A COSWORTH…

SÃO PAULO (um lado quer) – …topa voltar à F-1 se o regulamento mudar e motores de tipos diferentes (e desempenho parecido) forem admitidos na F-1 num futuro próximo. A marca, que já mudou de mãos 200 vezes desde o auge da parceria com a Ford, nos anos 70, deixou a categoria no fim de 2013, quando os V8 aspirados foram riscados do planeta.

Comentários

  • Motores Cosworth = garagistas felizes!

    Que mantenham as atuais enceradeiras 1.6, v6, e liberem os v8,v10,v12, 6 em linha e os que a imaginação deixar ( motores radiais, H-16, v16, 3 cilindros) limita o giro em 13000 rpm, com 3ooo cc.

  • 1.0 biturbo 3cil, pressão 0,8kg;
    1.2 turbo 4cil, pressão 1,0kg
    2.0 6cil
    Todos podem ter auxílio de eletricidade para aumentar a potencia, como hoje (mas o equipamento é PADRONIZADO para todos os motores).
    2.4, cilindros liberados.
    Blocos de carros de série (sempre funcionou….), mínimo de 1000 unidades vendidas/ano (necessariamente vendidas ANTES).

    Sem limite de motores. Estourou, troca. Quer

  • Eu acho , na minha opinião que é baseada numa época em que não tinham tantas amarras no regulamento que eram mais duradouros (e não se falava hipocritamente em contenção de gastos e todo ano é um carro novo partindo do “ZERO”) que os motores deveriam ter só três quesitos obrigatórios Capacidade Cubica , litros de Combustível por GP e para contentar os ECOCHATOS n. max de Co, agora se teria 1 ou N cilindros , deveria ser por conta e risco de quem os fabricasse . Todo excesso de tutela mais prejudica do que ajuda , e em qualquer área do relacionamento humano sejam exatas ou filosóficas.

    • É isso mesmo, Manfred!

      Em 1988, havia a paridade entre os motores. Era V6 Bi-Turbo com a Mclaren-Honda e a Lotus-Honda e também V8 Aspirado com a Benetton e a Williams.

      Para 2017, a FIA deveria permitir a volta desta paridade de motores, assim, a categoria iria ficar mais competitiva. Como o retorno dos V8 Aspirados, a potência seria de 1000 HP, pois é um motor mais barato de se produzir, o que ajudaria algumas equipes com menos poder financeiro a serem competitivas, como, por exemplo, a Force India, Lotus, Sauber e a Manor.

      Mas, recentemente, saiu uma notícia de que o grupo de estratégia não havia aprovado esta ideia.