NÚMEROS & DÚVIDAS

N

MACEIÓ (porque deu fome) – Felipe Nasr tinha escolhido o #40, agora mudou para #12. Não sei as razões, e só espero que ninguém comece a fazer referências ao #12 de Senna em seu primeiro título mundial. E espero que ele, principalmente, não venha com esse papo. Espero, realmente, que seja só coincidência.

A lista de inscritos para o próximo Mundial que a FIA divulgou tem três times, dos 11, com asteriscos. Um deles é a Manor-Ferrari, que vem a ser a razão social da Marussia, que já fechou. Será que alguém realmente acredita que vai aparecer algum maluco para colocar essa equipe em marcha? Até a fábrica foi vendida. Os equipamentos, leiloados. Não existirá Manor-Ferrari, em resumo.

Caterham e Lotus são outras duas com asteriscos “a confirmar”. Não sei bem por que a Lotus entrou nessa. De qualquer maneira, preparem-se para um campeonato com apenas dez equipes, na melhor das hipóteses.

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

29 Comentários

  • “Não sei as razões, e só espero que ninguém comece a fazer referências ao #12 de Senna em seu primeiro título mundial. E espero que ele, principalmente, não venha com esse papo. Espero, realmente, que seja só coincidência.”

    Sabe de nada inocente…
    No Brasil, “por lei”, você tem de fazer referência ao AS de alguma forma, principalmente se virou “famoso” ou ‘celebridade’.

    Ate o Gabriel Medina, menino de 20 anos (porém NUNCA assistiu mais 2 corridas de F1 da era Senna, pois nasceu DEPOIS QUE O AS MORREU) depois de campeão mundial de surf, já deu entrevista a repórter global e teve de falar da “influência e inspiração” de AS em seu “trabalho”. Ao desembarcar em Guarulhos, lá estava a sobrinha de AS esperando o rapaz, bem na frente da imprensa do mundo todo, com um capacete amarelo do AS para dar o garoto. Mal desceu do avião!

    Agora um piloto brasileiro, buscando espaço, visibilidade e $$$ pra continuar na F1, ser apenas “coincidência”…

    Se prepare para um especial da Globo só falando disso antes da primeira corrida de 2015. E tome pachecada.

    Na verdade, eu gostaria que o cara chegasse metendo o pé na porta e assumindo o “1”.

    Chega de jogador de futebol, pilotos de F1 e ídolos (agora sufistas também!) COXINHAS no Brasil!

  • E se for isso mesmo, qual o problema??. Quando o incrivel Hulk pegou o 27 todos elogiaram ” só ele teve coragem de pegar o 27 do Vileneuve”. Concordo que muitos exageram sua adoração pelo Senna mas acho que essa homenagem, caso seja isso mesmo, não tem nada demais. Depois grandes pilotos tem mais é que ser lembrados mesmo.

  • A verdade que ninguém que ver , para talvez ,não desanimarem totalmente desta atual Formula 171 de carros muito feios ,autódromos “Um Luxo Só ” em terras sem tradição e traçados no minimo idiotas onde só com o estupido D S R e mais algumas coisinhas é que se passa alguém com carro do mesmo nível é que propositalmente nõa querem enxergar que Lotus sem Chapman não é Lotus , assim como a Brabham sem o Jack , a Tyrrell sem o Ken todas não resistiram sem seu criador as únicas que tem se mantido com resiliência ,tem sido a McLaren com o senso organizacional do Ron que sempre foi do ramo e a Equipe do Cavalinno com o grupo Fiat a dar-lhe suporte,se não ………………………. pois sem Il Commendatore ; é veramente un casino !!!
    E a bem da verdade : QUE FALTA FARIAM EQUIPES QUE SÓ ANDAM NO FUNDO DO PELOTÃO ? Sem a minima condição de lutarem para estarem classificadas pelo menos entre os dez melhores carros.

  • Com exceção da Manor (ex-Marussia) que hoje não existe mais (a fábrica em Banbury foi leiloada e comprada pela Haas) as outras duas (talvez) mudariam de nome pra 2015 como a FIA não sabe exatamente a nova nomenclatura destas equipes optou por manter as suas inscrições usando o nome antigo e marcado com o asterisco.

    • Cada besteira que inventam! E se tiver segundas intenções? E se a idéia é algariar mais patrocínio ou ganhar maior visibilidade na emissora? Se tem uma coisa que andam precisando resgatar por aqui é o gosto pela F1. Depois nego reclama que o automobilismo tá abandonado por esses lados. Qualquer referencia aos nossos campeões do passado vira alvo de críticas e de discussões inúteis. Certo exagero por parte de quem transmite ou patrocina o esporte é algo normal, mas pra maioria só é lícito quando diz respeito ao futebol, pra qualquer outro esporte vira pachequismo, imoralidade, etc.

    • E até prova em contrario o Nars é só mais um Felipe e mais nada e pena que o numeral não acrescente pelo menos o mesmo em potencia a sua unidade motriz para pelo menos poder andar um pouquinho mais e ainda teremos as idiotas e irritantes comparações com seus companheiros no próximo ano e em dose dupla .Haja saco !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
      A Rede Plin Plin esta doida para achar um candidato a campeão mas em 20 anos o melhor que achou foi dois grandes SEGUNDÕES bem peleguentos. O bom disto tudo é que os Pachecos de plantão e também os de prontidão já estão listando de antemão o rol de desculpas para qualquer frustração dos pilotos brasucas ante expectativas muito animadoras a principio .E terão este blog para defenderem seus “pilotos”

    • Babaquice pq cara? Queria que ele usasse o número do Rubinho, do Henrique Bernoldi? Ou de um campeão estrangeiro? Nasr n é o único no grid a usar o número de outros campeões, e se isso lhe servir de inspiração que mal tem?

  • Tem um que vai ficar o tempo todo, já na primeira corrida, falando sobre isso e, por causa do número vai fazer as melhores previsões ao Felipe e desejando “a melhor sorte do mundo” (lugar comum do mesmo).

  • Acredito que podem ser apenas 8 equipes em 2015 ( a lotus pode pedir PDV logo no início da temporada), mas não importa pois lembro de um jogo muito bom da minha infância chamado Super Monaco GP onde eram só 16 carros na pista e mesmo assim as corridas eram emocionantes!!!!!!!!

    • Essa estória de comparar um jogo da Sega dos anos 90 com corrida de verdade não tem cabimento.
      Para melhorar a qualidade, é necessário ter maior quantidade de equipes e pilotos na competição.
      Com 16 carros, Bernie poderá faturar vendendo vídeos da F1 como soníferos sem efeitos colaterais. (Dormonid estará obsoleto)

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil, onde ficou até dezembro de 2020. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
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