ONE COMMENT

O

Sobre o Autor

Flavio Gomes

Flavio Gomes é jornalista, mas gosta mesmo é de dirigir (e pilotar) carros antigos.

17 Comentários

  • Esses carros atuais da Indy estão muito feios. Aquele protetor nas rodas traseiras, é ridículo. Eu sei que é uma medida de segurança para que o carro de trás não encoste a roda dianteira na roda traseira do carro que está na frente e assim, fazendo o carro decolar, mas que é feio, é.

    Os carros de 2011 para trás são mais bonitos.

  • Por mais impressionante que seja o vídeo, após a decolagem o “pouso” parece ter sido bem suave. Se tivessem mais capotagens poderia ter sido bem pior. Por isso ele nem foi para o hospital…. Deu sorte!

  • Dizer que a Indy é uma porcaria só pode ser de uma infelicidade, ou mesmo o cidadão que faz o comentário sequer acompanha a prova. Uma categoria que está empolgando, corridas (até as mais chatas) com competição melhor que a Fórmula 1, dois brasileiros que tem somados vitórias, títulos de 500 milhas. Cada besteira que somos obrigados a ler por aqui.

    Com relação ao acidente, fiquei meio com o pé atrás. Depois que soube que esses carros não tiveram um teste nos ovais, só quando vermos o Pole Day e a corrida pra sabermos qual o nível de segurança desses kits dos DW12.

    Não é a primeira vez que acontece com um carro da Dallara, tem exemplos como: San Hornish Jr nos treinos da Indy 500 de 2005, Dario Franchitti em Michigan em 2006, Tonny Renna que morreu durante testes em Indianápolis no ano de 2003 (um acidente que é misterioso até hoje, nem fotos tem), e Mário Andretti também em 2003 em Indianápolis. Além do Dan Wheldon em 2011. Mesmo assim temos alguns exemplos de pilotos que se salvaram em acidentes cujos carros da Dallara voaram, como Mike Conway (2010 e 2012) e Dario Franchitti em 2013, Mikail Aleshin em 2014.

    Vamos aguardar as provas em ovais pra saber se esses carros com esses kits são seguros de fato.

    • Estou pouco me lixando se brasileiros vencem ou não. Gosto de automobilismo. Categorias monomarcas como stock car e indy pra mim não tem graça. Lixo.
      Claro que não assisto, pois acho uma porcaria.

    • Há uma diferença importante entre os acidentes citados por você e os atuais. Em todos eles, com exceção do Tony Renna, talvez, os carros decolaram por passarem sobre outros carros/debris, ou foram catapultados por outros pilotos. Esse risco vai sempre existir nessas velocidades, independente de características aerodinâmicas, até na F1 já vimos coisas assim. Nesses, testes há carros decolando sem “ajudas externas”. Não há nada de porcaria na Indy, apenas espero que identifiquem e sanem o óbvio problema antes que algo mais sério aconteça.

  • Detalhe interessante, da para ver nitidamente o ato reflexo do Helinho ao retirar a mão do volante e evitar a “chicotada” do mesmo.

    Capotar nunca é tranquilo mesmo. Pelo que vi na TV o Helinho voltou ao carro durante o dia para continuar os testes. Para a sorte dele não passou de um gigantesco susto.

  • Mal pressentimento.

    Ontem (13/05) o Hélio, e a Pipa Mann bateram feito. O Hélio deu aquela decolada “discosta”, e a Pipa perdeu o controle do carro na entrada dos box, batendo num muro lateral e, batendo mais uma vez, naquela quina perigosa que divide a pista da entrada dos boxes, de lado.

    A sorte que na primeira porrada no muro lateral, o carro dela diminuiu um pouco a velocidade. Tudo foi causado pelo do Marco Andretti que tirou o pé violentamente na sua frente dela.

    Essa semana (12/05) o carro da Simona pegou fogo e ela se salvou jogando o carro na grama e pulando fora rápido.

    Claro que toda 500 milhas é uma prova tensa, más não sei porque estou com um mal pressentimento com relação a essa. Tomara que eu esteja enganado.

    Vou lhes dizer o que está mais me preocupando: Os kits aerodinâmicos desenvolvidos pela Chevrolet e Honda.

    Os acidentes da Simona e da Pipa foram acidentes que eu considero “normais”, mas a decolagem do Hélio entrando de traseira no muro, me preocupou.

    Esses kits não foram testados com os carros andando juntos em Ovais. Eles mesmo assumem isso como uma pulga atrás da orelha.

    Bom, tomara que eu esteja enganado e que no dia 24/05 tenhamos uma boa prova sem vítimas, só alguns carros quebrados, provavelmente.

    Grande abraço.

  • Como se pode ver, os comissários não encontrara nenhuma marca no asfalto.

    A marca de freada foi encontrada tempos depois quando foram investigar os vestiários e analisaram a roupa de baixo do piloto.

  • Sinceramente não sei se essa nova aerodinâmica salvadora funcionou direito, pois o carro antes de tocar a traseira no muro levantou vôo com destresa e beleza, mas ela deveria ser para exatamente o contrario. Agora pensa se fosse no meio da corrida com 20 carros vindo na sequência. Ia dar merda das grandes.

Por Flavio Gomes

Perfil


Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. De maio de 2005 a setembro de 2013 foi comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil, apresentador e repórter da Rádio ESPN e da programação esportiva da rádio Capital AM de São Paulo. Em janeiro de 2014 passou a ser comentarista, repórter e apresentador dos canais Fox Sports no Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março daquele ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft, onde permaneceu até outubro de 2014. Na sequência, o "Grande Prêmio" passou a ser parceiro do UOL até maio de 2019, quando se uniu ao Terra por um ano para, depois, alçar voo solo. Em novembro de 2015, Gomes voltou ao rádio para apresentar o "Esporte de Primeira" na Transamérica, onde ficou até o início de março de 2016. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. Ganhou quatro vezes o Prêmio Aceesp nas categorias repórter e apresentador de rádio e melhor blog esportivo. Tem também um romance publicado, "Dois cigarros", pela Gulliver (2018), e o livro de crônicas "Gerd, der Trabi" (Gulliver, 2019). É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo e do Rio, para onde se mudou em junho de 2017. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2008 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de Meianov. O carrinho se aposentou temporariamente no início de 2015, dando o lugar a um moderníssimo Voyage 1989. Este, por sua vez, mudou de dono em 2019 para permitir a volta do Meianov à ativa no começo de 2020.
ASSINE O RSS

Categorias

Arquivos

TAGS MAIS USADAS

Facebook

DIÁRIO DO BLOG

maio 2015
D S T Q Q S S
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31