BOM ERA QUANDO…

B

…tinha Senna, Prost e Piquet! É o que mais ouço quando dou corda a conversas “sociais” sobre Fórmula 1. E tome aquela ladainha de quem só viu corrida nos anos 80 e 90, e que deixou de ver quando Ayrton morreu, e que acha que Schumacher nunca foi nada demais porque só foi campeão “quando já não tinha mais Senna, Prost e Piquet”, e quando me encho do assunto finjo que o celular tocou.

Pois bem. Olhe com atenção esses caras aí embaixo. Um é Senna, outro é Prost e outro é Piquet. Os três estarão na pista sábado para a abertura da Fórmula E. Dois deles, inclusive, quando dentro do capacete, se parecem demais com o tio e com o pai. O outro usa capacete igual ao daquele que o colocou no mundo.

Um Senna, um Prost e um Piquet. Ayrton foi campeão pela última vez há 23 anos. Alain, há 21. Nelson, há 27. Mais de duas décadas depois do auge dessa turma, seus descendentes dividirão o mesmo grid em busca das glórias que seus sobrenomes já inscreveram na história pilotando… carros elétricos.

É curiosa, a vida.

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

83 Comentários

    • Lucas di Grassi ganhou depois do acidente entre Prost e Heidfeld. Mas Bruno Senna foi o mais rápido enquanto o carro não deu problemas. Mostrou uma vez mais que é do ramo, tanto ou mais do que o Di Grassi. Agora falta materializar em resultados e para isso convém que a bateria não falhe na altura das qualificações. Certo é que Senna fez no segundo treino um tempo quase 1 segundo melhor do que o tempo da Pole do Nicolas Prost!

  • Alguns já criticam enquanto outros estão achando que é uma maravilha…
    Calma gente, temos que assistir pelo menos umas provas para ver o que esta categoria pode realmente oferecer a quem gosta de corridas.

  • Talento não se passa geneticamente. Há uma pequena parte que quase parece já nascer com a pessoa e há outra parte (a maior parte) que depende de muito treino, muitos anos de trabalho contínuo desde a infância. Bruno Senna e Nicolas Prost não tiveram esse treino, essa preparação, que permitisse ver até onde poderiam chegar se tivessem tido carreiras normais. O mesmo não se passa com Nelsinho Piquet, que teve essa preparação desde os karts e mesmo assim não chegou muito perto do talento do pai. Aos outros pode ter faltado apenas esse trabalho contínuo ao longo dos anos para chegarem ao nível do tio e do pai. Já quanto ao Nelsinho, sim, podemos dizer que não herdou aquela parte do talento que é quase como inato. Isto sem lhe tirar qualquer mérito, pois dos três é neste momento aquele que mais admiro, por ousar correr em competições tão diferentes como são a NASCAR, o Red Bull Global Rallycross, os GT.s da Sprint Series ou a FE e sendo competitivo em todas!

    Enfim, vai ser bom ver esses nomes históricos correrem juntos na mesma competição…

  • Galera, no site do formulae.com tem a possibilidade de você votar em seu piloto favorito. Chama-se FanBoost. Os três pilotos do grid que tiverem o maior numero de votos iram receber na corrida a possibilidade de usar tipo um KERS, aumentando temporariamente o poder do seu carro a partir de 150kW (202.5bhp) para 180kw (243bhp). Esta vai ser a primeira vez que o publico do planeta terra vai ter uma possibilidade real de influenciar em uma corrida. Realmente estamos entrando em uma nova era e me sinto feliz de estar vivenciando tudo isso. Este é só o inicio!!! Tipo como foi lá em 22 de julho de 1894. A velocidade dos carros esta lá, se quiserem conseguem fazer chegar na casa dos 300km/h ou mais, mas esse não é o foco por enquanto. O foco da evolução esta nas baterias onde precisam evoluir em sua autonomia e segurança. Depois disso a brincadeira vai ter outra outra dimensão. Torço mais uma vez para o domínio do homem versos maquina e pela competitividade dentro das pistas.

  • Os sobrenomes são os mesmos mas pena que talento não se passa geneticamente, Há atualmente uma mania de achar que porque tem sobrenome o cara é bom, isso não só aqui no Brasil. Curiosos que filho de nadador e tenista ( esportes individuais onde o talento e o esforço mandam mais que a grana) raramente obtem sucesso na mesma profissão que o pai. Sobrenome serve muito em automobilismo onde o QI e a grana mandam muito mais que o o talento

    • A natação ou o ténis também exigem muitos sacrifícios para se chegar longe mas não são tão apelativos. Por isso é até possível que o automobilismo atraia mais jovens que queiram seguir as pisadas dos parentes famosos e da quantidade acaba também por surgir a qualidade. Vejamos exemplos concretos e atuais na F1: já lá está um Magnussen e vem a caminho um Verstappen. Nestes casos pode dizer-se que têm condições até para ultrapassar os feitos dos seus antecessores. Vejamos agora o caso do circo, em que o talento é passado de pais para filhos através de muito trabalho e esforço desde tenra idade. Assim quase parece que o talento é genético, mas a verdade é que é sim fruto de muito trabalho e esforço até se atingir um grau de perfeição igual ao dos avós, pais, tios. O circo Cardinalli e muitos outros, tudo aquilo vai passando de geração em geração e depende sobretudo do gosto que é incutido desde muito cedo nos filhos. Portanto não é uma questão de sobrenome ou grana, isto é, não é por terem aquele sobrenome ou grana que chegam ao nível de perfeição a que os pais chegaram.

      • Andar melhor que o Magnussem(pai) e o Verstappen(pai) na F-1 não é missão tão difícil, neste caso os filhos devem fazer melhor. Em automobilismo sobrenome dá oportunidade(que não vem pelo talento), alguns são bons, fazem boas provas mas será que são os melhores? Trabalho e dedicação são importantes, mas grana e o QI é mais importante ainda. O Pietro Fitippaldi, chegará a F-1, pode escrever, assim como o Pedro Piquet, assim como foi o Bruno Senna, o Nelsinho Piquet….. mas será que estes são os melhores das respectivas gerações??? Salvo alguem fora de série(que não apareceu) os filhos, sobrinhos e netos continuaram aparecendo e tomando pau dos Alonsos, Vetels, Hamiltons……

      • O essencial no automobilismo é ter dinheiro, não é ter sobrenome. Muitas vezes o sobrenome só atrapalha, por causa do preconceito das pessoas e pela pressão adicional. Não é por acaso que o filho do Schumacher corre com o nome da mãe. Verstappen filho pode não ter essa pressão adicional (o pai não foi nenhuma lenda da F1) mas pode vir a ser ele próprio uma lenda, não sabemos. O mesmo se passa com Pietro Fittipaldi ou Pedrio Piquet. Não é por terem aquele sobrenome que são bons, mas também não é por terem aquele sobrenome que não podem vir a ser bons como um Vettel, Alonso ou Hamilton. O mesmo se aplicaria ao Bruno Senna se não tivesse interrompido a carreira por causa da morte do tio.

      • Sobrenome não é atestado de competência nem de incompetência mas abre portas, abriu na Gillete para o Bruno, da Claro para o Pietro. Pergunte a qualquer aspirante a piloto profissional se querem ou não ter um sobrenome. Na F-1 não baste ser bom, tem que ser fora de série para o nome ficar gravado, pode ser que apareça algum desses com sobrenome, pode sim, mas até agora não apareceu

      • Abre portas mas isso é irrelevante se depois os resultados aparecem. No caso do Bruno Senna os resultados apareceram sempre que ele andou em categorias de carros iguais.

        O Di Grassi não tem sobrenome famoso e na GP2 também conseguiu os patrocínios suficientes. Por exemplo, para 2007 conseguiu lugar na equipa ART (campeã em 2006) depois de ter sido apenas 16.º no ano anterior. O Bruno para 2008 conseguiu lugar na iSport (também campeã no ano anterior) mas tinha sido 8.º no seu ano de estreia na categoria, em 2007. Depois alguns dizem que se o Di Grassi tivesse sobrenome teria ido longe na F1. Não teria. Primeiro tinha que ter ganho o shoot out da Honda em 2008 e não ganhou. Mesmo que tivesse ganho acontecia-lhe o mesmo que aconteceu ao Bruno Senna, perdia a vaga para Barrichello em consequência da crise financeira.

        Depois sim, o sobrenome pode ter ajudado o Bruno a ter ganho os patrocínios que lhe deram as vagas na Lotus e na Williams. Mas isso aconteceu depois de várias paragens que muito o prejudicaram. O Di Grassi poderia fazer melhor nessa situação? Talvez, porque teve uma base melhor, não esteve 10 anos parado como o Bruno. Mas não sei se teria sido suficiente para continuar na F1, porque entrava quase no final da época com a Lotus e perdia os treinos livres para o Bottas na Williams.

        Portanto, ironicamente, a partir de 2010 a falta de um sobrenome famoso acabou por ajudar o Di Grassi, porque não ficou “preso” na F1 como o Bruno e teve mais tempo para conseguir excelentes oportunidades, quer no desenvolvimento do FE, quer sobretudo com a Audi no WEC. Quando o Bruno saiu da F1 já só foi a tempo de conseguir uma vaga nos GTE e agora encontram-se os dois na FE. E no último teste em Donington o Bruno foi mais rápido apesar da vantagem do Di Grassi no conhecimento do carro. Na China foi o mais rápido de todos enquanto o carro não teve problemas. Portanto em termos de velocidade não há nada que indique que o Di Grassi é melhor, antes pelo contrário. Será mais completo porque tem a experiência na Audi e um maior conhecimento do FE. Enquanto isso o Bruno vai correr na Malásia sem ter feito ainda uma qualificação e uma corrida. Portanto, neste momento, tendo em conta as circunstâncias, o Di Grassi é para ele uma referência, mas não porque seja necessariamente mais talentoso. Tem sim mais quilometragem e um carro que foi mais fiável no primeiro fim de semana da FE.

  • O que acho legal da F-E é que os pilotos são aqueles que não tiveram a chance de mostrar um algo mais na F1. Já era tempo para ter uma categorai assim. Antigamente a Indy era assim, quem saia da F1 ia para lá. Hj em dia , de monopostos, só tem categorias de acesso, a F1 e Indy,

  • Flavio,

    Sobre o discurso de sustentabilidade: mais de 70% da energia da China vem do carvão e mais uns 10% de derivados do petróleo. Não parece mto ecológico… (http://www.eia.gov/conference/2014/pdf/presentations/xu.pdf)
    Na Europa, menos de 10% vem de fontes renováveis (http://www.inforse.org/europe/VisionEU27.htm)
    Nos EUA, 11,2% (http://en.wikipedia.org/wiki/Renewable_energy_in_the_United_States)

    talvez valha apena focar nessa discussão

  • Di Grassi: “F-E é imbatível em eficiência e será grande como a F-1”

    No dia que a F-E atingir a velocidade acima dos 300 Km/h, quem sabe…seu problema maior não é o baixo ruído, e sim a fraca potência de motor, mas é uma categoria jovem que pode se desenvolver. Em todo caso, pra quem esta acostumado com som alto dos escapamentos, fica estranho aceitar um carro de corrida sem eles. Fica a torcida pra que a F-E se torne cada vez mais desafiadora, no momento esta muito longe da GP2 ou GP3.

    http://www.foxsports.com.br/noticias/170405-di-grassi-em-eficiencia-fe-e-imbativel-e-sera-tao-grande-quanto-f1

  • Na F-E, sobrinho de Ayrton e Nicolas reeditam rivalidade histórica. “Depois da F-1, vai ser a divisão mais competitiva”, prevê Bruno Senna.

    O sobrinho já esta jogando pra torcida, vamos com calma…

    Imaginem a Globo comprado os direitos da F-E(Pai afasta de mim esse cálice), Galvão endeusando um e satanizando outros dois. Que a F-E fique para sempre no canal Fox.

    Quanto a categoria Bruno, Nicolas e Nelsinho mereciam disputar coisa melhor, o problema da F-E é que ela não leva o piloto a lugar nenhum. Pela fraca potência dos motores, ela “cairia como uma luva” para as mulheres. Um Aston Martin Vantage V8 da Divisão LMGTE-PRO, a principal entre os carros de Grã-Turismo, a Potência chega a 600 HP. Na GP-2 o motor Mecachrome feito pela Renault de 4.0L chega a 612 cavalos, podem atingir até 330km/h. Na GP3 Series, o motor fica em torno de 400cv.

    Não vejo a F-E como categoria desafiadora, os carros atingem velocidade máxima de 220 km/h. A bateria de íon-lítio possui potências máxima de 200kw e média de 133kw. Durante a corrida, todos os carros devem estar em potência média, sendo a máxima permitida apenas com o uso de um ‘botão turbo’, que poderá ser ativado algumas vezes durante o percurso. A iniciativa da Fórmula – E busca incentivar a pesquisa de veículos elétricos e estimular a venda de carros com emissão zero de carbono.

    Níveis de ruído em decibéis: Automóvel = 70dB; Fórmula E = 80dB; ônibus = 90 dB.

    Seria ótimo se Bruno, Nicolas e Nelsinho disputassem a GP2. Com o título nas mãos, ficaria o recado, eles foram campeões, mas a F-1 foi atrás de outros pilotos. Se André Lotterer disputou o GP da Bélgica aos 32 anos, porque Bruno (30), Nicolas(33) e Nelsinho(29) não poderiam voltar a Formula Um? Oras, porque a Formula -E não é parâmetro pra chegar a categoria máxima do esporte a motor. Na minha opinião, a F-E esta muito longe das outras categorias de base.

    Em se tratando de R. Globo(principalmente Galvão), não duvido mais de nada. Imaginem o marketing que a ‘platinada’ ia fazer, os sennistas iam ao delírio..

    Bruno Senna sobre filho de Prost: “Não sou amigo, mas o respeito”
    http://www.foxsports.com.br/noticias/170603-bruno-senna-sobre-filho-de-prost-nao-sou-amigo-mas-o-respeito

  • Assisti o programa ontem na Fox, Flavio. Você me pareceu empolgado com a categoria. Até demais (não como crítica, apenas estou constatando seu aparente entusiasmo, diferente de outras categorias que já surgiram, por exemplo aquela de países que teve chassi inspirado na Ferrari F2004, acho que era A1GP, não era?). Inclusive nessa aí o Nelsinho Piquet também correu. Mas então, o que você tá vendo de tão mais legal na F-E do que nas que surgiram antes e não deram em nada?

    Também achei legal. Só espero que o período de adaptação, de tudo, afinal é tudo novo e inovador, não prejudique a categoria. Que o público saiba esperar tudo se encaixar e não “queime” a categoria logo de cara.

  • Flávio, irei plagiar você e fingir que o celular tocou. O Schumacher, em início de carreira, tirou o Moreno da F1, acelerou a aposentadoria do Piquet e liderava o campeonato, com folga, até o trágico acidente do Senna. Realmente, é um duro baque para todo esse ufanismo tupiniquim.

  • Torço muito pelo sucesso dos brasileiros (todos os quatro) e pela ascensão da categoria!
    Quem ama o automibilismo curte corridas até com motor movido a água!
    Abraço e um grande fim de semana a todos!

  • Legal, muito bom ver esses sobrenomes históricos juntos novamente, na mesma categoria.

    (Eu aposto no Piquet Jr, nessa disputa dos sobrenomes na F-E.)

    Em todo caso, a diferença de Piquet, Prost e Senna da década de 80 é tão GRANDE no quesito talento em comparação com seus representantes em 2014, quanto a diferença de nível da F1 á F – E.

    Só uma pálida semelhança…

  • Super curioso e torcendo pelo sucesso desta categoria. É interessante que você conhece a maioria dos pilotos e alguns dos figurões por terem se estabelecido em outras categorias e outros tempos. Olhando por este ângulo, tem mais gente conhecida na Formula-e que na própria F-1!

  • Quando os carros forem mais autônomos e não precisarem ser trocados, provavelmente a categoria melhora. Por enquanto, me parece bem estranha esta necessidade de trocar de carro, mas a proposta da F-E é instigante e seria legal se ela desse certo mesmo, espero que não seja “fogo de palha”, que atraia público, investidores, patrocínio, montadoras: variedade torna as coisas interessantes.

    O Nicolas cedeu o lugar pro pai nesta foto, só pode…

  • Hoje eu vi um especial do NatGeo sobre a Formula-E e devo dizer uma coisa: achei o barulho dos carrinhos muito mais legal que o da Formula 1. O da Formula 1 atual ficou uma bosta…mas esses da Formula-E me agradaram. Agora Flávio, me explica se a Formula-E vai usar pneus michelin slick ou iguais aos da Formula 1 da era Schumacher.

  • Bem, nunca deixei de ver automobilismo porque um ou outro fulano parou ou morreu. Nunca achei que bom mesmo era tal piloto e outro não valia nada. Assisto corrida. Não pilotos. Assisto corridas, porque gosto de corridas. Pra mim, quem ganhar ou deixar de ganhar tanto faz. Minha vidinha não irá mudar por isso. Inclusive, graças as internet, hoje até assisto corridas de outras categorias além da F1. E não só por causa de pilotos. Aliás, um piloto que não vi correr, apenas em videos, era Graham Hill. Nunca é lembrado como um dos melhores etc. Porém, um cara que ganhou o apelido de Mister Mônaco, ganhou na F1, nas 24 Hs de LeMans, e nas 500 milhas de Indianópolis, não devia ser ruim. Esse, eu gostaria de ter visto. Não posso. E nem por isso, deixo de acompanhar, desde o kart até a F1 e a WEC.
    Que venha a F-E.

  • Vamos assistir a prova.

    Fica a torcida pelos brasileiros.

    Obs.: O que os mais velhos como Eu sentem é saudades de uma época em que éramos dominantes na F-1. A F-1 sempre será legal, mas é mais legal quando somos protagonistas (o mesmo se aplica em qualquer competição),

  • Venho acompanhando as noticias da Formula E, desde o inicio gostei da ideia. A primeira temporada sera um pouco complicada de entender, pelas novidades que a categoria por si só já trás.
    Como sera a correria de entrar nos boxes, bater o cinto, sair do carro e correr para o outro… vai ser muita adrenalina. Uma categoria que promete muito!
    Não estou esperando nada parecido com o que estamos acostumados a acompanhar tipo; WEC, F1 entre outras.
    Quanto aos bons tempos de Senna/Prost/Piquet. Sempre gostei de escutar as ponderações dos amigos sobre o trio. Vejo o encontro dos trés sobre nomes vitoriosos nesta nova categoria de forma positiva. Vai ser legal ver os pegas da nova geração…

  • Onde estará o Deus desse povo agora? hahaha
    E que a Formula-e seja um sucesso e que não soframos com a transmissão do Fox Sports tanto quanto quem acompanha Nascar no canal sofreu até o ano passado com relação a passar as corridas ao vivo e não em VTs em horários ruins

  • Quem vai narrar? Vai ser comentarista Falvio gomes? Espero que a transmissao da Fox Sports seja melhor q da globo na F1…q corta volta da vitoria…etc…etc…
    Curti classificacao e corrida no mesmo dia tambem! Ansioso pela primeira corrida.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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