 38 de 1985), não gostei da atuação do Senna, ele estava com sérios problemas de consumo já que o regulamento abaixou o consumo de 220 para 195 litros e o motor Renault sentiu muito mais que os motores mais modernos como os Porsche e os Honda, já em 1987 o Ademir diz que os Lotus com os Honda pioraram? eu pergunto de onde piorou? só se for poles em 1985 e 1986 os motores Renault de treino só perdiam em potência para os BMW e Honda, mas por pouco era um ótimo de classificação. porque atingia uma pressão de turbo de 5,2 bar dando uns 1200 cavalos, por isto que as Lotus-Renault fizeram um monte de poles, na realidade a Lotus com o motor Honda melhorou bastante em 1987, menos nos treinos, porque o motor Honda de treino do Senna só dava 900 cavalos, já os Ferrari, Porsche, Ford dava em torno de 1000 cavalos e os Honda 1050 cavalos….o motivo era o novo regulamento que colocou os motores com uma válvula de 4 bar, como a Lotus teria que usar o motor Honda de 1986 (do ano passado, os de 1987 eram exclusivos das Williams por contrato) a Lotus não tinha um bom motor de classificação, já que os outros (incluindo a Honda) simplesmente aumentaram o giro do motor, passando dos 1000 cavalos, outro motor que foi muito mal em 1987 foi o BMW, pelo mesmo motivo da Lotus, ele só dava 11000 giros, os BMW eram fortes até 1986 porque atingiam 6 bar de pressão, mas os Lotus 99T em condições de corrida eram muito bons, eles só perdiam para as Williams, as Mclaren que eram superiores as Lotus em 1985 e 1986, as Mclaren de 1987 foram facilmente batidas pelas Lotus de 1987, mas a Lotus de corrida também tinha um motor Honda inferior aos Honda da Williams, mas a inferioridade não era tão grande como nos treinos, porque tinha que economizar combustível, as Lotus de 1987 fez 3 vezes a melhor volta da corrida, já em 1986 as Lotus-Renault não fizeram nenhuma vez a melhor volta, eu acredito que se a Lotus de 1987 tivesse o motor Honda de 1987 e a Williams de 1987 o motor Honda de 1986, acredito que o Senna seria facilmente campeão, porque faria um monte de poles e com o motor mais forte faria muito mais do que 57 pontos…o próprio Mansell foi muito mal em 4 anos de Lotus ao lado de De Angelis, o Piquet em 2 anos também foi mal na Lotus, baseado no que diz o Adermir Luiz se o Piquet fosse tão grande acertador teria endireitado as Lotus e eu não estou culpando o Piquet nem o Mansell pelo fracasso, a Lotus não estava bem economicamente na década de 80 por causa de vários escândalos do Chapman, por isto que ela fracassou, aí chega o André Luiz diz que o Senna poderia fazer o Toleman andar, se fosse um acertador inato, mas como fazer este carro andar se o próprio Rory Byrne criador daquele carro disse para a Folha de São Paulo que os Toleman 1984 tinha só 60 pessoas, 1/10 do orçamento da equipes de ponta e um motor que tinha 150 cavalos a menos de potência, nem o Fangio faria este carro andar.

  8. wagner neves disse:

    Ih, FG,

    Você conseguiu dar um upgrade legal no texto do historiador. A viuvada está enlouquecida comentando no site dele, tanto quanto por aqui. Grande texto, diga-se de passagem.

  9. Perna quebrada 2 disse:

    FG é excelente nas análises. Porém quando diz respeito a Senna ele tem a tendência a cair nos mesmos defeitos daqueles que ele critica (os Sennistas).

    Opinião é opinião. Claro, melhor sempre que livre de ufanismos como alguns têm pelo Senna.

    Seria a mesma coisa dizer que a Lusa, time que o FG tanto idolatra, é uma piada. Ou dizer que os Ladas que ele também idolatra são carros pífios, frutos de uma nação mais pífia ainda.

    Garanto que ele não gostaria de ouvir algo assim ou mais agressivo sobre os gostos e paixões dele.

  10. Marcelo disse:

    Bem, o texto contém vários erros e é de uma imparcialidade que beira a agressão. Opiniões surgem para serem respeitadas, independente de quais sejam, então respeitem os fãs, desrespeitosamente chamados de “viúvas”. Jamais poderemos comparar Senna e Schumacher pois um morreu enquanto o outro estava se firmando na categoria… Sou um grande fã do Senna, ele perfeito? NÃO!!! Ele era um piloto completo? Na minha opinião sim, se é verdade ou não o que importa? ele esta morto, não poderá se defender… então… respeitem a memória que nós fãs e não “viúvas” preferimos guardar em nossas lembranças.

  11. Acarloz disse:

    Esse pachequismo enche o saco, cheio de piloto postando aqui.

  12. Marcelo disse:

    Lá vamos nós outra vez …. rs ….

  13. Rico disse:

    Agora por essa ninguém esperava! Messi é melhor que Pelé ! Chuva de porretadas em 3,2,1,….

  14. Ulisses disse:

    Sobre o texto indicado, li todo, muito bem escrito por sinal.
    Sobre as opiniões nele contidas, há controvérsias. Comecei a ficar com o “pé atrás” logo no início, quando o autor levantou a suspeita sobre Senna ter terminado aquele GP do Brasil somente com a sexta marcha. Eu estava lá, ouvia-se claramente aquele motor Honda em baixa rotação contornando o S do Senna, pegando a Reta Oposta em aceleração contínua sem trocas de marchas. Naquele dia, em todo o autódromo era esse martírio!
    Se ele tinha outras marchas não sei, mas fez a parte final do GP só com a sexta.

    Posto isso, continuei a ler já com algumas ressalvas.
    Em alguns pontos senti uma tendência anti Senna, talvez tenha sido só impressão.
    Não sou Viúva, acho que Senna foi o melhor piloto de sua época, assim como Fangio foi da sua, Clark, Emerson e Stewart (no mesmo nível), Lauda, Piquet, Schumacher, enfim, cada época tem as suas referências. Para Piquet, o maior de todos é Jack Brabhan, que construiu o próprio carro e ganhou o mundial! Foi ou não foi um Fodão? Imaginem isso hoje! E se Hamilton construísse uma Hamilton e vencesse o mundial? O Vettel projetasse e fabricasse uma Vettel ganhando o título! Alonso não vale, ele iria utilizar algum projeto em desenvolvimento por outra equipe através de espionagem industrial, depois negaria tudo.

    Essa discussão de melhor piloto de todos os tempos é uma grande perda de tempo.
    Cidades, autódromos, mecânicas, elétrica, eletrônica, pneus, segurança, adversários, regras, público, imprensa, cada época teve as suas características, impossível comparar pilotos de épocas diferentes.

    Tenho uma tendencia a considerar os grandes pilotos de outrora como os verdadeiros fodões. Pneus diagonais finos, freios a tambor, direções mecânicas, chassis com longarinas, sem cintos de segurança, carros sem santo antônio, capacetes que eram toquinhas reforçadas, câmbios “secos” (sem sincronização), autódromos inseguros, velocidades finais próximas às de hoje, enfim, desafiavam a morte com máquinas infernais em locais inseguros.
    Mas, se é para escolher alguém melhor de todos os tempos, fico com o Fangio.

    • Ulisses disse:

      … e ainda temos que colocar o Sébastien Loeb em algumas dessas listas aí!

    • Jr. disse:

      Concordo plenamente. Não dá pra levar, ou tentar levar a sério a opinião de alguém que passa a usar o termo “viúva”. Não dá. Parece fã do Piquet.

      • Reinaldo Bascchera disse:

        O engraçado dessa história de “viúva” é o seguinte: só existem as “viúvas” do Senna porque ele morreu!!! No dia em que o Emerson, o Piquet e outros morrerem, provavelemnte terão suas próprias “viúvas”. Mas desejo vida longa aos dois grandes pilotos brasileiros, o Emerson, fantástico, e ao Piquet, figuraça.

  15. Mário Salustiano disse:

    quem puder pode ler a replica feita por Marcel Pilatti no mesmo jornal, onde ele aponta uma série de equivocos ao texto do professor, segue link

    http://www.jornalopcao.com.br/posts/opcao-cultural/senna-nao-e-pele-ainda-bem

  16. JB da Sorte disse:

    Excelente a “Folha” da época… Dava espaço para a F-1… Melhor ainda ler títulos como “Santos vence com show de Almir” ou o “Folhateen” sobre “galinhagem”…

  17. Cristiano disse:

    Texto cheio de equivocos. O autor usa o filme como mote pra despejar um monte de abrobrinhas. Uma coisa é criticar as distas viuvas — assunto alias q já deu no saco, pq toda vez q se lembra AS, esse ponto suplanta o próprio tópico do post–, outra coisa é colocar vários achismos

  18. John Barnard disse:

    Excelente o texto do Ademir Luiz. Uma leitura esclarecedora.

  19. Fabricio disse:

    Larguei o texto do professor em “o tema da vitória foi composto para Piquet”.
    Gastei o resto do tempo vendo vídeos no youtube do Senna estraçalhando nas pistas que é o que realmente interessa.
    Confesso que me surpreendi com um post do Flávio Gomes sobre os 20 anos da última vitória do Senna em Mônaco, mas ao ler o texto ficou claro que era só mais um dos textos pra dar uma alavancada na audiência do blog, fórmula repetida à exaustão por aqui.

  20. Eduardo Messias disse:

    FG e amigos, comecei a acompanhar a F1 na época do Senna, o que já embaralha a visão, claro. Quando moleque, ia ao Pacaembu e achava o Neto um gênio. Ainda bem que o tempo passa, e hoje vejo o quão comum era o canhoto, assim como o quão mau comentarista o cara é hoje.
    O professor parece ser a viúva do Pelé, que não jogou a Copa de 62 inteira, mas recebe, por linhas tortas, o título. Pelé que, fora dos campos, é figura tão discutível quanto o Senna, o que, para mim, já relativiza a discussão.
    O ponto em questão é que o Senna era um piloto fantástico, mas humano e piloto. O erro em Mônaco talvez fosse o resultado da busca pelo Prost para dar uma volta no cara. Era algo idiota, mas sensacional. As viúvas são um problema em qualquer lugar.
    Como escolher entre Jordan e Magic ou Sampras, Nadal e Federer? Para mim, o mérito esportivo jamais pode ser maculado por uma preferência pessoal.
    Diga a húngaros que Pelé foi maior que Puskas.

  21. Eduardo Schmidt disse:

    Senna era muito foda!!!! Melhor piloto de todos os tempos, indiscutivelmente!!!

  22. Se essa Benetton não quebrasse, Scumacher seria o Rei de Mônaco.

    Até ano passado, com a Minardi prata e 80 anos nas costas, foi ele quem fez a pole.

    • Paulo Vargas disse:

      kkk…..piada boa. Rei de Monaco e rei da chuva, só existiu um!

      • Paulo Pinto disse:

        Segafredo, você ficou de verificar isso. Acredito que Herr Hepta tenha mais vitórias na chuva.

      • Lucas disse:

        Falácia facilmente desmascarável, essa. Schumacher tem mais vitórias na chuva (e em quaisquer outras condições) simplesmente porque nenhum outro piloto na história da F1 sequer chegou perto de ter, por tantas corridas, carros de ponta e companheiros pouco competitivos. Antes de pegar o carro que lhe deu o primeiro campeonato, Schumacher correu nada menos que dez corridas com chuva em algum momento, e ganhou apenas uma – e simplesmente porque todos os seus concorrentes diretos tiveram problemas (teria perdido até pro seu próprio companheiro de equipe – Brundle, que o ultrapassou quando o alemão cometeu um erro bobo e saiu da pista – não fosse um pit stop desastroso do segundo piloto da Benetton). Já Senna, antes de ter um carro campeão, teve quatro corridas com chuva: Monaco 84 (interrompida quando ele estava em segundo), Portugal 85 (vitória), Mônaco 85 (motor estourado enquanto liderava), e Bélgica 85 (vitória). Isto é, o que diferencia os dois é que Senna de fato era capaz de ser superior na chuva mesmo com carros muitíssimo inferiores, enquanto Schumacher fez isso muito raramente. Não houve uma única corrida com chuva em que Senna, não importa o carro que tivesse no momento, não estivesse no mínimo brigando por um pódio, já Schumacher, como citado, fez pouquíssimo nessas condições antes da Benetton chegar ao topo, e tem vários desempenhos constrangedores nessa situação: em Donington tinha praticamente o mesmo desempenho do companheiro Patrese e não conseguia acompanhar nem mesmo o Barrichello que andava de Jordan, e rodou sozinho e abandonou, no japão nesse mesmo ano abandonou em sexto numa corrida em que nem sequer passou da quinta posição, rodou sozinho em Interlagos 2003 e no ano seguinte foi só sétimo sem nunca andar acima do quarto lugar, na Hungria em 2006 fez uma corrida repleta de erros, bloqueios desastrados e acabou abandonando após encher a traseira do Heidfeld, e na segunda carreira teve mais oito corridas com chuva em que sequer foi ao pódio (o que seu companheiro conseguiu na China em 2010). Definitivamente não faz muito sentido comparar Senna e Schumacher na chuva.

      • Paulo Pinto disse:

        Uma “viúva” já jogou a toalha…

      • Paulo Vargas disse:

        Pinto…….tenho todas as carreiras de Senna e, segundo aquele critério que coloquei, posso enumerá=las pra vc. Agora as de schumi cabe a vc apontar, obedecendo ao critério claro.

      • Nelson disse:

        Não faz sentido mesmo. O tal do Schummy matou o Senna em Spa 92, quando ganhou disparado e o Senna rodou sozinho, ganhou na Espanha em 92. Isto comparando com Senna, fora outras tantas em que foi ótimo até mesmo na Mercedes. Comparar alguem com ele na chuva é brincadeira.

      • Paulo Vargas disse:

        Não sei dos nrs. de Schumacher na chuva…..o que sei é que nenhuma de suas vitórias nestas condições foi sequer próxima das epopéias de The Master Rain King!!!

      • Flavio Gomes disse:

        Consulte as estatísticas. Schumacher é o piloto que mais venceu corridas na chuva.

      • Paulo Pinto disse:

        Falou quem sabe. Schummy, o novo Rei da Chuva!

      • Paulo Vargas disse:

        hahaha…..tá bom!

      • Paulo Vargas disse:

        Se vc falou tá falado Flávio, mas não estamos discutindo quantidade, confere?

      • Paulo Pinto disse:

        Michael Schumacher, o mestre molhado!

      • Eric disse:

        Hummm…mestre molhado Sr Pinto…hahahahahaha

      • André Fellipe Cravo disse:

        Meninas, Schumacher disputou um total de 48 provas na chuva e venceu 20.

        Até 2006 – porque os fãs do alemão fazem questão de não considerar o pós-2010 – venceu 50%.

        Abandonou 5 delas por erros, é bom lembrar. Além disso, fez cagadas no Brasil 2001, onde terminou em segundo. Na Argentina, 1998, e Mônaco, um ano antes, foi visitar a grama. Tomou volta do Alonso na Hungria em 2006. No Canadá, em 2000, venceu com ordens de euqipe, e na Inglaterra, 2002, o Barrichello, que foi melhor que ele nos treinos, largou dos boxes..

        Isso que estou excluindo suas 8 provas na chuva no pós 2010!

        //

        Já Senna, tem o seguinte record:

        13 vitórias em 20 corridas!!!!!!!!!! ( na França, 1992, abandonou ANTES DE CHOVER, e o Abandono veio… por conta de uma CAGADA fenomenal de Schumacher).

        Senna abandonou uma corrida por erro (Espanha 92), e cometeu erros em outra (Bélgica, 92).

        Senna teve um pódio com toleman, e o resto ou falha mecânica (canadá 89 e San marino 93) e por batida com retardatário quando liderava (austrália 89, como schumy na bélgica 98)

        Sim, Flavio, Schumacher venceu mais na chuva. Mas acho que um reinado não é só pela quantidade…

        Daqui a pouco Flavinho vai dizer que o Schumacher é o “rei dos circuitos de rua” pois venceu mais (16 em CINQUENTA E OITO PROVAS) do que Senna (15 vitórias em 35 GPs)

      • André Fellipe Cravo disse:

        Shcumacher na Chuva

        espanha 91
        Austrália 91
        espanha 92
        frança 92
        bélgica 92 WON
        brasil 93
        europa 93
        san marino 93
        japão 93
        japão 94
        bélgica 95 WON
        europa 95 WON
        japão 95 WON
        brazil 96
        mônaco 96
        espanha 96 WON
        san marino 97
        frança 97 WON
        bélgica 97 WON
        mônaco 97 WON
        argentina 98 WON
        inglaterra 98 WON
        bélgica 98
        frança 99
        europa 2000 WON
        Canadá 2000 WON (team orders)
        Alemanha 2000
        Bélgica 2000
        Eua 2000 WON
        Japão 2000 WON
        Malásia 2001 WON
        Brazil 2001
        Inglaterra 2002 WON (Barrichello didn’t start)
        Brazil 2003
        Austria 2003 WON
        Eua 2003 WON
        Malásia 2004 WON
        Itália 2004
        Brasil 2004
        Hungria 2006
        China 2006 WON
        Austrália 2010
        China 2010
        Turquia 2010
        Coréia 2010
        Canadá 2011
        Hungria 2011
        Malásia 2012
        Brasil 2012

        Senna na chuva:

        1 1984 Monaco 2 13
        2 1985 Portugal 1 1
        3 1985 Belgium 1 1
        4 1988 Great Britain 1 3
        5 1988 Germany 1 1
        - 1988 Japan 1 1
        6 1989 Canada Ab 1
        7 1989 Belgium 1 1
        8 1989 Australia Ab 1
        9 1990 Canada 1 1
        10 1991 Brazil 1 1
        11 1991 San Marino 1 1
        12 1991 Spain 5 3
        13 1991 Australia 1 1
        14 1992 Spain 9 3
        15 1992 France Ab 3
        16 1992 Belgium 5 2
        17 1993 Brazil 1 3
        18 1993 Europe 1 4
        19 1993 San Marino Ab 4
        20 1993 Japan 1 2

      • André Fellipe Cravo disse:

        Terminando:

        Schumacher 41,6% de vitórias na chuva
        10,4% abandonos com erros

        Senna 60% de vitórias na chuva
        5% de abandonos com erros

      • André Fellipe Cravo disse:

        Aliás, sem frança 92, senna venceu 65% das corridas na chuva.

        Será que ele teria vencido pelo menos sete a mais se disputasse outras 28?…

      • Paulo Vargas disse:

        Depois deste relatório acho que Paulo Pinto e cia não terão mais dúvida de quem é o rei da chuva, circuitos urbanos etc….EU já sabia disso, assim comko todos os verdadeiros fãs de F1. Eu disse VERDADEIROS.

      • Paulo Pinto disse:

        Na chuva:
        Schu 20
        Senna 13

        Na rua:
        Schu 16
        Senna 15

        Valeu!

      • Paulo Vargas disse:

        Esse não era o critério…

      • Roberto Andrade disse:

        Excelente Paulo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

        20>13
        16>15

        assim como….

        91>41
        68>65
        7>3

        HAHAHAHAHAHAHAHHAHA as viúva chora!!!!!!!!!!!!!!!!!!

        Paulo pinto, o melhor!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

      • Paulo Pinto disse:

        É isso aí, Roberto!
        Temos que avisar o Nelson e o Gerson.

      • Paulo Vargas disse:

        Roberto Pinto, o melhor analista de dados do blog, hahaha…..mas não desistam rapazes, quem sabe vcs mudam a realidade inflacionária do país para crescimento econômico!

      • Nelson disse:

        Paulo e Roberto: Estou de olho!

  23. Genesco Junior disse:

    Não entro em méritos da pessoa, pois não conheci Senna pessoalmente, mas como esportista, ele pra mim foi o 5º da história. Na minha modesta opinião, Schumacher, Prost, Alonso e Piquet (nesta ordem) estão a frente do Senna. E estou cagging and anding para quem discorda, como falei, a opinião é minha.

  24. perna quebrada disse:

    Em relação ao filme, ele foi bastante pertinente, em relação às viuvas o cara teve que tirar leite de pedra pra desmistificar o Senna.

    Senna não é santo nem nunca foi. Mas a maneira que ele se refere as viúvas parecem que são aqueles que só assisitiam F1 quando tinham brasileiro ganhando, assim como assistem volei, tenis, basquete, quando tem brasileiro na frente. Quem entende mínimamente de automobilismo sabe das qualidades e defeitos do Senna, mesmo os seus fã mais fanáticos.

    Algumas coisas que o cara escreveu:

    “o longa revela aspectos obscuros de sua personalidade: o quanto era orgulhoso, fanatizado e irritadiço. Não esconde que o piloto de gênio era também uma pessoal banal, desinteressada por cultura, dono de uma infindável coleção de superficiais frases de efeito, proferidas com a solenidade de quem fala verdades filosóficas definitivas.”

    Obscuro? Quer dizer que ficar irritado é ter algo obscuro na personalidade de uma pessoa?
    “Ele era desinteressado por cultura.” Pelo jeito os demais pilotos de F1 quando encerram a carreira, vão correndo pra universidade fazer mestrado e doutorado e depois dar palestra no Café Filosófico da TV Cultura.


    “A sexualidade do piloto é um deles. Seu primeiro casamento é ignorado, assim como seu tão falado “amigo” de infância.”

    Se ele sabe alguma coisa sobre o primeiro casamento do Senna porque não publiicou?
    E esse tal amigo, quem era? O Galvão? Ele comia as cabritas na fazenda? Se o cara sabe de alguma coisa publica, porra. Não fica com insinuação idiota.

    “lendas sennianas, como o “milagre da sexta marcha”,

    O cara terminou a corrida com a primeira, terceira e sexta. Agora, se o cara acha que da pra ganhar uma corrida de F-1 em terceira marcha…
    Aqui o prorpio senna fala do que aconteceu no fim da corrida.

    http://www.youtube.com/watch?v=a-sl_gEq3HQ

    “se seu controverso estilo de direção era perigoso, suicida ou apenas arrojado.”

    Se ele era suicida, o Mansell era Serial Killer. ,Controverso? O cara ganhava e isso que importa pra uma equipe.

    “Tema da Vitória” foi composto para Nelson Piquet”

    Aí fodeu, né.

    “Porém, convêm lembrar que seus títulos conquistados na Fórmula Ford 1600, ou na F-2000, ou na F-3, não constituem feitos especialmente notáveis no universo da F-1. É comum entre pilotos de elite vitórias fáceis e sucessivas em categorias menores.”

    Ah, vá… Ele chegou a essa conclusão sozinho? Que grande historiador ele é.

    “Concentrado, ele era um piloto. Desconcentrado, ele era um piloto qualquer”

    Ourtra conclusão genial, baseado na entrevista do Chico Rosa.

    • perna quebrada disse:

      “sempre foi notória a falta de habilidade de Senna no acerto dos carros. Em entrevistas para a revista “Playboy”, de abril de 1988, Nelson Piquet ironizou o fato. ”

      Schumacher é o maior da história, ele também não sabe acretar carro, isso muda alguma coisa?

      “Senna não foi perfeito. Cometeu erros tacanhos, dignos de Mansell em seus piores dias.”

      Piquet, Schumacher, Prost, Mansell, Clarck, Emerson, todos tem em sua história aguma barbeiragem pra contar.

      Realmente, Senna não se dedicou a fazer amigos no Circo da F-1.

      Quem sabia fazer era o Piquet, né?

      Em sua entrevista para “Playboy”, Piquet mencionou que “no dia em que o Prost e o Senna estiverem disputando um título, por exemplo, todo mundo vai dar preferência (nas ultrapassagens) para o Prost, porque o Senna sempre sacaneaou todo mundo”. (…) Com o Prost, o Rosberg e os outros, a competição sempre foi limpa e honesta. O Senna, pelo contrário, demonstrou que quem tentar superá-lo será colocado para fora da pista. Acho que quem compara o Senna com o Gilles Villeneuve insulta a memória do Gilles, um esportista brilhante e leal”.

      Dá pra comentar a sério isso aí?

      “Enredados em seu fanatismo quase religioso, é difícil para as viúvas conceberem que Senna não é unanimidade entre fãs de automobilismo ou especialistas na área esportiva. Em 2000, a revista “Isto É” promoveu a seleção do Esportista do Século…”

      Ai, ai….

      Curioso notar que Pelé foi a única unanimidade no colégio eleitoral…

      Colégio eleitoral? Uff…

      Enfim, ao contrario do Gomes acho que o texto tem um ou outro acerto.

      Senna era grande sim, santo nunca.

      Acho que a grande referência feita ao nome Senna é o choro do Schumacher quando ultrapassou o número de vitórias do Ayrton. Esse ato resume a importancia do “santo” no automobilismo mundial.

  25. Adebisi disse:

    Pow Flavinho, acho legal o blog, mas o texto de desconstrução do Senna que vc colocou, utiliza a “famosa” falsa entrevista que um louco piquetista do Orkut tentou forjar do Osamu Goto, como argumento de desconstrução.

    e este texto citado até começa bem quando se atem a proposta do filme, mas depois o autor se toma do passionalismo e começa a soltar merda atrás de merda.

  26. Camarx disse:

    Resumo de toda a discussão: Senna é nada mais e nada menos que um piloto de automóvel, mas existem alguns que gostam dele mais do que lasanha!

  27. Banana Joe disse:

    Prost, Senna, Piquet, Stewart, Schummy, Clark, Lauda, Villeneuve, todos gênios ao seu modo, na sua época.
    O melhor? Impossível afirmar.
    O meu preferido é o Piquet.
    É um cara sem “maquiagem”. Cheio de defeitos e não procura se divinizar e esconder isso.
    E se Senna não é Pelé…
    Pelé também não é Muhammad Ali, este sim o incomparável Atleta do Século, dentro e fora dos ringues.

  28. Marcelo Andere disse:

    Melhor texto que já li sobre Senna!!
    E é impressionante, só pq o cara morreu não se pode criticá-lo ou apontar suas falhas – de caráter ou como piloto -, tem que fingir que seus “pecados” não existiram…patético por parte das viúvas.

  29. Andre Viana disse:

    Senna para mim foi o melhor piloto de f1 que vi correndo desde 83.
    Os melhores depois de senna que ja vi sao: prost, vettel, alonso,shumacher,piquet e hakkinen, nesta ordem.

    Vejo que a minha lista possue certa coerencia e esta proxima das listas feitas nos ultimos anos com pilotos ex-pilotos, a nao ser pelo fato de nao ter os pilotos que correram antes de 83.

  30. Apache disse:

    Sempre me pareceu existir uma certa mágoa do Flávio em relação ao Senna e ao Rubens…

  31. Leo disse:

    FG, todos nós sabemos que volte e meia surge um post desse pra turbinar o blog.

    Creditar um texto de um professor de história com pouco conhecimento de F-1 como a melhor análise sobre o piloto é no mínimo curioso.
    O texto na primeira metade até possui bons argumentos, mas na metade final se resume a um punhado de críticas pescadas para desvalorizar cada característica profissional de Senna.

    Como já citaram, soa como texto arquitetado para servir de combustível para fóruns e blogs afins…

  32. Fábio disse:

    Boa noite, para quem quiser assistir (recordar) a corrida completa, o Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1 em 1993, lá no YouTube tem ela:
    http://www.youtube.com/watch?v=peMSURWZXqw

  33. Eduardo disse:

    O cara venceu 6 vezes em Mônaco… 6 VEZES… e não sabia acertar carro, e não tinha concentração na corrida!!! E olha que o autor conhece F1…

  34. Eduardo Daniel disse:

    Dia da Tartaruga e aniversário do Rubinho!

  35. Fabio Aguilera disse:

    O texto do historiador é, de longe, a coisa mais impactante que eu já li (ou soube por qualquer meio) sobre o Senna. Se as informações sobre as habilidades e deficiências de Senna e dos outros pilotos estiverem corretas… Eu não sei avaliar isso, mas os especialistas poderiam fazer uma crítica e colaborar muito para o conhecimento dos leigos como eu.

  36. Gustavo Mascarenhas disse:

    Como tem amante do Piquet neste blog todas fervorosas

  37. Rafael Sales disse:

    Melhor piloto de todos os tempos é Barrichelo esse sim !

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